{"id":5248,"date":"2014-10-27T11:48:11","date_gmt":"2014-10-27T13:48:11","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/ser-cristao-e-viver-no-amor\/"},"modified":"2017-04-06T15:57:40","modified_gmt":"2017-04-06T18:57:40","slug":"ser-cristao-e-viver-no-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/ser-cristao-e-viver-no-amor\/","title":{"rendered":"Ser crist\u00e3o \u00e9 viver no amor"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">No Evangelho do trig\u00e9simo domingo de Tempo Comum, Mateus nos mostra fariseus interrogando Jesus, para o experimentar ou para preparar-lhe uma armadilha.<br \/>A pergunta dos fariseus estava cheia de m\u00e1s inten\u00e7\u00f5es. Para eles, todos os mandamentos eram igualmente importantes e deveriam ser cumpridos com o mesmo rigor. Aquele fariseu, ao perguntar a Jesus qual era o mandamento mais importante desejava coloc\u00e1-lo em dificuldades. No entanto, Jesus n\u00e3o se intimidou e respondeu com clareza. Tudo est\u00e1 resumido em dois mandamentos: amar a Deus e ao pr\u00f3ximo. Nada mais \u00e9 necess\u00e1rio. Todas as demais normas dependem desses dois mandamentos maiores. E foi isso que ouviram, surpresos os fariseus e o que n\u00f3s, hoje, devemos ter bem presente. Todos os nossos deveres como crist\u00e3os est\u00e3o resumidos nesses dois mandamentos: amar a Deus e aos irm\u00e3os.<br \/>S\u00e3o dois mandamentos que est\u00e3o ligados entre si. N\u00e3o s\u00e3o duas normas separadas e independentes. Ou melhor, um \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para o outro. Apenas aquele que ama seus irm\u00e3os ama a Deus, por mais que v\u00e1 \u00e0 Missa, ou reze muitas ora\u00e7\u00f5es, ou leia diversas vezes a B\u00edblia. Assim, os dois mandamentos andam bem juntos e n\u00e3o podem ser separados.<br \/>Depois vem o passo seguinte: aplicar esses mandamentos, sobretudo o segundo, o do amor aos irm\u00e3os, a nossa vida pr\u00e1tica e di\u00e1ria, \u00e0s rela\u00e7\u00f5es com nossos irm\u00e3os, com nossa fam\u00edlia, com os amigos e com os companheiros de trabalho. <br \/>Na segunda leitura deste domingo, podemos saber como desenvolver esse amor. Na leitura, veremos que Deus deseja que cuidemos de maneira especial dos estrangeiros, dos \u00f3rf\u00e3os, das vi\u00favas, dos pobres e daqueles que nada t\u00eam para se cobrir. A leitura afirma que, quando o pobre chamar a Deus, \u201ceu o ouvirei porque sou compassivo\u201d. Quer dizer: amar aos irm\u00e3os implica ter um especial cuidado com as suas necessidades, principalmente as dos mais pobres, dos mais fracos, dos indefesos. Atend\u00ea-los, servi-los, devolver-lhes a dignidade, respeit\u00e1-los, acompanh\u00e1-los: tudo isso \u00e9 amar os irm\u00e3os. S\u00f3 quem assim procede \u2013 ou ao menos procura seriamente faz\u00ea-lo \u2013 pode dizer que ama a Deus. Tem muita gente que fala \u201cSenhor, tu sabes tudo, tu sabes que eu te amo\u201d,\u00a0 mas \u00e9 mentiroso, porque quem ama n\u00e3o persegue os seus irm\u00e3os, ao contr\u00e1rio os acolhe, apesar de seus pecados, sendo compassivo. Tenhamos muito medo dos lobos, travestidos de pastores, que assaltam as ovelhas&#8230;. S\u00f3 ama verdadeiramente quem acolhe e \u00e9 misericordioso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Evangelho do trig\u00e9simo domingo de Tempo Comum, Mateus nos mostra fariseus interrogando Jesus, para o experimentar ou para preparar-lhe uma armadilha.A pergunta dos fariseus estava cheia de m\u00e1s inten\u00e7\u00f5es. 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