{"id":51691,"date":"2019-07-29T08:15:06","date_gmt":"2019-07-29T11:15:06","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=51691"},"modified":"2019-07-29T08:15:06","modified_gmt":"2019-07-29T11:15:06","slug":"a-nossa-oracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/a-nossa-oracao\/","title":{"rendered":"A nossa ora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A ora\u00e7\u00e3o da unidade \u00e9 o testamento que Jesus nos oferece, algo novo, come\u00e7o da Nova Alian\u00e7a. O Senhor agora \u00e9 Pai! Jesus nos aproxima do Deus das alturas, faz-se um conosco e nos ensina a chamar-lhe de Pai. Sem d\u00favidas, essa intimidade com Deus era novidade, uma revolu\u00e7\u00e3o para os conceitos da \u00e9poca. Em nenhum outro momento da hist\u00f3ria humana profetas, sacerdotes, s\u00e1bios ou reis ousaram chamar Deus de Pai. S\u00f3 agora, com o consentimento do \u201cFilho Amado\u201d. S\u00f3 agora, quando os alicerces do templo se sentem abalados e o novo Templo \u00e9 preparado para emergir da terra, aviltar-se acima dos planos terrenos, \u00e9 que somos autorizados a reconhecer a paternidade divina.<\/p>\n<p>O c\u00e9u engloba a totalidade do infinito, o cosmo acima, abaixo e at\u00e9 dentro de n\u00f3s. C\u00e9u n\u00e3o somente nas alturas, mas como estado de plenitude infinita, em tudo, em todos. Eis a morada de Deus! No c\u00e9u infindo dos mist\u00e9rios que nos cercam, no para\u00edso onde o Senhor nos colocou, &#8211; do qual nos afastamos pelo pecado, mas que \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar com o advento de um novo tempo \u2013 no reencontro pr\u00f3digo com o Pai, nesse c\u00e9u est\u00e1 Deus. O local da presen\u00e7a de Deus n\u00e3o se limita ao tempo e espa\u00e7o da nossa morada. N\u00e3o mais precisamos buscar Deus nas alturas celestiais, no infinito estelar&#8230; Ei-lo! \u201cEle est\u00e1 no meio de n\u00f3s\u201d. Ele \u00e9 um dos nossos, senta-se conosco, fala conosco&#8230; \u00c9 nosso Pai!<\/p>\n<p>Essa nova f\u00f3rmula de ora\u00e7\u00e3o revolucionou a rela\u00e7\u00e3o entre Deus e seu povo, o infinito e o finito, a religi\u00e3o e o religioso, colocando tudo num \u00fanico patamar de Justi\u00e7a e igualdade: somos irm\u00e3os, temos direito a uma \u00fanica heran\u00e7a, ningu\u00e9m \u00e9 maior ou melhor aos olhos do Pai. Na nova ora\u00e7\u00e3o a humanidade adquire uma integral participa\u00e7\u00e3o em tudo que Deus-Pai oferece aos filhos, ou seja: o direito de usufruir, igualitariamente, das alegrias e riquezas de seu Reino.<\/p>\n<p>Dizemos que nosso Pai n\u00e3o possui uma \u00fanica morada, um local determinado, delimitado, exclusivo. Ao contr\u00e1rio, seu Reino, assim como seu nome, n\u00e3o tem princ\u00edpio, nem fim. \u00c9 err\u00f4neo imaginar Deus imobilizado num trono real (conceito semita), permanentemente longe da realidade terrena, escondido e inacess\u00edvel. Essa vis\u00e3o \u00e9 perigosa, infantil e caduca. O amadurecimento religioso j\u00e1 nos permite afirmar que c\u00e9u \u00e9 um conceito indeterminado de lugar, tempo e espa\u00e7o. Pode ser no meio de n\u00f3s, em n\u00f3s ou na floresta, no mar, no deserto, na lua, nos planetas&#8230; O universo respira Deus. O essencial \u00e9 n\u00e3o perdermos de vista nosso conceito de paternidade santa amorosa. Um pai verdadeiro n\u00e3o faz segredos, ao contr\u00e1rio orienta, estimula, conduz pelas m\u00e3os a filha ou filho diletos. Isso nos basta!<\/p>\n<p>(Extra\u00eddo do livro Pedra dos Milagres \u2013 Editora A Partilha)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ora\u00e7\u00e3o da unidade \u00e9 o testamento que Jesus nos oferece, algo novo, come\u00e7o da Nova Alian\u00e7a. O Senhor agora \u00e9 Pai! Jesus nos aproxima do Deus das alturas, faz-se um conosco e nos ensina a chamar-lhe de Pai. Sem d\u00favidas, essa intimidade com Deus era novidade, uma revolu\u00e7\u00e3o para os conceitos da \u00e9poca. Em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":32776,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-51691","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51691"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51691\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":51692,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51691\/revisions\/51692"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32776"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}