{"id":60138,"date":"2020-06-22T09:21:55","date_gmt":"2020-06-22T12:21:55","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=60138"},"modified":"2020-06-22T12:25:45","modified_gmt":"2020-06-22T15:25:45","slug":"o-desenvolvimento-da-doutrina-e-a-fidelidade-na-novidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-desenvolvimento-da-doutrina-e-a-fidelidade-na-novidade\/","title":{"rendered":"O desenvolvimento da doutrina \u00e9 a fidelidade na novidade"},"content":{"rendered":"<figure class=\"article__image\" style=\"text-align: justify;\"><span class=\"didascalia_img\">Jesus: &#8220;Se a vossa justi\u00e7a n\u00e3o exceder a dos escribas e a dos fariseus, n\u00e3o entrareis no Reino dos C\u00e9us&#8221; (Mt 5,20) \u00a0<\/span><\/figure>\n<div class=\"article__meta\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div>\n<div class=\"article__subTitle\" style=\"text-align: justify;\">Algumas cr\u00edticas ao atual pontificado contestam o Conc\u00edlio Vaticano II e chegam a esquecer o magist\u00e9rio de S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II e de Bento XVI<\/div>\n<div class=\"title__separator\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div class=\"article__text\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Sergio Centofanti<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Certas cr\u00edticas de car\u00e1ter doutrinal ao pontificado atual est\u00e3o mostrando um distanciamento gradual, mas cada vez mais claro, do Conc\u00edlio Vaticano II. N\u00e3o a partir de uma certa interpreta\u00e7\u00e3o de alguns textos, mas a partir dos pr\u00f3prios textos conciliares. H\u00e1 leituras que insistem em colocar o Papa Francisco contra os seus predecessores imediatos acabando assim por criticar abertamente S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II e Bento XVI ou, de alguma forma, silenciam alguns aspectos fundamentais do seu minist\u00e9rio que representam evidentes desenvolvimentos do \u00faltimo Conc\u00edlio.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>A profecia do di\u00e1logo<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um exemplo disso foi o recente 25\u00ba anivers\u00e1rio da Enc\u00edclica\u00a0<i>Ut Unum sint<\/i>, na qual o Papa Wojtyla afirma que o compromisso ecum\u00eanico e o di\u00e1logo com os n\u00e3o-cat\u00f3licos s\u00e3o uma prioridade da Igreja. O anivers\u00e1rio foi ignorado por aqueles que hoje prop\u00f5em uma interpreta\u00e7\u00e3o redutiva da Tradi\u00e7\u00e3o, fechada a esse &#8220;di\u00e1logo de amor&#8221;, al\u00e9m do doutrinal, promovido pelo Papa polon\u00eas em obedi\u00eancia ao ardente desejo de unidade de Nosso Senhor.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>A profecia do perd\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do mesmo modo foi esquecido outro anivers\u00e1rio importante: o pedido de perd\u00e3o jubilar fortemente desejado por S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II em 12 de mar\u00e7o de vinte anos atr\u00e1s. O poder prof\u00e9tico de um Pont\u00edfice que pede perd\u00e3o pelos pecados cometidos pelos filhos da Igreja \u00e9 algo decisivo. E quando se trata de &#8220;filhos&#8221;, inclui os papas. Sabe-se: aqueles que pedem perd\u00e3o por erros cometidos se colocam em uma situa\u00e7\u00e3o de risco de revis\u00e3o. Wojtyla escolheu profeticamente o caminho da verdade. A Igreja n\u00e3o pode e n\u00e3o deve ter medo da verdade. O ent\u00e3o Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, sublinhou a &#8220;novidade deste gesto&#8221;, como um &#8220;ato p\u00fablico de arrependimento da Igreja pelos pecados do passado e do presente&#8221;: um\u00a0<i>mea culpa<\/i>\u00a0do Papa em nome da Igreja&#8221;, um verdadeiro &#8220;gesto novo, mas ainda assim em profunda continuidade com a hist\u00f3ria da Igreja, com a sua autoconsci\u00eancia&#8221;.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>Inquisi\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia: uma consci\u00eancia que cresce<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitas lendas obscuras foram fomentadas sobre a Inquisi\u00e7\u00e3o, as fogueiras e v\u00e1rias intoler\u00e2ncias da Igreja ao longo da hist\u00f3ria, exagerando, falsificando, caluniando e descontextualizando para apagar da mem\u00f3ria a grande e decisiva contribui\u00e7\u00e3o do cristianismo para a humanidade. E os historiadores muitas vezes trouxeram de volta \u00e0 verdade muitas distor\u00e7\u00f5es e mitologias da realidade. Mas isso n\u00e3o nos impede de fazer um s\u00e9rio exame de consci\u00eancia para &#8220;reconhecer&#8221; &#8211; afirma Jo\u00e3o Paulo II &#8211; &#8220;os desvios do passado&#8221; e &#8220;despertar as nossas consci\u00eancias diante dos compromissos do presente&#8221;. A partir disso chegou o pedido de perd\u00e3o no ano 2000 &#8220;pelas divis\u00f5es que ocorreram entre os crist\u00e3os, pelo uso da viol\u00eancia que alguns deles aplicaram a servi\u00e7o da verdade, e pelas atitudes de desconfian\u00e7a e hostilidade por vezes assumidas em rela\u00e7\u00e3o aos seguidores de outras religi\u00f5es&#8221;. &#8220;Com o avan\u00e7o dos tempos &#8211; disse em 2004 &#8211; a Igreja, guiada pelo Esp\u00edrito Santo, percebe com uma consci\u00eancia cada vez mais viva quais s\u00e3o as exig\u00eancias de sua conformidade&#8221; ao Evangelho, que rejeita os m\u00e9todos intolerantes e violentos que desfiguraram seu rosto na hist\u00f3ria.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>O caso Galileu<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um caso particularmente significativo foi o de Galileu Galilei, o grande cientista italiano, cat\u00f3lico, que &#8211; disse Jo\u00e3o Paulo II &#8211; &#8220;sofreu muito, n\u00e3o podemos escond\u00ea-lo, por causa dos homens e organiza\u00e7\u00f5es da Igreja&#8221;. O Papa Wojtyla examina a hist\u00f3ria &#8220;\u00e0 luz do contexto hist\u00f3rico da \u00e9poca&#8221; e &#8220;da mentalidade da \u00e9poca&#8221;. A Igreja, ainda que fundada por Cristo, &#8220;permanece constitu\u00edda por homens e mulheres limitados, ligados \u00e0 sua \u00e9poca cultural&#8221;. Ela tamb\u00e9m &#8220;aprende com a experi\u00eancia&#8221; e a hist\u00f3ria de Galileu &#8220;permitiu uma matura\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o mais justa de sua autoridade&#8221;. A compreens\u00e3o da verdade cresce: ela n\u00e3o \u00e9 dada de uma vez por todas.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>Uma revolu\u00e7\u00e3o copernicana<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Wojtyla lembra que &#8220;a representa\u00e7\u00e3o geoc\u00eantrica do mundo era comumente aceita na cultura da \u00e9poca de acordo com o ensinamento da B\u00edblia, na qual algumas express\u00f5es, tomadas literalmente, pareciam constituir declara\u00e7\u00f5es de geocentrismo&#8221;. O problema colocado pelos te\u00f3logos da \u00e9poca era, portanto, o da compatibilidade entre o heliocentrismo e Escritura. Assim, a nova ci\u00eancia, com seus m\u00e9todos e a liberdade de pesquisa que sup\u00f5em, obrigou os te\u00f3logos a questionar seus crit\u00e9rios de interpreta\u00e7\u00e3o da Escritura. A maioria n\u00e3o conseguiu fazer isso. Paradoxalmente, Galileu, um crente sincero, mostrou-se sobre este ponto &#8220;mais perspicaz que seus advers\u00e1rios te\u00f3logos&#8221; que haviam ca\u00eddo em erro ao tentar defender a f\u00e9. &#8220;A invers\u00e3o causada pelo sistema Cop\u00e9rnico&#8221; gerou assim &#8220;repercuss\u00f5es na interpreta\u00e7\u00e3o da B\u00edblia&#8221;: Galileu, n\u00e3o um te\u00f3logo, mas um cientista cat\u00f3lico, &#8220;introduziu o princ\u00edpio de uma interpreta\u00e7\u00e3o dos livros sagrados, al\u00e9m do sentido literal, mas sempre de acordo com a inten\u00e7\u00e3o e o tipo de exposi\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de cada um dos textos&#8221;, segundo os g\u00eaneros liter\u00e1rios. Uma posi\u00e7\u00e3o confirmada por Pio XII em 1943 com a Enc\u00edclica<i>\u00a0Divino afflante Spiritu<\/i>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>A teoria da evolu\u00e7\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Crescimento semelhante na consci\u00eancia da Igreja ocorreu com a teoria da evolu\u00e7\u00e3o que parecia estar em contradi\u00e7\u00e3o com o princ\u00edpio da cria\u00e7\u00e3o. Uma primeira abertura foi a de Pio XII com a Enc\u00edclica\u00a0<i>Humani generis<\/i>\u00a0de 1950, que no pr\u00f3ximo dia 12 de agosto, completar\u00e1 70 anos. Jo\u00e3o Paulo II afirma que &#8220;a cria\u00e7\u00e3o \u00e9 colocada \u00e0 luz da evolu\u00e7\u00e3o como um evento que se estende no tempo &#8211; como uma &#8216;creatio continua&#8217; &#8211; no qual Deus se torna vis\u00edvel aos olhos do crente como o Criador do c\u00e9u e da terra&#8221;. Papa Francisco ressalta que &#8220;quando lemos no G\u00eanesis a narra\u00e7\u00e3o da Cria\u00e7\u00e3o corremos o risco de imaginar que Deus foi um mago, com uma varinha m\u00e1gica capaz de fazer tudo&#8221;. Mas n\u00e3o \u00e9 assim! Ele criou os seres e deixou que se desenvolvessem de acordo com as leis internas que Ele mesmo inscreveu a cada um, para que se progredissem, e chegassem \u00e0 pr\u00f3pria plenitude (&#8230;) O Big Bang, que hoje se p\u00f5e na origem do mundo, n\u00e3o contradiz a interven\u00e7\u00e3o criadora divina, mas exige-a. A evolu\u00e7\u00e3o na natureza n\u00e3o se op\u00f5e \u00e0 no\u00e7\u00e3o de Cria\u00e7\u00e3o, porque a evolu\u00e7\u00e3o pressup\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o dos seres que evoluem.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>O desenvolvimento do conceito de liberdade<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Novo Testamento, mas n\u00e3o apenas ali, h\u00e1 chamadas muito profundas \u00e0 liberdade que mudaram a hist\u00f3ria: mas s\u00e3o descobertas pouco a pouco. O Papa Bonif\u00e1cio VIII, com a Bula &#8220;<i>Unam sanctam<\/i>&#8221; de 1302, reafirmou a superioridade da autoridade espiritual sobre a autoridade temporal. Era uma outra \u00e9poca. Quase 700 anos depois, Jo\u00e3o Paulo II, falando em Estrasburgo ao Parlamento Europeu, observou que o cristianismo medieval ainda n\u00e3o fazia distin\u00e7\u00e3o &#8220;entre a esfera da f\u00e9 e a da vida civil&#8221;. A consequ\u00eancia desta vis\u00e3o foi a &#8220;tenta\u00e7\u00e3o integralista de excluir da comunidade temporal aqueles que n\u00e3o professavam a verdadeira f\u00e9&#8221;. Ainda em 1791, em carta aos bispos franceses, Pio VI criticou a Constitui\u00e7\u00e3o aprovada pela Assembl\u00e9ia Nacional que &#8220;estabelece como princ\u00edpio de direito natural que o homem que vive em Sociedade deve ser totalmente livre, ou seja, que em mat\u00e9ria de Religi\u00e3o n\u00e3o deve ser perturbado por ningu\u00e9m, e pode livremente pensar como quiser, e escrever e at\u00e9 mesmo publicar na imprensa qualquer coisa em mat\u00e9ria de Religi\u00e3o&#8221;. E em 1832, a Enc\u00edclica\u00a0<i>Mirari vos<\/i>\u00a0de Greg\u00f3rio XVI fala da liberdade de consci\u00eancia como &#8220;erro mais venenoso&#8221; e &#8220;del\u00edrio&#8221;, enquanto Pio IX, no\u00a0<i>Syllabus<\/i>\u00a0de 1864, condena entre &#8220;os principais erros da nossa \u00e9poca&#8221;, o fato de que n\u00e3o seja mais convencionado &#8220;que a religi\u00e3o cat\u00f3lica deva ser considerada a \u00fanica religi\u00e3o de Estado&#8221;, excluindo todos os outros cultos\u201d e tamb\u00e9m o fato de que &#8220;em alguns pa\u00edses cat\u00f3licos foi estabelecido por lei que aqueles que aderem \u00e0 outras religi\u00f5es t\u00eam direito a ter culto p\u00fablico&#8221;. O Conc\u00edlio Vaticano II, com as Declara\u00e7\u00f5es &#8220;<i>Dignitatis humanae<\/i>&#8221; sobre a liberdade religiosa e &#8220;<i>Nostra aetate<\/i>&#8221; sobre o di\u00e1logo com as religi\u00f5es n\u00e3o-crist\u00e3s faz um grande passo adiante que recorda o Conc\u00edlio de Jerusal\u00e9m da primeira comunidade crist\u00e3 que abre a Igreja a toda a humanidade. Diante desses desafios, Jo\u00e3o Paulo II afirma que &#8220;o pastor deve se mostrar pronto para ser verdadeiramente audacioso&#8221;.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>Deter-se, mas em que ano?<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1988 ocorreu o cisma dos tradicionalistas lefebvrianos. N\u00e3o aceitaram os desenvolvimentos trazidos pelo Conc\u00edlio Vaticano II: segundo eles tinha sido criada uma nova Igreja. Bento XVI usa uma imagem forte quando os exorta a n\u00e3o &#8220;congelar a autoridade magisterial da Igreja do ano de 1962&#8221;. J\u00e1 havia acontecido em 1870: os &#8220;velhos cat\u00f3licos&#8221; condenaram o Conc\u00edlio Vaticano I pelo dogma da infalibilidade pontif\u00edcia. A Igreja Cat\u00f3lica percorreu a hist\u00f3ria atrav\u00e9s de mais de 20 Conc\u00edlios: todas as vezes t\u00eam algu\u00e9m que n\u00e3o aceita os novos desenvolvimentos e det\u00eam-se ali. Em 1854 Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o. Mas um grande santo, Bernardo de Claraval, embora um dos mais ardentes propagadores da devo\u00e7\u00e3o mariana, expressou por muitos s\u00e9culos sua oposi\u00e7\u00e3o a esta verdade: &#8220;Estou muito preocupado, pois muitos de voc\u00eas decidiram mudar as condi\u00e7\u00f5es de acontecimentos importantes, como a introdu\u00e7\u00e3o desta festa desconhecida para a Igreja, certamente n\u00e3o aprovada pela Raz\u00e3o, e nem mesmo justificada pela Tradi\u00e7\u00e3o antiga. Somos realmente mais eruditos e piedosos que os nossos antigos pais?&#8221;. Era o s\u00e9culo XII. A Igreja, desde ent\u00e3o, introduziu outras festas desconhecidas que provavelmente teriam escandalizado muitos fi\u00e9is que viveram em s\u00e9culos anteriores.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><b>O caminho de Jesus: coisas novas e coisas antigas<\/b><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus disse que n\u00e3o veio para abolir a Lei, &#8220;mas para dar pleno cumprimento&#8221; (Mt 5,17). Ele ensinou a n\u00e3o transgredir nem mesmo &#8220;um destes preceitos, mesmo o menor&#8221; (Mt 5,19). Ainda assim, foi acusado de violar as regras de Mois\u00e9s, como o descanso do s\u00e1bado ou a proibi\u00e7\u00e3o de frequentar os pecadores p\u00fablicos. E os ap\u00f3stolos deram um grande passo avante: aboliram a obriga\u00e7\u00e3o sagrada da circuncis\u00e3o, que remontava a Abra\u00e3o, em vigor h\u00e1 2000 anos, e abriram-se aos pag\u00e3os, algo impens\u00e1vel na \u00e9poca. &#8220;Eis que&#8221;, diz o Senhor, &#8220;fa\u00e7o novas todas as coisas&#8221; (Ap 21,5). \u00c9 o &#8220;vinho novo&#8221; do amor evang\u00e9lico que sofre o risco de ser colocado nos &#8220;odres velhos&#8221; da nossa seguran\u00e7a religiosa, que tantas vezes silencia o Deus vivo que nunca deixa de nos falar. \u00c9 a sabedoria do &#8220;disc\u00edpulo do Reino dos C\u00e9us&#8221; que busca a plenitude da Lei, justi\u00e7a que supera a dos escribas e fariseus, extraindo &#8220;coisas novas e coisas velhas do seu tesouro&#8221; (Mt 13,52). N\u00e3o s\u00f3 coisas novas, n\u00e3o s\u00f3 coisas antigas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jesus: &#8220;Se a vossa justi\u00e7a n\u00e3o exceder a dos escribas e a dos fariseus, n\u00e3o entrareis no Reino dos C\u00e9us&#8221; (Mt 5,20) \u00a0 Algumas cr\u00edticas ao atual pontificado contestam o Conc\u00edlio Vaticano II e chegam a esquecer o magist\u00e9rio de S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II e de Bento XVI Sergio Centofanti Certas cr\u00edticas de car\u00e1ter doutrinal [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":60139,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[13,3],"tags":[],"class_list":["post-60138","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-featured","category-vaticano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60138","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60138"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60138\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60140,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60138\/revisions\/60140"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60139"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60138"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}