{"id":68687,"date":"2021-07-10T09:37:12","date_gmt":"2021-07-10T12:37:12","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=68687"},"modified":"2021-07-12T11:38:14","modified_gmt":"2021-07-12T14:38:14","slug":"sao-bento-nos-ensinamentos-do-papa-bento-xvi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-bento-nos-ensinamentos-do-papa-bento-xvi\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Bento nos ensinamentos do Papa Bento XVI"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Neste dia 11 de julho, se n\u00e3o fosse domingo, ter\u00edamos a mem\u00f3ria de S\u00e3o Bento, Abade, celebrada em todas as igrejas. Nos mosteiros e abadias que seguem a Regra de S\u00e3o Bento sempre \u00e9 uma solenidade. Em meu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre solenidade, embora as celebra\u00e7\u00f5es na Arquidiocese sigam o calend\u00e1rio comum. Por isso, n\u00e3o posso deixar passar este dia, e, como busco fazer a cada ano, apresento esta reflex\u00e3o sobre S\u00e3o Bento de N\u00farsia (480-547), patriarca dos monges do Ocidente, cuja mem\u00f3ria celebramos no calend\u00e1rio romano dia 11 de julho, e no calend\u00e1rio mon\u00e1stico tamb\u00e9m no dia 21 de mar\u00e7o, quando recordamos o seu \u201ctr\u00e2nsito\u201d ou o seu passamento deste mundo para a Jerusal\u00e9m celeste.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Neste ano de 2021 vamos refletir sobre S\u00e3o Bento \u00e0 luz dos ensinamentos do mais recente Papa que escolheu nosso santo como seu patrono, o Papa Bento XVI, hoje em\u00e9rito. A raz\u00e3o dessa escolha se d\u00e1 porque, no dia 29 de junho \u00faltimo, Joseph Ratzinger celebrou 70 anos de sacerd\u00f3cio ministerial e \u00e9 o 16\u00ba dos sucessores de Pedro a chamar-se Bento. Voltando, de modo breve, na hist\u00f3ria, gostaria, a t\u00edtulo de contextualiza\u00e7\u00e3o, de recordar os \u201cBentos\u201d que tivemos como sucessores de Pedro: Bento I (575-579), S\u00e3o Bento II (684-685), Bento III (855-858), Bento IV (900-903), Bento V (964-966), Bento VI (973-974), Bento VII (974-983), Bento VIII (1012-1024), Bento IX (1032-1044. Devido \u00e0 sua ocupa\u00e7\u00e3o da c\u00e1tedra de Pedro por mais duas vezes, 1045 e 1047-1048, a lista pula Bento X), Beato Bento XI (1303-1304), Bento XII (1334-1342), Bento XIII (1724-1730), Bento XIV (1740-1758), Bento XV (1914-1922) (cf. Arlindo Rubert. <em>Tudo sobre os Papas<\/em>. Porto Alegre: Est, 2003, p. 9-18) e Bento XVI (2005-2013). Da\u00ed se v\u00ea que, depois de Jo\u00e3o, Bento \u00e9 um dos nomes mais adotados pelos sumos pont\u00edfices.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Feita esta breve digress\u00e3o hist\u00f3rica, volto-me a Bento XVI e a seus ensinamentos a respeito do Patriarca dos monges do Ocidente. Sua primeira refer\u00eancia a S\u00e3o Bento de N\u00farsia, enquanto sucessor de Pedro, foi, no dia 27 de abril de 2005, quando, na Audi\u00eancia Geral, quis ele explicar a raz\u00e3o da escolha de seu nome. Diz o Pont\u00edfice: \u201cQuis chamar-me Bento XVI para me relacionar idealmente com o venerado Pont\u00edfice Bento XV, que guiou a Igreja num per\u00edodo atormentado devido ao primeiro conflito mundial. Ele foi um profeta corajoso e aut\u00eantico de paz e comprometeu-se com coragem infatig\u00e1vel, primeiro, para evitar o drama da guerra e, depois, para limitar as consequ\u00eancias nefastas. Nas suas pegadas, desejo colocar o meu minist\u00e9rio ao servi\u00e7o da reconcilia\u00e7\u00e3o e da harmonia entre os homens e os povos, profundamente convencido de que o grande bem da paz \u00e9 antes de tudo dom de Deus, dom fr\u00e1gil e precioso que deve ser invocado, tutelado e constru\u00eddo dia ap\u00f3s dia com o contributo de todos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E prossegue: \u201cAl\u00e9m disso, o nome Bento recorda tamb\u00e9m a extraordin\u00e1ria figura do grande \u2018Patriarca do monaquismo ocidental\u2019, S\u00e3o Bento de N\u00farsia, co-padroeiro da Europa juntamente com os santos Cirilo e Met\u00f3dio e as mulheres santas, Br\u00edgida da Su\u00e9cia, Catarina de Sena e Edith Stein. A expans\u00e3o progressiva da Ordem beneditina por ele fundada exerceu uma influ\u00eancia enorme na difus\u00e3o do cristianismo em todo o Continente. Por isso, S\u00e3o Bento \u00e9 muito venerado tamb\u00e9m na Alemanha e, em particular, na Baviera, a minha terra de origem; constitui um ponto de refer\u00eancia fundamental para a unidade da Europa e um forte chamado \u00e0s irrenunci\u00e1veis ra\u00edzes crist\u00e3s da sua cultura e da sua civiliza\u00e7\u00e3o. Deste Pai do Monaquismo ocidental conhecemos a recomenda\u00e7\u00e3o deixada aos monges na sua Regra:\u00a0\u2018Nada anteponham absolutamente a Cristo\u2019\u00a0<em>(Regra<\/em>\u00a072,11; cf. 4,21). No in\u00edcio do meu servi\u00e7o como Sucessor de Pedro, pe\u00e7o a S\u00e3o Bento que nos ajude a manter firme a centralidade de Cristo na nossa exist\u00eancia. Que ele esteja sempre no primeiro lugar nos nossos pensamentos e em cada uma das nossas atividades!\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 10 de julho de 2005, no <em>Angelus<\/em>, voltou a S\u00e3o Bento com estas palavras: \u201cCelebra-se amanh\u00e3 a festa de\u00a0<em>S\u00e3o Bento Abade<\/em>, Padroeiro da Europa, um Santo que me \u00e9 particularmente querido, como se pode intuir pela escolha que fiz do seu nome. Nascido em N\u00farsia por volta do ano 480, Bento fez os primeiros estudos em Roma, mas, desiludido com a vida da cidade, retirou-se para Subiaco, onde permaneceu por cerca de tr\u00eas anos numa gruta o c\u00e9lebre \u2018sacro speco\u2019 dedicando-se totalmente a Deus. Em Subiaco, servindo-se das ru\u00ednas de uma enorme vila do imperador Nero, ele, juntamente com os seus primeiros disc\u00edpulos, construiu alguns mosteiros dando vida a uma comunidade fraterna fundada sobre a primazia do amor de Cristo, na qual a ora\u00e7\u00e3o e o trabalho se alternavam harmoniosamente com o louvor a Deus. Alguns anos mais tarde, em Monte Cassino, deu forma concreta a este projeto, e escreveu-o na \u2018Regra\u2019, a \u00fanica obra sua que chegou at\u00e9 n\u00f3s. Entre as cinzas do Imp\u00e9rio Romano, Bento, procurando antes de tudo o Reino de Deus, lan\u00e7ou, talvez sem se aperceber, a semente de uma nova civiliza\u00e7\u00e3o que se teria desenvolvido, integrando por um lado, os valores crist\u00e3os com a heran\u00e7a cl\u00e1ssica e, por outro, as culturas germ\u00e2nica e eslava\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E refor\u00e7a: \u201cH\u00e1 um aspecto t\u00edpico da sua espiritualidade, que hoje gostaria de real\u00e7ar de modo especial. Bento n\u00e3o fundou uma institui\u00e7\u00e3o mon\u00e1stica finalizada principalmente \u00e0 evangeliza\u00e7\u00e3o dos povos b\u00e1rbaros, como outros grandes monges mission\u00e1rios da \u00e9poca, mas indicou aos seus seguidores como finalidade fundamental, ali\u00e1s \u00fanica da exist\u00eancia, a busca de Deus:\u00a0\u2018Quaerere Deum\u2019. Mas ele sabia que quando o crente entra em rela\u00e7\u00e3o profunda com Deus n\u00e3o pode contentar-se com viver de maneira med\u00edocre seguindo uma \u00e9tica minimalista e uma religiosidade superficial. Nesta luz, compreende-se, ent\u00e3o, melhor a express\u00e3o que Bento tirou de S\u00e3o Cipriano e que sintetiza na sua Regra (IV,21) o programa de vida dos monges:\u00a0\u2018Nihil amori Christi praeponere\u2019, \u2018Nada antepor ao amor de Cristo\u2019. Consiste nisto a santidade, proposta v\u00e1lida para cada crist\u00e3o que se tornou uma verdadeira urg\u00eancia pastoral nesta nossa \u00e9poca na qual se sente a necessidade de ancorar a vida e a hist\u00f3ria em refer\u00eancias espirituais firmes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi, no entanto, em sua Audi\u00eancia Geral de 9 de abril de 2008, dedicada, de modo exclusivo a S\u00e3o Bento \u2013 vale a pena l\u00ea-la e medit\u00e1-la na \u00edntegra a cada ano \u2013 que Bento XVI muito se aprofundou na vida do nosso santo: \u201cO nascimento de S\u00e3o Bento \u00e9 datado por volta de 480. Provinha, assim diz S\u00e3o Greg\u00f3rio, \u2018<em>ex provincia Nursiae<\/em>\u2019, da regi\u00e3o da N\u00farsia. Os seus pais abastados enviaram-no para Roma para a sua forma\u00e7\u00e3o nos estudos. Mas ele n\u00e3o permaneceu por muito tempo na Cidade eterna. Como explica\u00e7\u00e3o plenamente cred\u00edvel, Greg\u00f3rio menciona o fato de que o jovem Bento sentia repugn\u00e2ncia pelo estilo de vida de muitos dos seus companheiros de estudos, que viviam de modo dissoluto, e n\u00e3o queria cair nos mesmos erros deles. Desejava aprazer unicamente a Deus; \u2018<em>soli Deo placere desiderans\u2019 (II Dial<\/em>., Prol. 1). Assim, ainda antes da conclus\u00e3o dos seus estudos, Bento deixou Roma e retirou-se na solid\u00e3o dos montes a leste da cidade. Depois de uma primeira estadia na aldeia de Enfide (atualmente Affile), onde durante um certo per\u00edodo se associou a uma \u2018comunidade religiosa\u2019 de monges, fez-se eremita na vizinha Subiaco. Ali viveu durante tr\u00eas anos completamente sozinho numa gruta que, a partir da Alta Idade M\u00e9dia, constitui o \u2018cora\u00e7\u00e3o\u2019 de um mosteiro beneditino chamado \u2018Sacro Speco\u2019. O per\u00edodo em Subiaco, marcado pela solid\u00e3o com Deus, foi para Bento um tempo de matura\u00e7\u00e3o. Ali tinha que suportar e superar as tr\u00eas tenta\u00e7\u00f5es fundamentais de cada ser humano: a tenta\u00e7\u00e3o da autossufici\u00eancia e do desejo de se colocar no centro, a tenta\u00e7\u00e3o da sensualidade e, por fim, a tenta\u00e7\u00e3o da ira e da vingan\u00e7a. De fato, Bento estava convencido de que, s\u00f3 depois de ter vencido estas tenta\u00e7\u00f5es, ele teria podido dizer aos outros uma palavra \u00fatil para as suas situa\u00e7\u00f5es de necessidade. E, assim, tendo a alma pacificada, estava em condi\u00e7\u00f5es de controlar plenamente as puls\u00f5es do eu, para, deste modo, ser um criador de paz em seu redor. S\u00f3 ent\u00e3o decidiu fundar os seus primeiros mosteiros no vale do Anio, perto de Subiaco\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNo ano de 529, Bento deixou Subiaco para se estabelecer em Monte Cassino. Alguns explicaram esta transfer\u00eancia como uma fuga das maquina\u00e7\u00f5es de um invejoso eclesi\u00e1stico local. Mas esta tentativa de explica\u00e7\u00e3o revelou-se pouco convincente, dado que Bento n\u00e3o regressou para l\u00e1 depois da morte repentina do mesmo (<em>II Dial<\/em>. 8). Na realidade, esta decis\u00e3o imp\u00f4s-se-lhe porque tinha entrado numa nova fase da sua matura\u00e7\u00e3o interior e da sua experi\u00eancia mon\u00e1stica. Segundo Greg\u00f3rio Magno, o \u00eaxodo do vale remoto do Anio para Monte Cassino, uma altura que, dominando a vasta plan\u00edcie circunstante, se v\u00ea ao longe, reveste-se de um car\u00e1cter simb\u00f3lico: a vida mon\u00e1stica no escondimento tem uma sua raz\u00e3o de ser, mas um mosteiro tem tamb\u00e9m uma finalidade p\u00fablica na vida da Igreja e da sociedade, deve dar visibilidade \u00e0 f\u00e9 como for\u00e7a de vida. De fato, quando, em 21 de mar\u00e7o de 574, Bento concluiu a sua vida terrena, deixou com a sua\u00a0<em>Regra<\/em>\u00a0e com a fam\u00edlia beneditina por ele fundada um patrim\u00f4nio que deu, nos s\u00e9culos passados e ainda hoje continua a dar, frutos em todo o mundo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de discorrer sobre a vida do grande patriarca dos monges do Ocidente, importa recordar algo sobre a sua Regra, que o vener\u00e1vel Papa Pio XII tamb\u00e9m explanou em sua enc\u00edclica <em>Fulgens radiatur<\/em>, <em>Fulgurante de luz<\/em>, de 21 de mar\u00e7o de 1947, especialmente em seus n\u00fameros 13 a 19. \u00c9, no entanto, uma vez mais, Bento XVI quem nos ajuda ao escrever o que segue: \u201cBento qualifica a\u00a0<em>Regra<\/em>\u00a0como \u2018m\u00ednima, tra\u00e7ada s\u00f3 para o in\u00edcio\u2019 (73,8); mas, na realidade, ela pode oferecer indica\u00e7\u00f5es \u00fateis n\u00e3o s\u00f3 para os monges, mas tamb\u00e9m para todos os que procuram uma guia no seu caminho rumo a Deus. Pela sua pondera\u00e7\u00e3o, a sua humanidade e o seu discernimento entre o essencial e o secund\u00e1rio na vida espiritual, ele p\u00f4de manter a sua for\u00e7a iluminadora at\u00e9 hoje. Paulo VI, proclamando, em\u00a024 de outubro de 1964,\u00a0S\u00e3o Bento Padroeiro da Europa, pretendeu reconhecer a obra maravilhosa desempenhada pelo Santo mediante a\u00a0<em>Regra<\/em>\u00a0para a forma\u00e7\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o e da cultura europeia. Hoje a Europa, que acabou de sair de um s\u00e9culo profundamente ferido por duas guerras mundiais e depois do desmoronamento das grandes ideologias que se revelaram como tr\u00e1gicas utopias, est\u00e1 em busca da pr\u00f3pria identidade. Para criar uma unidade nova e duradoura, s\u00e3o sem d\u00favida importantes os instrumentos pol\u00edticos, econ\u00f4micos e jur\u00eddicos, mas \u00e9 preciso tamb\u00e9m suscitar uma renova\u00e7\u00e3o \u00e9tica e espiritual que se inspire nas ra\u00edzes crist\u00e3s do Continente, porque de outra forma n\u00e3o se pode reconstruir a Europa. Sem esta linfa vital, o homem permanece exposto ao perigo de sucumbir \u00e0 antiga tenta\u00e7\u00e3o de se querer remir sozinho, utopia que, de formas diferentes, na Europa do s\u00e9culo XX causou, como revelou o Papa Jo\u00e3o Paulo II, \u2018um regresso sem precedentes ao tormento hist\u00f3rico da humanidade\u2019 (<em>Insegnamenti<\/em>, XIII\/1, 1990, p. 58). Procurando o verdadeiro progresso, ouvimos tamb\u00e9m hoje a\u00a0<em>Regra<\/em>\u00a0de S\u00e3o Bento como uma luz para o nosso caminho. O grande monge permanece um verdadeiro mestre em cuja escola podemos aprender a arte de viver o humanismo verdadeiro\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda, em 11 de julho de 2010, Bento XVI voltou a tratar, de forma breve, da Regra de S\u00e3o Bento, no <em>Angelus<\/em>, que ocorreu no Pal\u00e1cio Apost\u00f3lico de Castel Gandolfo, resid\u00eancia de ver\u00e3o dos Papas nestes termos: \u201c\u2018Escreveu uma Regra para os monges&#8230; reflexo de um magist\u00e9rio encarnado na sua pessoa: de fato, o santo n\u00e3o p\u00f4de de modo mais absoluto ensinar diversamente da forma como viveu\u2019 (<em>Ivi, II, XXXVI<\/em>, cit., p. 208). O Papa Paulo VI proclamou S\u00e3o Bento Padroeiro da Europa, em 24 de outubro de 1964, reconhecendo a sua obra maravilhosa desempenhada para a forma\u00e7\u00e3o da civiliza\u00e7\u00e3o europeia\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dir\u00edamos que estas palavras de Bento XVI servem tamb\u00e9m a cada um de n\u00f3s aqui no Brasil a necessitarmos ardentemente dos valores eternos que a vida e a Regra de S\u00e3o Bento nos apontam. Sejamos-lhe sempre d\u00f3ceis com a gra\u00e7a de Deus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Neste dia 11 de julho, se n\u00e3o fosse domingo, ter\u00edamos a mem\u00f3ria de S\u00e3o Bento, Abade, celebrada em todas as igrejas. Nos mosteiros e abadias que seguem a Regra de S\u00e3o Bento sempre \u00e9 uma solenidade. Em meu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre solenidade, embora as celebra\u00e7\u00f5es na Arquidiocese sigam o calend\u00e1rio comum. 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