{"id":79622,"date":"2023-02-24T09:42:27","date_gmt":"2023-02-24T12:42:27","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=79622"},"modified":"2023-02-24T11:45:54","modified_gmt":"2023-02-24T14:45:54","slug":"nuncio-na-ucrania-a-guerra-e-dor-e-destruicao-a-paz-e-um-milagre-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/nuncio-na-ucrania-a-guerra-e-dor-e-destruicao-a-paz-e-um-milagre-de-deus\/","title":{"rendered":"N\u00fancio na Ucr\u00e2nia: a guerra \u00e9 dor e destrui\u00e7\u00e3o, a paz \u00e9 um milagre de Deus"},"content":{"rendered":"<figure class=\"article__image\" style=\"text-align: justify;\"><span class=\"didascalia_img\">Ucraniana abra\u00e7a seu filho na esta\u00e7\u00e3o de trem em Lviv. (Photo by Daniel Leal\/AFP)\u00a0 (AFP or licensors)<\/span><\/figure>\n<div class=\"article__meta \" data-mediatype=\"\">\n<div class=\"article__subTitle\" style=\"text-align: justify;\">Um ano ap\u00f3s a invas\u00e3o russa da Ucr\u00e2nia, o representante pontif\u00edcio no pa\u00eds, Dom Visvaldas Kulbokas, fala \u00e0 m\u00eddia vaticana dos sofrimentos e esperan\u00e7as de um povo<\/div>\n<div class=\"title__separator\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"article__text\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Svitlana Dukhovych &#8211; Cidade do Vaticano<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje \u00e9 o primeiro anivers\u00e1rio da agress\u00e3o russa contra a Ucr\u00e2nia: no dia 24 de fevereiro, um ano atr\u00e1s, a Europa deparava-se novamente com a guerra, uma guerra que trouxe tanta devasta\u00e7\u00e3o e sofrimento, separou tantas fam\u00edlias e, ao mesmo tempo, mostrou o coragem do povo ucraniano, n\u00e3o sufocou a esperan\u00e7a de poder viver na pr\u00f3pria terra em paz e liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o tantas as iniciativas de paz em todo o mundo. Na Ucr\u00e2nia, no Santu\u00e1rio mariano de Berdychiv, \u00e9 realizada uma vig\u00edlia de ora\u00e7\u00e3o da qual participam os bispos latinos do pa\u00eds junto com o n\u00fancio apost\u00f3lico Visvaldas Kulbokas, que desde o in\u00edcio da guerra escolheu permanecer nesta terra para compartilhar o sofrimento do povo ucraniano e testemunhar a proximidade do Papa e de toda a Igreja. O representante pontif\u00edcio explicou ao Vatican News o significado deste encontro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Excel\u00eancia, por que \u00e9 importante recordar esta data com a ora\u00e7\u00e3o?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por que a ora\u00e7\u00e3o, explicaria desse modo. No domingo passado tivemos uma celebra\u00e7\u00e3o muito importante na catedral greco-cat\u00f3lica de Kiev: foi celebrada a consagra\u00e7\u00e3o episcopal de um bispo auxiliar para Kiev. O Evangelho falava de fraternidade\u2026 Jesus Nosso Senhor disse:\u00a0&#8220;Todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irm\u00e3os mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes: tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhes\u00adtes; nu e me vestistes; enfermo e na pris\u00e3o e me visitastes\u2019&#8221;. Este Evangelho &#8211; que por si s\u00f3 deveria ser claro e talvez na maioria das regi\u00f5es seja claro, porque quando se tem vontade consegue-se dar de beber, dar de comer, vestir, visitar &#8211; aqui, ao contr\u00e1rio, durante esta guerra, infelizmente em muitas situa\u00e7\u00f5es n\u00e3o se consegue. Por exemplo, em mar\u00e7o passado, tamb\u00e9m com a b\u00ean\u00e7\u00e3o do Santo Padre Francisco, tentei ir a Mariupol para evacuar as pessoas, levar \u00e1gua, p\u00e3o\u2026 N\u00e3o foi poss\u00edvel, n\u00e3o tive a permiss\u00e3o. O cardeal Krajewski tentou fazer a mesma coisa em abril, mas n\u00e3o conseguiu. Agora nossos sacerdotes, religiosos, religiosas e volunt\u00e1rios est\u00e3o tentando levar ajuda \u00e0s regi\u00f5es de Kherson, Zaporizhzhia, Bakhmut, Kharkiv, e muitas delas acabam sendo bombardeadas, como tamb\u00e9m aconteceu com o pr\u00f3prio cardeal Krajewski em setembro passado, ou com um sacerdote ferido na regi\u00e3o de Kharkiv h\u00e1 um m\u00eas, ou uma religiosa ferida tamb\u00e9m ela. N\u00e3o se consegue levar\u00a0 \u00e1gua, n\u00e3o se consegue levar p\u00e3o. E depois ainda, nossos sacerdotes greco-cat\u00f3licos aprisionados j\u00e1 em novembro passado, eram dois sacerdotes redentoristas que trabalhavam em Berdyansk, n\u00e3o podemos visit\u00e1-los. \u00c9 um contraste muito forte: nestas condi\u00e7\u00f5es de guerra, somos incapazes de realizar o Evangelho. Pelo menos n\u00e3o em todas as situa\u00e7\u00f5es e n\u00e3o em todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Por essa raz\u00e3o se torna ainda mais forte a necessidade da ora\u00e7\u00e3o.\u2026<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sim, a ora\u00e7\u00e3o que faremos ser\u00e1 uma s\u00faplica ao Senhor e \u00e0 M\u00e3e de Deus: fa\u00e7am=nos retornar ao mundo criado por Deus porque o mundo em que estamos vivendo agora foi criado pela viol\u00eancia, pela agress\u00e3o, pela guerra, mas n\u00e3o \u00e9 o mundo de Deus. Encontramos outro aspecto muito importante se relermos a hist\u00f3ria. H\u00e1 alguns dias refleti novamente sobre a hist\u00f3ria da Rus&#8217; de Kyiv. A Rus de Kyiv, portanto esta mesma Kiev em que estou agora, j\u00e1 no s\u00e9culo XI, por volta do ano 1037, foi confiada como Estado, como principado, \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da Virgem Maria. O principado de Kyiv na hist\u00f3ria da humanidade, na hist\u00f3ria do cristianismo est\u00e1 entre as mais antigas entidades, entre os mais antigos Estados a serem confiados \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora. Portanto, quando no ano passado o Santo Padre Francisco, em uni\u00e3o com todos os bispos do mundo, reconsagrou a Ucr\u00e2nia e a R\u00fassia ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, foi um ato no qual a consagra\u00e7\u00e3o foi renovada, no que diz respeito \u00e0 Ucr\u00e2nia, \u00e0 Virgem Maria. E assim, novamente, no dia 24 de fevereiro, haver\u00e1 uma ora\u00e7\u00e3o \u00e0 Virgem Maria, sabendo que j\u00e1 confiamos v\u00e1rias vezes a Ucr\u00e2nia \u00e0 sua prote\u00e7\u00e3o, por isso nos dirigiremos a ela como filhos. Ent\u00e3o, por que a ora\u00e7\u00e3o? Porque vemos muito claramente que num ano de guerra assim t\u00e3o intensa, n\u00e3o se consegue encontrar outras solu\u00e7\u00f5es, portanto s\u00f3 resta o milagre divino, s\u00f3 resta a ora\u00e7\u00e3o e esta \u00e9 a nossa principal arma espiritual, ali\u00e1s \u00e9 a eficaz. E temos plena confian\u00e7a &#8211; tenho plena confian\u00e7a &#8211; na prote\u00e7\u00e3o da Virgem Maria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Durante este ano de guerra, mudou a percep\u00e7\u00e3o de sua miss\u00e3o como n\u00fancio?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Certamente h\u00e1 v\u00e1rios aspectos, mas gostaria de destacar um em particular, o aspecto espiritual. Antes de tudo, estando aqui, nunca sabemos o que poderemos viver no momento seguinte: se vai acontecer um encontro, se teremos luz, se teremos conex\u00e3o telef\u00f4nica ou se chegar\u00e1 um m\u00edssil ou um drone &#8230; Por isso \u00e9 um cont\u00ednuoe star com o olhar voltado para Deus, \u00e9 uma esperan\u00e7a espiritual muito intensa pela qual sou muito grato ao Senhor, porque \u00e9 um dom. Para mim mesmo, vejo a plenitude daquilo que eu entendo como a miss\u00e3o de um n\u00fancio apost\u00f3lico: por um lado, continuar a representar o Santo Padre e a Igreja, por outro lado, tamb\u00e9m eu vivo pessoalmente um desafio espiritual cont\u00ednuo e muito intenso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>No \u00faltimo 28 de dezembro, o Papa Francisco se encontrou com algumas mulheres ucranianas durante a Audi\u00eancia Geral: esposas, m\u00e3es, filhas, irm\u00e3s de soldados ucranianos feitos prisioneiros pelo ex\u00e9rcito russo. Sabemos que precedentemente o senhor as havia encontrado na nunciatura em Kiev. Durante este ano, a Nunciatura Apost\u00f3lica apoiou muitas iniciativas semelhantes. De quais delas poder\u00edamos recordar?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sim, houve v\u00e1rios momentos que ficaram no meu cora\u00e7\u00e3o. Eu mencionaria talvez dois, em particular. Um foi o meu encontro com as esposas de dois militares, que encontrei na Nunciatura em maio: eram dias em que os defensores de Mariupol estavam se entregando como ref\u00e9ns. Infelizmente, uma daquelas senhoras j\u00e1 havia perdido o marido; a outra estava em contato com o marido naquele momento. E vi o efeito que tem quando a liga\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica \u00e9 interrompida: a linha cai e a mulher n\u00e3o sabe se naquele momento j\u00e1 perdeu seu marido para sempre ou se ele ainda est\u00e1 vivo. Ent\u00e3o, depois de alguns minutos, a linha volta e ela chora porque aquele que ela pensou que poderia estar morto ainda est\u00e1 vivo. \u00c9 um trauma cont\u00ednuo: um trauma cont\u00ednuo, a cada segundo. Depois h\u00e1 outro aspecto que experimentei v\u00e1rias vezes: os grupos, as associa\u00e7\u00f5es de m\u00e3es, esposas, \u00e0s vezes irm\u00e3s ou mesmo irm\u00e3os, que em muitas ocasi\u00f5es me disseram: &#8220;N\u00e3o sabemos se est\u00e1 vivo ou n\u00e3o, se est\u00e1 feridos ou n\u00e3o. N\u00e3o conseguimos visit\u00e1-lo, n\u00e3o conseguimos descobrir onde ele est\u00e1, n\u00e3o podemos descobrir se ele tem roupas quentes para os meses frios de inverno.&#8221; \u00c9 um cont\u00ednuo n\u00e3o saber, e \u00e9 uma tortura. Todos estes testemunhos ficam gravados na minha mente e os carrego na ora\u00e7\u00e3o, especialmente na Missa, no Ros\u00e1rio de todos os dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>De muitas partes da Ucr\u00e2nia ouve-se que as pessoas est\u00e3o cansadas da guerra. O senhor tem esta mesma percep\u00e7\u00e3o? O que os cat\u00f3licos de todo o mundo podem fazer para ajudar o povo ucraniano neste momento? As necessidades mudaram em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 primeira metade do ano?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 evidente que o cansa\u00e7o se faz sentir em todos os n\u00edveis, porque foi um ano muito intenso. H\u00e1 alguns dias vi as estat\u00edsticas: 150.000 casas destru\u00eddas. N\u00e3o s\u00e3o apenas n\u00fameros, porque qualquer destrui\u00e7\u00e3o causa n\u00e3o apenas dor, n\u00e3o apenas perdas, mas tamb\u00e9m dificuldades porque, por exemplo: em Mykolayiv e Kherson, do que as pessoas t\u00eam necessidade? Precisamente, as necessidades: t\u00eam necessidade tamb\u00e9m de roupas \u00edntimas, porque n\u00e3o h\u00e1 \u00e1gua limpa suficiente para lav\u00e1-las. Volunt\u00e1rios e sacerdotes me contam que quando levam o p\u00e3o, as pessoas come\u00e7am a comer ali mesmo, assim que o recebem, assim como \u00e1gua e roupas t\u00e9rmicas \u2013 como as camisas t\u00e9rmicas que o cardeal Krajewski j\u00e1 levou v\u00e1rias vezes &#8230;. O cansa\u00e7o existe tamb\u00e9m na regi\u00e3o de Kharkiv, onde h\u00e1 muitas casas que ficaram sem janelas e muitas pessoas vivem no subsolo. Ou em Bakhmut, onde as pessoas saem dos abrigos para pegar comida que \u00e9 levada pelos volunt\u00e1rios da\u00a0<i>Caritas\u00a0<\/i>e depois voltam correndo para se esconder nos abrigos. As necessidades tamb\u00e9m aumentaram, e tamb\u00e9m muito, em rela\u00e7\u00e3o ao in\u00edcio, porque agora, al\u00e9m da necessidade de alimentos, tamb\u00e9m falta aquecimento e j\u00e1 muitas organiza\u00e7\u00f5es, muitos benfeitores doaram geradores ou fog\u00f5es. E depois h\u00e1 outras necessidades ainda mais exigentes: em muitos lugares h\u00e1 uma grande demanda de psic\u00f3logos capazes de aconselhar os familiares sobre como lidar com o trauma psicol\u00f3gico sofrido seja diretamente ou com familiares ou com soldados que retornam do front; e depois h\u00e1 os feridos. Al\u00e9m disso, h\u00e1 a grande urg\u00eancia das crian\u00e7as. Existem muitas organiza\u00e7\u00f5es que ficariam felizes, sempre que poss\u00edvel, em oferecer abrigo para crian\u00e7as ucranianas em pa\u00edses ao redor da Ucr\u00e2nia, onde as crian\u00e7as podem ficar por algumas semanas em um lugar tranquilo, sem viver constantemente com o estresse da guerra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O Papa Francisco teve a Ucr\u00e2nia em seu cora\u00e7\u00e3o ao longo do ano, demonstrando sua solidariedade e sua proximidade com as pessoas afetadas por esta terr\u00edvel trag\u00e9dia em praticamente todas as celebra\u00e7\u00f5es ou audi\u00eancias. Que marca essas palavras deixaram no senhor e nas pessoas de quem se aproximou?<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acima de tudo, gostaria de sublinhar o que me dizem tanto os representantes do governo como os representantes de outras Igrejas: &#8220;Infelizmente, nem todos os l\u00edderes religiosos expressam e demonstram esta proximidade com as pessoas que sofrem&#8221;. Enquanto no Papa Francisco isso \u00e9 evidente, porque basta pegar aquele livro publicado em dezembro passado, chamado\u00a0<i>A\u00a0Enc\u00edclica sobre a Ucr\u00e2nia,<\/i>\u00a0e \u00e9 somente\u00a0<i>um<\/i>\u00a0livro das interven\u00e7\u00f5es do Papa Francisco feitas nos \u00faltimos dez, onze meses. Sem falar na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/letters\/2022\/documents\/20221124-lettera-popolo-ucraino.html\" rel=\"external\">carta do Papa Francisco dirigida a todos os ucranianos<\/a>, no \u00faltimo dia 25 de novembro: aquela carta expressa dois aspectos muito importantes: um \u00e9 o grande calor, a grande proximidade com o sofrimento: todos perceberam isso. Depois, como voc\u00eas devem ter percebido tamb\u00e9m em Roma e em outros lugares, \u00e0s vezes acontece que os simbolismos ou termos usados \u200b\u200bn\u00e3o s\u00e3o entendidos da mesma forma nos diferentes pa\u00edses e isso acontece ainda mais na Ucr\u00e2nia, onde a guerra \u00e9 vivida diretamente. Essa carta foi muito importante e demonstrou claramente a percep\u00e7\u00e3o do Santo Padre. As compara\u00e7\u00f5es usadas: tamb\u00e9m aquela bel\u00edssima compara\u00e7\u00e3o com o frio que a Sagrada Fam\u00edlia suportou em Bel\u00e9m, e agora o povo ucraniano est\u00e1 passando pelo mesmo frio. Tantas compara\u00e7\u00f5es usadas naquela carta foram recebidas como oxig\u00eanio, porque \u00e9 um texto muito claro. Disseram-me tamb\u00e9m os dirigentes de outras Igrejas &#8211; aqui n\u00e3o falo dos cat\u00f3licos, mas tamb\u00e9m dos dirigentes de outras Igrejas &#8211; diplomatas, e tamb\u00e9m representantes do governo, porque naquela carta se apreciou a clareza e o grande calor que havia. \u00c9 como se fosse a chave para a compreens\u00e3o de muitas outras interven\u00e7\u00f5es. O Santo Padre ofereceu hermen\u00eautica para muitos outros textos mais curtos. Tamb\u00e9m sou muito grato a ele, pessoalmente: muito grato.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ucraniana abra\u00e7a seu filho na esta\u00e7\u00e3o de trem em Lviv. 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