{"id":92023,"date":"2024-12-13T09:49:23","date_gmt":"2024-12-13T12:49:23","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=92023"},"modified":"2024-12-17T14:51:41","modified_gmt":"2024-12-17T17:51:41","slug":"estudo-da-historia-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/estudo-da-historia-da-igreja\/","title":{"rendered":"Estudo da Hist\u00f3ria da Igreja"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Carta do Papa Francisco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O Papa Francisco assinou, no dia 21\/11 \u00faltimo, uma Carta <em>Sobre a Renova\u00e7\u00e3o do Estudo da Hist\u00f3ria da Igreja<\/em>. N\u00e3o se trata de mudar o curr\u00edculo que, via de regra, tem in\u00edcio com uma vis\u00e3o geral, passa \u00e0s Idades Antiga, M\u00e9dia, Moderna e Contempor\u00e2nea. Quer o Santo Padre, com sua Carta, incentivar, isto sim, uma mudan\u00e7a de enfoque no referido estudo. Passemos, pois, ao documento em quest\u00e3o. Est\u00e1 dirigido, de modo especial, a sacerdotes e agentes de pastorais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diz, logo no in\u00edcio, o Papa: \u201cEstou bem consciente de que, na forma\u00e7\u00e3o dos candidatos ao sacerd\u00f3cio, se dedica uma consider\u00e1vel aten\u00e7\u00e3o ao estudo da Hist\u00f3ria da Igreja, assim como \u00e9 devido. O que eu gostaria de sublinhar agora seria mais um convite para que se promova, nos jovens estudantes de teologia,\u00a0<em>uma verdadeira sensibilidade hist\u00f3rica.\u00a0<\/em>Com esta \u00faltima express\u00e3o, quero indicar n\u00e3o s\u00f3 um conhecimento profundo e atualizado dos momentos mais importantes dos vinte s\u00e9culos de cristianismo que nos precederam, mas tamb\u00e9m \u2013 e sobretudo \u2013 o despertar de uma clara familiaridade com a dimens\u00e3o hist\u00f3rica pr\u00f3pria do ser humano. Ningu\u00e9m pode saber verdadeiramente quem \u00e9, e nem o que pretende ser amanh\u00e3, se n\u00e3o alimentar o la\u00e7o que o liga \u00e0s gera\u00e7\u00f5es que o precederam. E isto n\u00e3o se aplica somente ao n\u00edvel da hist\u00f3ria do indiv\u00edduo, mas tamb\u00e9m ao n\u00edvel mais amplo da hist\u00f3ria da comunidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quer o Santo Padre que haja uma \u201cretifica\u00e7\u00e3o \u00e0quela terr\u00edvel abordagem que nos faz compreender a realidade somente a partir da defesa triunfalista da pr\u00f3pria fun\u00e7\u00e3o ou papel. [&#8230;] Educar os candidatos ao sacerd\u00f3cio numa sensibilidade hist\u00f3rica parece uma necessidade \u00f3bvia. E ainda mais no tempo em que vivemos, que \u2018favorece tamb\u00e9m uma perda do sentido da hist\u00f3ria que desagrega ainda mais. Nota-se a penetra\u00e7\u00e3o cultural de uma esp\u00e9cie de \u2018desconstrucionismo\u2019, em que a liberdade humana pretende construir tudo a partir do zero. De p\u00e9, deixa apenas a necessidade de consumir sem limites e a acentua\u00e7\u00e3o de muitas formas de individualismo sem conte\u00fado\u2019\u201d (Cf. Carta enc.\u00a0<em>Fratelli tutti\u00a0<\/em>(4 de outubro de 2020), 101:\u00a0<em>AAS\u00a0<\/em>112 (2020), p. 1004 e 973).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O Papa denuncia um tipo de \u201cfazer hist\u00f3ria\u201d que tem car\u00e1ter enviesado e pode levar ao triunfo de ideologias ou de viver uma esp\u00e9cie de \u201cpresente sem passado\u201d que faz ver o hoje sem se lembrar do ontem. \u201cPor isso, a necessidade de uma maior consci\u00eancia hist\u00f3rica torna-se mais urgente no momento em que se alastra a tend\u00eancia de tentar dispensar a mem\u00f3ria ou de construir uma mem\u00f3ria \u00e0 medida das necessidades das ideologias dominantes. Frente ao apagamento do passado e da hist\u00f3ria ou diante das narrativas hist\u00f3ricas \u2018tendenciosas\u2019, o trabalho dos historiadores, bem como o seu conhecimento e ampla divulga\u00e7\u00e3o, podem funcionar como um freio \u00e0s mistifica\u00e7\u00f5es, aos revisionismos interesseiros e a esse uso p\u00fablico particularmente empenhado em justificar guerras, persegui\u00e7\u00f5es, produ\u00e7\u00e3o, venda e consumo de armas e tantos outros males. Temos hoje uma enxurrada de mem\u00f3rias, muitas vezes falsas, artificiais e at\u00e9 inver\u00eddicas, e ao mesmo tempo uma aus\u00eancia de hist\u00f3ria e de consci\u00eancia hist\u00f3rica na sociedade civil e tamb\u00e9m nas nossas comunidades crist\u00e3s. Tudo se agrava ainda mais se pensarmos em hist\u00f3rias cuidadosa e secretamente pr\u00e9-fabricadas, que servem para forjar mem\u00f3rias\u00a0<em>ad hoc<\/em>, mem\u00f3rias identit\u00e1rias e de exclus\u00e3o. O papel dos historiadores e o conhecimento das suas descobertas s\u00e3o hoje decisivos e podem ser um dos ant\u00eddotos contra este regime mort\u00edfero de \u00f3dio que se assenta na ignor\u00e2ncia e no preconceito\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 H\u00e1 o verdadeiro historiador de enfrentar os fatos como eles s\u00e3o (ou foram) e interpret\u00e1-los nos seus respectivos contextos. Recorda o Papa que, na genealogia de Jesus, existem pessoas e fatos pouco dignos, mas Mateus n\u00e3o os alterou; ao contr\u00e1rio, demonstrou que, n\u00e3o obstante a tantas adversidades, floresceu Maria de quem nasceu Cristo (cf. Mt 1,16). Se assim foi na Hist\u00f3ria da Salva\u00e7\u00e3o, na Hist\u00f3ria da Igreja tamb\u00e9m h\u00e1 luzes e sombras. S\u00e3o palavras de Francisco: \u201cInsisto que \u2018a <em>Shoah<\/em> n\u00e3o deve ser esquecida [&#8230;] n\u00e3o se devem esquecer os bombardeamentos at\u00f4micos de Hiroshima e Nagasaki [&#8230;] tamb\u00e9m n\u00e3o devemos esquecer as persegui\u00e7\u00f5es, o com\u00e9rcio dos escravos e os massacres \u00e9tnicos que se verificaram e verificam em v\u00e1rios pa\u00edses, e tantos outros eventos hist\u00f3ricos que nos fazem envergonhar de sermos humanos. Devem ser recordados sempre, repetidamente, sem nos cansarmos nem anestesiarmos [&#8230;] hoje \u00e9 f\u00e1cil cair na tenta\u00e7\u00e3o de virar a p\u00e1gina, dizendo que j\u00e1 passou muito tempo e \u00e9 preciso olhar para diante. Isso n\u00e3o, por amor de Deus! Sem mem\u00f3ria, nunca se avan\u00e7a; n\u00e3o se evolui sem uma mem\u00f3ria \u00edntegra e luminosa [&#8230;] n\u00e3o me refiro s\u00f3 \u00e0 mem\u00f3ria dos horrores, mas tamb\u00e9m \u00e0 recorda\u00e7\u00e3o daqueles que, no meio de um contexto envenenado e corrupto, foram capazes de recuperar a dignidade e, com pequenos ou grandes gestos, optaram pela solidariedade, o perd\u00e3o, a fraternidade. \u00c9 muito salutar fazer mem\u00f3ria do bem. O perd\u00e3o n\u00e3o implica esquecimento [&#8230;] Mesmo quando houver algo que por nenhum motivo devemos permitir-nos esquecer, todavia podemos perdoar\u201d (Carta enc. <em>Fratelli tutti<\/em> (4 de outubro de 2020), 247.248.249.250: AAS 112 (2020), p. 1057-1059.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vem, por fim, um aspecto que julgo ser decisivo e pr\u00e1tico no Documento que ora estamos analisando. \u00c9 o \u00faltimo trecho da Carta do Santo Padre. Ei-lo: \u201cGostaria agora de acrescentar algumas pequenas observa\u00e7\u00f5es sobre o estudo da Hist\u00f3ria da Igreja. A primeira observa\u00e7\u00e3o diz respeito ao risco de que este tipo de estudo possa manter uma certa abordagem meramente cronol\u00f3gica ou mesmo um desvio apolog\u00e9tico, que transformaria a Hist\u00f3ria da Igreja em um mero suporte da Hist\u00f3ria da Teologia ou da espiritualidade dos s\u00e9culos passados. Esta seria uma forma de estudar e, consequentemente, de ensinar a Hist\u00f3ria da Igreja que n\u00e3o promove aquela sensibilidade \u00e0 dimens\u00e3o hist\u00f3rica de que falei no in\u00edcio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cA segunda observa\u00e7\u00e3o diz respeito a que a Hist\u00f3ria da Igreja ensinada em todo o mundo parece sofrer de um reducionismo generalizado, com uma presen\u00e7a ainda acess\u00f3ria em rela\u00e7\u00e3o a uma Teologia, que ent\u00e3o se mostra muitas vezes incapaz de entrar verdadeiramente em di\u00e1logo com a realidade viva e existencial dos homens e mulheres do nosso tempo. Porque a Hist\u00f3ria da Igreja, ensinada como parte da Teologia, n\u00e3o pode ser desligada da hist\u00f3ria das sociedades. A terceira observa\u00e7\u00e3o tem em conta a constata\u00e7\u00e3o de que h\u00e1, na forma\u00e7\u00e3o dos futuros sacerdotes, uma educa\u00e7\u00e3o ainda inadequada no que diz respeito \u00e0s fontes. Por exemplo, aos estudantes raramente s\u00e3o dadas as condi\u00e7\u00f5es para que leiam textos fundamentais do cristianismo antigo, como a\u00a0<em>Carta a Diogneto<\/em>, a\u00a0<em>Didaqu\u00ea\u00a0<\/em>ou as\u00a0<em>Atas dos M\u00e1rtires<\/em>. No entanto, quando as fontes s\u00e3o de alguma forma desconhecidas, faltam os instrumentos para as ler sem filtros ideol\u00f3gicos ou pr\u00e9-compreens\u00f5es te\u00f3ricas que n\u00e3o permitem uma assimila\u00e7\u00e3o viva e estimulante\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cUma quarta observa\u00e7\u00e3o diz respeito \u00e0 necessidade de \u2018fazer hist\u00f3ria\u2019 da Igreja \u2013 assim como de \u2018fazer teologia\u2019 \u2013 n\u00e3o s\u00f3 com rigor e exatid\u00e3o, mas tamb\u00e9m com paix\u00e3o e envolvimento: com aquela paix\u00e3o e aquele envolvimento, pessoal e comunit\u00e1rio, pr\u00f3prios de quem, comprometido na evangeliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o escolheu um lugar neutro e desconexo, porque ama a Igreja e a acolhe como M\u00e3e tal como ela \u00e9. Uma outra observa\u00e7\u00e3o, ligada \u00e0 anterior, diz respeito \u00e0 liga\u00e7\u00e3o entre Hist\u00f3ria da Igreja e Eclesiologia. A investiga\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica tem um contributo indispens\u00e1vel a dar para a elabora\u00e7\u00e3o de uma Eclesiologia que seja verdadeiramente hist\u00f3rica e mist\u00e9rica (Cf. Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Dogm\u00e1tica <em>Lumen gentium<\/em>, 1)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u201cA pen\u00faltima observa\u00e7\u00e3o, que me \u00e9 muito cara, diz respeito ao desaparecimento dos vest\u00edgios daqueles que n\u00e3o souberam fazer ouvir a sua voz ao longo dos s\u00e9culos, o que dificulta uma fiel reconstru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. E aqui pergunto-me: n\u00e3o ser\u00e1 um campo de estudo privilegiado, para o historiador da Igreja, trazer \u00e0 luz, tanto quanto poss\u00edvel, o rosto popular dos \u00faltimos, e reconstruir a hist\u00f3ria das suas derrotas e das opress\u00f5es que sofreram, mas tamb\u00e9m das suas riquezas humanas e espirituais, oferecendo instrumentos para compreender os fen\u00f4menos de marginalidade e de exclus\u00e3o hoje? Nesta \u00faltima observa\u00e7\u00e3o, gostaria de recordar que a Hist\u00f3ria da Igreja pode ajudar a recuperar toda a experi\u00eancia do mart\u00edrio, tendo consci\u00eancia de que n\u00e3o h\u00e1 Hist\u00f3ria da Igreja sem mart\u00edrio e que esta preciosa mem\u00f3ria nunca deve ser perdida. Tamb\u00e9m na hist\u00f3ria dos seus sofrimentos \u2018a Igreja confessa que muitos benef\u00edcios lhe advieram e podem advir mesmo da oposi\u00e7\u00e3o daqueles que se op\u00f5em a ela ou a perseguem\u2019\u00a0(Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Pastoral <em>Gaudium et Spes<\/em>, 44.). Precisamente onde a Igreja n\u00e3o triunfou aos olhos do mundo, foi quando alcan\u00e7ou a sua maior beleza\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Proposto, em linhas gerais, os principais tra\u00e7os da nova Carta do Sumo Pont\u00edfice, fa\u00e7o votos de que ela seja acolhida no meio universit\u00e1rio e seminar\u00edstico, sobretudo, a fim de que surta o efeito almejado. Quem bem conhece o passado, vive melhor o presente e mais bem se prepara para o futuro. Aquele, como diz o Santo Padre, que sofre de uma cegueira sobre certos fatos da Hist\u00f3ria da Igreja, interpreta-a de modo assaz deficiente e leva os que lhe s\u00e3o confiados ao mesmo caminho sinuoso. O estudioso h\u00e1 de sempre perguntar: Que texto \u00e9 este que estou lendo? Em que contexto \u2013 ou com que reais inten\u00e7\u00f5es \u2013 foi produzido? Quem \u00e9 seu autor? Qual a sua metodologia de trabalho? Em que fontes se baseou? H\u00e1 outros autores que tamb\u00e9m tratam deste mesmo tema? S\u00e3o igualmente confi\u00e1veis? Etc. Quem usa destes e de outros s\u00e1bios questionamentos dificilmente se ilude no estudo da Hist\u00f3ria da Igreja ou mesmo de outras \u00e1reas do saber&#8230; O historiador h\u00e1 de falar o que os fatos falam e n\u00e3o o que ele (subjetivamente) gostaria que os fatos falassem a fim de dar aval \u00e0 sua postura ideol\u00f3gica, hist\u00f3rica, eclesiol\u00f3gica, pastoral etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Na nossa Arquidiocese de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro, temos, por exemplo, a grata alegria de contar com um Curso de Hist\u00f3ria da Igreja por correspond\u00eancia. Seu autor \u00e9 Dom Est\u00eav\u00e3o Bettencourt, OSB, falecido em 2008, mas que, com sua intelig\u00eancia \u00edmpar, elaborou esta sua obra dentro dos moldes que o Papa coloca nos dias de hoje. N\u00e3o nega os fatos, mas os estuda dentro de seus respectivos contextos sem receio de trat\u00e1-los como devem ser tratados. \u00c9 divulgado pela Escola Mater Ecclesiae. Embora, seja uma inicia\u00e7\u00e3o a ser complementada posteriormente em outras fontes, n\u00e3o se pode negar que \u00e9 material seguro para melhor conhecer esta santa M\u00e3e que nos gerou para a vida divina pelo Batismo. M\u00e3e santa&#8230;, mas que traz em seu seio filhos pecadores. Filhos aos quais ela mesma oferece rem\u00e9dio no sacramento da Confiss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Igualmente louv\u00e1vel \u00e9 a obra de Daniel Rops, conceituado historiador franc\u00eas, em 10 volumes traduzidos cuidadosamente pela Editora Quadrante. Obra de f\u00f4lego a trazer muitos detalhes que, se n\u00e3o l\u00eassemos ali, passariam despercebidos na nossa forma\u00e7\u00e3o. \u00c9 um presente ao nosso p\u00fablico contar com uma cole\u00e7\u00e3o desta envergadura. N\u00e3o \u00e9 \u00e1cida com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja, mas tamb\u00e9m n\u00e3o faz uma apologia adocicada como se o errado fosse certo e o certo fosse errado. Contextualiza os fatos e os debate de modo s\u00e9rio como devem ser debatidos. \u00c9, sem d\u00favida, importante manancial aos interessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Estudemos, pois, com afinco, a Hist\u00f3ria da Igreja e muito ganharemos em nossa vida de f\u00e9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carta do Papa Francisco \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O Papa Francisco assinou, no dia 21\/11 \u00faltimo, uma Carta Sobre a Renova\u00e7\u00e3o do Estudo da Hist\u00f3ria da Igreja. 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