{"id":65230,"date":"2020-12-17T09:20:54","date_gmt":"2020-12-17T12:20:54","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=65230"},"modified":"2020-12-17T09:20:54","modified_gmt":"2020-12-17T12:20:54","slug":"o-bom-uso-da-economia-compartilhada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-bom-uso-da-economia-compartilhada\/","title":{"rendered":"O bom uso da Economia Compartilhada"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em>*Hugo Yamashita de Moura<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-65231 alignleft\" src=\"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-150x300.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-150x300.jpg 150w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-512x1024.jpg 512w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-768x1536.jpg 768w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-384x768.jpg 384w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-600x1200.jpg 600w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-1024x2048.jpg 1024w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-696x1392.jpg 696w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-1068x2136.jpg 1068w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-210x420.jpg 210w, https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-content\/uploads\/Foto-scaled.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>Parafraseando Lavoisier (1743-1794) em sua teoria da conserva\u00e7\u00e3o de massas: <em>\u201cnada se cria, nada se perde, tudo se transforma<\/em>\u201d, podemos dizer que a sociedade sempre passou por transforma\u00e7\u00f5es. E, atualmente, com tecnologia acess\u00edvel, redes sociais, as transforma\u00e7\u00f5es s\u00e3o cada vez mais intensas e r\u00e1pidas, gerando necessidades e influenciando at\u00e9 nossos h\u00e1bitos de consumo, mesmo em tempos de pandemia, crise econ\u00f4mica e desafios socioambientais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nessa era da informa\u00e7\u00e3o, temos a op\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m de vivermos a era da Economia Compartilhada (coletiva ou colaborativa). Um novo modelo econ\u00f4mico-social que baseia-se no relacionamento e compartilhamento de recursos dispon\u00edveis, sejam eles materiais, humanos ou intelectuais (normalmente via uma ferramenta online). Ou seja, quando uma pessoa usufrui de um benef\u00edcio de um servi\u00e7o ou de um produto, sem necessariamente realizar a compra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Economia Compartilhada j\u00e1 \u00e9 algo consolidado no dia a dia das pessoas. Praticamente todas j\u00e1 usufru\u00edram (ao menos uma vez) de algum benef\u00edcio da mesma. Seja atrav\u00e9s de uma \u201ccorrida\u201d de Uber, um aluguel de fim de semana na praia via Airbnb, um pedido de jantar no Ifood, ao assistir uma s\u00e9rie na Netflix, ao usar um patinete el\u00e9trico para ir ao trabalho ou ent\u00e3o a abertura de conta em um banco digital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O compartilhamento de bens e servi\u00e7os torna a vida mais f\u00e1cil, funcional e menos &#8220;agressiva&#8221; ao meio ambiente. Com os exemplos acima, percebemos muitas vantagens, como: n\u00e3o ser necess\u00e1rio ter um carro para se locomover ou ter apartamento na praia para o fim de semana (e todas as respectivas despesas dos mesmos: IPVA, IPTU, seguros, manuten\u00e7\u00f5es, entre outras); n\u00e3o se faz necess\u00e1rio comprar cole\u00e7\u00e3o de DVDs para assistir a uma s\u00e9rie; economia de tempo (e paci\u00eancia) em filas de bancos para resolver um simples problema; acesso f\u00e1cil e r\u00e1pido a produtos e servi\u00e7os de todos os tipos; menos emiss\u00e3o de CO2 e gases poluentes; menor uso de papel; menor explora\u00e7\u00e3o de recursos naturais e reutiliza\u00e7\u00e3o de recursos; economia financeira, que pode ser usada para se ter experi\u00eancias e n\u00e3o somente bens.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, como nem tudo s\u00e3o maravilhas, os participantes da Economia Compartilhada precisam ter alguns cuidados tamb\u00e9m: certificar que o aplicativo a ser utilizado \u00e9 de empresa id\u00f4nea; utilizar plataformas que valorizem a qualidade e integridade (avalia\u00e7\u00e3o e reputa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios); estar atento \u00e0s permiss\u00f5es suspeitas solicitadas por certos aplicativos (qual o motivo de um app de entrega de alimenta\u00e7\u00e3o solicitar acesso \u00e0 sua lista de contatos ou a sua c\u00e2mera?); ter cuidado ao fazer <em>download<\/em> de programas fora das plataformas do sistema operacional (AppleStore ou PlayStore), pois alguns podem conter v\u00edrus e roubar dados particulares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em suma, a Economia Compartilhada \u00e9 uma realidade em que a sociedade est\u00e1 inserida e entrega diversos benef\u00edcios econ\u00f4micos, sociais e ambientais. E, como tudo na vida, se bem utilizada, trar\u00e1 ganhos a todos os envolvidos, seja em escala global ou no \u00e2mbito local. Grande parte dessa economia acontece <em>on-line<\/em>, entretanto, pequenas iniciativas na sociedade (um bazar de troca de roupas em um bairro pequeno, por exemplo) geram riqueza e qualidade de vida aos envolvidos, como bem escreveu Mario Quintana (1906-1994): \u201ccuide bem do seu jardim e as borboletas vir\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>* Hugo Yamashita de Moura<\/em><\/strong><em> \u00e9 mission\u00e1rio na Comunidade Can\u00e7\u00e3o Nova, Engenheiro de Produ\u00e7\u00e3o e Sistemas, e, atualmente, \u00e9 gerente de Compras da Associa\u00e7\u00e3o Internacional Privada de Fi\u00e9is (AIPF-CN) e professor de Jud\u00f4 na Cia. de Artes (FJPII-CN).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*Hugo Yamashita de Moura Parafraseando Lavoisier (1743-1794) em sua teoria da conserva\u00e7\u00e3o de massas: \u201cnada se cria, nada se perde, tudo se transforma\u201d, podemos dizer que a sociedade sempre passou por transforma\u00e7\u00f5es. 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