Tráfico humano e migrantes preocupam Igrejas no Golfo Pérsico

A Fraternidade de Igrejas do Golfo Pérsico, em conjunto com o Conselho de Igrejas do Oriente Médio, realiza um encontro de treinamento de agentes sociais sobre o trabalho dos migrantes e tráfico de pessoas.

Trata-se de um encontro ecumênico que acontece nas dependências da Igreja Anglicana de Santo André, de 23 a 25 de maio. Os participantes de cada Igreja tentam criar formas de colaboração, dentro e além das fronteiras de cada país da região.

De acordo com o missionário scalabriniano Pe. Olmes Milani, os cristãos acreditam que, devido à inexistência de instituições e leis eficientes na defesa das vítimas do trabalho e tráfico, “as Igrejas podem ter um papel especial e necessário”.

Legislação

Além de compartilhar modelos de ações e experiências vividas no Oriente Médio, os participantes debruçam-se sobre a legislação referente às questões trabalhistas e tráfico de pessoas de cada país e tentam procurar métodos para identificar vítimas de tráfico humano.

Embora reconhecendo que nos últimos anos os países do Golfo Pérsico fizeram progressos consideráveis, os participantes estudam acordos de cooperação internacional e a possibilidade de criar políticas relacionadas com os problemas em questão.

Traficantes

Outra finalidade do encontro é criar a consciência para a necessidade de programas de reabilitação e despertar as consciências no sentido de proteger as vitimas e levar a julgamento os traficantes.

“As Igrejas realizam um trabalho discreto, mas valioso com as ‘janelas’ que as leis dos países do Golfo Pérsico permitem”, escreve o missionário scalabriniano, que desempenha sua missão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Rádio Vaticano

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