Portugal: “Não deixeis definhar” as “sementes de bondade”

Virgílio Antunes, Missa da bênção das pastas dos finalistas, em Coimbra

D.Virgílio Antunes, Bispos de Coimbra, presidiu à missa da bênção das Pastas dos finalistas da mais antiga Universidade portuguesa, fundada em 1290.

Domingos Pinto – Lisboa

“Hoje é o dia de reconhecer grandezas, mas também debilidades. É o dia de um compromisso adulto e responsável em ordem ao futuro”.

Palavras do bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, este domingo, 26 de junho, na missa de bênção das pastas dos finalistas das diversas faculdades universitárias e Escolas Superiores de Coimbra.

Por causa da pandemia da COVID-19, a celebração deste ano teve lugar na capela de S. Miguel, na Universidade, com a presença de representantes da academia e dos estudantes.

Uma celebração transmitida pela TVI, que começou com uma jovem finalista a sublinhar o sentido desta experiência universitária.

“Entramos em Coimbra para seguir os nossos sonhos, e lutar pelos nossos objetivos. Hoje muitos dizem adeus à cidade que nos acolheu. Coimbra tem mais encanto na hora da despedida”, disse Anita Amorim que acentuou a marca que a cidade e a academia deixa nos estudantes que passam pela capital do Mondego.

Dimensões importantes que o bispo de Coimbra reafirmou na sua homilia alertando para os desafios do futuro.

“A capacidade de corrigir objetivos, de corrigir metas, de corrigir erros e o desejo de se ancorar mais profundamente no sentido de construir personalidades mais completas, bem enquadradas pessoal e socialmente, decididas a serem um contributo feliz para toda a comunidade humana”, disse o prelado.

“Com o passar dos anos não deixeis definhar por inanição ou por envelhecimento as sementes de bondade e de verdadeira sabedoria que Deus já pôs dentro de vós, que a vossa família vos comunicou, que o conhecimento adquirido na escola ajudou, com toda a certeza, a esclarecer, a conhecer, e a assimilar”, desafiou D.Virgílio Antunes.

A terminar o bispo de Coimbra deixou um lema aos finalistas pedindo-lhes para “concorrer em tudo para o bem daqueles que Deus ama. O mesmo é dizer para o bem de todos, sabendo que é preciso começar pelos que estão ao nosso lado”

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