{"id":65062,"date":"2020-12-14T09:51:27","date_gmt":"2020-12-14T12:51:27","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=65062"},"modified":"2020-12-14T10:53:17","modified_gmt":"2020-12-14T13:53:17","slug":"o-que-e-o-purgatorio-afinal-ele-existe-e-como-e","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-que-e-o-purgatorio-afinal-ele-existe-e-como-e\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 o Purgat\u00f3rio? Afinal, ele existe? E como \u00e9?"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"subtitle\" style=\"text-align: justify;\">Ser\u00e1 que todos n\u00f3s, quando morremos, j\u00e1 estamos plenamente convertidos a Deus? O que acontece com as almas que precisam se purificar?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos se perguntam se o Purgat\u00f3rio realmente existe. Mas, pensemos sinceramente: ser\u00e1 que todas as coisas sujas que acumulamos em nossas vidas se tornar\u00e3o, de repente, irrelevantes?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a Igreja Cat\u00f3lica, o purgat\u00f3rio \u00e9 um estado no qual as almas dos defuntos passam por um processo de purifica\u00e7\u00e3o a fim de obter a santidade necess\u00e1ria para entrar na alegria do C\u00e9u. \u00c9 a ocasi\u00e3o final que Deus d\u00e1 \u00e0s pessoas de se habilitarem para a comunh\u00e3o plena com Ele. Assim, o purgat\u00f3rio \u00e9 a \u00faltima convers\u00e3o, na morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O modo de viver de cada pessoa n\u00e3o \u00e9 irrelevante. A morte n\u00e3o \u00e9 uma esponja que simplesmente apaga todo o mal feito e o pecado cometido. Raros s\u00e3o os que, na morte, est\u00e3o de tal forma purificados que podem mergulhar direto na santidade de Deus. A gra\u00e7a de Deus que salva n\u00e3o prescinde da justi\u00e7a.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Op\u00e7\u00f5es de vida<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando uma pessoa morre, sua op\u00e7\u00e3o de vida torna-se definitiva. Podem existir pessoas que levaram uma vida pur\u00edssima, tendo morrido na gra\u00e7a e na amizade de Deus, estando totalmente purificadas. A Igreja ensina que tais pessoas seguem imediatamente para o C\u00e9u.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No outro extremo desse caso, podem existir aqueles que morreram tendo cometido faltas muito graves, sem terem se arrependido e acolhido o amor misericordioso de Deus. Estes passariam ao estado de auto-exclus\u00e3o definitiva da comunh\u00e3o com Deus, chamado de Inferno.<\/p>\n<div class=\"nativo-inread\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Observando as duas situa\u00e7\u00f5es acima, n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil perceber que nenhuma delas \u00e9 a mais comum. O cora\u00e7\u00e3o do homem vive constantemente em luta perante suas limita\u00e7\u00f5es e nega\u00e7\u00f5es em acolher o amor de Deus de forma plena.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Inclina\u00e7\u00f5es incompat\u00edveis com a santidade de Deus<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua carta Spe Salvi, o Papa Bento XVI reconhece que na maioria dos homens \u201cperdura no mais profundo da sua ess\u00eancia uma derradeira abertura interior para a verdade, para o amor, para Deus\u201d.<\/p>\n<div id=\"article-desk-content-p6-ad_2020_12_14_o-que-e-o-purgatorio\" class=\"css-y9mcup\" style=\"text-align: justify;\" data-google-query-id=\"CJOevYDPze0CFYgwuQYd7L4KaQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_64500793\/PT_DESK_ARTICLE_WELCOME_1X1_3__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, nas op\u00e7\u00f5es concretas da vida, essa abertura para Deus \u201c\u00e9 sepultada sob repetidos compromissos com o mal: muita sujeira cobre a pureza, da qual, contudo, permanece a sede\u201d (n. 45).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo aqueles que buscam viver a sua vida em amizade com Deus n\u00e3o est\u00e3o totalmente isentos de apresentar inclina\u00e7\u00f5es desregradas, falhas em sua constitui\u00e7\u00e3o humana, ou seja, caracter\u00edsticas incompat\u00edveis com a santidade de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quantas vezes aquilo que chamamos de virtude n\u00e3o \u00e9, na verdade, um culto ao pr\u00f3prio \u201ceu\u201d; quantas vezes a prud\u00eancia n\u00e3o se revela uma forma de covardia; a virilidade, arrog\u00e2ncia; a parcim\u00f4nia, avareza; e a caridade, uma forma de esbanjamento (Schamus, \u201cKatholische Dogmatik\u201d IV 2).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quantas vezes em nossos cora\u00e7\u00f5es n\u00e3o se instalam ego\u00edsmo, orgulho, vaidade, neglig\u00eancia, infidelidade\u2026<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7a sim, mas com justi\u00e7a<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o pergunta o Papa: \u201co que acontece a tais indiv\u00edduos quando comparecem diante do Juiz? Ser\u00e1 que todas as coisas imundas que acumularam na sua vida se tornar\u00e3o, de repente, irrelevantes?\u201d (n. 44)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa tem aqui em mente a quest\u00e3o da justi\u00e7a. A gra\u00e7a de Deus \u2013 seu socorro gratuito \u2013, que salva o homem, n\u00e3o exclui a justi\u00e7a. A gra\u00e7a n\u00e3o \u00e9 uma esponja que apaga tudo que foi feito de mal no mundo, de modo que, ao final, tudo tenha o mesmo valor (n. 44).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A compenetra\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a e da justi\u00e7a ensina que \u201co nosso modo de viver n\u00e3o \u00e9 irrelevante\u201d, ou seja, que o mal que cometemos e o pecado dos homens n\u00e3o \u00e9 simplesmente esquecido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ensinamento cat\u00f3lico considera que o ser humano, na morte, ainda tem uma ocasi\u00e3o para se purificar e atingir o grau de santidade necess\u00e1rio para entrar no C\u00e9u. O purgat\u00f3rio \u00e9 exatamente este estado em que as almas dos defuntos se purificam. N\u00e3o \u00e9 uma c\u00e2mara de tortura e n\u00e3o deve causar medo. O purgat\u00f3rio \u00e9 uma derradeira oportunidade para a pessoa tornar-se plena e evoluir at\u00e9 as \u00faltimas possibilidades do seu ser.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Ser humano \u00e9 dotado de liberdade<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mal do mundo e de nossos cora\u00e7\u00f5es n\u00e3o fica simplesmente esquecido com a morte. Deus n\u00e3o \u00e9 apenas gra\u00e7a, mas \u00e9 tamb\u00e9m justi\u00e7a. E toda pessoa, sendo dotada de liberdade, \u00e9 ao final respons\u00e1vel por suas escolhas e atitudes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo assim, aqueles que morrem na gra\u00e7a e na amizade com Deus, mas n\u00e3o est\u00e3o completamente purificados, t\u00eam a oportunidade de passar por essa purifica\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ensinamento cat\u00f3lico considera que o destino do ser humano na morte n\u00e3o alcan\u00e7a um ponto final est\u00e1tico da evolu\u00e7\u00e3o. Ou seja, \u00e9 poss\u00edvel realizar um caminho de aperfei\u00e7oamento \u2013 de convers\u00e3o e purifica\u00e7\u00e3o \u2013 depois da morte.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Purgat\u00f3rio existe e \u00e9 oportunidade de \u00faltima convers\u00e3o<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se da \u00faltima convers\u00e3o da pessoa. Diante de Deus, na morte, cada um deve abrir m\u00e3o, de forma radical, de todo orgulho e ego\u00edsmo, entregando-se incondicionalmente ao Senhor, depositando nele toda a esperan\u00e7a. Deve abandonar tudo que impossibilita amar a Deus com todo cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 a este \u00faltimo ato da evolu\u00e7\u00e3o humana, esta convers\u00e3o derradeira e purifica\u00e7\u00e3o para mergulhar na comunh\u00e3o com Deus que a Igreja chama de purgat\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 exatamente na morte e por ocasi\u00e3o do encontro com Deus que cada pessoa experimentar\u00e1, com intensidade nunca antes conhecida, o significado de sua vida vivida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E dependendo do que ela tiver feito de si durante esta vida, dependendo tamb\u00e9m do que ela tiver feito a outras pessoas e com as situa\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e estruturais naquela vida, sua uni\u00e3o com Deus tamb\u00e9m ser\u00e1 ligada a uma purifica\u00e7\u00e3o experimentada de maneira mais ou menos dolorosa\u201d, afirma o te\u00f3logo Renold Blank no livro \u201cEscatologia da Pessoa\u201d.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Oportunidade de purifica\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta purifica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma \u00faltima oportunidade dada ao homem de cumprimento do plano de Deus, em que sejamos \u201cconformes \u00e0 imagem do seu Filho, a fim de que ele seja o primog\u00eanito entre muitos irm\u00e3os\u201d (Rm 8, 29).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, o purgat\u00f3rio n\u00e3o deve ser visto como uma c\u00e2mara de tortura c\u00f3smica e nem deve causar medo. O purgat\u00f3rio \u00e9 no fundo de \u201cum novo e reiterado ato de salva\u00e7\u00e3o de Deus, a fim de que o homem possa ser salvo\u201d (Blank).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A oferta de Deus com o purgat\u00f3rio configura-se ent\u00e3o como a etapa para a pessoa tornar-se plena, evoluir at\u00e9 as \u00faltimas possibilidades do seu ser, alcan\u00e7ar a plena realiza\u00e7\u00e3o de todas as suas capacidades, estando apta assim para entrar no C\u00e9u e na santidade de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A imagem do fogo, associada ao purgat\u00f3rio, pode ser interpretada como o pr\u00f3prio Cristo, que vem para nos salvar. No encontro com Ele, toda falsidade vem abaixo e o seu olhar nos cura como que pelo fogo.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Fogo transformador que existe no Purgat\u00f3rio<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a imagem do purgat\u00f3rio ser associada ao fogo, Bento XVI assinala que \u201calguns te\u00f3logos recentes s\u00e3o do parecer de que o fogo que simultaneamente queima e salva \u00e9 o pr\u00f3prio Cristo, o Juiz e Salvador\u201d (Spe Salvi, n. 47).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante do olhar de Cristo, toda falsidade vem abaixo. \u201c\u00c9 o encontro com ele que, queimando-nos, nos transforma e liberta para nos tornar verdadeiramente n\u00f3s mesmos\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse momento, as coisas edificadas durante a vida podem se revelar palha seca e desmoronar. Por\u00e9m, \u201cna dor deste encontro, em que o impuro e o nocivo do nosso ser se tornam evidentes, est\u00e1 a salva\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O olhar de Cristo, o toque do seu cora\u00e7\u00e3o \u201ccura-nos atrav\u00e9s de uma transforma\u00e7\u00e3o certamente dolorosa \u2018como pelo fogo\u2019. Contudo, \u00e9 uma dor feliz, em que o poder santo de seu amor nos penetra como chama\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bento XVI explica ainda que o pecado do homem j\u00e1 foi queimado na Paix\u00e3o de Cristo. E no momento do Ju\u00edzo, \u201cexperimentamos e acolhemos este prevalecer do seu amor sobre todo o mal no mundo e em n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Doutrina de que existe o purgat\u00f3rio vem de ideia b\u00edblica<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A doutrina do purgat\u00f3rio \u00e9 uma consequ\u00eancia l\u00f3gica da ideia b\u00edblica de que Deus exige a expia\u00e7\u00e3o dos pecados. Ela traz refer\u00eancias a certos trechos da Escritura, \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o da Igreja e \u00e0 pr\u00e1tica da ora\u00e7\u00e3o pelos defuntos. Essa ideia foi sistematizada a partir do II Conc\u00edlio de Li\u00e3o, em 1274. O Papa Bento XVI a retomou em sua enc\u00edclica sobre a esperan\u00e7a crist\u00e3, Spe Salvi (2007).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O termo purgat\u00f3rio designa uma no\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica elaborada a partir da Idade M\u00e9dia no Ocidente. Nomeia o estado em que se encontram as almas dos defuntos que est\u00e3o num estado provis\u00f3rio, devido ao fato de n\u00e3o estarem aptas a entrar imediatamente na vis\u00e3o de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pensamento cat\u00f3lico assinala o dogma do purgat\u00f3rio como consequ\u00eancia l\u00f3gica da doutrina b\u00edblica segundo a qual Deus exige do homem a expia\u00e7\u00e3o pessoal pelas faltas cometidas.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">No Antigo Testamento<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do Antigo Testamento, considera-se a passagem mais significativa para ilustrar essa ideia 2 Mac 12, 39-46, em que Judas Macabeu \u201cmandou que se celebrasse pelos mortos um sacrif\u00edcio expiat\u00f3rio, para que fossem absolvidos de seu pecado\u201d. J\u00e1 Paulo, em 1 Cor 3, 10-15, fala de uma salva\u00e7\u00e3o \u201ccomo que atrav\u00e9s do fogo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 o s\u00e9culo IV, a f\u00e9 no purgat\u00f3rio \u00e9 atestada pelos sufr\u00e1gios que os crist\u00e3os faziam por seus defuntos, ou seja, as ora\u00e7\u00f5es pelas almas que ainda n\u00e3o tinham entrado no C\u00e9u e poderiam ser ajudadas nisso pelos fi\u00e9is vivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Agostinho e outros grandes te\u00f3logos dos in\u00edcios da Igreja assinalam a exist\u00eancia de penas expiat\u00f3rias depois da morte. Nesse \u00e2mbito, o texto de Paulo que fala da salva\u00e7\u00e3o \u201ccomo que atrav\u00e9s do fogo\u201d \u00e9 frequentemente citado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante de um crescente interesse pelo tema do purgat\u00f3rio na Idade M\u00e9dia, o Magist\u00e9rio da Igreja passou a estruturar essa doutrina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O II Conc\u00edlio de Li\u00e3o (1274) fala de \u201cpenas purgatoriais\u201d. O Conc\u00edlio de Floren\u00e7a (1438) tamb\u00e9m assinala uma purifica\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a morte por \u201cpenas purgatoriais\u201d. Mas \u00e9 o Conc\u00edlio de Trento (1547) que vai registrar expressamente a doutrina, afirmando que o pecado acarreta uma pena que tem de ser expiada \u201cseja neste mundo, seja no outro, no purgat\u00f3rio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trata-se portanto de uma doutrina cat\u00f3lica, que n\u00e3o foi acolhida nem pelas Igrejas do Oriente nem pelos protestantes.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Magist\u00e9rio recente da Igreja Cat\u00f3lica<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ensinamento mais recente da Igreja Cat\u00f3lica reafirma a doutrina do purgat\u00f3rio. O Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica (1992) assinala sua fundamenta\u00e7\u00e3o nas Escrituras, nos conc\u00edlios e na pr\u00e1tica da ora\u00e7\u00e3o pelos defuntos. O Papa Bento XVI tamb\u00e9m retoma o tema, na sua enc\u00edclica sobre a esperan\u00e7a crist\u00e3.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ser\u00e1 que todos n\u00f3s, quando morremos, j\u00e1 estamos plenamente convertidos a Deus? O que acontece com as almas que precisam se purificar? Muitos se perguntam se o Purgat\u00f3rio realmente existe. Mas, pensemos sinceramente: ser\u00e1 que todas as coisas sujas que acumulamos em nossas vidas se tornar\u00e3o, de repente, irrelevantes? 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