Rei, Reino e Reinado – Cartas do Padre Jesus Priante

A vida é uma luta. Essa é a grande e sábia leitura popular da existência humana. Há uma luta sem trégua do mal contra o bem, da morte contra a vida, do nada contra o ser, das criaturas entre si e contra seu Criador.

O pensador Manes, nascido na antiga Pérsia (atual Iraque) no ano 216 d.C, atribui esta luta existencial ao confronto de dois princípios ou entidades divinas: o Deus do Bem e o Deus do Mal, assegurando a vitória final do Bem.

Santo Agostinho professou esta teoria, chamada maniqueísta, em referência ao seu autor. Mais tarde percebeu sua contradição. É Impossível existirem duas entidades divinas, pois nenhuma delas o seria, por isso, Santo Agostinho disse ser o mal, não algo que existe em si, mas mera carência do bem das criaturas que ainda não têm a plenitude do seu ser. A criação, de fato, será concluída no fim da História, quando seja glorificada por Deus em Cristo.

Santo Agostinho abandonou o maniqueísmo de Manés, mas nos legou um outro com sua teoria do pecado original, que nos torna incapazes de fazer o bem e evitar o mal. Se na luta pela vida não temos todo o bem que queremos, nem podemos vencer a morte, muito menos ainda, sermos bons e vencer o pecado. Seu poder supera ao poder dos próprios anjos, do qual foram vítimas os demônios. Daí a necessidade de um Rei todo poderoso, aliado a nós, à toda a Criação, capaz de vencer o pecado e a morte com seus ingentes exércitos de males e malignos que na presente condição nos escravizam e oprimem. Essa vitoriosa proeza pertence a Cristo: “no qual reside toda plenitude.” (Col.1,15) “A Ele pertence todo poder e glória para sempre”. “Ele é o Rei de reis e Senhor de senhores” (Ap.20,16). Entretanto, essa gloriosa vitória de Cristo está reservada para o fim dos tempos.

Entendemos melhor este Mistério da Salvação distinguindo entre si os termos: Rei, Reino e Reinado. Cristo é Rei, possuidor de um Reino, eterno e glorioso, pois para isso, como Ele mesmo disse, veio ao mundo, para ser Rei. Mas seu reinado ainda não será consumado até o dia em que pecado e a morte sejam para sempre vencidos. Por isso, disse: “Meu Reino não é deste mundo”, isto é, na presente condição humana e cósmica, nós e o universo, aguardamos, não propriamente seu Reino, que já veio com seu Rei, Jesus Cristo,!mas seu Reinado. Entendemos assim melhor a narrativa evangélica, na qual umas vezes se diz que o Reino de Deus está presente, no meio de nós, e outras que está próximo ou está por vir, como expressamos no Pai-Nosso

A ambiguidade desta linguagem mostra-nos o seu Mistério, que também chamamos de Mistério da Salvação, já presente e, ao mesmo tempo, a caminho.

A Festa de Cristo Rei, integrada no calendário litúrgico no ano 1925, teve como finalidade dar uma resposta ao crescente secularismo e à descristianização da época, embriagada pelo materialismo e humanismos ateus.

O super-homem de Nietzsche suplantou a soberania de Deus. Não existem mais reinos do que aqueles a serem conquistados pelo ser humano. Contra esta prepotência ateia, alienante e ilusória, a Igreja proclamou a realeza de Jesus Cristo, não sobre cada um de nós e de todos os povos, como também do Universo, excluindo assim todo outro poder ou possibilidade de vencer o mal deste mundo. Nenhum progresso humano, nem recursos planetários e cósmicos serão capazes de nos brindar a vitória nesta luta pela vida e o bem na qual temos nascido. Fatalmente, todos seremos derrotados. Sartre expressava essa tragédia existencial dizendo: “A vida é uma paixão inútil”. Camus se identificou com o mito de Sísifo a rolar pesada rocha por íngreme montanha, sendo vítima da sua própria luta e esforço. A festa de Cristo Rei é o grande acontecimento de Fé e de segura e consoladora esperança.

“O último inimigo a ser vencido será a morte” (1Cor.15) Sao Paulo teria de ter acrescentado também a vitória sobre o pecado, pois uma vida imortal carregada de culpa seria pior do que a morte. Em Col. 2,14 corrige este lapso dizendo: “Até os demônios (potestades do mal) unir-se-ão ao cortejo triunfal de Cristo”. Estas palavras seriam a verdadeira tradução de Cristo Rei do Universo. Seu Reinado não terá chegado enquanto ainda persistir uma réstia de mal no mundo.

A realeza divina é uma ideia comum nas religiões de oriente. Mas o povo de Israel a fez exclusiva de Deus Javé. Ele reina sobre todas as nações e rege o curso da história. Por isso, até o ano 1000 a.C. com Saul e Davi, o Povo de Israel rejeitou para si a monarquia, porque só Javé era seu rei.

A história dos reis de Israel foi escrita com sangue e lágrimas até a destruição de Jerusalém no século VI a.C. pelo império babilônico. Depois do exílio seu espírito retornou à sua originária teocracia, esperando a vinda do Messias, rei divino, descendente de Davi, a governar não só o povo de Israel como todos os povos: “

Todos os povos virão a Jerusalém para adorar o Rei Javé” (Zac.14,9).

O profeta Daniel o contempla numa de suas visões sob a figura emblemática do Filho do Homem, que vem sobre as nuvens revestido de poder e glória no meio de quatro monstruosas bestas, que representam os impérios e reinos deste mundo. Cristo apropriou-se desta figura régia e triunfante bíblica, mas não sem antes cumprir a profecia também messiânica de Isaías, na condição de servo e escravo, assumindo o pecado e a morte do mundo para “descer aos infernos” na cruz. Mas, Ressuscitado, foi exaltado acima de toda criatura, para que todos, no Céu e na terra, o adorem e o proclamem Rei e Senhor (Fp.2). A glória do reinado de Cristo vem nessa “nuvem” do mal que empana os olhos da nossa Fé. Jesus revelou o mistério do seu Reino através de parábolas e metáforas, pois sua realidade não cabe nas palavras. Ele se faz presente à maneira de uma semente, fermento, tesouro escondido, na fragilidade de um pequeno rebanho, entre o joio e o trigo, na rede que apanha toda classe de peixes, na insignificante mostarda que cresce sem nos percebermos, no entanto, as aves do céu (nossas esperanças e sonhos) se abrigam nos seus ramos. O valor desse Reino, presente e oculto, supera todos os tesouros e reinos deste mundo, e pelo qual vale a pena renunciar à nossa própria vida terrena. Ele é nossa grande utopia e objeto de nossa feliz esperança. Reino, além de conquista e poder, tem o sentido de território. Esperamos “Novos Céus e nova terra”, não condicionados ao espaço e ao tempo. Mas será neste mesmo mundo que habitamos que no Reino de Deus serão transformados, assim como seremos nós mesmos, em corpo e alma, os que viveremos felizes para sempre nele. Interessante a expressão do Apocalipse. No diz céus no plural e terra no singular, para significar, o que temos repetido várias vezes. No meio de bilhões de estrelas e planetas, que até poderiam albergar vida, Deus escolheu este nosso planeta azul para ser portador deste dom singular e divino, tornando-o também sua sede e casa, para ficar conosco, até chegar a plenitude do Seu Reinado. Se é vida, ao menos humana, que a NASA procura em suas aventuras espaciais, perde precioso tempo do qual a terra precisa para ser mais humana, mais de Cristo e mais de Deus.

“FOI-LHE DADO TODO PODER E SEU REINO NÃO SERÁ DESTRUÍDO” (Dn.7,13-14)

Esta profecia de Daniel vivenciara o povo judeu, nos tempos em que Jesus, na condição de Servo, conforme profetizou Isaias, esteve conosco. Por isso não o receberam como seu esperado Messias e Rei a libertar o povo subjugado pelo Império romano. O poder dos seus milagres levou muitos a o aclamar Rei, mas sua morte de cruz frustrou as expectativas dos que lhe ouviram e viram. De fato, todos os milagres e maravilhas deste mundo, que são incontáveis, são insuficientes para crer e esperar o Reino de Deus. Por isso, certa vez Jesus disse ao povo: “A esta geração (ao ser humano) não lhe será dado outro sinal (milagre) que o sinal de Jonas” ( Mt.16,4) referindo-se à Sua Ressurreição, milagre dos milagres, único fundamento da nossa Fé. “Se Cristo não Ressuscitou, vã e vazia é a nossa Fé” (1Cor,15) e também toda religião, ciência e saber do mundo.

Se morremos, nós e o universo, carecemos de sentido. Se os povos transitaram ainda a estrada do tempo é por terem, ainda que incerta, a esperança de viver além da morte. Esta esperança universal de imortalidade que, até os mais fanáticos materialistas são incapazes de matar, tornou-se “substancial”, segura e certa, em Cristo Ressuscitado. Este fato o constitui único e verdadeiro Rei do Universo. E seu Reino eterno, por ser universal, triunfará sobre todo poder do mal, que concentra-se no pecado e na morte. O “último inimigo a ser vencido” nos revela São Paulo, não será apenas a morte, mas também outro inimigo pior, que é o pecado.
Entre os atributos que caracterizam o Reino de Deus, inaugurado com a Ressurreição de Cristo estão:

REINO DA VERDADE

Os reinos deste mundo são todos eles ilusão. Passamos a vida, nos diz São Paulo, como atores mascarados num cenário, representando o que não somos. A verdade real das coisas e de nós mesmos não tem lugar neste mundo. O que é tem de ser de outra maneira. Essa novidade, verdadeira e boa, ao mesmo tempo, é o que chamamos Reino de Deus.

REINO DE JUSTIÇA

Viemos a este mundo assaltados por dois grandes inimigos: o pecado e a morte. Fomos despojados da nossa dignidade de filhos de Deus. Não nos foi revelado como e porquê isto nos aconteceu, por isso denominamos esta nossa situação, vítimas do mal, de “Mistério da Iniquidade”, a ser desvendado no fim dos tempos.

Cristo veio como Rei e Juiz para fazer justiça, não contra nós, mas contra o mal que nos aflige, cuja derrota Jesus dá por feita, fruto do seu Reinado por obra do Espírito Santo (Jo.16). A justiça de Deus não é ativa a punir ou premiar, mas passiva. Nós é que somos justificados. Nada mais anti-evangélico do que cantar:”Foi na cruz que eu vi meus pecados castigados em Jesus” no lugar de perdoados. O termo justiça na Biblia é sinônimo de santidade. O Reino de Deus é um Reino de santidade ,” Reino de sacerdotes”, consagrados a Deus, por Ele santificados. No Reino de Deus não só teremos todo bem como também seremos bons e santos como Deus. No Céu, diz São Jeronimo (séc. IV) seremos incapazes de pecar.

REINO DA VIDA

Deus é de vivos e não de mortos, disse Jesus.” Até quando a morte estará comigo?” Dizia-me uma mãe de duas crianças, cheia de Fé e esperança no Reino de Deus, que passou internada dois longos e penosos anos no hospital vítima de câncer. Esta pergunta nos acompanha a todos. Não é só a morte física, mas a morte interior nos persegue ao longo da nossa existência. A vida, sem dor, angústia e morte, está além deste mundo. É esperança e memória feliz de futuro: “Habitarei no país ou Reino dos vivos por anos sem fim.” (Sl.26)

Jesus nos garantiu a meta: “Eu vim para que todos tenham vida plena. “(Jo.10,10)

REINO DE PAZ

Santo Agostinho definia a paz como sinônimo de ordem. De fato, a presente realidade na qual estamos é caótica. Muitos filósofos assim a entenderam, e a Física Quântica, funda-se no princípio de indeterminação, uma outra versão do caos. A incerteza existencial torna nossa vida inquieta, sem paz e desordenada. Nossa relação com as pessoas e até com as coisas é bélica. Nascemos e vivemos em permanente luta. “Dai-nos a Paz” é uma das orações que mais repetimos, e será a última que pessoas amigas de Fé nos brindarão: “Dai-lhe ,Senhor o descanso e a paz”. Paz é ordem, e toda ordem faz referência ao UNO. Esse Uno primordial é Cristo: “Eu Sou o primeiro e o último.” Nele existe e subsiste tudo quanto existe. Ele é o “primogênito dos mortos”, primícia que garante nossa Salvação, caminha à frente de nós e ao mesmo tempo retornará atrás de nós, “último”, para que ninguém se perca, conduzindo todos ao seu Reino eterno de Vida e paz.

“EIS QUE ELE VEM ENTRE NUVENS E TODOS OS OLHOS O VERÃO, ATÉ MESMO AQUELES QUE O CRUCIFICARAM” (Ap. 1,5-8)

O texto faz referência à profecia de Daniel ainda por se cumprir. Desde o dia em que Jesus subiu na Ascensão ao Céu, esperamos sua vinda gloriosa, conforme Ele prometeu: “Eu voltarei e os levarei comigo para que estejam onde eu estou” (Jo. 14). Inclusive nos disse que esse tempo de espera seria breve: “Dentre em pouco me verão de novo”. Santo Agostinho interpreta tal brevidade como sendo o tempo que falta até o retorno de Cristo, não mais como servo sofredor, mas vitorioso e glorioso. Depois da sua Ressurreição tocamos no final da História. Cumpre-se antecipadamente no dia da morte de cada pessoa. Nesse dia o veremos vir até nós com poder e glória para vencer nosso pecado e nossa morte e nos levar consigo. Neste sentido, o tempo de espera, de fato, é breve. Apenas um rm cada dez mil é centenário. A expectativa de vida em alguns povos nao passa dos 60 anos, em outros dos 80. O Sl.89 nos lembra essa estatística: “Ensina-me, Senhor contar os anos da minha vida…que são 70 e, se for forte, 80.” O drama desta vida passageira não está na sua brevidade mas em carecermos de uma verdadeira esperança. Samuel Becker soube expressar esse drama na sua novela “Esperando Godot”. Todos esperam esse Godot na estação do trem da vida, que chega sempre vazio, pois a
insatisfação é inata em nós. Hoje, no tempo do imediatismo, carecemos da verdadeira espèrança que só podemos ter em Cristo, “nossa Feliz esperança”, diz São Paulo.

No texto do Apocalipse que comentamos, Cristo é denominado “Testemunha fiel”, isto é, garantia veraz da nossa salvação. “Primogênito dos mortos”, o primeiro da humanidade a sair do sepulcro, “Primícias” da colheita salvífica que, segundo seu sentido bíblico, garante toda a seara.

“Príncipe ou Rei dos reis”, soberano e único rei a vencer o pecado e a morte, conquista impossível do ser humano. “Todos o verão vir entre as nuvens”, para significar que seu Reino, ainda oculto nas nuvens de nossos sofrimentos e desejos, finalmente se manifestará glorioso.

“Até aqueles que o crucificaram o verão”, pois a graça de Deus é mais forte do que o pecado. E conclui o texto: “Eu (Cristo) sou o princípio e o fim”, “Aquele-que-é, era- e- vem”. Ele é a “pedra angular” do Universo e a consumação da História, o devir da Criação. Fora Dele nada mais podemos e nem precisamos esperar.

PILATOS PERGUNTOU A JESUS: “ENTÃO, TU ÉS REI?”- EU SOU REI. PARA ISTO VIM A ESTE MUNDO… MAS O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO” (Jo.18,33-37)

Este episódio evangélico é sublime e significativo. No auge da sua fama, por causa do poder mostrado pelos seus numerosos milagres, Jesus recusou ser aclamado rei pelo povo. Prestes a morrer, humilhado, Ele mesmo se autoproclama Rei diante dos reinos deste mundo, ostentados por Pilatos e pelos Sumos Sacerdotes Anás e Caifás. Mas disse.”Meu Reino não é deste mundo”. Seu trono não é de marfim e ouro, mas seco lenho de uma cruz onde jamais rei algum deste mundo seria capaz livremente de se colocar. Desde este trono, disse, “atrairei todos os povos”. Até Pilatos , sem o saber, reconheceu seu reinado, ordenando escrever na cruz: “Jesus Nazareno, Rei dos Judeus”. Teria sido mais exacto se tivesse escrito Rei do Universo. Na cruz sucumbiam todos os reinos das espadas, os exércitos invencíveis do pecado e da morte, e brotava o Reino da Vida e da Graça. Foi assim que o reconheceu um “ladrão” e malfeitor, portador do pecado e da morte, crucificado ao seu lado: “Jesus, lembre-se de mim quando estiver no seu Reino”. Ele lhe respondeu: “Hoje mesmo estarás comigo no meu Reino”.

Jesus proclamava seu verdadeiro Reino sobre o pecado e sobre a morte, que nenhum império pode conquistar. Naquela tarde regia, até o sol, “o astro rei”, em nome de todas as galáxias, reconheceu não ser rei, morrendo por umas horas, para dar lugar a Cristo, Rei do Universo.

Um dos soldados que o crucificaram, vendo Jesus morrer, “perdoando” seus próprios algozes e como real Senhor da morte confessou: “Verdadeiramente Ele era Filho de Deus”.

Muitos têm morrido heroicamente nos campos de batalha e nos desafios deste mundo, mas ninguém foi capaz de dar sua própria vida por seus próprios inimigos. Este heroísmo de Rei tão singular, pertence só a Cristo e aos que unem-se a Ele pela Fé.

Estes dias, em Madrid, pudemos contemplar o Reino e reinado de Cristo. Uma mãe, errando os comandos do seu carro, matou acidentalmente, no mesmo ato, uma criança de apenas seis anos na porta do colégio quando sua mãe veio lhe recolher para voltar a sua casa. O momento não podia ser mais trágico a desafiar todos os reinos deste mundo. No entanto, ali se fez presente o Reino de Cristo. As duas mães se abraçaram fortemente, vitoriosas sobre o pecado e a morte, na cruz de Jesus Cristo. Diante de numeroso público ali concentrado, a mãe da criança falecida orou dizendo: “Senhor, te dou graças por ter-me dado seis maravilhosos e felizes anos da minha filha neste mundo. Ela adorava tanto brincar e viver que, Tu, Senhor, que sempre nos ganhas em generosidade, quiseste dar a nossa filha, mais Sua do que minha, a vida plena e feliz para a qual veio a este mundo. Agora eu e minha família temos mais motivo e estímulo para irmos ao Céu”. E consolando a outra mãe, com maior dor que a própria, lhe disse: “Não chores, Deus quis assim dar a nossa filha seu Reino de vida, Eterna e feliz”. Um dos professores, que durante anos se confessou ateu, presenciando o testemunho daquela mãe, disse: “Antes vivi sem Deus, mas agora não posso viver sem Ele. Era essa peça que me faltava para dar sentido à minha vida”. A narrativa foi recolhida em vídeo por algumas das pessoas ali presentes e divulgada em vários meios de comunicação. Cristo revelou, ali, de todos os reinos sucumbem, o o Seu verdadeiro Reino. Para o momento permanece oculto, entre as nuvens de nossos sofrimentos, mas como nos diz São Paulo: “Se com Cristo sofremos e morremos, com Ele reinaremos”.

Padre Jesus Priante
Espanha
(Edição por Malcolm Forest. São Paulo.)
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