{"id":6240,"date":"2015-08-03T19:41:01","date_gmt":"2015-08-03T22:41:01","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/igrejas-armenias-do-brasil-concluem-centenario-do-genocidio-armenio-com-missa-no-santuario-de-aparecida\/"},"modified":"2017-04-10T16:32:21","modified_gmt":"2017-04-10T19:32:21","slug":"igrejas-armenias-do-brasil-concluem-centenario-do-genocidio-armenio-com-missa-no-santuario-de-aparecida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/igrejas-armenias-do-brasil-concluem-centenario-do-genocidio-armenio-com-missa-no-santuario-de-aparecida\/","title":{"rendered":"Igrejas Arm\u00eanias do Brasil concluem centen\u00e1rio do genoc\u00eddio arm\u00eanio com Missa no Santu\u00e1rio de Aparecida"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/geral\/armenias1.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/> Como ato conclusivo da celebra\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio do genoc\u00eddio arm\u00eanio, no Brasil, foi realizada uma Missa, no Santu\u00e1rio Nacional de Aparecida (SP), no domingo, 2, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de membros de diversas Igrejas Arm\u00eanias presentes no pa\u00eds. A celebra\u00e7\u00e3o recordou as mais de 1,5 milh\u00e3o de pessoas que foram mortas nos massacres realizados pelo Imp\u00e9rio Otomano, entre 1915 e 1923.<\/p>\n<p>A Missa foi presidida pelo Arcebispo de Aparecida, Cardeal Raymundo Damasceno Assis. Estiveram presentes o embaixador da Rep\u00fablica de Arm\u00eania, H.E. Mr. Ashot Galoyan, a C\u00f4nsul honor\u00e1ria da Rep\u00fablica de Arm\u00eania em S\u00e3o Paulo, Ms. Hilda Diruhi Burmaian, o representante da Igreja Apost\u00f3lica Arm\u00eania do Brasil, Dom Nareg Berberian, o Bispo da Igreja Arm\u00eania Cat\u00f3lica, Dom Vartan Waldir Boghossian, o padre Der Boghos Baronian e o Presbitero Vartan Moumdjian. A celebra\u00e7\u00e3o ocorreu no altar central da Bas\u00edlica.<\/p>\n<p>Em sua homilia, Dom Damasceno definiu esse acontecimento hist\u00f3rico como &#8220;tr\u00e1gico&#8221; por ceifar a vida de tantas pessoas indefesas.<\/p>\n<p>\u201cNessa celebra\u00e7\u00e3o, queremos recordar com nossos queridos irm\u00e3os arm\u00eanios que vivem no Brasil e representados pelos seus concidad\u00e3os, presentes hoje no Santu\u00e1rio Nacional, o centen\u00e1rio do Genoc\u00eddio Arm\u00eanio. Esse tr\u00e1gico acontecimento, considerado o primeiro genoc\u00eddio do s\u00e9culo XX, nos anos de 1915 e 1923, perpetrado pelo Imp\u00e9rio Otomano, resultou na morte de um milh\u00e3o e meio de v\u00edtimas, entre bispos, sacerdotes, religiosos, homens, mulheres, idosos, crian\u00e7as e doentes indefesos\u201d, relatou.<\/p>\n<p>O Cardeal recordou ainda que a Arm\u00eania \u201cfoi o primeiro pa\u00eds a adotar o cristianismo como religi\u00e3o de Estado, no ano de 301, depois de Cristo\u201d e que este povo possui \u201cuma grande identifica\u00e7\u00e3o com a f\u00e9 crist\u00e3\u201d.<\/p>\n<p>O Arcebispo de Aparecida destacou ainda que a celebra\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio n\u00e3o quis apenas recordar as milhares de v\u00edtimas, mas tamb\u00e9m foi um convite para \u201crezar por suas almas e pedir a Deus, por intercess\u00e3o de Nossa Senhora Aparecida e do bispo m\u00e1rtir do genoc\u00eddio arm\u00eanio, o beato dom In\u00e1cio Maloyan, por aqueles e por aquelas que ainda hoje s\u00e3o por causa de sua f\u00e9 em Cristo ou da sua perten\u00e7a \u00e9tnica, assassinados, decapitados, crucificados, queimados vivos ou ent\u00e3o for\u00e7ados a abandonar suas terras\u201d.<\/p>\n<p>Na p\u00e1gina dedicada ao Centen\u00e1rio do Genoc\u00eddio Arm\u00eanio no Brasil, no Facebook (https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Centen%C3%A1rio-do-Genoc%C3%ADdio-Armenio-Brasil\/653146188129650), seus editores expressam o agradecimento a Dom Damasceno, aos representantes do consulado e da Igreja Apost\u00f3lica Arm\u00eania. \u201cSentimo-nos em casa e na companhia da M\u00e3e Nossa Senhora Aparecida\u201d, escreveram.<\/p>\n<p>O genoc\u00eddio arm\u00eanio \u00e9 conhecido como o assassinato de um milh\u00e3o e meio de crist\u00e3os arm\u00eanios pelos turcos, entre 1915 e 1923. No dia 24 de abril, recordou-se os 100 anos do in\u00edcio do massacre, pois foi nesta data em 1915, que as autoridades turcas prenderam 235 membros da comunidade de arm\u00eanios em Istambul; dias depois a cifra de prisioneiros subiu para 600. Posteriormente, uma ordem do governo central decretou a deporta\u00e7\u00e3o de toda a popula\u00e7\u00e3o arm\u00eania, sem a possibilidade de obter os meios para a subsist\u00eancia ao longo do caminho. Eles foram for\u00e7ados a caminhar centenas de quil\u00f4metros, enfrentando zonas des\u00e9rticas, a fome, a sede e enfrentamentos com salteadores, o que levou a grande maioria \u00e0 morte.<\/p>\n<p>At\u00e9 a data a Turquia se recusa a reconhecer o fato como genoc\u00eddio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Acidigital<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como ato conclusivo da celebra\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio do genoc\u00eddio arm\u00eanio, no Brasil, foi realizada uma Missa, no Santu\u00e1rio Nacional de Aparecida (SP), no domingo, 2, que contou com a participa\u00e7\u00e3o de membros de diversas Igrejas Arm\u00eanias presentes no pa\u00eds. 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