{"id":51556,"date":"2019-07-24T08:59:39","date_gmt":"2019-07-24T11:59:39","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=51556"},"modified":"2019-07-24T08:59:39","modified_gmt":"2019-07-24T11:59:39","slug":"o-amor-materno-e-fundamental-para-o-desenvolvimento-das-criancas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-amor-materno-e-fundamental-para-o-desenvolvimento-das-criancas\/","title":{"rendered":"O amor materno \u00e9 fundamental para o desenvolvimento das crian\u00e7as"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"subtitle\">Um estudo realizado com 482 pessoas nos Estados Unidos analisou as intera\u00e7\u00f5es das crian\u00e7as com as suas m\u00e3es<\/h2>\n<div class=\"base-post-content\">O afeto da m\u00e3e durante a primeira inf\u00e2ncia ajuda as crian\u00e7as a enfrentar melhor a vida adulta. Isso j\u00e1 foi comprovado pela psicologia do desenvolvimento.O amor materno saud\u00e1vel e natural, cheio de ternura para com o filho, \u00e9 algo que ficar\u00e1 gravado na psique da crian\u00e7a, bem como em sua alma e nas suas lembran\u00e7as mais \u00edntimas.<\/p>\n<p>Um estudo realizado com 482 pessoas nos Estados Unidos analisou as intera\u00e7\u00f5es das crian\u00e7as com as suas m\u00e3es durante os primeiros oito meses de vida. Ao fim de cada sess\u00e3o, os pesquisadores avaliavam como a m\u00e3e tinha agido e como a crian\u00e7a tinha respondido. Depois, classificavam as respostas, que iam de \u201cnegativo\u201d \u201cextravagante\u201d. <b><br \/>\n<\/b><\/p>\n<p>Nos oitos meses de avalia\u00e7\u00e3o, uma em cada 10 intera\u00e7\u00f5es se caracterizaram pelo baixo n\u00edvel de afeto materno para com o beb\u00ea.<\/p>\n<p>A maioria dos casos (85%) apresentou n\u00edveis normais de afeto em 6% houve n\u00edveis muito altos de afeto da m\u00e3e para com o filho.<\/p>\n<p>Quando os especialistas analisaram elementos espec\u00edficos, observaram que as crian\u00e7as que tinham recebido mais afeto materno durante aquele per\u00edodo tiveram n\u00edveis mais baixos de ansiedade, hostilidade e ang\u00fastia em geral.<\/p>\n<p>Eles detectaram tamb\u00e9m que houve uma diferen\u00e7a de sete pontos nos n\u00edveis de ansiedade entre as crian\u00e7as cujas m\u00e3es tinha mostrado n\u00edveis baixos ou normais de afeto e aquelas cujas progenitores tinham apresentado n\u00edveis altos. Al\u00e9m disso, detectaram uma diferen\u00e7a de tr\u00eas pontos nos n\u00edveis de hostilidade e de cinco pontos no total de pontua\u00e7\u00f5es referentes ao mal-estar geral.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span><\/p>\n<p>O que o experimento mostra \u00e9 que \u201cquanto maior o calor da m\u00e3e, menor ser\u00e1 o mal-estar dos adultos\u201d. \u00c9 evidente que as experi\u00eancias de vida muito precoces podem influenciar na sa\u00fade da pessoa adulta e \u201cos n\u00edveis altos de afeto maternal podem facilitar v\u00ednculos seguros\u201d.<\/p>\n<p>O carinho de m\u00e3e para filho n\u00e3o s\u00f3 ameniza a ang\u00fastia, mas tamb\u00e9m interfere no desenvolvimento das habilidades sociais da crian\u00e7a e na sua capacidade de enfrentar com sucesso determinadas situa\u00e7\u00f5es durante a idade adulta.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo realizado com 482 pessoas nos Estados Unidos analisou as intera\u00e7\u00f5es das crian\u00e7as com as suas m\u00e3es O afeto da m\u00e3e durante a primeira inf\u00e2ncia ajuda as crian\u00e7as a enfrentar melhor a vida adulta. 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