{"id":5951,"date":"2015-07-01T03:00:00","date_gmt":"2015-07-01T06:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/eu-acredito-no-deus-do-impossivel-e-voce\/"},"modified":"2017-04-10T11:33:29","modified_gmt":"2017-04-10T14:33:29","slug":"eu-acredito-no-deus-do-impossivel-e-voce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/eu-acredito-no-deus-do-impossivel-e-voce\/","title":{"rendered":"Eu acredito no Deus do imposs\u00edvel, e voc\u00ea?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/geral\/eu acredito em deus.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Pode, porventura, uma perna amputada e enterrada por 2 anos e meio, em pleno contato com a terra, ser reimplantada ao corpo?<br \/>Encontro com Cristo\u00a0 <\/p>\n<p>Vittorio Messori \u00e9 um conhecid\u00edssimo escritor italiano, jornalista e historiador famoso que publicou em 1998 um estudo sobre um fato acontecido em Calanda em 1640. Calanda \u00e9 um vilarejo de Zaragoza, na Espanha, sem nenhuma significa\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>Jean Martini Charcot, famoso l\u00edder do positivismo religioso do s\u00e9culo XIX, certa vez comentou: \u201cAo consultar o cat\u00e1logo de curas chamadas milagrosas, nunca se tem podido comprovar que a f\u00e9 tenha feito reaparecer um membro amputado\u201d.<\/p>\n<p>Pois bem, foi isso exatamente o que aconteceu em Calanda: uma perna amputada foi reimplantada miraculosamente depois de mais de dois anos de enterrada. Este acontecimento extraordin\u00e1rio, sobrenatural, foi estudado exaustivamente, com todo o rigor cient\u00edfico, por Messori no seu livro \u201cO grande milagre\u201d.<\/p>\n<p>Entre as dez e onze da noite do dia 29 de mar\u00e7o de 1640, enquanto Miguel Juan Pellicer (campon\u00eas de 23 anos), dormia em sua casa foi-lhe \u201creimplantada\u201d \u2013 repentina e definitivamente \u2013 a sua perna direita. A perna, feita em peda\u00e7os pela roda de um carro e posteriormente gangrenada, foi-lhe amputada no fim de outubro de 1637 (2 anos e 5 meses antes da impressionante \u201crestitui\u00e7\u00e3o\u201d), no hospital p\u00fablico de Zaragoza.<\/p>\n<p>Cirurgi\u00f5es e enfermeiros realizaram sucessivamente a cauteriza\u00e7\u00e3o do toco da perna com um ferro em brasa. O processo e a investiga\u00e7\u00e3o foram abertos 68 dias depois e se prolongaram por muitos meses, sendo presidido pelo Arcebispo de Zaragoza, assistido por nove ju\u00edzes, com dezenas de testemunhos e um rigoroso respeito \u00e0s normas prescritas pelo Direito Can\u00f4nico.<\/p>\n<p>A senten\u00e7a do processo declarou que a perna reimplantada de maneira t\u00e3o repentina era a mesma que fora cortada e em seguida enterrada. Este fato foi certificado apenas 3 dias depois de que ocorrera e no mesmo lugar do acontecimento, por um not\u00e1rio (de outra cidade e, portanto, sem rela\u00e7\u00e3o com o caso), por meio do habitual instrumento legal, garantido igualmente pelo juramento de muitas testemunhas oculares.<\/p>\n<p>A partir do testemunho do protagonista e de outros testemunhos, se chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que o milagre foi devido \u00e0 intercess\u00e3o de N. Senhora do Pilar, a quem o jovem sempre fora particularmente devoto, \u00e0 qual se havia encomendado antes e depois da amputa\u00e7\u00e3o de sua perna, e em cujo santu\u00e1rio de Zaragoza tinha pedido e obtido autoriza\u00e7\u00e3o para pedir esmola.<\/p>\n<p>Quando pode enfim sair do hospital com uma perna de madeira e duas muletas, untava diariamente o seu toco de perna com o azeite das l\u00e2mpadas acesas na Santa Capela do Pilar.<\/p>\n<p>Isto \u00e9 precisamente o que sonhou que estava fazendo, em Calanda, na noite em que adormeceu com uma \u00fanica perna e foi despertado por seus pais poucos minutos depois, possuindo outra vez as duas pernas.<\/p>\n<p>Sobre a verdade do fato nunca se levantou voz alguma de d\u00favida, nem na ocasi\u00e3o nem depois, nem no povoado nem em nenhum outro lugar. Ap\u00f3s a conclus\u00e3o positiva do processo, o pr\u00f3prio rei da Espanha, Felipe IV, ordenou que chamassem ao seu pal\u00e1cio de Madrid o jovem do milagre, ajoelhando-se em sua presen\u00e7a para beijar-lhe a perna milagrosamente \u201crestitu\u00edda\u201d.<\/p>\n<p>A forma como aconteceu o acidente, em julho de 1637, est\u00e1 assentado no livro de registros do Hospital Real de Val\u00eancia, no dia 3 de agosto do mesmo ano, detalhando como ia vestido, e autenticado com a assinatura do encarregado do registro (Pedro Torrosellas). A constata\u00e7\u00e3o do processo avan\u00e7ado de gangrena no Real Hospital de Nuesta Senora de Gracia, em Zaragoza, consignado na consulta m\u00e9dica presidida pelo professor Juan de Estanga, diretor daquele departamento da universidade de Zaragoza; a amputa\u00e7\u00e3o da perna direita feita pelos cirurgi\u00f5es Estanga e Millarnelo; a maneira como foi depositada a perna pelo praticante Juan Lorenzo Carcia na capela do hospital e mostrada ao capel\u00e3o e administrador do mesmo hospital, Pascual do Cacho; etc, etc\u2026<\/p>\n<p>O m\u00e9dico lhe advertia que, al\u00e9m da poss\u00edvel infec\u00e7\u00e3o, o \u00f3leo mantinha uma umidade que retardava a completa cicatriza\u00e7\u00e3o da ferida. Durante toda sua estadia em Zaragoza, Miguel Juan Pellicer passava o dia pedindo esmola na porta da Bas\u00edlica do Pilar. \u00c0 noite ia dormir no \u201cMes\u00f3n de las Tablas\u201d quando tinha dinheiro para pagar ao propriet\u00e1rio; se n\u00e3o, dormia num banco do hospital. Em marco de 1640, Miguel Juan Pellicer, esgotado pela vida miser\u00e1vel que levava, decidiu voltar a Calanda apesar do seu desejo de ficar junto \u00e0 Bas\u00edlica de \u201cLa Virgen del Pilar.\u201d<\/p>\n<p>Todos em Calanda e nas vilas lim\u00edtrofes por onde Miguel Juan Pellicer, montado num jumento, ia pedindo esmola, conheciam o jovem sem a perna direita. Dois anos e quase cinco meses ap\u00f3s a amputa\u00e7\u00e3o da perna direita. Precisamente no dia do 16\u00ba centen\u00e1rio da vis\u00e3o que teve de Nossa Senhora, ainda viva, o Ap\u00f3stolo Santiago e do aparecimento do Pilar na quinta feira 29 de marco de 1640. Ao redor das dez horas da noite, Miguel Juan Pellicer abandonou a conversa e , foi deitar, pois se encontrava especialmente cansado. <br \/>Pouco depois, Dona Maria Blasco, a m\u00e3e, foi ver se o filho mutilado estava bem coberto.<\/p>\n<p>Deu um grito de estupor acudiu o pai. Por baixo das cobertas apareciam dois p\u00e9s! Ap\u00f3s os primeiros instantes de surpresa, levantou as cobertas: a\u00ed estava de novo, inteira e sadia, a perna direita, da qual at\u00e9 momentos antes lhe faltava a metade. Miguel Juan s\u00f3 sabia explicar que se havia encomendado, como todas as noites, \u00e0 Virgem do Pilar, e que sonhara que estava na Bas\u00edlica untando a ferida uma vez mais com o \u00f3leo das l\u00e2mpadas. Nessa mesma noite acudiram a ver o incr\u00edvel milagre o soldado Bartolom\u00e9 Ximeno, e os vizinhos Miguel Barraxina e esposa \u00darsula Means.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas minutos antes, estiveram conversando com o coxo e vendo como tirara a perna de madeira e os panos antes de retirar-se a dormir. Naquela mesma noite foi chamado e veio o p\u00e1roco Pe. Jos\u00e9 Herrera. No dia seguinte de manh\u00e3 a Igreja estava cheia de pessoas que viram e agradeceram a Deus a recupera\u00e7\u00e3o da perna direita de quem todos conheciam privado dela at\u00e9 a v\u00e9spera. Reconhecimentos posteriores mostraram que a perna direita, milagrosamente recuperada, conservou sempre cicatrizes perfeitamente fechadas das feridas que tivera antes de ser amputada, principalmente a da grande ferida provocada pela carreta e que ocasionara a gangrena. Havia tamb\u00e9m a cicatriz, perfeitamente fechada como todas as outras, onde se havia feito a amputa\u00e7\u00e3o. Tratava-se da mesma perna que havia sido amputada!<\/p>\n<p>A mesma perna que havia sido enterrada quase tr\u00eas anos antes! Ficara \u201ca marca\u201d!, a conhecida condescend\u00eancia divina para uma insuper\u00e1vel observa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Quando a not\u00edcia do milagre chegou a Zaragoza, mandou-se verificar no Cemit\u00e9rio do Hospital Real.<\/p>\n<p>Sob a dire\u00e7\u00e3o do Dr. Juan Lorenzo Garc\u00eda comprovou-se que a perna, ou os ossos que deveriam ficar dela, havia desaparecido, sem que ningu\u00e9m antes tivesse mexido na terra! A recupera\u00e7\u00e3o de Miguel Juan Pellicer, como em todo milagre, foi instant\u00e2nea\u2026 e tamb\u00e9m \u201cpor etapas\u201d (a delicada e conhecida condescend\u00eancia de Deus para melhor observa\u00e7\u00e3o e acompanhamento cient\u00edficos, e talvez tamb\u00e9m purifica\u00e7\u00e3o, exerc\u00edcio da f\u00e9\u2026) :<\/p>\n<p>A perna direita, durante os tr\u00eas primeiros dias ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea, estava fria. Sua cor era apagada, algo roxa. E os dedos do p\u00e9 estavam permanentemente curvados, os nervos contra\u00eddos, de forma que durante estes tr\u00eas dias Miguel Juan Pellicer, perante todas as autoridades e numeroso povo que o visitava, n\u00e3o podia apoiar a perna firmemente no ch\u00e3o, nem podia prescindir da muleta que usava.<\/p>\n<p>Passados esses tr\u00eas dias, as mesmas autoridades e o povo puderam constatar que Miguel Juan Pellicer agora caminhava perfeitamente, o p\u00e9 ficara normal. Mas faltava ainda outra etapa? Ou era outra marca?: A largura ou espessura da perna direita, a recuperada, era claramente menor que a grossura da perna esquerda. Miguel Juan Pellicer, a 25 de abril, viajou com seus pais a Zaragoza para agradecer \u00e0 Virgem do Pilar.<\/p>\n<p>Durante o trajeto, um cirurgi\u00e3o lancetou o tal\u00e3o nas suas pesquisas, fato que obrigou Miguel Juan Pellicer a mancar um pouco novamente. Mas logo passou. Miguel Juan quis permanecer em Zaragoza por algum tempo. Ia com freq\u00fc\u00eancia \u00e0 Bas\u00edlica do Pilar, onde confessava e comungava cada sete dias, e comprazia-se em continuar ungindo sua perna direita, mais d\u00e9bil, com o \u00f3leo das l\u00e2mpadas. \u201cPouco a pouco a perna direita ficou igual \u00e0 esquerda (\u2026). Quando voltou a Calanda, os vizinhos maravilharam-se de v\u00ea-lo caminhar e correr alegremente. Como deram testemunho (\u2026). Notaram tamb\u00e9m que o jovem podia realizar movimentos de esticamento at\u00e9 levantar o p\u00e9 \u00e0 altura da cabe\u00e7a. Assim completara-se o milagre at\u00e9 a perfei\u00e7\u00e3o total\u201d(48). <br \/>A Prefeitura de Zaragoza, a 8 de maio de 1640, reuniu-se em conselho extraordin\u00e1rio e plen\u00e1rio, e nomeou tr\u00eas procuradores para pesquisar o caso, al\u00e9m de solicitar do Sr Arcebispo que instaurasse um acurado processo can\u00f4nico, a expensas da Prefeitura Conservam-se todas as atas de ambos os inqu\u00e9ritos.<\/p>\n<p>O inqu\u00e9rito da Prefeitura come\u00e7ou s\u00f3 dois meses depois do milagre. 0 can\u00f4nico, s\u00f3 ap\u00f3s tr\u00eas meses. Bem contempor\u00e2neos dos fatos. Inqu\u00e9ritos detalhad\u00edssimos. Muitas comprova\u00e7\u00f5es. Depoimentos de multid\u00e3o de pessoas que conheceram e conviveram com Miguel Juan Pellicer, antes e depois do acidente, antes e depois da amputa\u00e7\u00e3o. Vi um grande tapete que h\u00e1 no Pal\u00e1cio Real de Madri, representa o Rei Felipe IV beijando a perna regenerada de Miguel Juan Pellicer. Lord Hopton, embaixador da Inglaterra na Espanha, certificou independentemente que esteve presente quando El-Rei se ajoelhou, descobriu a perna recuperada e beijou a cicatriz da amputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foram realizadas recentemente novas pesquisas hist\u00f3ricas a respeito, com levantamento abundante e irrefut\u00e1vel de documentos. O milagre com \u201cO coxo de Calanda\u201d foi em 1640.<\/p>\n<p>Somente em 1959 se realizou com sucesso a primeira opera\u00e7\u00e3o de recolocar uma perna cortada. Os cirurgi\u00f5es do Hospital Mont-Eden, de Hayward (Calif\u00f3rnia \u2013 USA), conseguiram recolocar uma perna, mas imediatamente ao acidente (n\u00e3o tr\u00eas anos depois), sadia (n\u00e3o gangrenada) e que ficara ainda unida ao corpo por consider\u00e1veis partes de carne (n\u00e3o uma perna enterrada!). E o maravilhoso \u00eaxito da cirurgia humana precisou meses de cuidados m\u00e9dicos antes de o paciente ser dado de alta.<\/p>\n<p>Miguel Juan e seus pais examinaram a perna amputada descobrindo imediatamente sinais inconfund\u00edveis que permaneciam nela. \u201cO mais not\u00f3rio e principal, a cicatriz originada pela roda do carro que lhe fraturara a t\u00edbia; outra cicatriz, menor, ocasionada pela extirpa\u00e7\u00e3o, na adolesc\u00eancia, de um abcesso; e, por \u00faltimo, dois profundos sinais de cortes provocados por um arbusto de espinhos, e as marcas da mordida de um cachorro\u201d.<\/p>\n<p>Quando amanheceu o 30 de mar\u00e7o, e se difundiu a not\u00edcia por todo o povoado, Pe. Jusepe se aproximou da casa dos Pellicer com muita gente. Entre estas o primeiro magistrado, o juiz que era ao mesmo tempo o respons\u00e1vel da ordem p\u00fablica, Mart\u00edn Corellano. Acorreram tamb\u00e9m o jurado maior, o prefeito Miguel Escobedo, o \u201cjurado segundo\u201d, Mart\u00edn Galindo, e o not\u00e1rio real L\u00e1zaro Macario Gomez. Encontravam-se tamb\u00e9m os dois cirurgi\u00f5es locais, que certificaram o fato de maneira profissional. Ambos declarariam ter que render-se \u00e0 evid\u00eancia, que havia deixado por terra sua instintiva incredulidade. O not\u00e1rio lavrou uma ata notarial constatando o fato ocorrido.<\/p>\n<p>Tratava-se de uma expedi\u00e7\u00e3o inesperada \u00e0 que devemos um documento extraordin\u00e1rio, para n\u00e3o dizer \u00fanico, como \u00fanico \u00e9 o caso que aparece neste documento legal. Estamos ante uma interven\u00e7\u00e3o divina testemunhada por uma ata notarial, diante de um milagre com a garantia de um documento ajustado \u00e0 normativa vigente e corroborado por dez testemunhas oculares, escolhidos entre os de maior confian\u00e7a e melhor informados dos muit\u00edssimos dispon\u00edveis. E como se n\u00e3o bastasse, a ata notarial foi escrita e autenticada, passadas algo mais de 70 horas depois do sucedido e no pr\u00f3prio lugar onde ocorrera.<\/p>\n<p>Observou o historiador Leandro A\u00edna Naval: \u201ctrata-se de um Ato P\u00fablico (ata notarial, dir\u00edamos hoje) documento de m\u00e1xima autoridade em todo tempo, que se aproxima ao ideal exigido por alguns racionalistas para a comprova\u00e7\u00e3o dos milagres na sua vertente hist\u00f3rica\u201d.<\/p>\n<p>Mais tarde em outubro de 1641, Felipe IV, rei de Espanha, no meio da corte espanhola, rodeado de todo o corpo diplom\u00e1tico interrogou publicamente a Miguel e aos relatores do processo. Verificou ele pr\u00f3prio a reimplanta\u00e7\u00e3o miraculosa da perna, e, diante do assombro de todos, ajoelhou-se e beijou a perna, fazendo com isso um verdadeiro ato de f\u00e9. <br \/>A homenagem de Felipe IV naquela manh\u00e3 de outubro foi como o selo definitivo que a autoridade civil pode dar a um acontecimento. O rei da Inglaterra, Carlos I, (cabe\u00e7a da Igreja Anglicana inimiga da Espanha), informado pelo seu embaixador ficou convencido do milagre, at\u00e9 o ponto de defend\u00ea-lo perante os te\u00f3logos da sua Corte, que ficaram escandalizados.<\/p>\n<p>N\u00e3o consegui descobrir nenhum argumento para dar um m\u00ednimo de credibilidade \u00e0 suspeita ou \u00e0 d\u00favida do milagre. Quem rejeitasse a verdade do acontecido em Calanda teria que p\u00f4r tamb\u00e9m em d\u00favida toda a Hist\u00f3ria, incluindo os fatos certos que est\u00e3o mais comprovados. Quantos fatos existem que possam fundamentar-se numa ata notarial outorgada de imediato? Quantos com um processo levado com todo rigor com dezenas de testemunhos sob juramento e al\u00e9m disso com a total exclus\u00e3o de qualquer tipo de interesse pessoal dos envolvidos na causa?<\/p>\n<p>Messori assim termina o seu estudo: \u201cSe Calanda nos apresenta como o cume do poder da intercess\u00e3o e da miseric\u00f3rdia mariana, n\u00e3o \u00e9 sem d\u00favida o \u00fanico. Em outras muitas pequenas e grandes \u201ccalandas\u201d de todos os tempos e pa\u00edses, um povo fiel e confiante experimentou, e experimenta, que n\u00e3o iam dirigidas apenas a Jo\u00e3o as palavras de Jesus agonizante na cruz: \u201cMulher eis ai teu filho\u2026 eis ai tua m\u00e3e\u201d (Jo 19, 26-27). Este povo sabe que Maria \u00e9 a m\u00e3e benigna e am\u00e1vel para todos que filialmente solicitam a sua intercess\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>(Fonte: Livro \u201cO grande milagre\u201d Autor: Vittorio Messori)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pode, porventura, uma perna amputada e enterrada por 2 anos e meio, em pleno contato com a terra, ser reimplantada ao corpo?Encontro com Cristo\u00a0 Vittorio Messori \u00e9 um conhecid\u00edssimo escritor italiano, jornalista e historiador famoso que publicou em 1998 um estudo sobre um fato acontecido em Calanda em 1640. 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