O Guia para um Advento fecundo, segundo João Paulo II

Ele falava eloquentemente a cada ano sobre o Advento. Como resultado, nos deixou muitas reflexões perspicazes sobre esse tempo

Para muitas pessoas, o Advento pode ser um período difícil para se manter o foco. Podemos nos distrair por uma enxurrada de obrigações ou simplesmente pela natureza comercial da época do Natal.

A boa notícia é que a Igreja possui um rico tesouro de recursos que podem ajudar os fiéis a manter o espírito do Advento vivo.

Um desses tesouros, por exemplo, é o grande número de homilias e audiências de São João Paulo II. Ele falava eloquentemente a cada ano sobre o tempo do Advento. Como resultado, nos deixou muitas reflexões perspicazes para nos guiar em nossa jornada do Advento.

Advento e oração

Em primeiro lugar, São João Paulo II exorta-nos a nos dedicarmos à oração. Disse ele:

“A preparação para recebê-lo exige, antes de mais nada, uma atitude de oração intensa e confiante. Abrir espaço para ele em nossos corações exige um sério compromisso de conversão ao seu amor.”

Advento e paz

Em segundo lugar, precisamos reparar a divisão do mundo semeando a paz com o nosso vizinho.

“Devemos ser convertidos à paz; converter-nos a Cristo, nossa paz, certos de que seu amor desarmador no presépio supera todas as terríveis ameaças e planos de violência. Devemos continuar a pedir com confiança ao Menino, nascido da Virgem Maria por nós, que a enorme energia da sua paz expulse o ódio e a vingança que se escondem na alma humana. Peçamos a Deus que o bem e o nosso amor superem o mal.”

Obediência a Deus

Outro caminho para um Advento frutífero é por meio de nossa fiel obediência à vontade de Deus em nossas vidas:

“Maria, que nesta novena de preparação para o Natal, nos guia rumo a Belém. Maria é a Mulher do “sim” que, ao contrário de Eva, torna seu o desígnio de Deus sem reservas. Assim, ela se torna uma luz clara para nossos passos e o modelo supremo para nossa inspiração.”

Preparação para a vinda de Jesus 

Por último, devemos usar o Advento para nos preparar não apenas para o nascimento de Cristo em nossos corações, mas também para sua Segunda Vinda.

“A exortação à vigilância ressoa muitas vezes na liturgia, especialmente no Advento, tempo de preparação não só para o Natal, mas também para a vinda definitiva e gloriosa de Cristo no fim dos tempos. Tem, portanto, um significado distintamente escatológico e convida o crente a passar cada dia e cada momento na presença dAquele “que é e que era e que é vindo”, a quem o futuro do mundo e do homem pertence. Esta é a esperança cristã! Sem essa perspectiva, nossa existência seria reduzida a viver para a morte.”

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