{"id":5010,"date":"2014-08-18T13:07:20","date_gmt":"2014-08-18T16:07:20","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/assuncao-de-maria\/"},"modified":"2017-04-06T11:51:22","modified_gmt":"2017-04-06T14:51:22","slug":"assuncao-de-maria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/assuncao-de-maria\/","title":{"rendered":"Assun\u00e7\u00e3o de Maria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A solenidade da Assun\u00e7\u00e3o apresenta, na leitura de Evangelho, com o texto do MAGNIFICAT. \u00c9 o canto de Maria, ainda gr\u00e1vida de Jesus, que agradece a Deus pela gra\u00e7a recebida. \u00c9 curioso e conv\u00e9m que prestemos aten\u00e7\u00e3o ao fato de a Igreja nos oferecer um texto evang\u00e9lico de uma Maria jovem para nos explicar o que vai acontecer depois de sua morte. Diz o dogma que Maria subiu ao c\u00e9u de corpo e alma. Que foi a primeira dentre todos n\u00f3s. Sua assun\u00e7\u00e3o \u00e9 sinal e promessa da nossa. Mas a assun\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi apenas um fato que aconteceu apenas em um momento determinado. Maria subiu ao c\u00e9u porque viveu com o olhar posto em Deus. O Magnificat \u2013 o canto de Maria, jovem ainda, gr\u00e1vida, que se encontra com a sua prima Isabel, igualmente gr\u00e1vida \u2013 n\u00e3o \u00e9 apenas uma bela poesia. \u00c9 um claro testemunho do estilo de vida de Maria.\u00a0\u00a0\u00a0 <br \/>Aquela jovenzinha de uma aldeia da Galileia tinha a alegria impregnada no corpo. Era uma alegria fruto da f\u00e9 e confian\u00e7a no Deus de seu povo. Para al\u00e9m das apar\u00eancias, ela sabia ficar acima do cotidiano e olhar para a hist\u00f3ria com perspectiva. Por isso, Maria sabe que \u201csua miseric\u00f3rdia (a de Deus) chega a seus fieis de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o\u201d e que \u201cauxilia a Israel, seu servo, lembrando-se da miseric\u00f3rdia\u201d.<br \/>Isso n\u00e3o significa dizer que Maria n\u00e3o tenha passado por momentos cinzentos em sua vida cotidiana. N\u00e3o deveria ter muitas alegrias a vida naquelas aldeias das montanhas da Galileia. Lavar, cozinhar, limpar, ajudar nas tarefas do campo, todos os trabalhos de uma mulher, agravados pela pobreza em que vivia aquela gente, Naquela situa\u00e7\u00e3o, a maioria das pessoas permanecia ao r\u00e9s do ch\u00e3o. N\u00e3o eram capazes de ver nada al\u00e9m do imediato, do que a vida tem de cinzento, dor, negatividade e morte.<br \/>Maria \u2013 e isto \u00e9 importante \u2013 passou exatamente pelo mesmo, mas olhava para outros horizontes. Olhava para o c\u00e9u e enxergava o rosto bondoso do Deus que havia sido sempre misericordioso com seu povo que lhe havia prometido a salva\u00e7\u00e3o. Por sua f\u00e9, Maria transformou sua vida de cinzenta em algo luminosa.<br \/>Sua luz continua iluminando a todos nesta festa. Nossa vida tamb\u00e9m costuma ficar cinza quando permitimos que nosso olhar fique no r\u00e9s do ch\u00e3o. A festa da assun\u00e7\u00e3o nos recorda que precisamos levantar nosso olhar e colocar nossos horizontes um pouco mais adiante. Devemos olhar nossa vida e a de nossos irm\u00e3os com os olhos de Deus, com a perspectiva de Deus. N\u00f3s nos surpreenderemos ao descobrir a cor diferente que ter\u00e1 a vida. E aprenderemos a rezar o Magnificat com o prazer e a f\u00e9 de Maria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A solenidade da Assun\u00e7\u00e3o apresenta, na leitura de Evangelho, com o texto do MAGNIFICAT. \u00c9 o canto de Maria, ainda gr\u00e1vida de Jesus, que agradece a Deus pela gra\u00e7a recebida. \u00c9 curioso e conv\u00e9m que prestemos aten\u00e7\u00e3o ao fato de a Igreja nos oferecer um texto evang\u00e9lico de uma Maria jovem para nos explicar o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-5010","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5010","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5010"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5010\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9906,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5010\/revisions\/9906"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5010"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5010"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5010"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}