{"id":5931,"date":"2015-06-29T17:10:11","date_gmt":"2015-06-29T20:10:11","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/canto-na-terra-de-cora-coralina\/"},"modified":"2017-04-10T11:30:20","modified_gmt":"2017-04-10T14:30:20","slug":"canto-na-terra-de-cora-coralina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/canto-na-terra-de-cora-coralina\/","title":{"rendered":"Canto na terra de Cora Coralina!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/irmiriagois.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Soou diferente, \u00fanico, novo,\u00a0 o nosso canto na cidade de\u00a0 Goi\u00e1s, a antiga capital goiana, hoje patrim\u00f4nio da humanidade, pela sua import\u00e2ncia hist\u00f3rica. Ali o ch\u00e3o de pedras dos caminhos fala poesia,\u00a0 respira hist\u00f3ria viva, traduz a figura \u00edmpar da doceira e poetisa Cora Coralina, nascida na Casa Velha da Ponte, \u00e0s marges do Rio Vermelho (1889), onde tamb\u00e9m faleceu,\u00a0 em 1985,\u00a0 casa hoje transformada em museu, mem\u00f3ria viva da gigante mulher.\u00a0 Tamb\u00e9m\u00a0 diocese de Dom Tom\u00e1s Balduino, OP,\u00a0 filho da terra, bispo da Reforma Agr\u00e1ria, assessor da Pastoral da Terra, Defensor dos povos ind\u00edgenas, que por anos foi pastor daquela igreja. Ainda hoje, com o belga Dom Eug\u00e8ne Lambert A. Rixen, conserva caracter\u00edsticas pr\u00f3prias no modo de ser Igreja, comprometida com os mais pobres, pequenos,\u00a0 injusti\u00e7ados.<\/p>\n<p>Foi, portanto, uma experi\u00eancia gratificante ser convidada pelo Pe. Antonio Mota, p\u00e1roco da Catedral, que em nome de Dom Eug\u00e8ne, me pediu um encontro com as comunidades, sobretudo os ministros da liturgia e do canto. Hospedados no Centro Pastoral Diocesano, antigo convento das Irm\u00e3s Dominicanas, aconteceu l\u00e1 o encontro, e ambos fizeram quest\u00e3o de participar o tempo todo conosco, nos dias 27 e 28 deste junho. Comunidades distantes, mas que se fizeram presentes em grande n\u00famero, vindas de Itabera\u00ed, Jussara, Santa F\u00e9, Brit\u00e2nia, Novo Brasil, Itapuranga, Fazenda Nova e\u00a0 outras cidades, assim como do interior, al\u00e9m das dioceses vizinhas: S\u00e3o Luiz de Montes Belos e Barra do Gar\u00e7as, j\u00e1 no Mato Grosso. <\/p>\n<p>Celebrando os ap\u00f3stolos Pedro e Paulo, foi no s\u00e1bado \u00e0 noite a solene Eucaristia, presidida por Dom Eugenio e concelebrada pelo Pe. Antonio. Acompanhados pelo regente Sebasti\u00e3o (T\u00e3o) e o jovem Charles, respectivamente ao teclado e viol\u00e3o, nosso canto se fez alegre e festivo, mas tamb\u00e9m sentimental e dolente no domingo, final do encontro,\u00a0 cantando a despedida&#8230; \u201cVou sentir saudades, vou chorar de amor&#8230;\u201d . Presenteada com o livro de canto da diocese, \u201cO Povo canta sua vida\u201d, autografado pelos participantes, juntamente com deliciosos doces cristalizados, especialidade da terra, como n\u00e3o me comover com o povo goiano recitando a poesia \u201cA Lavadeira\u201d, de Cora Coralina e entoando o canto \u201cNoites goianas\u201d?&#8230;<\/p>\n<p>Algumas fotos registram o grupo em frente ao Lar S\u00e3o Jos\u00e9, celebrando a Eucaristia, a presen\u00e7a dos amigos, a Casa de Pedra de Cora e o aspecto geral da cidade.<br \/>Surpresa feliz foi reencontrar o compositor e amigo Frei Domingos dos Santos, no Convento do Ros\u00e1rio, junto \u00e0 Igreja dos dominicanos, ap\u00f3s muitos anos&#8230;<\/p>\n<p>Foi isso e muito mais nosso encontro fraterno e musical em terras goianas. Por isso, sempre de novo, ALEGRAI-VOS NO SENHOR!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Irm\u00e3 Miria T. Kolling<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Soou diferente, \u00fanico, novo,\u00a0 o nosso canto na cidade de\u00a0 Goi\u00e1s, a antiga capital goiana, hoje patrim\u00f4nio da humanidade, pela sua import\u00e2ncia hist\u00f3rica. 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