{"id":48303,"date":"2019-04-15T15:10:06","date_gmt":"2019-04-15T18:10:06","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=48303"},"modified":"2019-04-15T15:10:06","modified_gmt":"2019-04-15T18:10:06","slug":"jovem-novica-de-clausura-sou-mais-feliz-do-que-fui-em-toda-minha-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/jovem-novica-de-clausura-sou-mais-feliz-do-que-fui-em-toda-minha-vida\/","title":{"rendered":"Jovem novi\u00e7a de clausura: &#8220;Sou mais feliz do que fui em toda minha vida&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>Marisa Macicior \u00e9 a \u00fanica voca\u00e7\u00e3o que as Clarissas de Monzon (Espanha) tiveram nos \u00faltimos anos, segundo a jovem explicou em um v\u00eddeo publicado poucos dias depois de sua entrada no convento, no qual assegurou: &#8220;Sou mais feliz do que fui em toda a minha vida&#8221;.<\/p>\n<p>Marisa Macicior \u00e9 uma jovem de 23 anos que em 2018 entrou no convento de clausura das Clarissas de Monz\u00f3n (Espanha) e, no dia 2 de mar\u00e7o deste ano, recebeu o h\u00e1bito, ou seja, iniciou formalmente o noviciado nesta congrega\u00e7\u00e3o em uma cerim\u00f4nia presidida pelo Bispo da Diocese de Barbastro-Monz\u00f3n, Dom \u00c1ngel P\u00e9rez.<\/p>\n<p>Poucos dias depois de ingressar no mosteiro, em abril de 2018, Marisa explicou ao site da diocese como encontrou sua voca\u00e7\u00e3o e por que decidiu entrar neste mosteiro de clausura.<\/p>\n<p>&#8220;Embora eu venha de uma fam\u00edlia crist\u00e3, quando eu era pequena, vivia com a t\u00edpica \u2018sou fiel n\u00e3o praticante\u2019&#8221;, assegurou Marisa ao recordar que foi sua tia Marta quem lhe deixou maravilhada com a f\u00e9.<\/p>\n<p>Contou que sua tia lhe disse que ia para um retiro, ela pensou que estava se referindo ao parque do Retiro que fica em Madri e n\u00e3o a um retiro espiritual. &#8220;Eu acabei no col\u00e9gio de Cluny. Quando comecei a ir aos retiros, meus pais tamb\u00e9m o fizeram e continuam at\u00e9 hoje. Desde ent\u00e3o, tem sido um caminho de encontro, porque Deus existe, Deus quer e Deus fala&#8221;, assegurou.<\/p>\n<p>Nesse sentido, Marisa explicou que a descoberta de sua voca\u00e7\u00e3o religiosa foi um processo, &#8220;pouco a pouco fui conhecendo uma pessoa que est\u00e1 viva e \u00e9 real&#8221;. Entrar no grupo de Oblatos de Maria Imaculada foi definitivo para ela. &#8220;Tivemos um conv\u00edvio para preparar um acampamento e percebi que estava muito longe de Deus&#8221;, indicou.<\/p>\n<p>Em um momento de dificuldade, Marisa pediu a seu diretor espiritual para fazer um retiro de alguns dias e fui ao mosteiro das Clarissas de Monz\u00f3n \u201ccom a \u00fanica inten\u00e7\u00e3o de me encontrar com Deus e reorganizar minha vida\u201d.<\/p>\n<p>O retiro durou seis dias e Marisa garante que n\u00e3o retornou para sua casa em Madri com a decis\u00e3o de ser Clarissa, mas com &#8220;a convic\u00e7\u00e3o de que tinha que viver uma vida aut\u00eantica&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo explicou, durante os dias que passou com as religiosas ficou comovida com &#8220;a coer\u00eancia das irm\u00e3s&#8221; e ficou profundamente tocada por &#8220;querer ser muito coerente com a minha f\u00e9&#8221;, porque no mosteiro se encontrou &#8220;face a face com Ele&#8221;, e tamb\u00e9m consigo mesma.<\/p>\n<p>Por isso, come\u00e7ou a sentir a necessidade de ir \u00e0 Missa, receber a comunh\u00e3o e rezar todos os dias; e, &#8220;em meio a esse sil\u00eancio, Deus come\u00e7ou a tocar muitas coisas que estavam em meu cora\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>No entanto, foi durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) na Pol\u00f4nia, quando &#8220;o Senhor se colocou s\u00e9rio&#8221;, porque ela sentia que &#8220;queria algo mais&#8221;.<\/p>\n<p>Ao retornar da JMJ, Marisa contou que percebeu que havia muitas coisas em seu cora\u00e7\u00e3o que ela n\u00e3o poderia compartilhar com seu namorado, que era ateu.<\/p>\n<p>Depois de terminar esse relacionamento, come\u00e7ou um processo de discernimento. &#8220;Voltei a Monz\u00f3n com as irm\u00e3s e comecei a conhecer a vida de Santa Clara. Foi bonito e muito comovente, porque em sua forma de responder ao Senhor, eu encontrei a maneira que eu queria viver a minha vida&#8221;, indicou a jovem.<\/p>\n<p>Marisa assegurou que Santa Clara \u00e9 &#8220;fascinante&#8221; e o que mais a atraiu foi &#8220;sua maneira t\u00e3o real e coerente de responder a Deus&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Um aspecto chave \u00e9 a pobreza, que eu nunca havia vivido. N\u00e3o ser nada para que Ele seja tudo \u00e9 muito simples, mas plenifica a vida. A sensa\u00e7\u00e3o que temos na sociedade atual \u00e9 que quanto mais temos \u00e9 melhor, mas a realidade \u00e9 que n\u00e3o estamos sendo felizes. N\u00e3o estou aqui nem duas semanas e j\u00e1 sou mais feliz do que fui em toda a minha vida\u201d, indicou Marisa.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m garantiu que nunca amou ningu\u00e9m como &#8220;ama a Deus agora, e sinto que ainda n\u00e3o o amo nada. O cora\u00e7\u00e3o vibra de forma diferente&#8221;. Insistiu ainda que diria aos jovens que &#8220;n\u00e3o se conformem com uma felicidade de fim de semana\u201d, porque &#8220;est\u00e1 em jogo a sua vida&#8221;.<\/p>\n<p>Apesar de agora viver em um mosteiro de clausura, Marisa afirmou que ali encontrou uma &#8220;verdadeira liberdade&#8221;, porque a pessoa &#8220;n\u00e3o \u00e9 mais livre por ter muitas op\u00e7\u00f5es para fazer as coisas que n\u00e3o quer fazer, mas \u00e9 verdadeiramente livre quando escolhe o que quer fazer e o faz&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marisa Macicior \u00e9 a \u00fanica voca\u00e7\u00e3o que as Clarissas de Monzon (Espanha) tiveram nos \u00faltimos anos, segundo a jovem explicou em um v\u00eddeo publicado poucos dias depois de sua entrada no convento, no qual assegurou: &#8220;Sou mais feliz do que fui em toda a minha vida&#8221;. 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