{"id":65273,"date":"2020-12-19T09:03:44","date_gmt":"2020-12-19T12:03:44","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=65273"},"modified":"2020-12-18T10:04:37","modified_gmt":"2020-12-18T13:04:37","slug":"diante-do-presepio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/diante-do-presepio\/","title":{"rendered":"Diante do pres\u00e9pio&#8230;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Estamos nos dias finais do Advento em prepara\u00e7\u00e3o para o Natal do Senhor. \u00c9 a vinda de Jesus Cristo \u2013 Deus feito homem por amor de n\u00f3s \u2013 a este mundo para nos redimir das correntes aprisionadoras do pecado e oferecer-nos a possibilidade da vida eterna. \u00c9 o grande mist\u00e9rio da nossa reden\u00e7\u00e3o a respeito do qual somos sempre convidados a refletir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sim, o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II nos recorda que \u201co nascimento de Jesus em Bel\u00e9m n\u00e3o \u00e9 um fato que se possa relegar para o passado. Diante d\u2019Ele, com efeito, est\u00e1 a hist\u00f3ria humana inteira: o nosso tempo atual e o futuro do mundo s\u00e3o iluminados pela sua presen\u00e7a. Ele \u00e9 \u2018o Vivente\u2019 (Ap\u00a01,18), \u2018Aquele que \u00e9, que era e que h\u00e1 de vir\u2019 (Ap\u00a01,4). Diante d\u2019Ele, deve dobrar-se todo o joelho no c\u00e9u, na terra e nos abismos, e toda a l\u00edngua h\u00e1 de proclamar que Ele \u00e9 o Senhor (cf.\u00a0Fl\u00a02,10-11). Cada homem, ao encontrar Cristo, descobre o mist\u00e9rio da sua pr\u00f3pria vida. Jesus \u00e9 verdadeiramente a realidade nova que supera tudo quanto a humanidade pudesse esperar, e tal permanecer\u00e1 para sempre ao longo das \u00e9pocas sucessivas da hist\u00f3ria. Deste modo, a encarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus e a salva\u00e7\u00e3o que realizou com a sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o s\u00e3o o verdadeiro crit\u00e9rio para avaliar a realidade temporal e qualquer projeto que procure tornar a vida do homem cada vez mais humana\u201d (<em>Incarnationis mysterium<\/em>, n. 1).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Importa entender como a Igreja define o grande mist\u00e9rio da Encarna\u00e7\u00e3o, ou seja, aquela verdade que sintetizamos, com a cabe\u00e7a levemente inclinada, no <em>Angelus<\/em>: \u201cE o Verbo se fez carne. E habitou entre n\u00f3s\u201d. Pois bem, o <em>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/em> assim expressa, muito ricamente: \u201cO acontecimento \u00fanico e absolutamente singular da Encarna\u00e7\u00e3o do Filho de Deus n\u00e3o significa que Jesus Cristo seja em parte Deus e em parte homem, nem que seja o resultado de uma mistura confusa do divino com o humano. Ele fez-Se verdadeiro homem, permanecendo verdadeiro Deus. Jesus Cristo \u00e9 verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Esta verdade da f\u00e9, teve a Igreja de a defender e clarificar no decurso dos primeiros s\u00e9culos, perante heresias que a falsificavam\u201d (n. 464). Depois de expor sumariamente as heresias cristol\u00f3gicas dos primeiros s\u00e9culos, o <em>Catecismo<\/em> conclui: \u201cAssim, a Igreja confessa que Jesus \u00e9 inseparavelmente verdadeiro Deus e verdadeiro homem. \u00c9 verdadeiramente o Filho de Deus feito homem, nosso irm\u00e3o, e isso sem deixar de ser Deus, nosso Senhor: \u2018Id quod fuit remansit, et quod non fuit assumpsit\u2019 \u2013 \u2018Continuou a ser o que era e assumiu o que n\u00e3o era\u2019, como canta a Liturgia Romana. E a Liturgia de S\u00e3o Jo\u00e3o Cris\u00f3stomo proclama e canta: \u2018\u00d3 Filho \u00fanico e Verbo de Deus, sendo imortal. Vos dignastes, para nossa salva\u00e7\u00e3o, encarnar no seio da Santa M\u00e3e de Deus e sempre Virgem Maria, e sem mudan\u00e7a Vos fizestes homem e fostes crucificado! \u00d3 Cristo Deus, que por Vossa morte esmagastes a morte, que sois um da Sant\u00edssima Trindade, glorificado com o Pai e o Esp\u00edrito Santo, salvai-nos!\u2019\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Eis o que, diante do pres\u00e9pio, contemplamos: um Deus grandioso que, sem deixar sua grandeza ou divindade, se fez pequeno por amor de n\u00f3s. O Beato Charles de Foucauld, sempre lembrado pelo Papa Francisco, lembrando seu diretor espiritual, o Pe. Huvelin, assegura que Cristo assumiu de tal modo a pequenez ou o \u00faltimo lugar que lhe \u00e9 imposs\u00edvel tirar. Ficamos no pen\u00faltimo lugar se queremos imitar Nosso Senhor de perto. Eis suas palavras: \u201cJesus tomou de tal maneira o \u00faltimo lugar que ningu\u00e9m jamais pode tir\u00e1-lo de l\u00e1\u201d (Irm\u00e3zinha Annie de Jesus. <em>Charles de Foucauld. Nos passos de Jesus de Nazar\u00e9<\/em>. S\u00e3o Paulo: Cidade Nova, 2004, p. 35). Mais: \u201cAo meditar sobre Lucas 2,51, o mesmo Foucauld afirma de Cristo: \u201cEle desceu: em toda sua vida, n\u00e3o fez mais que descer: descer encarnando-se; descer ao se fazer pequena crian\u00e7a, descer obedecendo, descer ao se fazer&#8230; pobre, exilado, perseguido, &#8230; colocando-se todos os dias no \u00faltimo lugar&#8230; Veio de Nazar\u00e9, lugar de sua vida oculta, da vida ordin\u00e1ria, da vida em fam\u00edlia, de ora\u00e7\u00e3o, de trabalho, de desprezo, de virtudes silenciosas&#8230; da qual nos deu o exemplo durante trinta anos\u201d (Dom Beto Breis, OFM. <em>Francisco de Assis e Charles de Foucauld enamorados do Deus humanado<\/em>. S\u00e3o Paulo: Paulus, 2017, p. 64). Possamos, em sua escola, aprender tudo isso do Senhor por meio desse m\u00edstico do s\u00e9culo XX. Afinal, a vida toda de Nosso Senhor \u00e9 redentora: pelo fato de ter se encarnado e vivido entre n\u00f3s e igual a n\u00f3s em tudo, exceto no pecado, realizou o que chamamos de <em>reden\u00e7\u00e3o f\u00edsico-m\u00edstica<\/em> e por sua morte de cruz coroou tudo isso no que denominamos <em>reden\u00e7\u00e3o propiciat\u00f3ria<\/em>. \u00c9 a s\u00e1bia pedagogia divina a confundir a sabedoria humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Diante do pres\u00e9pio, somos chamados a compreender, na pequenez e simplicidade, a grandeza de Deus que, exatamente por ser todo-poderoso, pode se fazer e se faz pequeno a fim de nos chamar para perto de Si. Isso nos ensina Bento XVI, em sua Audi\u00eancia geral, 23\/12\/2009, ao afirmar que \u201cno Natal Deus se tornou deveras o \u2018Emanuel\u2019, o Deus-conosco, do qual n\u00e3o nos separa barreira nem dist\u00e2ncia alguma. Naquele Menino, Deus tornou-se t\u00e3o pr\u00f3ximo de cada um de n\u00f3s, t\u00e3o pr\u00f3ximo, que podemos cham\u00e1-lo por tu e manter com ele uma rela\u00e7\u00e3o confidencial de afeto profundo, assim como fazemos com um rec\u00e9m-nascido. De fato, naquele Menino manifesta-se Deus-Amor:\u00a0 Deus vem sem armas, sem a for\u00e7a, porque n\u00e3o pretende conquistar, por assim dizer, de fora, ao contr\u00e1rio, deseja ser acolhido pelo homem em liberdade; Deus faz-se Menino inerme para vencer a soberba, a viol\u00eancia e a ambi\u00e7\u00e3o de posse do homem. Em Jesus, Deus assumiu esta condi\u00e7\u00e3o pobre e desarmante para nos vencer com o amor e nos guiar \u00e0 nossa verdadeira identidade. N\u00e3o devemos esquecer que o t\u00edtulo maior de Jesus Cristo \u00e9 precisamente o de \u2018Filho\u2019, Filho de Deus; a dignidade divina \u00e9 indicada com uma palavra, que prolonga a refer\u00eancia \u00e0 humilde condi\u00e7\u00e3o da manjedoura de Bel\u00e9m, mesmo correspondendo de modo \u00fanico \u00e0 sua divindade, que \u00e9 a divindade do \u2018Filho\u2019. A sua condi\u00e7\u00e3o de Menino indica-nos, al\u00e9m disso, como podemos encontrar Deus e gozar da Sua presen\u00e7a. \u00c9 \u00e0 luz do Natal que podemos compreender as palavras de Jesus:\u00a0\u2018Se n\u00e3o voltardes a ser como as criancinhas, n\u00e3o podereis entrar no reino dos c\u00e9us\u2019\u00a0(Mt\u00a018,3). Quem n\u00e3o compreendeu o mist\u00e9rio do Natal, n\u00e3o entendeu o elemento decisivo da exist\u00eancia crist\u00e3\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Com rela\u00e7\u00e3o ao pres\u00e9pio em si, devemos agradecer muito a S\u00e3o Francisco de Assis que, apaixonado por Deus feito homem por amor de n\u00f3s, monta o primeiro pres\u00e9pio vivo em Greccio. O santo de Assis via a\u00ed o verdadeiro Emanuel, o Deus-conosco que habita entre n\u00f3s. \u00c9, uma vez mais, Bento XVI quem nos ajuda a refletir ao escrever na Audi\u00eancia geral j\u00e1 citada: \u201cNa primeira biografia, Tom\u00e1s de Celano fala da noite do pres\u00e9pio de Greccio de modo vivo e comovedor, oferecendo uma contribui\u00e7\u00e3o decisiva para a difus\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o natal\u00edcia mais bonita, a do pres\u00e9pio. De fato, a noite de Greccio voltou a dar \u00e0 cristandade a intensidade e a beleza da festa do Natal, e educou o Povo de Deus para compreender a sua mensagem mais aut\u00eantica, o calor particular, e a amar e adorar a humanidade de Cristo. Esta particular aproxima\u00e7\u00e3o ao Natal ofereceu \u00e0 f\u00e9 crist\u00e3 uma nova dimens\u00e3o. A P\u00e1scoa tinha concentrado a aten\u00e7\u00e3o sobre o poder de Deus que vence a morte, inaugura a vida nova e ensina a esperar no mundo que h\u00e1 de vir. Com S\u00e3o Francisco e com o seu pres\u00e9pio eram postos em evid\u00eancia o amor inerme de Deus, a sua humildade e a sua benignidade, que na Encarna\u00e7\u00e3o do Verbo se manifesta aos homens para ensinar um novo modo de viver e de amar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pergunta-se, no entanto, como isso se deu? \u2013 Bento XVI responde: \u201cCelano narra que, naquela noite de Natal, foi concedida a Francisco a gra\u00e7a de uma vis\u00e3o maravilhosa. Viu jazer im\u00f3vel na manjedoura um pequeno menino, que foi despertado do sono precisamente pela proximidade de Francisco. E acrescenta:\u00a0\u2018Nem esta vis\u00e3o discordava dos fatos porque, por obra da sua gra\u00e7a que agia por meio do seu santo servo Francisco, o Menino Jesus foi ressuscitado no cora\u00e7\u00e3o de muitos, que o tinham esquecido, e foi impresso profundamente na sua mem\u00f3ria amorosa\u2019\u00a0<em>(Vida primeira, op. cit.,<\/em>\u00a0n. 86, p. 307). Este quadro descreve com muita clareza quanto a f\u00e9 viva e o amor de Francisco pela humanidade de Cristo transmitiram \u00e0 festa crist\u00e3 do Natal:\u00a0a descoberta que Deus se manifesta nos membros fr\u00e1geis do Menino Jesus\u201d. Eis o sentido real do Natal!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A beleza do Natal est\u00e1 em ver que Cristo veio para todos os que desejam acolh\u00ea-Lo de cora\u00e7\u00e3o aberto. Os primeiros convidados a ador\u00e1-Lo s\u00e3o pobres pastores que guardavam rebanhos nas imedia\u00e7\u00f5es da manjedoura (cf. Lc 2,8-18). Depois, no entanto, tamb\u00e9m os reis magos v\u00eam at\u00e9 Ele (cf. Mt 2,1-12). Estes eram pag\u00e3os que desejam, al\u00e9m da simplicidade de seus cora\u00e7\u00f5es como a dos pastores, oferecer ao Deus-Menino dons materiais: ouro, incenso e mirra. O encontro com aqueles homens do Oriente \u00e9 chamado de <em>epifania<\/em>, ou seja a manifesta\u00e7\u00e3o de Deus a todos os homens e mulheres de boa vontade. O an\u00fancio da Boa-Nova do Reino n\u00e3o exclui ningu\u00e9m. No pres\u00e9pio, ficam lado a lado com Jesus, Maria e Jos\u00e9 \u2013 a Sagrada Fam\u00edlia de Nazar\u00e9 \u2013 pobres pastores e ricos reis magos&#8230; Todos assistidos por anjos cantores&#8230; \u00c9 a harmonia do Reino de Deus que muito difere da mesquinhez humana fomentadora da divis\u00e3o fratricida ou da luta de classes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Esse mesmo conceito inclusivo do pres\u00e9pio \u00e9 visto tamb\u00e9m nas fortes prega\u00e7\u00f5es de Jo\u00e3o Batista e no seu batismo de penit\u00eancia em prepara\u00e7\u00e3o para o in\u00edcio do minist\u00e9rio p\u00fablico de Jesus, conforme lemos em Lc 3,10-14: \u201cPerguntava-lhe a multid\u00e3o: \u2018Que devemos fazer?\u2019. Ele respondia: \u2018Quem tem duas t\u00fanicas d\u00ea uma ao que n\u00e3o tem; e quem tem o que comer, fa\u00e7a o mesmo\u2019. Tamb\u00e9m publicanos vieram para ser batizados, e perguntaram-lhe: \u2018Mestre, que devemos fazer?\u2019 Ele lhes respondeu: \u2018N\u00e3o exijais mais do que vos foi ordenado\u2019. Do mesmo modo, os soldados lhe perguntavam: \u2018E n\u00f3s, que devemos fazer?\u2019. Respondeu-lhes: \u2018N\u00e3o pratiqueis viol\u00eancia nem defraudeis a ningu\u00e9m, e contentai-vos com o vosso soldo\u2019\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Eis alguns caminhos para o Santo Natal: a partilha, especialmente de roupas e alimentos; o exerc\u00edcio do poder com justi\u00e7a e equidade, caso dos cobradores de impostos (publicanos) e dos soldados. Em uma palavra, para bem receber a Cristo que vem, de modo espiritual, ao nosso cora\u00e7\u00e3o, precisamos nos converter. Mudar de vida: hoje ser melhor que ontem, amanh\u00e3 melhor que hoje e assim sucessivamente, fazendo de cada momento um <em>kair\u00f3s<\/em> ou um tempo oportuno da gra\u00e7a de Deus em nossa vida. Ela, certamente, mudar\u00e1 para melhor no relacionamento com o Senhor e com as pessoas que nos cercam. Fa\u00e7amos essa experi\u00eancia!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Concluo convidando a cada irm\u00e3o ou irm\u00e3 a contemplar o pres\u00e9pio \u2013 ainda que seja numa gravura \u2013 e dele tentar extrair algumas li\u00e7\u00f5es. Sem nos afastarmos do grande centro que \u00e9 Cristo, o filho obediente, observemos tamb\u00e9m as atitudes de Nossa Senhora, a m\u00e3e acolhedora, e de S\u00e3o Jos\u00e9, o pai zeloso, cujo ano especial estamos celebrando, e pe\u00e7amos que cada pessoa, onde quer que se encontre, tenha a gra\u00e7a de fazer do seu cora\u00e7\u00e3o uma manjedoura viva para acolher o Deus-Menino e tornar-se com isso melhor para Deus, para si mesma e para o pr\u00f3ximo. Afinal, s\u00f3 a convers\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o transforma verdadeiramente o mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Estamos nos dias finais do Advento em prepara\u00e7\u00e3o para o Natal do Senhor. \u00c9 a vinda de Jesus Cristo \u2013 Deus feito homem por amor de n\u00f3s \u2013 a este mundo para nos redimir das correntes aprisionadoras do pecado e oferecer-nos a possibilidade da vida eterna. \u00c9 o grande mist\u00e9rio da nossa reden\u00e7\u00e3o a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":55819,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-65273","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65273","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65273"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65273\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":65274,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65273\/revisions\/65274"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55819"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65273"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65273"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65273"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}