{"id":81357,"date":"2023-05-04T09:41:07","date_gmt":"2023-05-04T12:41:07","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=81357"},"modified":"2023-05-04T14:41:56","modified_gmt":"2023-05-04T17:41:56","slug":"prevost-o-bispo-e-um-pastor-proximo-ao-povo-nao-um-gestor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/prevost-o-bispo-e-um-pastor-proximo-ao-povo-nao-um-gestor\/","title":{"rendered":"Prevost: \u201cO bispo \u00e9 um pastor pr\u00f3ximo ao povo, n\u00e3o um gestor\u201d"},"content":{"rendered":"<figure class=\"article__image\"><span class=\"didascalia_img\">O prefeito do Dicast\u00e9rio para os Bispos, dom Robert Francis Prevost\u00a0 (Vatican Media)<\/span><\/figure>\n<div class=\"article__meta \" data-mediatype=\"\">\n<div class=\"article__subTitle\" style=\"text-align: justify;\">Em conversa com o prefeito do Dicast\u00e9rio para os Bispos: \u201cMuitas vezes nos preocupamos em ensinar a doutrina, mas corremos o risco de esquecer que nossa primeira tarefa \u00e9 comunicar a beleza e a alegria de conhecer Jesus\u201d. Sobre os abusos: &#8220;Devemos ser transparentes e acompanhar as v\u00edtimas&#8221;.<\/div>\n<div class=\"title__separator\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"article__text\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>ANDREA TORNIELLI<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aos 67 anos vive o seu &#8220;noviciado&#8221; como prefeito do Dicast\u00e9rio para os Bispos: Robert Francis Prevost, nascido em Chicago (Estados Unidos), primeiro mission\u00e1rio e depois bispo em Chiclayo (Peru), \u00e9 o frade agostiniano que o Papa Francisco escolheu para suceder o cardeal Marc Ouellet. Nesta entrevista \u00e0 m\u00eddia vaticana, ele tra\u00e7a uma identidade do bispo para os tempos em que vivemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O que significou para o senhor passar do ser um bispo mission\u00e1rio na Am\u00e9rica Latina a guiar o dicast\u00e9rio que ajuda o Papa a escolher os bispos?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda me considero um mission\u00e1rio. A minha voca\u00e7\u00e3o como a de todo crist\u00e3o \u00e9 ser mission\u00e1rio, anunciar o Evangelho onde se est\u00e1. Certamente minha vida mudou muito: tenho a possibilidade de servir o Santo Padre, de servir a Igreja hoje, aqui, da C\u00faria Romana. Uma miss\u00e3o muito diferente da anterior, mas tamb\u00e9m uma nova oportunidade de viver uma dimens\u00e3o da minha vida que sempre foi simplesmente responder \u201csim\u201d quando me pedem um servi\u00e7o. Com este esp\u00edrito conclu\u00ed minha miss\u00e3o no Peru, depois de oito anos e meio como bispo e quase vinte anos como mission\u00e1rio, para come\u00e7ar uma nova em Roma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O senhor poderia desenhar um retrato falado do bispo para a Igreja de nosso tempo?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Antes de tudo, \u00e9 preciso ser\u00a0<i>\u201ccat\u00f3lico\u201d<\/i>: \u00e0s vezes o bispo corre o risco de se concentrar apenas na dimens\u00e3o local. Mas \u00e9 bom para um bispo ter uma vis\u00e3o muito mais ampla da Igreja e da realidade, e experimentar esta universalidade da Igreja. \u00c9 preciso tamb\u00e9m saber ouvir os outros e buscar conselhos, al\u00e9m de ter maturidade psicol\u00f3gica e espiritual. Um elemento fundamental do retrato falado \u00e9 ser pastor, capaz de estar pr\u00f3ximo aos membros da comunidade, come\u00e7ando pelos sacerdotes dos quais o bispo \u00e9 pai e irm\u00e3o. Viver esta proximidade a todos, sem excluir ningu\u00e9m. O Papa Francisco falou das quatro proximidades: proximidade a Deus, aos irm\u00e3os bispos, aos sacerdotes e a todo o povo de Deus. N\u00e3o devemos ceder \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de viver isolados, separados num edif\u00edcio, satisfeitos por um determinado n\u00edvel social ou por um certo n\u00edvel dentro da Igreja. E n\u00e3o devemos nos esconder atr\u00e1s de uma ideia de autoridade que hoje n\u00e3o faz sentido. A autoridade que temos \u00e9 servir, acompanhar os sacerdotes, ser pastores e mestres. Muitas vezes nos preocupamos em ensinar a doutrina, o modo de viver a nossa f\u00e9, mas corremos o risco de esquecer que a nossa primeira tarefa \u00e9 ensinar o que significa conhecer Jesus Cristo e testemunhar a nossa proximidade ao Senhor. Isto vem primeiro: comunicar a beleza da f\u00e9, a beleza e a alegria de conhecer Jesus. Significa que n\u00f3s mesmos o estamos vivendo e compartilhando esta experi\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Quanto \u00e9 importante o servi\u00e7o do bispo para a unidade em torno do Sucessor de Pedro num tempo em que a polariza\u00e7\u00e3o aumenta tamb\u00e9m na comunidade eclesial?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As tr\u00eas palavras que estamos usando no trabalho do S\u00ednodo, participa\u00e7\u00e3o, comunh\u00e3o e miss\u00e3o, d\u00e3o uma resposta. O bispo \u00e9 chamado a este carisma, a viver o esp\u00edrito de comunh\u00e3o, a promover a unidade na Igreja, a unidade com o Papa. Isso tamb\u00e9m significa ser cat\u00f3lico porque sem Pedro, onde est\u00e1 a Igreja? Jesus rezou por isso na \u00daltima Ceia: \u201cQue todos sejam um\u201d. Esta \u00e9 unidade que desejamos ver na Igreja. Hoje, a sociedade e a cultura nos levam distantes daquela vis\u00e3o de Jesus, e isso causa muitos danos. Esta falta de unidade \u00e9 uma ferida que a Igreja vive, muito dolorosa. Divis\u00f5es e pol\u00eamicas na Igreja n\u00e3o ajudam em nada. N\u00f3s bispos, especialmente, devemos acelerar \u00a0este movimento rumo \u00e0 unidade, rumo \u00e0 comunh\u00e3o na Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O processo de designa\u00e7\u00e3o de novos bispos pode ser melhorado? Na &#8220;Praedicate Evangelium&#8221; se l\u00ea que &#8220;tamb\u00e9m os membros do povo de Deus&#8221; devem ser envolvidos. Isso acontece?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fizemos uma interessante reflex\u00e3o entre os membros do Dicast\u00e9rio sobre este tema. J\u00e1 h\u00e1 algum tempo n\u00e3o se ouvem apenas alguns bispos ou alguns sacerdotes, mas tamb\u00e9m outros membros do povo de Deus. \u00c9 muito importante, porque o bispo \u00e9 chamado a servir uma Igreja particular. Ent\u00e3o, ouvir o povo de Deus tamb\u00e9m \u00e9 importante. Se um candidato n\u00e3o \u00e9 conhecido por ningu\u00e9m do seu povo, \u00e9 dif\u00edcil \u2013 n\u00e3o imposs\u00edvel, mas dif\u00edcil \u2013 que se torne realmente pastor de uma comunidade, de uma Igreja local. Ent\u00e3o \u00e9 importante que o processo seja um pouco mais aberto \u00e0 escuta dos diferentes membros da comunidade. Isso n\u00e3o significa que seja a Igreja local a ter de escolher o seu pastor, como se ser chamado a ser bispo fosse resultado de um voto democr\u00e1tico, de um processo quase &#8220;pol\u00edtico&#8221;. \u00c9 preciso um olhar muito mais amplo e as nunciaturas apost\u00f3licas ajudam muito nisso. Creio que pouco a pouco devemos nos abrir mais, ouvir um pouco mais as religiosas, os leigos e as leigas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Uma das novidades introduzidas pelo Papa foi a nomea\u00e7\u00e3o de tr\u00eas mulheres entre os membros do dicast\u00e9rio para os bispos. O que pode dizer sobre a contribui\u00e7\u00e3o delas?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 vimos em v\u00e1rias ocasi\u00f5es que o seu ponto de vista \u00e9 um enriquecimento. Duas s\u00e3o religiosas e uma \u00e9 leiga, e muitas vezes a sua perspectiva coincide perfeitamente com o que dizem os outros membros do dicast\u00e9rio, enquanto outras vezes sua opini\u00e3o introduz outra perspectiva e se torna uma contribui\u00e7\u00e3o importante para o processo. Penso que a nomea\u00e7\u00e3o delas seja muito mais do que um simples gesto do Papa para dizer que agora tamb\u00e9m h\u00e1 mulheres aqui. H\u00e1 uma participa\u00e7\u00e3o verdadeira, real e significativa que elas oferecem em nossas reuni\u00f5es quando discutimos os dossi\u00eas dos candidatos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>As novas normas para a luta contra os abusos aumentaram a responsabilidade dos bispos, que s\u00e3o chamados a agir prontamente e responder por atrasos ou omiss\u00f5es. Como esta tarefa \u00e9 vivida pelo bispo?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m estamos a caminho sobre isso. H\u00e1 lugares onde um bom trabalho j\u00e1 foi feito h\u00e1 anos e as normas s\u00e3o colocadas em pr\u00e1tica. Ao mesmo tempo, acredito que ainda h\u00e1 muito o que aprender. Falo da urg\u00eancia e responsabilidade de acompanhar as v\u00edtimas. Uma das dificuldades que surgem frequentemente \u00e9 que o bispo deve estar pr\u00f3ximo dos seus sacerdotes, como eu j\u00e1 disse, e deve estar pr\u00f3ximo das v\u00edtimas. Alguns recomendam que o bispo n\u00e3o receba diretamente as v\u00edtimas, por\u00e9m, n\u00e3o podemos fechar o cora\u00e7\u00e3o, a porta da Igreja, \u00e0s pessoas que sofreram por abusos. A responsabilidade do bispo \u00e9 grande e acho que ainda temos que fazer esfor\u00e7os consider\u00e1veis \u200b\u200bpara responder a esta situa\u00e7\u00e3o que causa tanta dor na Igreja. Levar\u00e1 tempo, estamos tentando trabalhar junto com outros dicast\u00e9rios. Acredito que faz parte da miss\u00e3o do nosso dicast\u00e9rio acompanhar os bispos que n\u00e3o receberam a prepara\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para abordar esse tema. \u00c9 urgente e necess\u00e1rio que sejamos mais respons\u00e1veis \u200b\u200be ainda mais sens\u00edveis a este respeito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>As leis agora existem. \u00c9 mais dif\u00edcil mudar a mentalidade&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Claro, tamb\u00e9m h\u00e1 muita diferen\u00e7a entre uma cultura e outra em como se reage nessas situa\u00e7\u00f5es. Em alguns pa\u00edses o tabu de falar sobre o assunto j\u00e1 foi um pouco quebrado, enquanto h\u00e1 outros lugares onde as v\u00edtimas, ou as fam\u00edlias das v\u00edtimas, jamais gostariam de falar sobre os abusos sofridos. Em todo caso, o sil\u00eancio n\u00e3o \u00e9 uma resposta. O sil\u00eancio n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. Devemos ser transparentes e sinceros, acompanhar e ajudar as v\u00edtimas, porque sen\u00e3o suas feridas nunca cicatrizar\u00e3o. H\u00e1 uma grande responsabilidade nisso, para todos n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>A Igreja est\u00e1 envolvida no processo que levar\u00e1 ao S\u00ednodo sobre a sinodalidade. Qual \u00e9 o papel do bispo?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 uma grande oportunidade nesta renova\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da Igreja que o Papa Francisco nos convida a promover. Por um lado, h\u00e1 bispos que manifestam abertamente o seu receio porque n\u00e3o entendem para onde est\u00e1 andando a Igreja. Talvez eles prefiram a seguran\u00e7a das respostas j\u00e1 experimentadas no passado. Eu realmente acredito que o Esp\u00edrito Santo est\u00e1 muito presente na Igreja neste momento e est\u00e1 nos impelindo a uma renova\u00e7\u00e3o e, portanto, somos chamados \u00e0 grande responsabilidade de viver o que chamo de uma nova atitude. N\u00e3o \u00e9 apenas um processo, n\u00e3o \u00e9 apenas mudar algumas formas de fazer as coisas, talvez organizar mais reuni\u00f5es antes de tomar uma decis\u00e3o. \u00c9 muito mais. Mas \u00e9 tamb\u00e9m o que talvez causa algumas dificuldades, porque no fundo devemos ser capazes de escutar sobretudo o Esp\u00edrito Santo, o que est\u00e1 pedindo \u00e0 Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Como se realiza isso?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Precisamos ser capazes de escutar uns aos outros, reconhecer que n\u00e3o se trata de debater uma agenda pol\u00edtica ou apenas tentar promover temas que interessam a mim ou a outros. \u00c0s vezes parece que se queira reduzir tudo a querer votar para depois fazer o que foi votado. Ao contr\u00e1rio, trata-se de algo muito mais profundo e muito diferente: \u00e9 preciso aprender a escutar realmente o Esp\u00edrito Santo e o esp\u00edrito de busca da verdade que vive na Igreja. Passar de uma experi\u00eancia onde a autoridade fala e tudo se faz para uma experi\u00eancia de Igreja que valorize os carismas, os dons e os minist\u00e9rios que existem na Igreja. O minist\u00e9rio episcopal desempenha um servi\u00e7o importante, mas depois \u00e9 preciso colocar tudo isso a servi\u00e7o da Igreja neste esp\u00edrito sinodal que significa simplesmente caminhar juntos, todos, e buscar juntos o que o Senhor nos pede, em nosso tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Quanto os problemas econ\u00f4micos afetam a vida dos bispos?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pede-se tamb\u00e9m ao bispo que seja um bom administrador ou, pelo menos, a capacidade de encontrar um bom administrador que o ajude. O Papa nos disse que quer uma Igreja pobre e para os pobres. H\u00e1 casos em que as estruturas e infraestruturas de um tempo j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rias e \u00e9 dif\u00edcil mant\u00ea-las. Ao mesmo tempo, tamb\u00e9m nos lugares onde trabalhei, a Igreja \u00e9 respons\u00e1vel por institui\u00e7\u00f5es educativas e de sa\u00fade que oferecem servi\u00e7os fundamentais ao povo, porque muitas vezes o Estado n\u00e3o consegue garanti-los. Pessoalmente, n\u00e3o sou da opini\u00e3o de que a Igreja deva vender tudo e &#8220;apenas&#8221; pregar o Evangelho nas ruas. \u00c9 uma responsabilidade muito grande, n\u00e3o h\u00e1 respostas un\u00edvocas. H\u00e1 necessidade de promover mais a ajuda fraterna entre as Igrejas locais. Diante da necessidade de manter vivas as estruturas de servi\u00e7o com as entradas que n\u00e3o s\u00e3o mais como eram, o bispo deve ser muito pr\u00e1tico. As monjas de clausura sempre dizem:\u00a0<i>\u201c\u00c9 preciso ter confian\u00e7a e confiar tudo \u00e0 Provid\u00eancia Divina, porque se encontrar\u00e1 a maneira para responder\u201d.<\/i>\u00a0O importante \u00e9 tamb\u00e9m nunca nos esquecer a dimens\u00e3o espiritual da nossa voca\u00e7\u00e3o. Caso contr\u00e1rio, corremos o risco de nos tornar gerentes e pensar como gerentes. As vezes acontece.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Como o senhor v\u00ea a rela\u00e7\u00e3o entre o bispo e as redes sociais?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As redes sociais podem ser um instrumento importante para comunicar a mensagem do Evangelho a milhares de pessoas. Devemos nos preparar para us\u00e1-las bem, mas temo que \u00e0s vezes tenha faltado essa prepara\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, o mundo atual, que est\u00e1 em constante mudan\u00e7a, apresenta situa\u00e7\u00f5es em que realmente temos que pensar v\u00e1rias vezes antes de falar ou antes de escrever uma mensagem no Twitter, para responder ou mesmo apenas para fazer perguntas de forma p\u00fablica, \u00e0 vista de todos. \u00c0s vezes, h\u00e1 o risco de alimentar divis\u00f5es e controv\u00e9rsias. Existe uma grande responsabilidade no uso correto das redes sociais, a comunica\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 uma oportunidade, mas tamb\u00e9m \u00e9 um risco. E pode prejudicar a comunh\u00e3o da Igreja. Por isso, \u00e9 preciso ter muita cautela no uso destes meios.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O prefeito do Dicast\u00e9rio para os Bispos, dom Robert Francis Prevost\u00a0 (Vatican Media) Em conversa com o prefeito do Dicast\u00e9rio para os Bispos: \u201cMuitas vezes nos preocupamos em ensinar a doutrina, mas corremos o risco de esquecer que nossa primeira tarefa \u00e9 comunicar a beleza e a alegria de conhecer Jesus\u201d. 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