{"id":64398,"date":"2020-11-16T09:15:55","date_gmt":"2020-11-16T12:15:55","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=64398"},"modified":"2020-11-16T11:16:46","modified_gmt":"2020-11-16T14:16:46","slug":"santa-gertrudes-de-helfta-ontem-e-hoje","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/santa-gertrudes-de-helfta-ontem-e-hoje\/","title":{"rendered":"Santa Gertrudes de Helfta ontem e hoje"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dia 16 de novembro, celebramos Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301\/2) ou Santa Gertrudes, \u201ca Grande\u201d, como a intitulou o Papa Bento XVI, em sua Catequese de 06\/10\/2010. Eis porque \u2013 num tempo em que tr\u00eas grandes Ordens religiosas, a Beneditina, a Cisterciense e a Trapista, pleiteiam a ela o t\u00edtulo de \u201cDoutora da Igreja\u201d \u2013 desejo tratar de alguns aspectos da sua vida, talvez desconhecidos do grande p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 De in\u00edcio, faz-se oportuno aclarar um mal-entendido sobre o mosteiro de Helfta: era beneditino ou cisterciense? \u2013 Deixemos claro, antes do mais, que Helfta n\u00e3o \u00e9 o sobrenome da nossa grande santa, mas, sim, o nome do mosteiro no qual ela viveu na Alemanha do s\u00e9culo XIII. Essa comunidade \u2013 muito perseguida, mas que, ao mesmo tempo, deu \u00e0 Igreja grandes m\u00edsticas como Gertrudes e as duas Matildes: a de Hackeborn e a de Magdeburgo \u2013 era uma funda\u00e7\u00e3o de 1229, \u00e9poca em que Bucardo, conde de Mansfeld, e sua esposa reuniram pr\u00f3ximo ao seu castelo um grupo de monjas vindas do mosteiro de Halberstadt. \u201cJuridicamente Helfta era uma casa aut\u00f4noma, sob a jurisdi\u00e7\u00e3o do bispo diocesano de Halberstadt. As religiosas consideravam-se simultaneamente beneditinas e cistercienses: no in\u00edcio do s\u00e9culo a vida mon\u00e1stica havia recobrado um novo entusiasmo gra\u00e7as ao impulso cisterciense\u201d (<em>Vida e exerc\u00edcios espirituais<\/em>. 2\u00aa ed. Juiz de Fora: Subiaco, 2013, p. 13).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 a Ir. Ana Laura Forastieri, OCSO, estudiosa de Santa Gertrudes, assegura: \u201cO mosteiro beneditino de Helfta no s\u00e9culo XIII aderiu \u00e0 observ\u00e2ncia cisterciense sem, contudo, pertencer juridicamente \u00e0 Ordem de Cister. No fim do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do s\u00e9culo XX, beneditinos e cistercienses disputaram a perten\u00e7a de Santa Gertrudes \u00e0s suas respectivas Ordens. Uma disputa anacr\u00f4nica porque aplicava ao s\u00e9culo XIII um conceito moderno de \u2018Ordem\u2019: na Idade M\u00e9dia a express\u00e3o \u2018Ordem de S\u00e3o Bento\u2019 n\u00e3o se entendia em um sentido excludente ou oposto \u00e0 \u2018Ordem Cisterciense\u2019, mas, ao contr\u00e1rio, abrangia todas as casas que seguiam a <em>Regra de S\u00e3o Bento<\/em>\u201d (Santa Gertrudis: Doctora de la Iglesia? <em>Cistercium<\/em>, 258 (2012) 36, <em>apud Mensagem da Divina Miseric\u00f3rdia<\/em>, 2012, p. 13). Isso \u00e9 o que, bem antes, tamb\u00e9m afirmava Dom Veremundo A. T\u00f3th, OSB, ao constatar que \u201cas monjas de Helfta no s\u00e9c. XIII se consideravam cistercienses, ainda que o convento n\u00e3o pertencesse \u00e0 jurisdi\u00e7\u00e3o da Ordem, pois estava submetido ao Bispo de Halberstadt e em termos gerais (no seu dia a dia) procuravam se ajustar \u00e0 liturgia da diocese\u201d (<em>Por sinais ao invis\u00edvel: o simbolismo de Santa Mectildes e Santa Gertrudes<\/em>. Juiz de Fora: Subiaco, 2003, p. 47). Eis como, por esses importantes testemunhos, se resolve a quest\u00e3o sobre o afamado mosteiro de Helfta: era uma funda\u00e7\u00e3o diocesana alicer\u00e7ada na tradi\u00e7\u00e3o beneditina, mas que, com o tempo, abra\u00e7ou a espiritualidade cisterciense sem pertencer, ao menos naquele momento, no plano can\u00f4nico, \u00e0 Ordem de Cister.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para tentar resumir, ainda que n\u00e3o sem dificuldades, a ess\u00eancia da vida mon\u00e1stica da nossa Ordem Cisterciense, recorramos a Dom Lu\u00eds Alberto Ruas Santos, O. Cist., ao dizer que \u201co ritmo do mosteiro cisterciense est\u00e1 organizado em fun\u00e7\u00e3o do encontro pessoal do monge com Deus. O sil\u00eancio exterior \u00e9 apenas uma face tang\u00edvel de uma realidade oposta: a intensidade e a riqueza do di\u00e1logo interior com Deus. Alimentados pela palavra de Deus ouvida na liturgia ou ruminada na <em>lectio<\/em> privada, os cistercienses cultivavam ao longo do dia a <em>memoria Dei<\/em> ou lembran\u00e7a de Deus. S\u00e3o Bento pede ao monge que fuja ao esquecimento de Deus, o que, positivamente, implica em ter Deus sempre presente ao pensamento, por\u00e9m de forma pessoal, n\u00e3o apenas como uma ideia ou abstra\u00e7\u00e3o. O desejo de estar unido a Deus em todo o tempo \u00e9 precisamente a vida da caridade. Ora, \u00e9 imposs\u00edvel abrir-se para Deus sem abrir-se ao mesmo tempo para os irm\u00e3os e aqui achamos a dimens\u00e3o da caridade fraterna dos mosteiros cistercienses\u201d (<em>Os cistercienses: uma espiritualidade abrangente e criativa<\/em>. Itatinga: Abadia de Nossa Senhora da Assun\u00e7\u00e3o de Hardehausen-Itatinga, 1998, p. 16-17).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Santa Gertrudes \u00e9, nesse contexto cisterciense, uma das grandes m\u00edsticas da Igreja, inclusive com fen\u00f4menos extraordin\u00e1rios ou gra\u00e7as especiais. Sim, o <em>Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica<\/em> ensina que \u201co progresso espiritual tende \u00e0 uni\u00e3o sempre mais \u00edntima com Cristo. Esta uni\u00e3o recebe o nome de \u2018m\u00edstica\u2019, pois ela participa no mist\u00e9rio de Cristo pelos sacramentos \u2013 \u2018os santos mist\u00e9rios\u2019 \u2013 e, nele, no mist\u00e9rio da Sant\u00edssima Trindade. Deus nos chama a todos a essa \u00edntima uni\u00e3o com Ele, mesmo que gra\u00e7as especiais ou sinais extraordin\u00e1rios desta vida m\u00edstica sejam concedidos apenas a alguns, em vista de manifestar o dom gratuito a todos\u201d (n. 2014). Vejamos, a seguiu, o matrim\u00f4nio espiritual ou a \u00edntima uni\u00e3o de Cristo (o Esposo) \u00e0 alma humana (a esposa) a Ele entregue sem reservas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Certa vez, Nosso Senhor, apresentando a Gertrudes uma joia como um trevo de tr\u00eas folhas sobre seu peito sagrado, disse-lhe: \u201cEu usarei sempre esta joia em honra de minha esposa [Gertrudes] e, nessas tr\u00eas folhas, ser\u00e1 mostrado claramente a toda a corte celeste: na primeira, que ela est\u00e1 verdadeiramente <em>proxima mea<\/em>; com efeito, nenhum mortal est\u00e1 mais chegado a Mim que esta esposa dileta; na segunda, que n\u00e3o h\u00e1 sobre a terra criatura alguma pela qual Me incline com tanto deleite; enfim, pelo brilho da terceira, ser\u00e1 mostrado que ningu\u00e9m no mundo a iguala em fidelidade porque, depois de desfrutar de meus dons, sempre com eles Me louva e glorifica\u201d (<em>Mensagem do amor de Deus<\/em>. Livro I. S\u00e3o Paulo: Artpress, 2003, p. 20). A santa sempre correspondia ao grande amor do divino Esposo, como, por exemplo, nesta passagem: \u201cEsposo cheio de encantos, honra e gl\u00f3ria dos anjos, V\u00f3s vos dignastes escolher-me por esposa, a mim, a \u00faltima de todas as criaturas. Minha alma e meu cora\u00e7\u00e3o somente t\u00eam sede de vossa honra e de vossa gl\u00f3ria e eu considero como meus pr\u00f3ximos os vossos mais caros amigos. Pe\u00e7o-Vos, pois, amant\u00edssimo Senhor, que nesta hora, para honrar vossa alegre ressurrei\u00e7\u00e3o, vos digneis absolver as almas de todos aqueles que vos s\u00e3o particularmente caros. Para obter essa gra\u00e7a, ofere\u00e7o-vos em uni\u00e3o com vossa inocent\u00edssima Paix\u00e3o, tudo quanto meu cora\u00e7\u00e3o e meu corpo sofreram em suas cont\u00ednuas enfermidades\u201d (<em>Mensagens do amor de Deus<\/em>. Livro IV. S\u00e3o Paulo: Artpress, 2016, p. 150-151). E o Senhor a atendeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ante seu santo anseio de passar desta vida \u00e0s n\u00fapcias eternas, Jesus, o celeste Esposo, lhe perguntou: \u201cQual verdadeira esposa poder\u00e1 ter t\u00e3o grande desejo de chegar a um lugar em que sabe que seu esposo n\u00e3o acrescentar\u00e1 mais nada a seus adornos e onde ela n\u00e3o poder\u00e1 oferecer presentes a seu bem-amado? [&#8230;] Com efeito, ap\u00f3s a morte, a alma n\u00e3o cresce em merecimento e n\u00e3o trabalha mais para Deus\u201d (<em>Mensagens do amor de Deus<\/em>. Livro V. S\u00e3o Paulo: Artpress, 2019, p. 125). Em outra ocasi\u00e3o, nossa santa, ainda a prop\u00f3sito da morte \u2013 passagem para a verdadeira vida \u2013, indaga: \u201cE quando vos dignareis, \u00f3 Deus fidel\u00edssimo, conduzir-me da pris\u00e3o do ex\u00edlio ao repouso da beatitude? O Senhor respondeu: \u2013 Que esposa real se apressou para ouvir as aclama\u00e7\u00f5es e os votos de boa vinda do povo e, por isso, queixou-se de uma demora porque seu esposo a encantava com as car\u00edcias e os beijos de seu amor? \u2013 Senhor, disse ela, que del\u00edcias encontrais em mim, refugo de toda criatura, para compar\u00e1-las com demonstra\u00e7\u00f5es de afeto rec\u00edproco do esposo e da esposa? \u2013 O Senhor respondeu: Encontro essas del\u00edcias, dando-me a ti pelo sacramento do altar, nessa uni\u00e3o que n\u00e3o existir\u00e1 mais depois desta vida. Para mim, ela tem encantos infinitos, do que as demonstra\u00e7\u00f5es do amor humano n\u00e3o podem dar a menor ideia. As afei\u00e7\u00f5es terrenas passam com os tempos. Mas a do\u00e7ura dessa uni\u00e3o pela qual Eu me dou a ti no sacramento do altar n\u00e3o pode se debilitar. Ao contr\u00e1rio, quanto mais ela se renova, mais aumenta seu vigor e efic\u00e1cia\u201d (<em>Idem<\/em>, p. 142).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dessa \u00edntima uni\u00e3o com o divino Esposo, Gertrudes vivenciou ainda \u2013 entre outros v\u00e1rios fen\u00f4menos \u2013 a transverbera\u00e7\u00e3o e a \u201ctroca de cora\u00e7\u00f5es\u201d. Sobre a transverbera\u00e7\u00e3o (impress\u00e3o interna das chagas de Cristo), lemos que nossa m\u00edstica assim rezava: \u201c\u00d3 misericordioso Senhor! Gravai em meu cora\u00e7\u00e3o vossas chagas divinas por meio do vosso precioso sangue, para que eu veja nele, ao mesmo tempo, vossas dores e vosso amor\u201d (<em>Revela\u00e7\u00f5es de Santa Gertrudes<\/em>. Livro II. S\u00e3o Paulo: Artpress, 2011, p. 20). Seu pedido foi atendido como ela mesma relata: \u201cFoi-me dado conhecer espiritualmente que acab\u00e1veis de imprimir os estigmas ador\u00e1veis de vossas sant\u00edssimas chagas em alguns lugares do meu cora\u00e7\u00e3o. (&#8230;) Acabaste por dar \u00e0 minha alma o que Vos pedia aquela ora\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, a gra\u00e7a de conhecer vossas dores e vosso amor, em vossos preciosos estigmas\u201d (<em>Idem<\/em>, p. 21-23). Quanto \u00e0 troca de cora\u00e7\u00f5es (m\u00edstica, mas n\u00e3o f\u00edsica), Gertrudes declara: \u201cAl\u00e9m desses favores, me admitistes ainda \u00e0 incompar\u00e1vel familiaridade de vossa ternura, oferecendo-me a arca nobil\u00edssima de vossa divindade, quer dizer, vosso Cora\u00e7\u00e3o Sagrado, para que nele me deleite. V\u00f3s o destes a mim gratuitamente ou o trocastes pelo meu, como prova ainda mais evidente de vossa terna intimidade. Por esse Cora\u00e7\u00e3o divino conheci vossos secretos ju\u00edzos. Por ele me destes t\u00e3o numerosos e doces testemunhos de vosso amor, que se n\u00e3o conhecesse vossa inef\u00e1vel condescend\u00eancia, eu ficaria surpreendida ao ver-vos prodigaliz\u00e1-los at\u00e9 mesmo \u00e0 vossa amada M\u00e3e, se bem que Ela seja a mais excelente criatura e reine convosco no C\u00e9u\u201d (<em>Ibidem<\/em>, p. 83). Cada um desses fen\u00f4menos bem demostram a beleza \u2013 interior e exterior \u2013 da \u00edntima uni\u00e3o com Deus \u00e0 qual todos somos chamados. Afinal, o convite \u00e0 santidade n\u00e3o exclui ningu\u00e9m (cf. Mt 5,48).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Percorrido, ainda que brevemente, esses grandes acontecimentos m\u00edsticos da vida de nossa grande santa, n\u00e3o posso deixar de convidar a cada irm\u00e3o ou irm\u00e3 que leu at\u00e9 aqui a conhecer melhor a vida dessa esposa de Cristo \u2013 a \u201c\u00fanica mulher da Alemanha que recebeu o apelativo \u2018Grande\u2019, pela estatura cultural e evang\u00e9lica: com a sua vida e pensamento, ela incidiu de modo singular sobre a espiritualidade crist\u00e3\u201d (Bento XVI. <em>Catequese<\/em> de 06\/10\/2010) \u2013 por meio de suas obras que, com a gra\u00e7a de Deus, est\u00e3o publicadas, na \u00edntegra, no Brasil. H\u00e1 <em>Mensagem do amor de Deus<\/em>, em cinco pequenos volumes (S\u00e3o Paulo: Artpress), e <em>Santa Gertrudes de Helfta: vida e exerc\u00edcios espirituais<\/em> (Juiz de Fora: Subiaco). A t\u00edtulo de oportuna introdu\u00e7\u00e3o, foi lan\u00e7ado recentemente <em>Recorramos a Santa Gertrudes de Helfta<\/em> (Cultor de Livros) que, a seu modo, resume a vida de nossa santa e traz explica\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas bem fundamentadas, mas em linguagem popular, sobre alguns pontos espec\u00edficos: em particular, no que diz respeito \u00e0 m\u00edstica, \u00e0 devo\u00e7\u00e3o ao Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus e \u00e0 Divina Miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Finalizando, fa\u00e7o votos de que Santa Gertrudes volte a ser melhor conhecida e divulgada em todo o mundo, mas, em especial, nas Am\u00e9ricas Central e do Sul como foi no s\u00e9culo XVI. Tamb\u00e9m desejo muito vivamente que a causa visando declar\u00e1-la Doutora da Igreja, ao lado de outras grandes mulheres, tenha \u00eaxito, se assim for da vontade de Deus por meio do s\u00e1bio e prudente ju\u00edzo da M\u00e3e Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Santa Gertrudes de Helfta, grande disc\u00edpula do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus e Ap\u00f3stola da Divina Miseric\u00f3rdia, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dia 16 de novembro, celebramos Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301\/2) ou Santa Gertrudes, \u201ca Grande\u201d, como a intitulou o Papa Bento XVI, em sua Catequese de 06\/10\/2010. Eis porque \u2013 num tempo em que tr\u00eas grandes Ordens religiosas, a Beneditina, a Cisterciense e a Trapista, pleiteiam a ela o t\u00edtulo de \u201cDoutora da Igreja\u201d [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":55819,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-64398","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=64398"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64398\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64399,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/64398\/revisions\/64399"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/55819"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=64398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=64398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=64398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}