{"id":81270,"date":"2023-04-29T10:13:22","date_gmt":"2023-04-29T13:13:22","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=81270"},"modified":"2023-05-02T17:14:36","modified_gmt":"2023-05-02T20:14:36","slug":"o-papa-e-a-intercessao-pela-evangelizacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-papa-e-a-intercessao-pela-evangelizacao\/","title":{"rendered":"O Papa e a intercess\u00e3o pela evangeliza\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Na Audi\u00eancia Geral do Santo Padre, o Papa Francisco, quarta-feira, dia 26 de abril de 2023 falou da import\u00e2ncia da vida contemplativa na evangeliza\u00e7\u00e3o. Ela \u00e9 um est\u00edmulo para melhor compreender e, por conseguinte, mais valorizar a vida mon\u00e1stica masculina e feminina, embora tenhamos outras vertentes desse tipo de vida. O monaquismo \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o pulsante da Igreja, pois, escondido em Cristo (cf. Cl 3,3), irriga sangue a todo o corpo eclesial (cf. Cl 1,24; 1Cor 12,12-21).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A partir disso, gostaria de centrar-me nos in\u00edcios da hist\u00f3ria do monaquismo e \u00e0 sua nomenclatura. Come\u00e7o por esta \u00faltima: o termo monge \u2013 e tamb\u00e9m monja, que segue, no \u00e2mbito feminino o mesmo prop\u00f3sito, dentro de suas peculiaridades \u2013, vem do grego <em>m\u00f3nos<\/em> ou <em>monachus<\/em>, isto \u00e9, quem vive s\u00f3 ou ainda melhor, vive s\u00f3 para Deus ou que tem uma s\u00f3 busca: a de Deus. Dom Andr\u00e9 Martins, OSB, abade da Abadia da Ressurrei\u00e7\u00e3o, em Ponta Grossa (PR), recorda ser o monge \u201caquele que tem como projeto de vida n\u00e3o dividir o cora\u00e7\u00e3o e nem o corpo. \u00c9 algu\u00e9m que d\u00e1 total ades\u00e3o ao convite do Senhor \u2018segue-me\u2019, mas um tal seguimento que revele eloquentemente a invoca\u00e7\u00e3o \u2018Vem, Senhor Jesus!\u2019. Um monge ou um celibat\u00e1rio por causa do Reino deveria ser verdadeiramente, para todo o povo de Deus, um \u2018<em>Maranath\u00e1<\/em>\u2019 vivente (do aramaico: \u2018Vinde, Senhor nosso!\u2019) (Cf. 1Cor 16,23; Ap 22,20)\u201d (<em>Eis o servo fiel e prudente<\/em>. Ponta Grossa: Abadia da Ressurrei\u00e7\u00e3o, 2020, p. 45). Em outros termos, um monge n\u00e3o se afasta dos seus por ego\u00edsmo ou misantropia, mas, sim, para que, apesar de suas limita\u00e7\u00f5es humanas, comuns a todos n\u00f3s, vivendo na presen\u00e7a de Deus, seja um sinal verdadeiro do Reino, neste mundo t\u00e3o carente da gra\u00e7a divina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A vida mon\u00e1stica, que, sem perder a sua ess\u00eancia, passou, como testemunha a pr\u00f3pria Hist\u00f3ria, por v\u00e1rias fases e reformas ao longo do tempo, nasceu \u2013 humanamente constatando \u2013 como consequ\u00eancia da resposta ao chamado de Deus ou da busca d\u2019Ele. Dom Emanuele Bargellini, OSB Cam, escreve que \u201co monaquismo n\u00e3o tem um fundador no sentido estrito da palavra, um lugar e nem uma data de nascimento precisa, e muito menos um programa ou estilo de vida uniforme. Mesmo orientado por valores espirituais substancialmente comuns e difusos nas v\u00e1rias experi\u00eancias mon\u00e1sticas primitivas, seja no Oriente, seja no Ocidente, esses valores s\u00e3o historicamente expressos em modalidades muito diversas\u201d (<em>Como \u00e1gua da fonte<\/em>. S\u00e3o Paulo: Loyola, 2009, p. 39).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda: por mais que se apontem v\u00e1rias raz\u00f5es \u2013 at\u00e9 mesmo esp\u00farias \u2013 para as origens do monaquismo, \u00e9 ineg\u00e1vel que a sua raz\u00e3o de ser centra-se na busca de Deus ou no princ\u00edpio religioso. Jean Comby, historiador da Igreja, assegura o que segue: \u201cA escolha da virgindade e da castidade para o Reino foi objeto de apre\u00e7o nas comunidades crist\u00e3s. Essa escolha estava fundada no exemplo e no ensinamento de Jesus (Mt 19,22-30) e de Paulo (1Cor 7). Os grupos de vi\u00favas de 1Tm 5, as quatro filhas de Felipe, as virgens que profetizavam (At 21,8-9) seriam os primeiros ind\u00edcios da vida consagrada\u201d (<em>Para ler a hist\u00f3ria da Igreja I: das origens ao s\u00e9culo XV<\/em>. S\u00e3o Paulo: Loyola, 1993, p. 83). Isso pode explicar, em grande parte, a origem do monaquismo, pois natural \u2013 antes mesmo de uma profiss\u00e3o religiosa num determinado Credo \u2013 \u00e9 a busca do Transcendental no ser humano, criado para ser capaz de conhecer, mesmo sem a f\u00e9 sobrenatural, a Deus (cf. <em>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/em> n. 27-49).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sua forma inicial e, pode-se dizer, no in\u00edcio, \u00fanica \u2013 ainda que com v\u00e1rias express\u00f5es, mas nem todas plenamente aceit\u00e1veis \u2013 foi o eremitismo, isto \u00e9, a vida solit\u00e1ria ou fora de uma comunidade propriamente dita, regida por um superior comum e direto, abade ou prior, como se d\u00e1 na vida cenob\u00edtica a aparecer depois. Tal modelo de eremitismo, contudo, n\u00e3o exclu\u00eda, ao que parece, as chamadas <em>lauras<\/em>. Assim, Dom Est\u00eav\u00e3o Bettencourt, OSB, p\u00f4de registrar que \u201cem certas regi\u00f5es desenvolveu-se uma forma de vida mista de monaquismo erem\u00edtico e cenob\u00edtico; os monges viviam em col\u00f4nias chamadas <em>lauras<\/em> sob a guia de um abade, mas ocupando habit\u00e1culos distintos uns dos outros\u201d (<em>Hist\u00f3ria da Igreja<\/em>. Rio de Janeiro: Mater Ecclesiae, 2012, p. 128). Nelas, ir\u00e1, no s\u00e9culo XI, se inspirar S\u00e3o Romualdo de Ravena (\u2020 1027) ao dar, com o carisma camaldolense, harmonia \u00e0 vida erem\u00edtica e cenob\u00edtica num mesmo local (cf. <em>Como \u00e1gua da fonte<\/em>, 2009, p. 8-10, por exemplo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Devido a abusos no modo de se viver o eremitismo, S\u00e3o Bas\u00edlio (330-379), bispo de Cesareia, passou a desaconselh\u00e1-lo vivamente. Ganharia espa\u00e7o a\u00ed a vida cenob\u00edtica ou comum. Neste novo viver, a comunidade primitiva de Jerusal\u00e9m (cf. At 2,42-47) seria o ideal a ser atingido e S\u00e3o Pac\u00f4mio (287-347) pode ser considerado o seu iniciador, entre 310-320, ao fundar um mosteiro em Tabenisi, no Egito, e ao compor uma Regra para os monges. De acordo com Dom Est\u00eav\u00e3o Bettencourt, OSB, submeter-se-iam, ent\u00e3o, os monges \u201ca uma Regra e a um superior chamado \u2018Abade\u2019 (= Pai); a Regra visava a regulamentar a disciplina dos monges na ora\u00e7\u00e3o, no trabalho, no vestu\u00e1rio, na alimenta\u00e7\u00e3o&#8230;, apresentando um caminho de santifica\u00e7\u00e3o concebido pela sabedoria do Fundador. A casa dos cenobitas tomou o nome de <em>monast\u00e9rion<\/em> (donde mosteiro em portugu\u00eas). Os monges eram quase todos leigos, isto \u00e9, n\u00e3o recebiam as ordens sacras; o n\u00famero de sacerdotes nos mosteiros correspondia \u00e0s necessidades do servi\u00e7o interno da comunidade. S\u00f3 na Idade M\u00e9dia \u00e9 que se difundiu o costume de conferir o presbiterado aos monges. S\u00e3o Pac\u00f4mio era t\u00e3o rigoroso neste particular que exclu\u00eda por completo a possibilidade de ordenar algum monge, pois julgava que isso podia suscitar o desejo de honras e encargos de proje\u00e7\u00e3o\u201d (<em>Hist\u00f3ria da Igreja<\/em>, 2012, p. 127). Ora, isso, sem d\u00favida, d\u00e1 espa\u00e7o para que, no s\u00e9culo VI, S\u00e3o Bento de N\u00farsia (cerca de 480-547) componha sua Regra que se difundiu mundo afora, especialmente no Ocidente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cabe recordar, no entanto, que a vida erem\u00edtica em si nunca deixou de existir na Igreja ou jamais foi proibida. Ali\u00e1s, o <em>C\u00f3digo de Direito Can\u00f4nico<\/em>, no c\u00e2non 603, diz que: \u201c\u00a7 1. Al\u00e9m dos institutos de vida consagrada, a Igreja reconhece a vida erem\u00edtica ou anacor\u00e9tica, com a qual os fi\u00e9is, por uma separa\u00e7\u00e3o mais r\u00edgida do mundo, pelo sil\u00eancio da solid\u00e3o, pela ass\u00eddua ora\u00e7\u00e3o e penit\u00eancia, consagram a vida ao louvor de Deus e \u00e0 salva\u00e7\u00e3o do mundo. \u00a7 2. O eremita, como dedicado a Deus na vida consagrada, \u00e9 reconhecido pelo direito de professar publicamente os tr\u00eas conselhos evang\u00e9licos confirmados por votos ou por outro v\u00ednculo sagrado, nas m\u00e3os do Bispo diocesano, e se mantiver o pr\u00f3prio modo de vida sob a orienta\u00e7\u00e3o dele\u201d. Da\u00ed escrever o Pe. Jes\u00fas Hortal: \u201cEremita (do latim <em>eremus<\/em> = deserto) \u00e9 aquele que se retirava ao deserto para uma vida de ora\u00e7\u00e3o e penit\u00eancia. Chama-se tamb\u00e9m <em>anacoreta<\/em>, palavra de origem grega que significa \u2018sem coro\u2019. A vida erem\u00edtica foi o primeiro tipo de vida consagrada masculina, muito florescente a partir do \u00faltimo ter\u00e7o do s\u00e9culo III. Neste c\u00e2non n\u00e3o se trata dos eremitas que est\u00e3o integrados em uma ordem religiosa (p. ex. carmelitas, camaldolenses etc.), mas dos que vivem isoladamente. Para serem reconhecidos como levando uma vida consagrada precisam emitir uma profiss\u00e3o (portanto, um ato juridicamente p\u00fablico) nas m\u00e3os do Bispo diocesano e seguir as suas diretrizes. A vida erem\u00edtica est\u00e1 reflorescendo em muitos lugares, especialmente na Fran\u00e7a\u201d (<em>C\u00f3digo de Direito Can\u00f4nico<\/em>, 1983, coment\u00e1rio ao c\u00e2non 603). A\u00ed n\u00e3o se leva, como se v\u00ea na <em>Regra de S\u00e3o Bento<\/em> 2,3-5 a recomendar que se viva vida cenob\u00edtica antes de se tornar eremita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como quer que seja, a vida contemplativa \u2013 seja erem\u00edtica ou cenob\u00edtica, seja no \u00e2mbito das antigas fam\u00edlias mon\u00e1sticas, seja nas novas comunidades \u2013 \u00e9 um grande bem \u00e0 Igreja e s\u00f3 merece louvores e recomenda\u00e7\u00f5es. H\u00e1 de ser sempre acolhida com apre\u00e7o pela hierarquia da Igreja, uma vez que o seu prop\u00f3sito seja reto no campo da f\u00e9 e dos costumes. Com efeito, os Papas sempre se voltaram com paternal apre\u00e7o a esse modo de viver autenticamente o Evangelho. Para ficar apenas com o Papa Francisco, recordo o seu afeto para com as monjas ao lhes escrever, apenas tr\u00eas anos ap\u00f3s ter sido escolhido para a c\u00e1tedra de Pedro, o seguinte: \u201cSem v\u00f3s, queridas irm\u00e3s contemplativas, o que seria da Igreja e de quantos vivem nas periferias humanas e trabalham nos postos avan\u00e7ados da evangeliza\u00e7\u00e3o? A Igreja olha com muito apre\u00e7o a vossa vida inteiramente doada. A Igreja conta com a vossa ora\u00e7\u00e3o e imola\u00e7\u00e3o para levar aos homens e mulheres do nosso tempo a boa-nova do Evangelho. A Igreja precisa de v\u00f3s! N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil que este mundo \u2013 pelo menos a grande parte dele que obedece a l\u00f3gicas de poder, riqueza e consumo \u2013 compreenda a vossa voca\u00e7\u00e3o especial e a vossa miss\u00e3o escondida, e, contudo, tem uma necessidade imensa dela. Como o marinheiro no mar alto precisa do farol que indique a rota para chegar ao porto, assim o mundo tem necessidade de v\u00f3s. Sede far\u00f3is para os que est\u00e3o perto e sobretudo para os afastados. Sede tochas que acompanham o caminho dos homens e mulheres na noite escura do tempo. Sede sentinelas da manh\u00e3 (cf. Is 21,11-12) que anunciam o nascer do sol (cf. Lc 1,78). Com a vossa vida transfigurada e com palavras simples ruminadas no sil\u00eancio, indicai-nos Aquele que \u00e9 caminho, verdade e vida (cf. Jo 14,6), o \u00fanico Senhor que oferece plenitude \u00e0 nossa exist\u00eancia e d\u00e1 vida em abund\u00e2ncia (cf. Jo 10,10). Gritai-nos como Andr\u00e9 a Sim\u00e3o: \u2018Encontramos o Messias\u2019 (cf. Jo 1,40); anunciai, como Maria de Magdala na manh\u00e3 da ressurrei\u00e7\u00e3o: \u2018Vi o Senhor!\u2019 (Jo 20,18). Mantende viva a profecia da vossa exist\u00eancia doada. N\u00e3o tenhais medo de viver a alegria da vida evang\u00e9lica segundo o vosso carisma\u201d (<em>Vultum Dei quaerere<\/em>, 2016, n. 6).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E, em 26 de abril \u00faltimo assim se referiu o Papa Francisco: \u201cContinuamos as catequeses sobre as testemunhas do zelo apost\u00f3lico. Come\u00e7amos por S\u00e3o Paulo e, da \u00faltima vez, vimos os m\u00e1rtires, que anunciam Jesus com a vida, a ponto de a entregar por Ele e pelo Evangelho. Mas existe outro grande testemunho que atravessa a hist\u00f3ria da f\u00e9: o\u00a0<em>das monjas e dos monges<\/em>, irm\u00e3s e irm\u00e3os que renunciam a si, renunciam ao mundo para imitar Jesus no caminho da pobreza, da castidade e da obedi\u00eancia e para interceder a favor de todos. A sua vida fala por si s\u00f3, mas n\u00f3s poder\u00edamos nos perguntar: como podem pessoas que vivem no mosteiro ajudar o an\u00fancio do Evangelho? N\u00e3o seria melhor que empregassem as suas energias na miss\u00e3o? \u00a0Saindo do mosteiro e pregando o Evangelho fora do mosteiro? Na realidade, os monges s\u00e3o o cora\u00e7\u00e3o pulsante do an\u00fancio: a sua ora\u00e7\u00e3o \u00e9 oxig\u00eanio para todos os membros do Corpo de Cristo, a sua ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a for\u00e7a invis\u00edvel que sustenta a miss\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 por acaso que a padroeira das miss\u00f5es \u00e9 uma monja, Santa Teresa do Menino Jesus. [&#8230;]\u00a0Far-nos-\u00e1 bem \u2013 na medida em que pudermos \u2013 visitar algum mosteiro, porque l\u00e1 se reza e se trabalha. Cada um tem a pr\u00f3pria regra, mas as m\u00e3os est\u00e3o sempre ocupadas: ocupadas com o trabalho, ocupadas com a ora\u00e7\u00e3o. Que o Senhor nos conceda novos mosteiros, monges e monjas que levem em frente a Igreja com a sua intercess\u00e3o\u201d (<em>Audi\u00eancia Geral<\/em>, 26\/04\/2023, online).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Que Deus, por intercess\u00e3o da Virgem Maria, aben\u00e7oe a todos os contemplativos(as).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Na Audi\u00eancia Geral do Santo Padre, o Papa Francisco, quarta-feira, dia 26 de abril de 2023 falou da import\u00e2ncia da vida contemplativa na evangeliza\u00e7\u00e3o. Ela \u00e9 um est\u00edmulo para melhor compreender e, por conseguinte, mais valorizar a vida mon\u00e1stica masculina e feminina, embora tenhamos outras vertentes desse tipo de vida. 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