{"id":4985,"date":"2014-08-14T12:47:06","date_gmt":"2014-08-14T15:47:06","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/as-3-melhores-maneiras-de-viver-o-perdao\/"},"modified":"2017-04-06T11:29:08","modified_gmt":"2017-04-06T14:29:08","slug":"as-3-melhores-maneiras-de-viver-o-perdao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/as-3-melhores-maneiras-de-viver-o-perdao\/","title":{"rendered":"As 3 melhores maneiras de viver o perd\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aprenda o jeito mais eficaz de conjugar o verbo perdoar: eu me perdoo, tu me perdoas, eu te perdoo<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/casalperdao.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>O Evangelho de Mateus nos traz a grande resposta que Jesus deu a Pedro quando este lhe perguntou quantas vezes \u00e9 preciso perdoar o irm\u00e3o, j\u00e1 que a lei dos judeus limitava a quantidade a tr\u00eas vezes.<\/p>\n<p>Pedro, querendo ser generoso, multiplicou esse n\u00famero por dois e acrescentou mais um, acreditando que a resposta de 7 vezes seria a mesma do Mestre. Mas sua surpresa foi grande ao escutar de Jesus que devemos perdoar at\u00e9 setenta vezes sete, ou seja, sempre.<\/p>\n<p>Foi por isso que Jesus lhe contou a par\u00e1bola do rei que ajustou contas com os seus empregados, perdoando a um deles tudo o que devia; mas este, ao n\u00e3o fazer o mesmo com uma das pessoas que lhe devia dinheiro, foi chamado novamente pelo rei para ser castigado pelo que deixou de fazer: perdoar. O empregado foi levado \u00e0 pris\u00e3o at\u00e9 que pagasse tudo o que devia (cf. Mt 18, 21-35).<\/p>\n<p>Pais, a melhor maneira de ensinar \u00e0 fam\u00edlia o tema do perd\u00e3o \u00e9 por meio do nosso exemplo, ou seja, por meio do testemunho que n\u00f3s damos interna (eu me perdoo) e externamente (eu te perdoo, tu me perdoas) no lar.<\/p>\n<p>Estas tr\u00eas maneiras de perdoar caminham unidas, j\u00e1 que cada pessoa s\u00f3 pode oferecer o que leva no cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para isso, convidamos voc\u00ea a analisar sua vida pessoal por meio de algumas perguntas que o ajudar\u00e3o a avaliar sua rela\u00e7\u00e3o com o perd\u00e3o:<\/p>\n<p>Eu me perdoo<\/p>\n<p>Voc\u00ea cometeu muitos erros na vida? Quais? Continua repetindo estes erros? Gostaria de transform\u00e1-los em oportunidades? Voc\u00ea quer se perdoar? E se compromete a deixar de cometer esses erros?<\/p>\n<p>Tu me perdoas<\/p>\n<p>Voc\u00ea ofendeu algu\u00e9m com sua atitude ou com as suas a\u00e7\u00f5es? Pediu perd\u00e3o? Gostaria de pedir perd\u00e3o novamente ou pela primeira vez a essa(s) pessoa(s)? Voc\u00ea se compromete a mudar esta atitude ou jeito de ser que n\u00e3o o deixa crescer como pessoa?<\/p>\n<p>Eu te perdoo<\/p>\n<p>Algu\u00e9m j\u00e1 lhe pediu perd\u00e3o? Como voc\u00ea reagiu? Perdoou de verdade? Est\u00e1 disposto a perdoar de cora\u00e7\u00e3o? Quer dizer a essa(s) pessoa(s) que voc\u00ea realmente a(s) perdoou?<\/p>\n<p>Pais, estas tr\u00eas maneiras de trabalhar o perd\u00e3o podem nos ajudar a criar fortes la\u00e7os de amizade na comunidade e mais amor na fam\u00edlia. Lembrem-se de que o perd\u00e3o n\u00e3o pode somente ser ensinado: precisa ser praticado! E h\u00e1 melhor lugar que o lar?<\/p>\n<p>O mais interessante do perd\u00e3o \u00e9 que \u00e9 setenta vezes sete, ou seja, sempre. N\u00e3o s\u00e3o sete vezes, como sup\u00f4s Pedro, nem tr\u00eas vezes, como acreditavam os judeus.<\/p>\n<p>Ainda d\u00e1 tempo, comece agora!<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aprenda o jeito mais eficaz de conjugar o verbo perdoar: eu me perdoo, tu me perdoas, eu te perdoo O Evangelho de Mateus nos traz a grande resposta que Jesus deu a Pedro quando este lhe perguntou quantas vezes \u00e9 preciso perdoar o irm\u00e3o, j\u00e1 que a lei dos judeus limitava a quantidade a tr\u00eas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-4985","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4985","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4985"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4985\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9880,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4985\/revisions\/9880"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4985"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4985"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4985"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}