“Eles têm o fanatismo, nós temos esperança”

Johannes von Heereman, presidente-executivo da Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) Johannes von Heereman, presidente-executivo da Ajuda à Igreja que Sofre (ACN)

O presidente-executivo da Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), Johannes von Heereman, descreveu os ataques terroristas de Bruxelas, bem como os ataques anteriores na França, Nigéria, Mali, Costa do Marfim e outros lugares no mundo como “ataques do mal”.

“O que ajuda contra tais crimes, na via politica, são mais medidas de educação e de segurança preventiva e, na via espiritual, principalmente orações – em primeiro lugar pelas vítimas, mas também pelos autores destes atos”. Ao mesmo tempo, ele apontou para a “enorme e surpreendente solidariedade das pessoas.” Heereman disse que “quanto pior fica o terror islâmico, maior é a solidariedade dos cidadãos. Fiquei muito impressionado com a declaração de um agricultor que vive perto de Bruxelas, mas veio para a capital belga para doar sangue. Ele disse na rádio, ‘Eu alimento e forneço para as pessoas frutas e legumes, hoje eu estou dando sangue. Sou católico e, por isso, a favor da vida. Meu sangue deve ajudar a salvar vidas, seja as de cristãos, muçulmanos ou ateus’. Considerando a caridade uma coisa natural, ela é estranha para fanáticos e terroristas. No entanto, isso é o que vai levar o terror ao fracasso”.

A Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) tem registrado isto “muito intensamente ao longo dos últimos três anos. Quanto mais o terror se enfurece no norte da Nigéria, na Síria, no Iraque ou em outras regiões majoritariamente islâmicas, maior é a solidariedade demonstrada pelos nossos benfeitores com as vítimas. Nós todos sabemos: os terroristas não sabem nada de liberdade, apenas de violência. Eles têm o fanatismo, nós temos esperança.”

Fonte: AIS

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