“Casa Comum: ênfase sobre a mineração” é tema da Assembleia do Conselho Episcopal do Regional Leste 2

Na ocasião também acontece o Encontro Regional dos Coordenadores Diocesanos de Pastoral

O regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove, a partir desta segunda-feira, 6, Assembleia do Conselho Episcopal de Pastoral e o Encontro Regional dos Coordenadores Diocesanos de Pastoral, no Hotel Retiro das Rosas, em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto (MG).

Com o tema central “Casa Comum: ênfase sobre a mineração”, os eventos, que prosseguirão até quinta-feira, 9,  contarão com a assessoria de um grupo de estudos da PUC Minas.

Ainda durante os encontros, serão apresentados o relatório do Projeto Igrejas Irmãs e a análise de conjuntura.

De acordo com o o secretário executivo do regional, padre Roberto Marcelino, extraordinariamente a Assembleia vai acontecer fora do local de costume. “Essa mudança está sendo feita para que o regional Leste 2 possa ser solidário às vítimas, à arquidiocese de Mariana e às demais dioceses que compõem a Bacia do Rio Doce e foram atingidas com o rompimento da barragem. Também para chamar atenção dos órgãos públicos e das instituições sobre o assunto”, explica.
Visita a Bento Rodrigues

O último dia, 9 de junho, será marcado por uma celebração eucarística, no Santuário Nossa Senhora do Carmo, em Mariana (MG), que será presidida pelo núncio apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello. Após a celebração, os bispos, coordenadores de pastoral e representantes dos atingidos irão seguir para uma visita ao distrito de Bento Rodrigues, local do rompimento da barragem.

“Visitar o local significa passar a conhecer a realidade in loco para também ter a sensibilidade e sentir um pouco, mesmo que sem a presença da maioria das vítimas, dos dramas que eles viveram e estão vivendo. Essa visita é uma expressão humana, solidária e profética da Igreja que quer chamar atenção das autoridades e da sociedade para essa tragédia e também para pensar em formas de prevenção e em políticas para fiscalizar essas empresas e barragens”, ressalta padre Roberto.

Fonte: CNBB

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