{"id":46083,"date":"2018-12-12T10:01:36","date_gmt":"2018-12-12T12:01:36","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=46083"},"modified":"2018-12-12T10:01:36","modified_gmt":"2018-12-12T12:01:36","slug":"papa-chamar-o-pai-nosso-de-pai-ou-papai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/papa-chamar-o-pai-nosso-de-pai-ou-papai\/","title":{"rendered":"Papa: &#8220;Chamar o Pai Nosso de &#8216;pai&#8217; ou &#8216;papai'&#8221;"},"content":{"rendered":"<div class=\"article__subTitle\">Na audi\u00eancia desta quarta-feira (12\/12), Francisco explicou que Deus n\u00e3o nos quer anestesiados diante das dificuldades e sofrimentos, mas sim que elevemos ao c\u00e9u as nossas necessidades, e elas se transformem num di\u00e1logo.<\/div>\n<div class=\"title__separator\"><\/div>\n<div class=\"article__text\">\n<p><b>Cristiane Murray \u2013 Cidade do Vaticano<\/b><\/p>\n<p>Continuando o ciclo de catequeses sobre o Pai-Nosso iniciado semana passada, na audi\u00eancia geral desta quarta-feira (12\/12), o <b>Papa Francisco<\/b> explicou aos fi\u00e9is que Jesus p\u00f4s nos l\u00e1bios de seus disc\u00edpulos esta ora\u00e7\u00e3o breve e audaz; e que se n\u00e3o fosse Ele a ensin\u00e1-la, ningu\u00e9m ousaria rezar a Deus dessa forma.<\/p>\n<h2>A primeira ora\u00e7\u00e3o \u00e9 o nosso pranto, ao nascermos<\/h2>\n<p>Falando a cerca de 7 mil pessoas na Sala Paulo VI, no Vaticano, Francisco prosseguiu:<\/p>\n<p>\u201cComposta por 7 peti\u00e7\u00f5es, o Pai-Nosso nos convida a nos aproximar de Deus com confian\u00e7a filial, sem pre\u00e2mbulos nem termos solenes, simplesmente chamando-O Pai, como um filho o faz com o seu pai, dirigindo-se a Ele com intimidade e confian\u00e7a, pedindo-Lhe aquilo que corresponde \u00e0s nossas necessidades b\u00e1sicas e existenciais, como \u00e9 o caso do \u2018p\u00e3o nosso de cada dia\u2019\u201d.<\/p>\n<div>\n<div class=\"article__embed article__embed--unwrap article__embed--dark\">\n<div class=\"article__innerTitle\">Ou\u00e7a a reportagem com a voz do Papa<\/div>\n<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46083-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/media.vaticannews.va\/media\/audio\/s1\/2018\/12\/12\/10\/134771198_F134771198.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/media.vaticannews.va\/media\/audio\/s1\/2018\/12\/12\/10\/134771198_F134771198.mp3\">https:\/\/media.vaticannews.va\/media\/audio\/s1\/2018\/12\/12\/10\/134771198_F134771198.mp3<\/a><\/audio>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Isto porque \u2013 disse ainda \u2013 a ora\u00e7\u00e3o do \u2018Pai Nosso\u2019 tem ra\u00edzes na realidade concreta do homem: \u201cA f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 uma \u2018decora\u00e7\u00e3o\u2019 separada da vida, que surge apenas quando nossas necessidades est\u00e3o satisfeitas, quando o \u2018est\u00f4mago est\u00e1 cheio\u2019; mas \u00e9 imbu\u00edda no homem, em todo homem que tem fome, chora, luta, sofre e se pergunta \u2018por que\u2019\u201d.<\/p>\n<p>Sendo assim, a nossa primeira ora\u00e7\u00e3o foi o choro que acompanhou nosso primeiro respiro. Naquele pranto, de rec\u00e9m-nascido, anunciou-se o destino de toda a nossa vida: a nossa cont\u00ednua fome e sede, a nossa busca pela felicidade.<\/p>\n<h2>Continuar a gritar, como o cego curado pela f\u00e9<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jesus ensina que Deus n\u00e3o nos quer anestesiados diante das dificuldades e sofrimentos, mas sim que elevemos ao c\u00e9u as nossas necessidades, e se transformem num di\u00e1logo. \u201cTer f\u00e9 \u00e9 acostumar-se a gritar, e pedir para sermos curados, como fez o cego Bartimeu com sua invoca\u00e7\u00e3o, mais forte do que o bom-senso\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<aside class=\"article__readmore\">\n<div class=\"teaser--labelEvidence teaser\">\n<article>\n<div class=\"teaser__contentWrapper\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/aside>\n<\/div>\n<p>Com isso fica claro que a ora\u00e7\u00e3o de peti\u00e7\u00e3o, longe de ser uma forma inferior de di\u00e1logo com Deus, indica que Ele \u00e9 um Pai cheio de compaix\u00e3o e quer que Lhe falemos sem medo.<\/p>\n<p>\u201cA ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 precede a salva\u00e7\u00e3o, mas de certa forma a cont\u00e9m, porque liberta do desespero de quem n\u00e3o cr\u00ea numa sa\u00edda, diante de tantas situa\u00e7\u00f5es insuport\u00e1veis. Por isso, podemos lhe contar tudo, inclusive as coisas que em nossa vida permanecem distorcidas e incompreens\u00edveis&#8221;.<\/p>\n<p>\u201c Ele nos prometeu ficar conosco para sempre, at\u00e9 o \u00faltimo dos dias que passaremos nesta terra \u201d<\/p>\n<p>O Papa Francisco encerrou a sua catequese pedindo que ao rezar o \u2018Pai Nosso\u2019, iniciemos chamando-o \u2018Pai\u2019 ou simplesmente \u2018papai\u2019.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na audi\u00eancia desta quarta-feira (12\/12), Francisco explicou que Deus n\u00e3o nos quer anestesiados diante das dificuldades e sofrimentos, mas sim que elevemos ao c\u00e9u as nossas necessidades, e elas se transformem num di\u00e1logo. 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