Sexta-feira Santa (Jo 18,1- 42)

    Texto Referencial: Jesus respondeu: O meu reino não é deste mundo. Se meu reino fosse deste mundo, meus súditos teriam combatido para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas meu reino não é daqui.  (Jo 11, 18-36)

    1 – Este foi o dia mais lúgubre o mais triste da história! Nele, foi condenado o maior benfeitor da história, o salvador da humanidade: Jesus Cristo. Veio para dar-nos vida e nós lhe oferecemos o madeiro da cruz. Nós o trocamos por Barrabás, que era um bandido. Mas quem mesmo o condenou? Pilatos, os sumos sacerdotes, os homens do templo, a humanidade pois nela, estamos todos nós. Nossos pecados gritaram: matai-o, crucificai-o. E assim foi feito.

    2 – Não podia ser pior: Judas o entrega aos inimigos, por patacas, traindo-o com beijo criminoso. O discípulo traindo o mestre. Pedro mente, dizendo que não o conhecia. Os apóstolos todos, menos João, fogem. Repito: O Salvador, o maior benfeitor da humanidade, foi trocado por um bandido: Barrabás. Pilatos, lava suas mãos, pois reconhece que Jesus é inocente, mas o entrega a seus inimigos. Lavou as mãos, mas sujou seu nome e sua consciência. Podia tê-lo salvado, mas covarde temendo perder sua função (emprego) o entregou. Pedro, diante de uma empregada (sem menosprezo) mentiu criminosamente, tanto é verdade que até o célebre galo cantou três vezes de tanta vergonha… Pedro então chorou e nós com ele. Choramos, mas não nos convertemos. Se hoje em dia os galos “cantasse” toda vez que traímos o mestre – ninguém dormia mais.

    3 – Deus o criador tudo fez para os homens e mulheres: A natureza, os mares, o solo, simplesmente tudo. Entregou tudo gratuitamente. Jesus, veio como irmão, Salvador: Amou-nos e serviu-nos e nós lhe oferecemos a cruz, depois de flagelá-lo e coroá-lo com uma coroa de espinhos. Jesus, nasceu pobre, viveu pobre e assim morreu. Até sepultura foi preciso ser-lhe emprestada.

    4 – Aconselho então ler o capítulo 18 de João, meditando-o. É o mais impressionante. Ele, o apresenta (Jesus) como rei mesmo na cruz, onde nos entregou, ainda sua mãe como nossa. Podia fazer mais por nós? Não.

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