Texto referencial: “toda árvore é reconhecida pelos seus frutos. Não se colhem figo de espinheiros nem, uvas de plantas espinhosas” (Lc 6, 44).
1 – Jesus, não era um mero professor, mas um profeta-messias. Não veio terminar com o antigo testamento, mas levá-lo a plenitude, ou seja, a perfeição.um modo de ser e agir do cristão, deve ser o de imitar existencialmente a Jesus, ou qual não quis levar meramente aos homens (mulheres) ao templo, mas torná-los verdadeiros membros do povo de Deus. Vivenciadores da nova e definitiva aliança.
2 – Jesus fala e ensina usando parábolas. Esses não são aulas, mas exemplos de vivência, pois, tocam não apenas os ouvidos, mas o coração dos ouvintes. Propõe conversão. mudanças. Estes incidem na forma do culto e no exercício dos relacionamentos fraternos. Quem for verdadeiro filho de Deus, torna-se também autêntico irmão do próximo e exímio defensor da natureza.
3 – Jesus mostra como um cego, não pode guiar outro cego, nem pode o discípulo estar acima do mestre. Os discípulos (nós) devemos ser como boas árvores, que produzem bons frutos, bem palatáveis. Os frutos ruins, desqualificam as árvores, nós cristãos – se não nos relacionarmos bem com Deus (bons filhos) nem com os outros, como verdadeiros irmãos (as) e se não valorizarmos a natureza- dom de Deus a nós, não entendemos o evangelho. Somos maus frutos. Desqualificados.
4 – Jesus é prático e incisivo: a árvore se conhece pelos frutos. Árvore boa, se produz bons frutos: há frutos maus quando não venenosos. Nossos frutos procedem do coração: esse é bom ou mal. Os frutos bons mostrarão. O nosso é como um tesouro? Jesus o denomina assim e o quer assim, a dúvidas ainda? Algo está errado.