{"id":55757,"date":"2019-12-13T09:10:07","date_gmt":"2019-12-13T12:10:07","guid":{"rendered":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=55757"},"modified":"2019-12-13T09:10:07","modified_gmt":"2019-12-13T12:10:07","slug":"jubileu-aureo-sacerdotal-do-papa-francisco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/jubileu-aureo-sacerdotal-do-papa-francisco\/","title":{"rendered":"Jubileu \u00c1ureo Sacerdotal do Papa Francisco"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Arquidiocese de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro une-se \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica em todo mundo para render gra\u00e7as a Deus pelo jubileu de ouro, os 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o presbiteral do Santo Padre, o Papa Francisco, comemorada em 13 de dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rendemos gra\u00e7as a Deus pela voca\u00e7\u00e3o sacerdotal e pelo carisma jesu\u00edta do Papa Francisco e pelo bem que ele distribuiu em toda a sua via ministerial quer como formador, como professor, como provincial, como bispo auxiliar e como Arcebispo Metropolitano de Buenos Aires at\u00e9, pela gra\u00e7a do Divino Esp\u00edrito Santo, ter sido eleito como Romano Pont\u00edfice.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ingressou no noviciado da Companhia de Jesus em mar\u00e7o de 1958. Fez o juniorato em Santiago do Chile. Graduou-se em Filosofia em 1960, na Universidade Cat\u00f3lica de Buenos Aires. Entre os anos 1964 e 1966, ensinou Literatura e Psicologia, no Col\u00e9gio Imaculada, na Prov\u00edncia de Santa F\u00e9, e no Col\u00e9gio do Salvador, em Buenos Aires. Graduou-se em Teologia em 1969. Recebeu a ordena\u00e7\u00e3o presbiteral no dia 13 de dezembro de 1969, pelas m\u00e3os de Dom Ram\u00f3n Jos\u00e9 Castellano. Emitiu seus \u00faltimos votos na Companhia de Jesus em 1973. Em 1973 foi nomeado Mestre de Novi\u00e7os, no Semin\u00e1rio da Villa Barilari, em San Miguel. No mesmo ano foi eleito superior provincial dos jesu\u00edtas, na Argentina. Em 1980, ap\u00f3s o per\u00edodo do provincialato, retornou a San Miguel, para ensinar em uma escola dos jesu\u00edtas. No per\u00edodo de 1980 a 1986 foi reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel, foi confessor e diretor espiritual em C\u00f3rdoba.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 20 de maio de 1992, o Papa Jo\u00e3o Paulo II o nomeou bispo auxiliar de Buenos Aires, com a S\u00e9 titular de Auca (<em>Aucensi<\/em>). Sua ordena\u00e7\u00e3o episcopal deu-se a 27 de junho de 1992, pelas m\u00e3os do cardeal Quarracino, de Dom Emilio Og\u00f1\u00e9novich e de Dom Ubaldo Calabresi. Em 3 de junho de 1997, foi nomeado arcebispo coadjutor de Buenos Aires. Tornou-se arcebispo metropolitano de Buenos Aires no dia 28 de fevereiro de 1998.\u00a0 Foi nomeado ordin\u00e1rio para os fi\u00e9is de rito oriental sem ordin\u00e1rio pr\u00f3prio, na Argentina, pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II, em 30 de novembro de 1998.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi criado cardeal no Consist\u00f3rio Ordin\u00e1rio P\u00fablico de 2001, ocorrido em 21 de fevereiro de 2001, presidido pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II, recebendo o t\u00edtulo de cardeal-presb\u00edtero de S\u00e3o Roberto Belarmino. Quando foi nomeado, convenceu centenas de argentinos a n\u00e3o viajarem para Roma. Em vez de irem ao Vaticano celebrar a nomea\u00e7\u00e3o, pediu que dessem o dinheiro da viagem aos pobres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A vida ministerial do Papa Francisco est\u00e1 sendo marcada pela miseric\u00f3rdia conforme o seu lema episcopal e agora tamb\u00e9m como Papa: <strong><em>Miserando atque elegendo <\/em><\/strong>(Olhou-o com miseric\u00f3rdia e o escolheu).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Papa Francisco pede uma<strong> Igreja em sa\u00edda<\/strong>. A Igreja em sa\u00edda \u00e9 a supera\u00e7\u00e3o da Igreja autorreferenciada. Eis o ponto de partida, a pedra fundamental do pensamento de Francisco. A <em>Igreja em sa\u00edda<\/em> j\u00e1 estava latente como eclesiologia capaz de superar a crise da Igreja, cuja raiz era o seu autocentramento, nas reflex\u00f5es feitas pelo cardeal Bergoglio durante as congrega\u00e7\u00f5es que prepararam o conclave. E desde a exorta\u00e7\u00e3o <em>Evangelii Gaudium<\/em> se mostra como a ideia mestra ou a fonte que lan\u00e7a a Igreja para fora de si mesma, na dire\u00e7\u00e3o de suas origens primeiras e na dire\u00e7\u00e3o do mundo e dos outros, particularmente dos mais fragilizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O<strong> cora\u00e7\u00e3o do evangelho<\/strong>: Toda empreitada de renova\u00e7\u00e3o de uma tradi\u00e7\u00e3o e de uma institui\u00e7\u00e3o precisa ser feita a partir de uma refer\u00eancia leg\u00edtima, ou seja, a partir de um fundamento que garanta a sua verdade e assegure um consenso m\u00ednimo em torno de sua proposta. A renova\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode basear-se unicamente nas palavras do l\u00edder renovador, mas nas <em>Palavras<\/em> sobre as quais se assenta a institui\u00e7\u00e3o e com base nas quais a tradi\u00e7\u00e3o existe e se p\u00f5e a transmiti-las \u00e0s gera\u00e7\u00f5es. Na fenomenologia da religi\u00e3o fala-se em volta ao tempo das origens, na sociologia fala-se em volta ao carisma, e no cristianismo se costuma falar em \u201cvolta \u00e0s fontes\u201d. No caso deste, as fontes j\u00e1 est\u00e3o codificadas num c\u00e2non que as comunica e testemunha. Voltar \u00e0s fontes \u00e9 voltar ao carisma que fundou e funda a Igreja. Numa palavra, voltar a Jesus Cristo e a tudo o que ele ensinou e comunica como salva\u00e7\u00e3o para a Igreja atual. Os grandes reformadores fizeram de alguma forma esse movimento e, precisamente por essa raz\u00e3o, obtiveram \u00eaxitos em suas propostas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na enc\u00edclica<em> Laudato Si\u2019<\/em>, d\u00e1 o primeiro passo do momento do julgar (segundo o m\u00e9todo ver-julgar-agir) precisamente no evangelho da cria\u00e7\u00e3o. Na sequ\u00eancia, aprofunda o julgamento da crise planet\u00e1ria, a partir das ci\u00eancias humanas (cap\u00edtulo III) e da pr\u00f3pria ecologia (cap\u00edtulo IV). As fontes b\u00edblicas s\u00e3o o ponto de partida que oferece um primeiro horizonte para as demais an\u00e1lises. Na tradi\u00e7\u00e3o que articula f\u00e9 e raz\u00e3o, adota um caminho indutivo e n\u00e3o dedutivo. N\u00e3o parte dos conte\u00fados oferecidos pela tradi\u00e7\u00e3o e pelos \u201cpredecessores\u201d, conforme costume dos discursos papais, mas dos conte\u00fados oferecidos pelas fontes b\u00edblicas. Francisco sabe que quer falar para um p\u00fablico que est\u00e1 fora da Igreja, mas insiste em buscar nas fontes escritur\u00edsticas elementos que permitam ver a terra como dom de Deus (LS 62). A sua teologia ecol\u00f3gica \u00e9, antes de tudo, b\u00edblica. Os compromissos ecol\u00f3gicos dos crist\u00e3os brotam das convic\u00e7\u00f5es de f\u00e9 (LS 64). O primeiro sentido de todas as coisas da f\u00e9 reside nessa fonte primeira, de onde tudo pode renovar-se. O evento Cristo renova todas as coisas com sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o e permite ao crist\u00e3o rever suas posturas e converter-se ecologicamente. De fato, a espiritualidade ecol\u00f3gica nasce \u201cdas convic\u00e7\u00f5es de nossa f\u00e9, pois aquilo que o evangelho nos ensina tem consequ\u00eancias em nosso modo de pensar, sentir e viver\u201d (LS 216).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na exorta\u00e7\u00e3o <em>Amoris Laetitia<\/em>, a postura \u00e9 exatamente a mesma. Contudo, a problem\u00e1tica se mostra ainda mais complexa e mais grave, tendo em vista o objeto em quest\u00e3o: a participa\u00e7\u00e3o dos casais recasados. A doutrina formulada e estabelecida como regra n\u00e3o vacila no que tange \u00e0 participa\u00e7\u00e3o deles na comunh\u00e3o eucar\u00edstica. Essa quest\u00e3o constituiu, de fato, o n\u00f3 a ser desatado pelos S\u00ednodos da Fam\u00edlia realizados em 2014 e 2015. Como recolocar essa quest\u00e3o, resolvida do ponto de vista da norma moral na din\u00e2mica da miseric\u00f3rdia? De onde retirar as orienta\u00e7\u00f5es capazes de avan\u00e7ar, sem negar a doutrina moral? A exorta\u00e7\u00e3o p\u00f3s-sinodal recolhe a orienta\u00e7\u00e3o fundamental dos padres sinodais e avan\u00e7a com cuidado e firmeza na orienta\u00e7\u00e3o. A raiz vem do evangelho. \u00c9 dele que vem o valor e a norma fundamental da miseric\u00f3rdia a ser adotada antes de qualquer outra orienta\u00e7\u00e3o doutrinal, por mais coerente e precisa que esta possa ser. A estrutura geral do documento expressa essa fundamenta\u00e7\u00e3o. Come\u00e7a, no primeiro cap\u00edtulo, \u201c\u00e0 luz da palavra\u201d para dar \u201co tom adequado\u201d (AL 6), e ap\u00f3s analisar a realidade, no segundo cap\u00edtulo, julga-a a partir do Novo Testamento: o olhar fixo em Jesus (cap\u00edtulo III), o amor, tendo como base 1Cor 13 (cap\u00edtulo IV). De fato, fora da fundamenta\u00e7\u00e3o b\u00edblica, que outra hermen\u00eautica poderia recolocar os problemas urgentes das fam\u00edlias atuais legislados por normas r\u00edgidas e consolidadas? Em nome do evangelho, Francisco critica a rigidez e sugere que as comunidades fa\u00e7am o discernimento e integrem a fragilidade (cap\u00edtulo VIII). A cr\u00edtica \u00e9 apresentada logo na introdu\u00e7\u00e3o, quando reconhece que \u00e9 necess\u00e1rio continuar aprofundando o assunto (AL 2), que h\u00e1 maneiras diferentes de interpretar a doutrina e de aplic\u00e1-la, e que h\u00e1 que\u00a0buscar solu\u00e7\u00f5es mais inculturadas, conforme as peculiaridades das regi\u00f5es (AL 3). A cr\u00edtica se torna mais aguda quando diz que \u00e9 preciso haver uma convers\u00e3o mission\u00e1ria que supere a aplica\u00e7\u00e3o do \u201can\u00fancio te\u00f3rico desligado dos problemas reais das pessoas\u201d (AL 201) e que \u201cningu\u00e9m pode ser condenado, porque esta n\u00e3o \u00e9 a l\u00f3gica do evangelho\u201d (AL 297). O n\u00famero 305 faz uma den\u00fancia prof\u00e9tica a certas pr\u00e1ticas consolidadas na Igreja: Por isso, um pastor n\u00e3o pode sentir-se satisfeito apenas aplicando leis morais aos que vivem em situa\u00e7\u00f5es \u201cirregulares\u201d, como se fossem pedras que se atiram contra a vida das pessoas. \u00c9 o caso dos cora\u00e7\u00f5es fechados, que muitas vezes se escondem atr\u00e1s dos ensinamentos da Igreja para sentar-se na c\u00e1tedra de Mois\u00e9s e julgar, \u00e0s vezes com superioridade e superficialidade, os casos dif\u00edceis e as fam\u00edlias feridas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O imperativo da miseric\u00f3rdia: A miseric\u00f3rdia exige convers\u00e3o, mudan\u00e7a n\u00e3o somente das convic\u00e7\u00f5es \u2013 algo unicamente espiritual \u2013 mas mudan\u00e7a em nossos h\u00e1bitos centrados em pr\u00e1ticas de bem-estar cada vez mais acentuadas e que fazem esquecer tudo mais. Esse relativismo pr\u00e1tico, mais perigoso que o te\u00f3rico e que tem como absoluto somente o eu satisfeito, significa \u201cagir como se Deus n\u00e3o existisse, decidir como se os pobres n\u00e3o existissem, sonhar como se os outros n\u00e3o existissem\u201d (EG 80). A atitude de miseric\u00f3rdia rompe com esses modos de vida; \u00e9 convers\u00e3o para o encontro, convers\u00e3o ecol\u00f3gica, convers\u00e3o para a solidariedade e para a inclus\u00e3o do outro. A Igreja precisa \u201cchegar \u00e0s periferias humanas e ser uma m\u00e3e de \u201ccora\u00e7\u00e3o aberto\u201d e acolher quem \u201cficou ca\u00eddo \u00e0 beira do caminho\u201d (EG 46).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A op\u00e7\u00e3o pelos pobres: \u201cA renova\u00e7\u00e3o inadi\u00e1vel se faz tamb\u00e9m na medida em que a Igreja se encarna nas<em> limita\u00e7\u00f5es humanas<\/em>\u201d (EG 40). O outro pode converter-nos com seus apelos; pode ajudar a renovar a Igreja, muitas vezes fechada em si mesma, segura de suas estruturas e definida em suas normas. A miseric\u00f3rdia leva antes de tudo aos pobres. O Deus amor revelado por Jesus Cristo acolhe, perdoa e integra os pobres e sofredores. \u201cOs sinais que realiza, sobretudo para com os pecadores, as pessoas pobres, marginalizadas, doentes e atribuladas, decorrem sob o signo da miseric\u00f3rdia\u201d (MV 9).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pobres no cora\u00e7\u00e3o de Deus. A sensibilidade, a aten\u00e7\u00e3o e a op\u00e7\u00e3o pelos pobres n\u00e3o s\u00e3o simplesmente uma op\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica; s\u00e3o, antes de tudo, uma quest\u00e3o de f\u00e9: \u201ch\u00e1 que afirmar sem rodeios que existe um v\u00ednculo indissol\u00favel entre a nossa f\u00e9 e os pobres\u201d (EG 48). O an\u00fancio do evangelho aos pobres \u00e9 o sinal da profecia de Jesus. Jesus Cristo \u00e9 o Deus que se fez pobre com os pobres (EG 186). Os pobres ocupam um lugar preferencial no cora\u00e7\u00e3o de Deus, e por essa raz\u00e3o fazem parte do mist\u00e9rio de nossa reden\u00e7\u00e3o (EG 197).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <em>miseric\u00f3rdia<\/em> constitui a postura fundamental da vida crist\u00e3; ela agrega em seu significado a acolhida, a sensibilidade e a solidariedade para com os mais fracos e sofredores; liga o seguidor ao pr\u00f3prio Mestre misericordioso. Nesse eixo, encontram-se o Cristo vivo e o homem vivo, o Cristo que sofre com os sofredores concretos, o Cristo pobre com os pobres de hoje, e o Cristo que perdoa com os pecadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSim, devemos, os sacerdotes, todos n\u00f3s devemos fazer coisas e a primeira tarefa \u00e9 anunciar o Evangelho, mas proteg\u00ea-lo, proteger o centro, a fonte, de onde brota esta miss\u00e3o, que \u00e9 propriamente o dom que recebemos gratuitamente do Senhor\u201d, disse o Papa. <a href=\"https:\/\/www.acidigital.com\/noticias\/papa-francisco-a-sacerdotes-sua-principal-missao-e-anunciar-o-evangelho-23158\">https:\/\/www.acidigital.com\/noticias\/papa-francisco-a-sacerdotes-sua-principal-missao-e-anunciar-o-evangelho-23158<\/a>, \u00faltimo acesso em 12 de dezembro de 2019).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De minha parte, quero agradecer ao Santo Padre ter me inclu\u00eddo no Col\u00e9gio Cardinal\u00edcio, sem merecimento algum de minha parte. Agrade\u00e7o o dom de sua primeira viagem internacional, a sua viagem apost\u00f3lica na JMJ Rio 2013, com uma riqueza imensa de um legado evangelizador que produz os seus frutos at\u00e9 hoje, e os muitos ensinamentos que nos animam a continuar sendo uma Igreja em sa\u00edda, misericordiosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O seu exemplo de sacerdote totalmente voltado para a santifica\u00e7\u00e3o do povo de Deus nos ajuda a ser uma Igreja que acolhe, evangelize e santifique. Parab\u00e9ns pelo seu jubileu e estaremos rezando por Sua Santidade e pelo seu\u00a0 minist\u00e9rio petrino!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Arquidiocese de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro une-se \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica em todo mundo para render gra\u00e7as a Deus pelo jubileu de ouro, os 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o presbiteral do Santo Padre, o Papa Francisco, comemorada em 13 de dezembro. 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