{"id":54618,"date":"2019-10-11T11:49:16","date_gmt":"2019-10-11T14:49:16","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=54618"},"modified":"2019-10-11T11:49:16","modified_gmt":"2019-10-11T14:49:16","slug":"santa-dulce-dos-pobres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/santa-dulce-dos-pobres\/","title":{"rendered":"Santa Dulce dos Pobres"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A canoniza\u00e7\u00e3o da Irm\u00e3 Dulce, o anjo bom da Bahia, primeira mulher brasileira santa, que ser\u00e1 chamada de Santa Dulce dos Pobres, acontecer\u00e1 por ocasi\u00e3o da cerim\u00f4nia do dia 13 outubro de 2019 no Vaticano, dentro do contexto sinodal Pan-Amaz\u00f4nico (6-27). Que esse espl\u00eandido acontecimento celebrativo desperte nossa consci\u00eancia para o dom gratuito de Deus, que, como pessoas novas, fomos criados, segundo os des\u00edgnios de Deus, para a justi\u00e7a e santidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Irm\u00e3 Dulce nos recorda o exemplo do bom samaritano, que, na sua sensibilidade compassiva, parou e socorreu o pobre homem, encontrado \u00e0 beira da estrada, ultrajado e enfermo, em consequ\u00eancia de um assalto dos malfeitores. Por essa par\u00e1bola, que possamos amar o pr\u00f3ximo, como a n\u00f3s mesmos. No texto ela se cumpre, n\u00e3o nos homens instru\u00eddos na lei, mas no samaritano, tido pelos judeus e mestres da lei como incr\u00e9dulo e pecador (cf. Lc 10, 25-37).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A aproxima\u00e7\u00e3o de Deus, pela viv\u00eancia de um amor irrestrito e solid\u00e1rio de Irm\u00e3 Dulce, se torna realidade na comunidade dos que abra\u00e7am uma f\u00e9 dur\u00e1vel e s\u00f3lida, numa Igreja inclusiva, quando pessoas, tidas como mal vistas, vulner\u00e1veis e empobrecidas, s\u00e3o pensadas e levadas em conta na a\u00e7\u00e3o pastoral. A citada par\u00e1bola quer se identificar e se configurar com a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, a mesma Igreja em sa\u00edda, t\u00e3o vis\u00edvel no Papa Francisco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela, na referida alegoria, carrega consigo neste mundo, convenhamos, as impress\u00f5es do globalizado e fict\u00edcio progresso, num consequente indiferentismo, acentuando-se sempre mais o materialismo, com l\u00e9guas e l\u00e9guas de dist\u00e2ncia da proposta do mundo fraterno e solid\u00e1rio. Nada melhor do que o exemplo da Irm\u00e3 Dulce, nossa santa genuinamente brasileira, que olhou para os necessitados de toda natureza, sentiu a mesma compaix\u00e3o de Jesus e cuidou deles, sem distin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Irm\u00e3 Dulce, o Reino de Deus e sua justi\u00e7a prefiguram como um sinal da caminhada no constante esfor\u00e7o para que se realize em n\u00f3s a vontade de Deus, numa ades\u00e3o a seu projeto de amor, a partir dos bens materiais, mas que se requer, acima de tudo, o aprazimento interior, que se sup\u00f5e convers\u00e3o \u00e0 justi\u00e7a divina. Assim seja!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A canoniza\u00e7\u00e3o da Irm\u00e3 Dulce, o anjo bom da Bahia, primeira mulher brasileira santa, que ser\u00e1 chamada de Santa Dulce dos Pobres, acontecer\u00e1 por ocasi\u00e3o da cerim\u00f4nia do dia 13 outubro de 2019 no Vaticano, dentro do contexto sinodal Pan-Amaz\u00f4nico (6-27). 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