{"id":59983,"date":"2020-06-16T08:54:15","date_gmt":"2020-06-16T11:54:15","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=59983"},"modified":"2020-06-15T22:00:50","modified_gmt":"2020-06-16T01:00:50","slug":"a-vulnerabilidade-das-mulheres-na-pandemia-e-tema-da-live-e-tempo-de-cuidar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/a-vulnerabilidade-das-mulheres-na-pandemia-e-tema-da-live-e-tempo-de-cuidar\/","title":{"rendered":"\u2018A vulnerabilidade das mulheres na pandemia\u2019 \u00e9 tema da live \u00c9 Tempo de Cuidar"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>\u2018A vulnerabilidade das mulheres durante a pandemia\u2019<\/strong><\/em>\u00a0\u00e9 o tema da live \u201c\u00c9 Tempo de Cuidar\u201d desta ter\u00e7a-feira, 16 de junho, que recebe a secret\u00e1ria-geral do Conselho Nacional de Igrejas Crist\u00e3s do Brasil (CONIC), Romi Bencke, e a assessora nacional da C\u00e1ritas Brasileira, Cristina dos Anjos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-240621 size-medium\" src=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia-300x300.jpg\" srcset=\"https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia-768x768.jpg 768w, https:\/\/www.cnbb.org.br\/wp-content\/uploads\/sites\/32\/2020\/06\/Live-Mulheres-no-Tempo-da-Pandemia.jpg 1280w\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/><\/a>S\u00e3o v\u00e1rios os caminhos que esta tem\u00e1tica pode percorrer. Um deles \u00e9 o do emprego, que atingiu muitas mulheres chefes de fam\u00edlia, principalmente as que trabalham como dom\u00e9sticas e sem carteira assinada. Outro tema a ser abordado ser\u00e1 o da viol\u00eancia dom\u00e9stica, que segundo pesquisas aumentaram neste per\u00edodo do isolamento social.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea), em parceria com a ONU Mulheres, apresenta diagn\u00f3stico sobre a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade e risco de cont\u00e1gio ao Covid-19 enfrentado pelas trabalhadoras dom\u00e9sticas no pa\u00eds. De acordo com a pesquisa, 70% das profissionais n\u00e3o possuem carteira de trabalho assinada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A precariedade dos v\u00ednculos trabalhistas e o tipo de trabalho desempenhado pelas profissionais, em contato direto com outras pessoas e seus objetos, representam os principais fatores que exp\u00f5em as profissionais no atual contexto da pandemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um recente artigo publicado pelo defensor p\u00fablico do Estado de S\u00e3o Paulo (SP), Julio Camargo de Azevedo, em parceria com o defensor do Rio de Janeiro (RJ), Diogo Esteves, e o defensor P\u00fablico-Geral do RJ, Franklyn Alves Silva, no portal Jota, retrata o crescimento da viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar e tamb\u00e9m dos pedidos de medidas protetivas de urg\u00eancia durante a pandemia, al\u00e9m dos impactos psicol\u00f3gicos sobre as mulheres e as profissionais de sa\u00fade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No artigo, os defensores p\u00fablicos trazem dados do estudo mundial realizado pelo Global Access to Justice Project sobre os impactos da Covid-19 no Sistema de Justi\u00e7a. Segundo o estudo, os dados da viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar s\u00e3o alarmantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No estado de S\u00e3o Paulo, o n\u00famero de feminic\u00eddios aumentou 44,9% durante o per\u00edodo de isolamento social, enquanto os crimes letais intencionais praticados contra o restante da popula\u00e7\u00e3o observou um decr\u00e9scimo de 19%, destaca o artigo. O aumento da viol\u00eancia tamb\u00e9m foi registrado nos estados do Rio de Janeiro, Paran\u00e1, Acre, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Par\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os defensores p\u00fablicos destacam ainda no artigo que\u00a0<em>\u201co agravamento da vulnerabilidade feminina n\u00e3o est\u00e1 relacionado apenas ao confinamento de v\u00edtimas e agressores no interior dos lares, mas tamb\u00e9m \u00e0 anomia social decorrente do distanciamento feminino das redes de apoio e prote\u00e7\u00e3o (amigos, familiares, organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais etc.)\u201d.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O artigo aponta tamb\u00e9m que al\u00e9m dessa falta de apoio,\u00a0<em>\u201cas mulheres se tornam v\u00edtimas devido \u00e0s elevadas taxas de consumo de bebidas alco\u00f3licas e o aumento do estresse derivado da inseguran\u00e7a econ\u00f4mica, fatores que engrossam o caldo dos conflitos de g\u00eanero durante o per\u00edodo de isolamento\u201d, diz o texto.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Participe dessa discuss\u00e3o importante e que afeta a vida de muitas mulheres, na live dessa ter\u00e7a-feira, \u00e0s 17h, nas redes da CNBB e C\u00e1ritas Brasileira e no\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/cnbbnacional\/live\">canal do Youtube da CNBB<\/a><\/strong>\u00a0sobre \u2018\u00c9 tempo de cuidar\u2019. Fa\u00e7a perguntas ao longo da transmiss\u00e3o aos convidados e publique suas a\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias com a hashtag: #tempodecuidar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2018A vulnerabilidade das mulheres durante a pandemia\u2019\u00a0\u00e9 o tema da live \u201c\u00c9 Tempo de Cuidar\u201d desta ter\u00e7a-feira, 16 de junho, que recebe a secret\u00e1ria-geral do Conselho Nacional de Igrejas Crist\u00e3s do Brasil (CONIC), Romi Bencke, e a assessora nacional da C\u00e1ritas Brasileira, Cristina dos Anjos. S\u00e3o v\u00e1rios os caminhos que esta tem\u00e1tica pode percorrer. 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