{"id":74861,"date":"2022-07-28T09:38:34","date_gmt":"2022-07-28T12:38:34","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=74861"},"modified":"2022-07-28T11:46:20","modified_gmt":"2022-07-28T14:46:20","slug":"onde-estao-os-tumulos-dos-doze-apostolos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/onde-estao-os-tumulos-dos-doze-apostolos\/","title":{"rendered":"Onde est\u00e3o os t\u00famulos dos doze ap\u00f3stolos?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Um artigo de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ncregister.com\/blog\/tcraughwell\/where-are-the-12-apostles-now\">\u2018National Catholic Register\u2019<\/a>\u00a0informou sobre os lugares onde, com maior certeza e baseando-se em pesquisas de arque\u00f3logos, estariam os t\u00famulos dos doze ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os doze ap\u00f3stolos s\u00e3o: Sim\u00e3o, chamado Pedro, e seu irm\u00e3o Andr\u00e9; Tiago Maior (filho de Zebedeu) e seu irm\u00e3o Jo\u00e3o; Felipe e Bartolomeu; Tom\u00e9 e Mateus, o publicano; Tiago Menor (filho de Alfeu); Sim\u00e3o, o cananeu, Judas Tadeu e Judas Iscariotes, que entregou Jesus. Em substitui\u00e7\u00e3o a este \u00faltimo, Matias foi nomeado posteriormente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Pedro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo do escritor Thomas Craughwell, indica que durante os \u00faltimos 100 anos, os arque\u00f3logos quase confirmaram a localiza\u00e7\u00e3o dos t\u00famulos de S\u00e3o Pedro, S\u00e3o Paulo e S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por volta do ano 64, S\u00e3o Pedro foi crucificado de cabe\u00e7a para baixo por Nero na colina do Vaticano. Os crist\u00e3os recuperaram seu corpo e o enterraram em um cemit\u00e9rio pr\u00f3ximo. Por volta do ano 326, o imperador Constantino nivelou o que restava da arena e da colina e erigiu uma grande bas\u00edlica com o altar-mor colocado sobre o t\u00famulo de S\u00e3o Pedro. Mas, depois de s\u00e9culos de restaura\u00e7\u00f5es e reconstru\u00e7\u00f5es, a localiza\u00e7\u00e3o do t\u00famulo foi perdida. A tradi\u00e7\u00e3o continuava insistindo que os ossos de Pedro estavam debaixo do altar-mor de sua bas\u00edlica, mas ningu\u00e9m o havia visto em s\u00e9culos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1939, os trabalhadores cavavam uma sepultura para o Papa Pio XI nas grutas debaixo de S\u00e3o Pedro, quando um deles sentiu que sua p\u00e1 n\u00e3o encontrava mais terra. Ao passar uma lanterna pelo buraco, a equipe viu o interior de um mausol\u00e9u do s\u00e9culo II. A explora\u00e7\u00e3o revelou uma necr\u00f3pole romana inteira e perfeitamente preservada que foi coberta a pedido de Constantino. Diretamente debaixo do altar principal de S\u00e3o Pedro, os arque\u00f3logos encontraram um t\u00famulo simples que continha os ossos de um homem robusto e de idade avan\u00e7ada. In\u00fameras ora\u00e7\u00f5es e peti\u00e7\u00f5es a S\u00e3o Pedro foram encontradas na parede do t\u00famulo, assim como uma inscri\u00e7\u00e3o grega que dizia: &#8220;Pedro est\u00e1 dentro&#8221;. Ap\u00f3s anos de estudo, S\u00e3o Paulo VI declarou em 1968 que os ossos daquela sepultura pertenciam a S\u00e3o Pedro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Jo\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tradi\u00e7\u00e3o indica que S\u00e3o Jo\u00e3o Evangelista morreu em \u00c9feso, no local onde hoje \u00e9 a Turquia, por volta do ano 100. No s\u00e9culo IV, depois que Constantino colocou fim \u00e0 persegui\u00e7\u00e3o contra a\u00a0Igreja, os crist\u00e3os de \u00c9feso constru\u00edram uma capela sobre o t\u00famulo do ap\u00f3stolo. No s\u00e9culo V, o imperador Justiniano substituiu a capela por uma grande bas\u00edlica. Depois que a regi\u00e3o foi conquistada pelos turcos, a bas\u00edlica se tornou uma mesquita que, por sua vez, foi destru\u00edda por Tamerl\u00e3o em 1402. Na d\u00e9cada de 1920, equipes arqueol\u00f3gicas da Gr\u00e9cia e da \u00c1ustria escavaram os restos da bas\u00edlica e encontraram o t\u00famulo de S\u00e3o Jo\u00e3o dentro dela. O t\u00famulo estava vazio e ningu\u00e9m sabe o que aconteceu com o corpo do ap\u00f3stolo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Andr\u00e9<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Andr\u00e9, o primeiro homem a quem Cristo chamou para ser ap\u00f3stolo, foi o irm\u00e3o de S\u00e3o Pedro. Diz-se que depois da ascens\u00e3o de Cristo ao C\u00e9u, Andr\u00e9 levou o Evangelho \u00e0s terras que, atualmente, s\u00e3o a R\u00fassia e a Ucr\u00e2nia. Depois, em sua velhice, viajou para a Gr\u00e9cia, onde foi martirizado na cidade de Patras. Os crist\u00e3os locais o enterraram l\u00e1, mas no ano 357, a maioria de seus ossos foram transladados para Constantinopla. Em 1204, os cruzados italianos saquearam o santu\u00e1rio de Santo Andr\u00e9 e levaram suas rel\u00edquias para Amalfi, onde permanecem at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1964, S\u00e3o Paulo VI devolveu algumas das rel\u00edquias de Andr\u00e9 \u00e0\u00a0Igreja\u00a0Ortodoxa Grega e elas foram novamente consagradas na bas\u00edlica constru\u00edda sobre o que se acredita ser o t\u00famulo original do ap\u00f3stolo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Tiago Maior<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No ano 44, Tiago Maior, irm\u00e3o de S\u00e3o Jo\u00e3o, foi martirizado em Jerusal\u00e9m, sendo o primeiro dos ap\u00f3stolos a dar a\u00a0vida\u00a0pela f\u00e9 cat\u00f3lica. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, seu corpo foi milagrosamente transportado para o norte da Espanha e enterrado em um cemit\u00e9rio crist\u00e3o (os espanh\u00f3is acreditam que durante as viagens mission\u00e1rias de Tiago atrav\u00e9s do Mediterr\u00e2neo, ele pregou o evangelho na Espanha).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma lenda popular diz que as rel\u00edquias do ap\u00f3stolo permaneceram ali, esquecidas, at\u00e9 o ano 814, quando um eremita chamado Pelayo seguiu uma estrela para um campo aberto e descobriu os restos do ap\u00f3stolo. Hoje, est\u00e3o consagrados na Catedral de S\u00e3o Tiago em Santiago de Compostela. Curiosamente, sob a catedral, os arque\u00f3logos encontraram um cemit\u00e9rio crist\u00e3o do primeiro s\u00e9culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Tiago Menor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tiago Menor serviu como o primeiro bispo de Jerusal\u00e9m e foi martirizado nesta regi\u00e3o: jogado do telhado do templo e, como ainda estava vivo, foi espancado e apedrejado at\u00e9 a morte. Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Tiago foi enterrado no Monte das Oliveiras, com vista para Jerusal\u00e9m. No s\u00e9culo VI, o imperador Justiniano II transferiu suas rel\u00edquias para Constantinopla. Em algum momento, parte ou talvez todas as rel\u00edquias de S\u00e3o Tiago foram transladadas para a Igreja dos Doze Ap\u00f3stolos em Roma, onde est\u00e3o atualmente no mesmo santu\u00e1rio com as rel\u00edquias de seu companheiro ap\u00f3stolo, S\u00e3o Felipe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Felipe<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em julho de 2011, arque\u00f3logos trabalhando na Turquia anunciaram que tinham descoberto o que acreditavam ser o t\u00famulo original de S\u00e3o Felipe. O sarc\u00f3fago romano do primeiro s\u00e9culo foi encontrado nos escombros de uma igreja do quarto ou quinto s\u00e9culo, dedicada ao ap\u00f3stolo. Segundo uma tradi\u00e7\u00e3o registrada no documento ap\u00f3crifo do s\u00e9culo IV, conhecido como Atos de Felipe, por volta do ano 80, o ap\u00f3stolo foi preso em Hier\u00f3polis, pregado pelos p\u00e9s em uma \u00e1rvore, de cabe\u00e7a para baixo e, finalmente, decapitado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O local do t\u00famulo de S\u00e3o Felipe se tornou um lugar de peregrina\u00e7\u00e3o e os arque\u00f3logos descobriram o caminho que conduzia ao Martyrium ou ao santu\u00e1rio dos m\u00e1rtires. O santu\u00e1rio foi destru\u00eddo no s\u00e9culo VII por um violento terremoto e inc\u00eandio; as rel\u00edquias de S\u00e3o Felipe foram transladadas para Constantinopla e de l\u00e1 para Roma, onde foram consagradas com as rel\u00edquias de S\u00e3o Tiago Menor, na Igreja dos Doze Ap\u00f3stolos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando os arque\u00f3logos abriram o sarc\u00f3fago em Hier\u00f3polis, n\u00e3o encontraram ossos humanos no t\u00famulo, por isso \u00e9 poss\u00edvel que os restos mortais de S\u00e3o Felipe estejam preservados na cripta dos Doze Ap\u00f3stolos em Roma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tom\u00e9, Bartolomeu, Mateus, Sim\u00e3o, Judas Tadeu e Matias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A antiga tradi\u00e7\u00e3o diz que S\u00e3o Tom\u00e9 viajou mais longe do que qualquer dos outros ap\u00f3stolos, pregando o Evangelho na \u00cdndia, onde foi martirizado por um sacerdote hindu que o perfurou com uma lan\u00e7a. Hoje, uma parte dos ossos de S\u00e3o Tom\u00e9 \u00e9 reverenciada na Bas\u00edlica de S\u00e3o Tom\u00e9, em Chennai (\u00cdndia). De alguma forma, a maioria de seus restos mortais foi transladada para Edessa, na Mesopot\u00e2mia. Em 1258, essas rel\u00edquias foram levadas para Ortona (It\u00e1lia), onde s\u00e3o encontradas em um ba\u00fa de ouro dentro de um altar de m\u00e1rmore branco na Bas\u00edlica de S\u00e3o Tom\u00e9 Ap\u00f3stolo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conta-se que depois de\u00a0Pentecostes, S\u00e3o Bartolomeu levou o cristianismo para a Arm\u00eania, onde foi martirizado depois de ser esfolado vivo. Em 809, as rel\u00edquias de S\u00e3o Bartolomeu foram transladadas de seu t\u00famulo na Arm\u00eania para Lipar, e depois, em 838, para Benevento, no sul da It\u00e1lia. Em 983, o imperador romano Otto III ergueu em Roma uma igreja na Ilha Tiberina, no rio Tibre; dedicou a igreja a S\u00e3o Bartolomeu e levou para l\u00e1 uma parte das rel\u00edquias do ap\u00f3stolo. Tanto Roma como Benevento s\u00e3o os principais santu\u00e1rios de S\u00e3o Bartolomeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cobrador de impostos que se tornou evangelista, S\u00e3o Mateus, pregou na Eti\u00f3pia, onde foi martirizado durante a celebra\u00e7\u00e3o da\u00a0Missa. Em 954, as rel\u00edquias de S\u00e3o Mateus foram levadas de seu t\u00famulo na Eti\u00f3pia para a cidade de Salerno, na It\u00e1lia. As rel\u00edquias s\u00e3o veneradas na cripta da catedral de S\u00e3o Mateus de Salerno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os anos, milh\u00f5es de peregrinos visitam a Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro de Roma, e a maioria deles caminha pelo altar que abriga as rel\u00edquias do imensamente popular S\u00e3o Judas Tadeu e de S\u00e3o Sim\u00e3o, menos venerado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A tradi\u00e7\u00e3o narra que os dois ap\u00f3stolos viajaram juntos para pregar o evangelho na P\u00e9rsia, onde foram martirizados: Judas foi espancado com um pau at\u00e9 a morte e Sim\u00e3o foi cortado ao meio. N\u00e3o se tem certeza sobre quando suas rel\u00edquias foram transferidas para Roma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os onze ap\u00f3stolos sobreviventes escolheram S\u00e3o Matias para substituir Judas Iscariotes, que traiu Nosso Senhor e depois tirou a pr\u00f3pria\u00a0vida. Diz-se que por volta do ano 326, a Imperatriz Santa Helena encontrou o t\u00famulo de S\u00e3o Matias em Jerusal\u00e9m e enviou suas rel\u00edquias aos crist\u00e3os de Trier (Alemanha). Seus restos mortais ainda s\u00e3o venerados na Bas\u00edlica de S\u00e3o Matias de Trier.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os restos mortais de S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora Saulo de Tarso \u2013 mais tarde chamado Paulo \u2013 n\u00e3o fizesse parte dos ap\u00f3stolos que seguiram Jesus, ele tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como o ap\u00f3stolo dos gentios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo foi decapitado no mesmo dia em que S\u00e3o Pedro foi crucificado. Constantino n\u00e3o se esqueceu de S\u00e3o Paulo: construiu uma bas\u00edlica sobre o t\u00famulo do ap\u00f3stolo na Via Ostiense. Em 2009, o\u00a0Papa Bento XVI\u00a0anunciou que, ap\u00f3s v\u00e1rios anos de estudo, os arque\u00f3logos do Vaticano se sentiram confiantes de que os restos mortais consagrados em um sarc\u00f3fago debaixo do altar principal da Bas\u00edlica de S\u00e3o Paulo Fora dos Muros de Roma s\u00e3o, de fato, as rel\u00edquias de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cOs fragmentos \u00f3sseos, submetidos ao exame do carbono 14 por parte de especialistas que desconheciam a proveni\u00eancia dos mesmos, resultaram pertencentes a uma pessoa que viveu entre os s\u00e9culos I e II. Isto parece confirmar a tradi\u00e7\u00e3o un\u00e2nime e incontest\u00e1vel, que se trata dos despojos mortais do Ap\u00f3stolo Paulo\u201d, disse\u00a0Bento XVI.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um artigo de\u00a0\u2018National Catholic Register\u2019\u00a0informou sobre os lugares onde, com maior certeza e baseando-se em pesquisas de arque\u00f3logos, estariam os t\u00famulos dos doze ap\u00f3stolos. Os doze ap\u00f3stolos s\u00e3o: Sim\u00e3o, chamado Pedro, e seu irm\u00e3o Andr\u00e9; Tiago Maior (filho de Zebedeu) e seu irm\u00e3o Jo\u00e3o; Felipe e Bartolomeu; Tom\u00e9 e Mateus, o publicano; Tiago Menor (filho [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":74862,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-74861","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74861","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74861"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74861\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":74863,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74861\/revisions\/74863"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/74862"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74861"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74861"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74861"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}