{"id":745,"date":"2026-02-08T00:00:13","date_gmt":"2026-02-08T03:00:13","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=745"},"modified":"2026-05-15T15:04:39","modified_gmt":"2026-05-15T18:04:39","slug":"santa-josefina-bakhita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/santa-josefina-bakhita\/","title":{"rendered":"Santa Josefina Bakhita"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Santa irm\u00e3 morena, como era conhecida, nasceu no Sud\u00e3o, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravid\u00e3o. Bakhita, que significa afortunada, n\u00e3o foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou. Por um c\u00f4nsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma fam\u00edlia amiga de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e tamb\u00e9m bab\u00e1 da filha nova deles que estava nascendo. Em meio aos sofrimentos e de uma mem\u00f3ria toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Por que essa fam\u00edlia de Veneza teve de voltar para a \u00c1frica, em vista de neg\u00f3cios, tanto a filha pequena quanto a bab\u00e1 foram entregues aos cuidados de irm\u00e3s religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por ele. Com 21 anos, recebeu a gra\u00e7a do sacramento do batismo. Livremente, ela o acolheu e foi crescendo na vida de ora\u00e7\u00e3o, foi experimentando o amor de Deus e se abrindo \u00e0 a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a crian\u00e7a, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de ficar, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de forma\u00e7\u00e3o, recebeu a gra\u00e7a de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irm\u00e3s e para o povo que rodeava aquela regi\u00e3o. Santa Josefina Bakhita, conhecida como irm\u00e3 morena, sempre com o sorriso nos l\u00e1bios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu v\u00e1rias atividades na congrega\u00e7\u00e3o. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus atrav\u00e9s dos irm\u00e3os. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patr\u00e3o, \u201co meu Patr\u00e3o\u201d, ela dizia. Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, ao passar a idade, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Sant\u00edssima Virgem, na sua vida de ora\u00e7\u00e3o, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela p\u00f4de se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a gl\u00f3ria e foi canonizada pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II no ano 2 mil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santa Bakhita, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Outro Santo do dia:<\/strong> S\u00e3o Jer\u00f4nimo Emiliani.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa irm\u00e3 morena, como era conhecida, nasceu no Sud\u00e3o, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravid\u00e3o. Bakhita, que significa afortunada, n\u00e3o foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou. Por um c\u00f4nsul italiano que a comprou, ela foi entregue [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":22120,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"class_list":["post-745","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-santo-do-dia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/745","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=745"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/745\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":747,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/745\/revisions\/747"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22120"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}