{"id":71096,"date":"2021-11-04T09:53:54","date_gmt":"2021-11-04T12:53:54","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=71096"},"modified":"2021-11-04T17:55:12","modified_gmt":"2021-11-04T20:55:12","slug":"o-que-um-nascituro-experimenta-no-ventre-materno-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-que-um-nascituro-experimenta-no-ventre-materno-2\/","title":{"rendered":"O que um nascituro experimenta no ventre materno?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, difundiram a posi\u00e7\u00e3o pr\u00f3-aborto\u00a0na qual o nascituro n\u00e3o deve ser considerado um ser humano, caso n\u00e3o seja capaz de sentir dor no ventre materno. Entretanto, a dignidade da pessoa humana n\u00e3o depende de uma capacidade para a dor, mas do direito \u00e0\u00a0vida\u00a0e da sua dignidade como Filho de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O \u2018National Catholic Register\u2019 recolheu tudo o que a ci\u00eancia descobriu at\u00e9 agora sobre o que o feto experimenta, atrav\u00e9s dos sentidos, no \u00fatero materno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Ang\u00fastia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os fetos com 8 semanas mostram sinais fisiol\u00f3gicos de ang\u00fastia em resposta a est\u00edmulos e, com 20 semanas, s\u00e3o capazes de retroceder ante os fatores estressantes e experimentar um aumento dos horm\u00f4nios do estresse. A exposi\u00e7\u00e3o excessiva aos fatores estressantes no \u00fatero podem provocar problemas emocionais e comportamentais mais tarde em sua vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Dor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um artigo de 2006, publicado no \u2018British Medical Journal\u2019 , fez a afirma\u00e7\u00e3o sem hesita\u00e7\u00e3o de que \u201c\u00e9 imposs\u00edvel que um feto sinta dor\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Declara\u00e7\u00f5es mais recentes do Royal College of Obstetricians and Gynecologists, o Congresso Norte-Americano de Obstetras e Ginecologistas e outras autoridades reconhecem que os fetos podem experimentar dor pelo menos no terceiro trimestre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo antes do terceiro trimestre, a ang\u00fastia fisiol\u00f3gica e as rea\u00e7\u00f5es aversivas s\u00e3o evid\u00eancias de algum tipo de trauma. Talvez n\u00e3o seja uma dor consciente, mas isso n\u00e3o significa que n\u00e3o seja desagrad\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. Vista e prefer\u00eancias visuais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 muito tempo sabe-se que os sons do mundo exterior chegam aos beb\u00eas ainda no \u00fatero, mas \u00e9 menos conhecido que a luz tamb\u00e9m pode chegar at\u00e9 eles. A luz suficientemente brilhante passa atrav\u00e9s da parede abdominal; se for muito brilhante, os beb\u00eas se afastar\u00e3o dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, nem sempre se estremecem ante a luz e, \u00e0s vezes, est\u00e3o mais interessados no que veem do que em outras ocasi\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sabemos h\u00e1 algum tempo que os rec\u00e9m-nascidos demostram uma prefer\u00eancia por olhar os rostos em vez de outras coisas. No ano passado, um estudo pioneiro projetou\u00a0imagens\u00a0claras atrav\u00e9s da parede uterina e descobriu que, mesmo antes de nascer, os beb\u00eas j\u00e1 preferem as imagens semelhantes as fei\u00e7\u00f5es do que outro tipo de imagens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4. Reconhecimento da audi\u00e7\u00e3o e da linguagem<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 algum tempo, sabe-se que os beb\u00eas podem reconhecer as vozes dos familiares (especialmente a voz da m\u00e3e, mas tamb\u00e9m outras que frequentemente ouvem), assim como m\u00fasicas e cantigas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente est\u00e1 sendo mais estudado acerca da aprendizagem de l\u00ednguas no \u00fatero. Os beb\u00eas n\u00e3o nascidos n\u00e3o s\u00f3 aprendem a reconhecer palavras especiais e guardam esta lembran\u00e7a depois do parto, mas tamb\u00e9m podem diferenciar idiomas familiares e desconhecidos, de maneira que os fonemas e os padr\u00f5es de fala, por exemplo, da l\u00edngua chinesa, n\u00e3o ser\u00e3o familiares para um beb\u00ea acostumado a ouvir russo e vice-versa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5. Paladar e olfato dentro do \u00fatero<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo o que a m\u00e3e come ou bebe n\u00e3o chega ao beb\u00ea apenas atrav\u00e9s do cord\u00e3o umbilical. O que come tamb\u00e9m afeta o sabor do l\u00edquido amni\u00f3tico que os beb\u00eas provam e engolem (eles tamb\u00e9m lambem a parede uterina e a placenta!).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o l\u00edquido amni\u00f3tico tem um sabor doce, os beb\u00eas ingerem mais, uma prefer\u00eancia que come\u00e7a com 15 ou 16 semanas. Tamb\u00e9m h\u00e1 afinidades integradas para os sabores salgados, mas, al\u00e9m dessas prefer\u00eancias naturais, os beb\u00eas tamb\u00e9m aprendem sobre o paladar no \u00fatero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com 21 semanas, os fetos que usam seu sentido do paladar e do alfato podem experimentar sabores complexos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualmente, difundiram a posi\u00e7\u00e3o pr\u00f3-aborto\u00a0na qual o nascituro n\u00e3o deve ser considerado um ser humano, caso n\u00e3o seja capaz de sentir dor no ventre materno. Entretanto, a dignidade da pessoa humana n\u00e3o depende de uma capacidade para a dor, mas do direito \u00e0\u00a0vida\u00a0e da sua dignidade como Filho de Deus. 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