{"id":66752,"date":"2021-03-26T10:26:23","date_gmt":"2021-03-26T13:26:23","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=66752"},"modified":"2021-03-26T11:46:10","modified_gmt":"2021-03-26T14:46:10","slug":"recordacoes-de-uma-oracao-que-uniu-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/recordacoes-de-uma-oracao-que-uniu-o-mundo\/","title":{"rendered":"Recorda\u00e7\u00f5es de uma ora\u00e7\u00e3o que uniu o mundo"},"content":{"rendered":"<div class=\"article__subTitle\" style=\"text-align: justify;\">O livro da LEV &#8220;Por que tendes medo? Ainda n\u00e3o tendes f\u00e9?&#8221;, realizado pelo Dicast\u00e9rio para a Comunica\u00e7\u00e3o, mostra imagens da ora\u00e7\u00e3o do Papa na Statio Orbis de 27 de mar\u00e7o, um ano atr\u00e1s. Nas p\u00e1ginas do livro, Francisco retorna aos pensamentos e sentimentos daquela noite em conversa com o secret\u00e1rio do Dicast\u00e9rio, padre Lucio Adrian Ruiz<\/div>\n<div class=\"title__separator\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"article__text \">\n<p style=\"text-align: justify;\">No L&#8217;Osservatore Romano o cardeal Jos\u00e9 Tolentino de Mendon\u00e7a, arquivista e bibliotec\u00e1rio da Santa Igreja Romana, investiga os profundos significados da j\u00e1 ic\u00f4nica ora\u00e7\u00e3o do Papa no in\u00edcio da pandemia, em 27 de mar\u00e7o de 2020: em um tempo de dist\u00e2ncia Francisco teve a grande sabedoria de abra\u00e7ar o vazio em vez de repudi\u00e1-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Por Jos\u00e9 Tolentino de Mendon\u00e7a<\/b><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Momento de ora\u00e7\u00e3o com o Papa Francisco na Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro: as melhores  imagens\" width=\"696\" height=\"392\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JepStYxBV2o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 bem sabido que vivemos na era da massifica\u00e7\u00e3o das imagens. Em nenhuma \u00e9poca precedente da hist\u00f3ria foram produzidas tantas imagens, e al\u00e9m disso nenhuma outra, como a nossa, testemunhou sua radical banaliza\u00e7\u00e3o. Em vez de imagens \u00fanicas e aut\u00eanticas, temos produtos produzidos em s\u00e9rie,\u00a0<i>selfie<\/i>\u00a0fabricados em um instante e prontos para serem devorados pelo esquecimento. O fil\u00f3sofo Walter Benjamin falou corretamente da &#8220;perda da aura&#8221;, o que significa que a imagem deixa de constituir &#8220;a apari\u00e7\u00e3o \u00fanica de uma coisa distante&#8221; e se fixa na repeti\u00e7\u00e3o son\u00e2mbula de um\u00a0<i>d\u00e9j\u00e0 vu<\/i>. \u00c9 por isso que o consenso comovido em torno da imagem do Papa Francisco em uma Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro vazia \u00e9 algo que faz pensar, fora e dentro do espa\u00e7o eclesi\u00e1stico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um ano depois, vale a pena revisitar essa imagem, que na realidade nunca deixou de estar presente, e nos perguntarmos de onde vem seu excepcional poder ic\u00f4nico. Por que aquela imagem permaneceu a representar o que estamos ainda vivenciando e n\u00e3o qualquer outra? E o que nos revela sobre si mesmo ou nos ensina sobre n\u00f3s mesmos? Tentando resumir o que certamente mereceria uma reflex\u00e3o mais ampla, eu indicaria quatro raz\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>A aud\u00e1cia de habitar a vulnerabilidade como um lugar de experi\u00eancia humana e de crente.<\/i>\u00a0\u00c9 verdade que a cultura dominante, o\u00a0<i>mainstream<\/i>\u00a0modelado como um automatismo por nossas sociedades de consumo, fez da vulnerabilidade uma esp\u00e9cie de tabu. A fragilidade est\u00e1 sujeita \u00e0 oculta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>A aud\u00e1cia de abra\u00e7ar e dar novamente significado ao vazio.\u00a0<\/i>Uma das experi\u00eancias mais impactantes do confinamento foi, no in\u00edcio da pandemia, testemunhar o esvaziamento das cidades. De um momento para o outro, houve um estranho e desconhecido sil\u00eancio. Incr\u00e9dulos, olhamos pelas janelas para as ruas e pra\u00e7as em absoluta solid\u00e3o, sentindo-nos como se tiv\u00e9ssemos sido despojados do mundo. Nossa primeira rea\u00e7\u00e3o foi a de ler o vazio como algo hostil que nos amea\u00e7ava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>A aud\u00e1cia de encontrar uma met\u00e1fora.<\/i>\u00a0Comentando o texto evang\u00e9lico de Mc 4,35-41, o Papa Francisco fez um gesto de grande alcance: reorientou a percep\u00e7\u00e3o com respeito \u00e0 pandemia. Os primeiros chefes de Estado a falar haviam se referido \u00e0 pandemia como uma guerra, uma met\u00e1fora compreens\u00edvel at\u00e9 certo ponto, mas muito equ\u00edvoca e com tantos perigos \u00e0 espreita. O Papa foi o primeiro a falar sobre isso como uma tempestade. Esta passagem do plano estreito e beligerante para o plano cosmol\u00f3gico coincidiu com uma amplia\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><i>A aud\u00e1cia de rezar a Deus no sil\u00eancio de Deus.<\/i>\u00a0As tempestades s\u00e3o experi\u00eancias de crise mesmo para os crentes. H\u00e1 um esc\u00e2ndalo impl\u00edcito no grito dos disc\u00edpulos que tentam despertar Jesus: &#8221; \u201cMestre, n\u00e3o te importas que morramos?\u201d (Mc 4:38). Como o Papa explica, esta &#8220;\u00e9 uma frase que fere e desencadeia tempestades no cora\u00e7\u00e3o&#8221;. Diante da dissemina\u00e7\u00e3o do mal e de sua proximidade traum\u00e1tica, sentimos com sofrimento o que parece ser o sil\u00eancio incompreens\u00edvel de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Padre Lucio Adrian Ruiz<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa terminou h\u00e1 pouco uma de suas audi\u00eancias da quarta-feira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recolhe-se em sil\u00eancio e olha as imagens de 27 de mar\u00e7o revivendo o que aconteceu naquela sexta-feira da Quaresma. Recordar as etapas da\u00a0<i>Statio Orbis<\/i>\u00a0celebrada na Pra\u00e7a de S\u00e3o Pedro vazia, na chuva, com as ora\u00e7\u00f5es interrompidas pelo som das sirenes, para ele \u00e9 uma experi\u00eancia que vai al\u00e9m da simples recorda\u00e7\u00e3o. Em seu rosto, reaparece a atitude de ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perguntamos-lhe o que sentiu ao caminhar em sil\u00eancio at\u00e9 o adro da Bas\u00edlica:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abCaminhava assim, sozinho, pensando na solid\u00e3o de tantas pessoas&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>um pensamento inclusivo, um pensamento com a cabe\u00e7a e com o cora\u00e7\u00e3o, juntos&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Sentia tudo isso e caminhava&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mundo olhava para o Bispo de Roma, e rezava com ele, em sil\u00eancio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Olhava para o Papa como intercessor entre Deus e n\u00f3s, seu povo. E a Francisco, perguntamos,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">o que disse a Deus naqueles momentos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abTu conheces isso, j\u00e1 em 1500 resolveste uma situa\u00e7\u00e3o como essa, \u201cmet\u00e9 mano\u201d.\u00a0<\/b>(1)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Esta express\u00e3o \u201cmet\u00e9 mano\u201d \u00e9 muito minha. Muitas vezes em ora\u00e7\u00e3o eu digo:<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>&#8220;P\u00f5e tua m\u00e3o nisso, por favor!\u201d\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(1) &#8220;Met\u00e9 mano&#8221;, em espanhol: express\u00e3o coloquial, informal e familiar, muito usada na Argentina, especialmente em Buenos Aires.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os olhos do Papa det\u00eam-se na Pra\u00e7a S\u00e3o Pedro vazia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perguntamos o que pensava naquele momento, o que pensava sobre o povo e o sofrimento de tantas pessoas:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abDuas coisas me vieram \u00e0 mente: a pra\u00e7a vazia, as pessoas unidas \u00e0 dist\u00e2ncia,<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>&#8230; e deste lado, o barco dos migrantes, aquele monumento&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>E estamos todos no barco, e neste barco n\u00e3o sabemos quantos poder\u00e3o desembarcar&#8230; Todo um drama diante do barco, a peste, a solid\u00e3o&#8230; em sil\u00eancio&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O barco \u00e9 mencionado no Evangelho de Marcos que foi lido naquela noite. E est\u00e1 presente na Pra\u00e7a, representado no monumento que recorda os migrantes. \u00c9 por isso que de vez em quando, o olhar do Bispo de Roma dirigia-se para a colunata direita, para aquele monumento dif\u00edcil de distinguir na escurid\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abO barco!&#8230;\u00bb<\/b>, repete quase sussurrando o Papa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perguntamos em quem ele pensava em particular naqueles momentos, quem considerava mais necessitado,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">quem confiava ao Senhor em ora\u00e7\u00e3o. Responde mais uma vez em voz baixa:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abTudo estava unido: o povo, o barco e a dor de todos&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que sustentou o Papa?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que lhe deu for\u00e7a e esperan\u00e7a naquele momento t\u00e3o intenso e dram\u00e1tico?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Francisco permanece em sil\u00eancio por alguns momentos, olhando para esta foto:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abBeijar os p\u00e9s do Crucificado sempre d\u00e1 esperan\u00e7a.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Ele sabe o que significa caminhar, e sabe o que \u00e9 a quarentena porque foram-lhe colocados dois pregos ali para mant\u00ea-lo firme. Os p\u00e9s de Jesus s\u00e3o uma b\u00fassola na vida das pessoas, quando caminham e quando est\u00e3o paradas. Os p\u00e9s do Senhor me tocam muito&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As imagens fluem lentamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eis a que o mostra usando vestes lit\u00fargicas no adro da Bas\u00edlica. No ch\u00e3o h\u00e1 uma grande inscri\u00e7\u00e3o,\u00a0<i>11 de outubro de 1962<\/i>. Chamamos sua aten\u00e7\u00e3o para a data. Exclama imediatamente:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abEra o in\u00edcio do Conc\u00edlio!\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acrescentamos \u00e0 lembran\u00e7a a cita\u00e7\u00e3o do famoso &#8220;Discurso \u00e0 Lua&#8221; de Jo\u00e3o XXIII que apareceu inesperadamente da janela de seu escrit\u00f3rio para aben\u00e7oar a grande multid\u00e3o de fi\u00e9is que seguravam suas velas e disse: &#8220;Levem a car\u00edcia do Papa aos seus filhos&#8221;. (2)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Francisco escuta em sil\u00eancio&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abNaquele momento n\u00e3o tinha notado\u2026\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 uma coincid\u00eancia&#8230; quase como se quisesse dizer que uma nova car\u00edcia do Papa deve ser levada para casa, em todas as casas, no sofrimento e na solid\u00e3o das fam\u00edlias isoladas, nos corredores dos hospitais onde os doentes escalavam seu Calv\u00e1rio sem a proximidade e o conforto de seus entes queridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abSim, sim\u2026\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(2) \u201c<i>Voltando para casa voc\u00eas encontrar\u00e3o as crian\u00e7as. Deem a elas um carinho e digam:\u00a0<\/i>\u00ab<i>Este \u00e9 o carinho do Papa<\/i>\u00bb<i>. Talvez as encontreis com alguma l\u00e1grima por enxugar. Tende uma palavra de consolo: o Papa est\u00e1 conosco especialmente nas horas de tristeza e amargura\u201d<\/i>. (S\u00e3o Jo\u00e3o XXIII)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pedimos para retomar o fluxo de lembran\u00e7as,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">para refletir sobre aqueles momentos diante das imagens que os retratam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abEu estava em ora\u00e7\u00e3o diante do Senhor&#8230;ali&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Uma ora\u00e7\u00e3o de intercess\u00e3o diante de Deus&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Impressiona a aus\u00eancia de pessoas na pra\u00e7a desoladamente vazia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">T\u00e3o diferente de todas as outras vezes, de todas as outras celebra\u00e7\u00f5es. Mas o Papa percebia a presen\u00e7a dos fi\u00e9is, dos crentes e dos n\u00e3o-crentes? Sentia que naquele momento muitas pessoas estavam conectadas ao Sucessor de Pedro e entre eles atrav\u00e9s da m\u00eddia?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abEu estava em contato com as pessoas. N\u00e3o estava sozinho em nenhum momento&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas sobre a Pra\u00e7a vazia, acrescenta:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00ab\u2026 era muito impressionante\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A\u00a0<i>Statio Orbis<\/i>\u00a0t\u00e3o despida, desprovida de tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desprovida da participa\u00e7\u00e3o do povo de Deus. Mas com algumas presen\u00e7as significativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perguntamos-lhe como a vivenciou:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abBem. A Virgem estava l\u00e1&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Eu que pedi que a Virgem estivesse l\u00e1, a Salus Populi romani, queria que estivesse l\u00e1&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>E o Cristo&#8230; o Cristo Milagroso&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi dito e escrito que o evento de 27 de mar\u00e7o est\u00e1 destinado a permanecer na hist\u00f3ria e na mem\u00f3ria de todos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa fecha o livro de recorda\u00e7\u00f5es e conclui:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>\u00abEu n\u00e3o sei&#8230;<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Foi uma coisa original.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Tudo come\u00e7ou com um pobre capel\u00e3o de uma pris\u00e3o&#8230;\u00bb.<\/b><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O livro da LEV &#8220;Por que tendes medo? 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