7 santos que viveram a extrema pobreza

Em 2017, o Papa Francisco instituiu o Dia Mundial dos Pobres, que este ano foi celebrado no domingo, 15 de novembro. Os santos também sofreram com a pobreza e agora apresentamos sete deles que a viveram de forma extrema.

1. São Francisco de Assis

Ele é, provavelmente, o mais famoso dos santos pobres que deixou tudo para seguir o Senhor.

Nasceu em uma família rica, mas decidiu vender tudo o que tinha para dar aos pobres e viver na pobreza, na humildade e na compaixão.

Em 1210 escreveu a regra dos franciscanos, tendo a pobreza como fundamento de sua ordem, que se manifestava no modo de vestir, nos utensílios que usavam e em suas ações. Apesar de tudo, sempre pareciam felizes.

2. São João de Deus

Este santo de origem portuguesa deixou tudo e até fingia estar louco para expiar os seus pecados.

Foi levado a um manicômio e sofreu vários espancamentos, pois era assim que tratavam os loucos naquele tempo. Isso lhe permitiu descobrir que para curar os doentes primeiro deveria curar a alma.

Fundou um hospital para os pobres onde trabalhou incansavelmente por dez anos. Morreu em 1550 deixando a Ordem Hospitalar de São João de Deus como um legado.

3. Santo Inácio de Loyola

O fundador dos Jesuítas ou da Companhia de Jesus era o mais jovem dos filhos de uma rica família espanhola.

Quando se reencontrou com o Senhor, decidiu viver a pobreza e a penitência. Ele se vestia como um mendigo e vivia da providência.

Seu espírito foi compartilhado por seus primeiros companheiros, como São Francisco Xavier e São Pedro Fabro, entre outros.

4. Santa Bernadette Soubirous

A vidente de Nossa Senhora de Lourdes na França nasceu em uma família que padecia da mais absoluta pobreza. Às vezes, nem tinham comida.

As dívidas obrigaram os Soubirous a abandonar o engenho onde viviam e procurar uma casa com apenas um quarto, onde se alojava toda a família composta pelos pais e seus quatro filhos.

Para conseguir pão para os filhos, os pais Francisco e Luísa aceitavam todo o trabalho que encontravam.

5. Santo Domingo Savio

Ele era o mais velho dos cinco filhos de Ángel Savio, um mecânico muito pobre, e de Brígida, uma mulher que contribuía com a casa fazendo costura para os vizinhos.

Aos 12 anos, Domingos conheceu São João Bosco pela primeira vez e pediu-lhe que o admitisse gratuitamente na escola que o santo tinha para as crianças pobres.

No dia de sua primeira comunhão, escreveu a famosa resolução que diz: “Prefiro morrer a pecar.”

Faleceu quando tinha apenas 14 anos.

6. São José Cupertino

O chamado “santo voador”, devido às suas muitas comprovadas levitações, veio ao mundo em um pobre barracão localizado ao lado de sua casa porque seu pai, um humilde carpinteiro, não tinha podido pagar as taxas que devia pela casa e ela havia sido embargada.

Aos 17 anos pediu para ser admitido na ordem franciscana, mas não foi aceito. Pediu para ser acolhido nos Capuchinhos e foi aceito como irmão leigo, mas depois de oito meses foi expulso porque era extremamente distraído.

José então se refugiou na casa de um parente rico, mas este dizia que o jovem “não era bom para nada” e o jogou na rua. Viu-se então obrigado a voltar à miséria e ao desprezo de sua casa.

A mãe implorou persistentemente a um parente franciscano que recebesse o menino como mensageiro no convento dos frades. Foi aí que começou sua impressionante vida de santidade.

7. São Diego de Alcalá

Este irmão franciscano, conhecido pelos muitos milagres operados por sua intercessão em vida, nasceu em uma família muito pobre em San Nicolás del Puerto, em Sevilha (Espanha).

Viveu toda a sua vida na pobreza e com os pobres, servindo-os com uma dedicação especial. Morreu em Alcalá de Henares onde foi porteiro e jardineiro em um convento durante sete anos.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.

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