ANO NOVO, VIDA NOVA

    Dos reis da babilônia ao século XXI, a tradição de recomeçar a vida com novas resoluções e metas no dia 1º de janeiro tem raízes antigas — e objetivos surpreendentemente familiares.

    Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais, dieta para emagrecer, estudar, ler mais, fazer cursos, gastar menos dinheiro e ser mais educado, elegante — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que na realidade tem raízes surpreendentemente antigas.

    A tradição de fazer resoluções de Ano Novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma a inglesa Dra. Candida R. Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

     Candida R. Moss é vencedora de vários prêmios por sua pesquisa e escrita, incluindo o Prêmio Grawemeyer de Religião de 2025 e é membro da Academia Americana de Artes e Ciências.

    Ela se formou na Universidade de Oxford em 2000 com um bacharelado em teologia, um diploma obtido com honras no Worcester Collete. Em 2002, ela recebeu um mestrado em religião (MAR) em estudos bíblicos pela Yale Divinity School.  Moss se formou na Universidade de Yale em 2006 com um mestrado e um mestrado em filosofia em Novo Testamento, seguido por um doutorado na mesma área em 2008. Sua orientadora de doutorado foi Adela Yarbro Collins.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

    O Dr. Eckart Frahm é professor de Línguas e Civilizações do Oriente Próximo em Yale, além de membro afiliado do corpo docente da Divisão de Antropologia, responsável pela pesquisa em tabuletas cuneiformes no Museu Peabody de Yale. Eckart é um dos maiores especialistas mundiais no Império Assírio e escreveu extensivamente sobre a história da Mesopotâmia antiga.

    No século XIX, as resoluções de Ano Novo transcenderam suas origens cristãs. “Atualmente, as resoluções e as metas são na maioria seculares, refletindo a secularização mais ampla da sociedade”, explica Moss. No século XXI, tomar as metas como prática estruturais para alcançar os objetivos e obter mudanças significativas e viver uma vida nova no ano novo. Em Deus o Eterno e Todo-Poderoso, temos a confiança e a esperança de a existência de um Ano Novo e uma Vida Nova!  Nossa confiança está no amor de Deus e a nossa esperança na graça de JESUS CRISTO!

    Prof. Dr. Inácio José do Vale, Psicanalista Clínico, PhD.

    Especialista em Psicologia Clínica pela Faculdade Dom Alberto-RS.

    Psicologia, Educação e Desenvolvimento pela Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo-SP.

    Especialista em Psicologia da Saúde pela Faculdade de Administração, Ciências e Educação-MG.

    Doutorado em Psicanálise Clínica pela Escola de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise Contemporânea. Rio de Janeiro-RJ. Cadastrada na Organização das Nações Unidas – (ONU).

     

    Autor do livro Terapia Psicanalítica: Demolindo a Ansiedade, a Depressão e a Posse da Saúde Física e Psicológica

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