{"id":70970,"date":"2021-10-29T09:13:08","date_gmt":"2021-10-29T12:13:08","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=70970"},"modified":"2021-10-29T17:15:35","modified_gmt":"2021-10-29T20:15:35","slug":"organizacoes-eclesiais-e-movimentos-populares-publicam-manifesto-por-uma-economia-a-servico-da-justica-social-e-em-cuidado-da-casa-comum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/organizacoes-eclesiais-e-movimentos-populares-publicam-manifesto-por-uma-economia-a-servico-da-justica-social-e-em-cuidado-da-casa-comum\/","title":{"rendered":"ORGANIZA\u00c7\u00d5ES ECLESIAIS E MOVIMENTOS POPULARES PUBLICAM MANIFESTO POR UMA ECONOMIA A SERVI\u00c7O DA JUSTI\u00c7A SOCIAL E EM CUIDADO DA CASA COMUM"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Comiss\u00e3o Especial para a Ecologia Integral e Minera\u00e7\u00e3o da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Rede Eclesial Pan-Amaz\u00f4nica (Repam-Brasil) e outras organiza\u00e7\u00f5es eclesiais, movimentos populares e grupos da sociedade civil publicaram, no \u00faltimo dia 25 de outubro, o manifesto\u00a0<em><strong>\u2018Frente a uma economia de morte construamos uma economia samaritana\u2019<\/strong><\/em>. No texto, o grupo se une ao Papa Francisco para exortar a uma transi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-extrativista, para que o paradigma desenvolvimentista n\u00e3o se baseie mais na depreda\u00e7\u00e3o dos nossos povos, comunidades e da Casa Comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O manifesto destaca o chamado feito pelo Papa durante o IV Encontro Mundial de Movimentos Populares, no dia 16 de outubro, em que conclama por uma economia\u00a0<em>\u201ca servi\u00e7o dos povos para construir uma paz duradoura baseada na justi\u00e7a social e no cuidado com a casa comum\u201d<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante o discurso, Francisco clamou que corpora\u00e7\u00f5es extrativistas interrompam as viola\u00e7\u00f5es de Direitos Humanos e Ambientais que envolvem suas atividades, como a destrui\u00e7\u00e3o do meio ambiente, a contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas, a intoxica\u00e7\u00e3o dos povos e alimentos.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEm nome de Deus, quero pedir \u00e0s grandes corpora\u00e7\u00f5es extrativistas \u2013 mineradoras, petrol\u00edferas, florestais, imobili\u00e1rias, agroindustriais \u2013 que deixem de destruir florestas, p\u00e2ntanos e montanhas, que deixem de poluir rios e mares, que deixem de envenenar pessoas e alimentos\u201d. Em conformidade com este apelo, assumimos o compromisso de promover uma economia samaritana que atue como instrumento da a\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria da Igreja e seja capaz de transformar o modelo econ\u00f4mico caracterizado pela voracidade cega de um tipo de explora\u00e7\u00e3o extrativista que n\u00e3o para de crescer e expandir-se; que quanto mais extrai e quanto mais deprime, mais necessita de continuar a destruir a natureza\u201d, disse na mensagem.<\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_858742\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"text-align: justify;\" aria-describedby=\"caption-attachment-858742\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-858742 size-large lazyloaded\" src=\"https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-1024x680.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-1024x680.jpg 1024w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-300x200.jpg 300w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-768x510.jpg 768w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-391x260.jpg 391w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-1536x1020.jpg 1536w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-500x332.jpg 500w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-scaled.jpg 1626w\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"680\" data-srcset=\"https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-1024x680.jpg 1024w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-300x200.jpg 300w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-768x510.jpg 768w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-391x260.jpg 391w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-1536x1020.jpg 1536w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-500x332.jpg 500w, https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-scaled.jpg 1626w\" data-src=\"https:\/\/eadn-wc02-718006.nxedge.io\/cdn\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/FotoViniciusMendonca_Ibama3-1024x680.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-858742\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Vin\u00edcius Mendon\u00e7a (Ibama)<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O grupo ressalta ainda que no 1000\u00ba dia do crime de Brumadinho (MG) \u2013 quando a barragem C\u00f3rrego do Feij\u00e3o se rompeu, soterrando tudo que encontrava pelo caminho. Foram com 13 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de lama t\u00f3xica que atingiram pessoas, animais, casas e florestas, denunciou\u00a0<em>\u201co esp\u00edrito de morte deste modelo neoliberal baseado na gan\u00e2ncia, viol\u00eancia e crueldade que gera dor e exclus\u00e3o. Em comunh\u00e3o com as comunidades e territ\u00f3rios afetados pela minera\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica e compadecidos com o grito da devastada e maltratada M\u00e3e Terra que geme e sofre dores de parto (LS, 2), chamamos a nos comprometer com uma Economia Samaritana, que se distancia da l\u00f3gica extrativista\u201d<\/em>, destaca o documento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O manifesto aponta ainda que na Enc\u00edclica \u201cQuerida Amaz\u00f4nia\u201d, o Papa Francisco denuncia os projetos de extra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e outras ind\u00fastrias que destroem e poluem (cf. QA 49). O grupo ressalta ainda que no documento final do S\u00ednodo para a Amaz\u00f4nia, tamb\u00e9m \u00e9 levantada a quest\u00e3o da convers\u00e3o ecol\u00f3gica do ponto de vista econ\u00f4mico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u201cPor esta raz\u00e3o, o Desinvestimento em Minera\u00e7\u00e3o surge como uma a\u00e7\u00e3o de convers\u00e3o depois de escutar a vida e as reivindica\u00e7\u00f5es dos povos e da natureza.\u00a0 O desinvestimento na minera\u00e7\u00e3o \u00e9 um ato de coer\u00eancia \u00e9tica dentro das Igreja e suas institui\u00e7\u00f5es. Ajuda-nos a n\u00e3o sermos c\u00famplices na destrui\u00e7\u00e3o da Casa Comum e a estar ao lado de muitas comunidades que sofrem os impactos do extrativismo\u201d<\/em>, aponta o manifesto.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia a \u00edntegra do manifesto:<\/strong><\/h3>\n<blockquote><p><strong>MANIFESTO<br \/>\n<\/strong><strong>Frente a uma economia de morte\u00a0<\/strong><strong>construamos uma economia samaritana<\/strong><\/p>\n<p>Desde as organiza\u00e7\u00f5es eclesiais, movimentos sociais, grupos da sociedade civil, congrega\u00e7\u00f5es religiosas, povos e comunidades, unimo-nos ao apelo feito pelo Papa Francisco no IV Encontro com Movimentos Populares:\u00a0<em>\u00e9 tempo de parar a locomotiva que nos leva ao abismo<\/em>. Juntamo-nos ao Papa Francisco para exortar a uma transi\u00e7\u00e3o p\u00f3s-extrativista, para que o paradigma desenvolvimentista n\u00e3o se baseie mais na depreda\u00e7\u00e3o dos nossos povos, comunidades e da Casa Comum.<\/p>\n<p>No 1000\u00ba dia do crime de Brumadinho em Minas Gerais, Brasil, denunciamos o esp\u00edrito de morte deste modelo neoliberal baseado na gan\u00e2ncia, viol\u00eancia e crueldade que gera dor e exclus\u00e3o. Em comunh\u00e3o com as comunidades e territ\u00f3rios afetados pela minera\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica e compadecidos com o grito da devastada e maltratada M\u00e3e Terra que geme e sofre dores de parto (LS, 2), chamamos a nos comprometer com uma Economia Samaritana, que se distancia da l\u00f3gica extrativista.<\/p>\n<p>O Papa Francisco em sua mensagem aos Movimentos Sociais exclama: \u201cEm nome de Deus, quero pedir \u00e0s grandes corpora\u00e7\u00f5es extrativistas \u2013 mineradoras, petrol\u00edferas, florestais, imobili\u00e1rias, agroindustriais \u2013 que deixem de destruir florestas, p\u00e2ntanos e montanhas, que deixem de poluir rios e mares, que deixem de envenenar pessoas e alimentos\u201d. Em conformidade com este apelo, assumimos o compromisso de promover uma economia samaritana que atue como instrumento da a\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria da Igreja e seja capaz de transformar o modelo econ\u00f4mico caracterizado pela voracidade cega de um tipo de explora\u00e7\u00e3o extrativista que n\u00e3o para de crescer e expandir-se; que quanto mais extrai e quanto mais deprime, mais necessita de continuar a destruir a natureza.<\/p>\n<p>A grande minera\u00e7\u00e3o transnacional que hoje se expande sobre a vasta geografia e sociobiodiversidade da Nossa Am\u00e9rica \u00e9 uma express\u00e3o contempor\u00e2nea do colonialismo inerente ao desenvolvimento do capitalismo como um projeto civilizador. \u00c9 devido \u00e0 centralidade da valoriza\u00e7\u00e3o financeira \u2013 financeiriza\u00e7\u00e3o da natureza \u2013 que bens vitais como fontes de \u00e1gua, biodiversidade e ar puro continuam a ser destru\u00eddos para extrair minerais cujo valor \u00e9 fixado e medido n\u00e3o tanto pela utilidade dos seus usos sociais, mas pelo seu valor de mercado. Por isso, assumimos um compromisso prof\u00e9tico para ajudar a transformar o modelo econ\u00f3mico de desigualdade. Compreendemos que \u00e9 urgente reabilitar uma pol\u00edtica e uma a\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel com o mercado financeiro que tem a dignidade humana no seu centro e que sobre este pilar se constroem estruturas sociais que promovam \u201ca preocupa\u00e7\u00e3o pela natureza, a justi\u00e7a para os pobres, o compromisso com a sociedade e a paz interior\u201d (cf. LS 10).<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o estamos condenados a repetir ou construir um futuro baseado na exclus\u00e3o e na desigualdade, descartando ou indiferenciando; onde a cultura do privil\u00e9gio \u00e9 um poder invis\u00edvel e insuprim\u00edvel e a explora\u00e7\u00e3o e o abuso \u00e9 um m\u00e9todo habitual de sobreviv\u00eancia\u201d. O Bispo de Roma \u2013 Papa Francisco \u2013 convida-nos a participar e a reconhecer as alternativas quotidianas de fazer economia, que favorecem \u201cser comunidade para viver com justi\u00e7a e dignidade\u201d.<\/p>\n<p>Em \u201cQuerida Amaz\u00f4nia\u201d, o Sumo Pont\u00edfice denuncia os projetos de extra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e outras ind\u00fastrias que destroem e poluem (cf. QA 49). No documento final do S\u00ednodo para a Amaz\u00f4nia, tamb\u00e9m \u00e9 levantada a quest\u00e3o da convers\u00e3o ecol\u00f3gica do ponto de vista econ\u00f4mico. Por esta raz\u00e3o, o Desinvestimento em Minera\u00e7\u00e3o surge como uma a\u00e7\u00e3o de convers\u00e3o depois de escutar a vida e as reivindica\u00e7\u00f5es dos povos e da natureza.\u00a0 O desinvestimento na minera\u00e7\u00e3o \u00e9 um ato de coer\u00eancia \u00e9tica dentro das Igreja e suas institui\u00e7\u00f5es. Ajuda-nos a n\u00e3o sermos c\u00famplices na destrui\u00e7\u00e3o da Casa Comum e a estar ao lado de muitas comunidades que sofrem os impactos do extrativismo.<\/p>\n<p>Por este motivo, assumimos e aderimos \u00e0 Campanha de Desinvestimento Mineiro, promovida pelas Igrejas e Rede Mineira, conscientes de que \u00e9 uma resposta eficaz para enfrentar o sistema extrativista. Apelamos \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es, institui\u00e7\u00f5es, movimentos sociais e pessoas de bom cora\u00e7\u00e3o para que coordenem a\u00e7\u00f5es conjuntas para acelerar a convers\u00e3o ecol\u00f3gica e a transforma\u00e7\u00e3o social:<\/p>\n<p><strong>Procuremos caminhos para uma Economia Samaritana,\u00a0<\/strong>propomos \u201cpensar na participa\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica e econ\u00f4mica de tal forma \u201cque ela inclua os movimentos populares e anime as estruturas de governan\u00e7a local, nacional e internacional com aquela torrente de energia moral que surge da incorpora\u00e7\u00e3o dos exclu\u00eddos na constru\u00e7\u00e3o do bem comum\u201d (cf. FT 169).<\/p>\n<p><strong>Socializamos e denunciamos a realidade da explora\u00e7\u00e3o e da injusti\u00e7a\u00a0<\/strong>sofrida por milhares de pessoas devido ao extrativismo e conscientizamos sobre os impactos da minera\u00e7\u00e3o e de outros projetos predat\u00f3rios.<\/p>\n<p><strong>Reflitamos sobre decis\u00f5es coerentes em nossas pr\u00e1ticas financeiras e de consumo<\/strong>, pol\u00edticas econ\u00f4micas e de investimento dentro de nossa organiza\u00e7\u00e3o, para que promovam os direitos humanos, a justi\u00e7a social, clim\u00e1tica e ambiental, a equidade de g\u00eanero e o bem comum, de acordo com o mandato divino de proteger a cria\u00e7\u00e3o (Gn 2.15). Continuemos a aprofundar e promover reflex\u00f5es que nos conduzam a decis\u00f5es prof\u00e9ticas sobre os nossos investimentos.<\/p>\n<p><strong>Promovamos o desinvestimento na minera\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong>como uma atividade orientada para uma urgente mudan\u00e7a de paradigma que rejeita as muitas formas de injusti\u00e7a \u201calimentada por um modelo econ\u00f4mico baseado no lucro, que n\u00e3o hesita em explorar, descartar e at\u00e9 matar\u201d (cf. FT 22). Por isso nos comprometemos a gerar uma economia integrada num projeto pol\u00edtico, social, cultural e popular que busca o bem comum (cf. FT 168 e 169).<\/p>\n<p><strong>Apoiemos\u00a0<\/strong>as comunidades, territ\u00f3rios e povos que defendem o seu direito \u00e0 exist\u00eancia, queremos acompanhar e denunciar a sua dor. Queremos construir pontes \u201cde amor para que a voz da periferia com seus gritos, mas tamb\u00e9m com seu canto e tamb\u00e9m com sua alegria, n\u00e3o provoque medo, mas empatia no resto da sociedade\u201d, como nos convida o Papa Francisco.<\/p>\n<p>E, juntamente com o grito das comunidades afetadas pela minera\u00e7\u00e3o, levantemos a nossa voz no mundo, dando testemunho de esperan\u00e7a e coer\u00eancia, construindo unidade e ligando possibilidades para uma convers\u00e3o ecol\u00f3gica e economia samaritana.<\/p>\n<p><strong>Assinam:<\/strong><\/p>\n<p>Red Latinoamericana Iglesias y Miner\u00eda (IyM)<br \/>\nRegi\u00e3o Episcopal Nossa Senhora do Ros\u00e1rio (RENSER), Arquidiocese de Belo Horizonte<br \/>\nRede Eclesial Pan-Amaz\u00f4nica \u2013 REPAM Brasil<br \/>\nVIVAT International<br \/>\nGreenFaith<br \/>\nA\u00e7\u00e3o Franciscana de Ecologia e Solidariedade (AFES)<br \/>\nServi\u00e7o Interfranciscano de Justi\u00e7a, Paz e Integridade da Cria\u00e7\u00e3o (SINFRAJUPE)<br \/>\nFranciscans JPIC Office, General Curia<br \/>\nComiss\u00e3o Especial para a Ecologia Integral e Minera\u00e7\u00e3o \u2013 Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)<br \/>\nMission\u00e1rios Combonianos \u2013 Brasil<br \/>\nMovimento Laudato Si (MSL)<br \/>\nMovimiento Laudato Si\u2019 Cap\u00edtulo Argentina<br \/>\nMovimento dos Atingidos por Barragens (MAB)<br \/>\nArticula\u00e7\u00e3o Brasileira pela Economia de Francisco e Clara (ABEFC)<br \/>\nGrupo de Reflex\u00e3o e Trabalho da Economia de Francisco e Clara da PUC-Minas<br \/>\nMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)<br \/>\nComiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT)<br \/>\nConselho Indigenista Mission\u00e1rio (Cimi)<br \/>\nJusti\u00e7a nos Trilhos (JnT)<br \/>\nCentro Promoci\u00f3n Conversi\u00f3n Ecol\u00f3gica<br \/>\nC\u00e1ritas Brasileira \u2013 Regional Minas Gerais<br \/>\nRed Argentina de Ambiente y Desarrollo (RAAD)<br \/>\nRed de Solidaridad y Misi\u00f3n de los Misioneros Claretianos de Am\u00e9rica \u2013 SOMICLA<br \/>\nOrden Franciscana Seglar de Argentina<br \/>\nCarmelitas Misioneras \u2013 Argentina<br \/>\nAfrica Europe Faith Justice Network (AEFJN)<br \/>\nREDES Espa\u00f1a<br \/>\nInstituto das Irm\u00e3s da Santa Cruz, Brasil<br \/>\nPastoral Carcelaria de Gral Roca, R\u00edo Negro, Argentina<br \/>\nComisi\u00f3n General Justicia y Paz de Espa\u00f1a<br \/>\nEquipo de Animaci\u00f3n Laudato Si Bariloche, Argentina<\/p><\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/drive\/folders\/1vhJrtOsP296ewURab49-AzHMaSoeosdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse aqui todos os materiais: Manifesto Economia Samaritana<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Comiss\u00e3o Especial para a Ecologia Integral e Minera\u00e7\u00e3o da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Rede Eclesial Pan-Amaz\u00f4nica (Repam-Brasil) e outras organiza\u00e7\u00f5es eclesiais, movimentos populares e grupos da sociedade civil publicaram, no \u00faltimo dia 25 de outubro, o manifesto\u00a0\u2018Frente a uma economia de morte construamos uma economia samaritana\u2019. 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