{"id":44455,"date":"2018-10-15T11:29:29","date_gmt":"2018-10-15T14:29:29","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=44455"},"modified":"2018-10-15T11:29:29","modified_gmt":"2018-10-15T14:29:29","slug":"sao-paulo-vi-rogai-por-nos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-paulo-vi-rogai-por-nos\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Paulo VI, rogai por n\u00f3s!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, foi canonizado, em Roma, depois de todos os tr\u00e2mites normais de um processo de canoniza\u00e7\u00e3o ordin\u00e1rio \u2013 incluindo, \u00e9 claro, os dois milagres (um para a Beatifica\u00e7\u00e3o e outro para a Canoniza\u00e7\u00e3o) \u2013 o Papa Paulo VI, de agora em diante S\u00e3o Paulo VI. Esse acontecimento nos enche de alegria por vermos mais um irm\u00e3o no santo Batismo e sucessor de Pedro entre os anos de 1963 a 1978 ser elevado \u00e0 honra dos altares. Ele foi canonizado com outros 6! Cada um merece uma grande reflex\u00e3o. Vamos parar por uns instantes para refletir sobre esse grande Papa do Conc\u00edlio Vaticano II.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O s\u00e9culo XX teve a Igreja servida por grandes pont\u00edfices santos! Em tempos de tantas crises, a resposta do Esp\u00edrito Santo \u00e9 o caminho da santidade. \u00c9 a grande revolu\u00e7\u00e3o que o mundo necessita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Reflitamos, ainda que de modo breve, sobre alguns ensinamentos basilares contidos nas Enc\u00edclicas desse grande Papa, amado, mas tamb\u00e9m incompreendido e at\u00e9 criticado e atacado em seu tempo pelas posi\u00e7\u00f5es claras e coerentes assumidas em defesa da Santa Igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se fica santo(a) no momento da canoniza\u00e7\u00e3o, esta declara e confirma a santidade de algu\u00e9m. Esta cerim\u00f4nia de f\u00e9 \u00e9 uma forma de aclamar na terra quem j\u00e1 foi glorificado(a) no c\u00e9u. Desde o instante em que o (a) falecido(a) entrou na gl\u00f3ria celeste \u00e9 santo(a). Da\u00ed a Igreja celebrar, no Brasil, Todos os Santos no Domingo seguinte a 1\u00ba de novembro. S\u00e3o os irm\u00e3os e irm\u00e3s nossos que est\u00e3o em Deus, mas n\u00e3o foram inscritos no C\u00e2non ou Cat\u00e1logo dos Santos. Os inscritos ou canonizados, como \u00e9 o caso, hoje, de Paulo VI, s\u00e3o aqueles homens e mulheres que a Igreja nos prop\u00f5e como modelos de segmento a Jesus Cristo em algum aspecto de Sua plena santidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pois bem, Paulo VI nos deixou sete enc\u00edclicas. S\u00e3o elas: <em>Ecclesiam Suam<\/em> (1964); <em>Mense Maio<\/em> (1965); <em>Mysterium Fidei<\/em> (1965); <em>Christi Matri<\/em> (1966); <em>Populorum Progressio<\/em> (1967); <em>Sacerdotalis Caelibatus<\/em> (1967) e <em>Humanae Vitae<\/em> (1968). Certamente, as cr\u00edticas e os louvores \u00e0 <em>Humanae Vitae<\/em>, que j\u00e1 tive ocasi\u00e3o de comentar em data recente, a destacaram entre as outras que tamb\u00e9m t\u00eam, cada uma em sua \u00e1rea, grande import\u00e2ncia para a Igreja de nosso tempo e, por isso, merecem aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na <em>Ecclesiam Suam<\/em>, aquele Papa apresentava como que o \u201cprograma\u201d do seu pontificado. A\u00ed diz ele: \u201cA todos parecer\u00e1, portanto, natural que n\u00f3s, dirigindo ao mundo esta nossa primeira Enc\u00edclica depois de, por imperscrut\u00e1vel des\u00edgnio de Deus, termos sido chamado ao S\u00f3lio Pontif\u00edcio, volvamos com afeto e rever\u00eancia o nosso pensamento \u00e0 santa Igreja. Por esses motivos, propomo-nos nesta Enc\u00edclica esclarecer o melhor poss\u00edvel aos olhos de todos, quanto importa \u00e0 salva\u00e7\u00e3o da sociedade humana e, ao mesmo tempo, quanto a Igreja tem a peito que ambas se encontrem, conhe\u00e7am e amem\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nela, deseja apresentar \u201cpalavras de irm\u00e3o e pai, para vos manifestarmos alguns pensamentos, mais frequentes no nosso esp\u00edrito, que nos pareceram \u00fateis como orienta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, ao iniciar-se o nosso minist\u00e9rio pontif\u00edcio. \u00c9-nos bem dif\u00edcil concretizar esses pensamentos, porque temos de os recolher na medita\u00e7\u00e3o mais atenta da doutrina sagrada, uma vez que tamb\u00e9m a n\u00f3s se aplicam as palavras de Cristo: \u2018A minha doutrina n\u00e3o \u00e9 minha, mas daquele que me enviou\u2019 (Jo\u00a07,16); porque devemos, al\u00e9m disso, adapt\u00e1-los \u00e0s condi\u00e7\u00f5es atuais da Igreja, numa hora de vida intensa e de prova, tanto da sua experi\u00eancia espiritual interior como do seu esfor\u00e7o apost\u00f3lico externo; e porque, finalmente precisamos n\u00e3o ignorar o estado em que se encontra hoje a humanidade, no meio da qual exercemos o nosso cargo\u201d (n. 1).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na <em>Mense Maio<\/em>, o Santo Padre trata do m\u00eas mariano de maio, t\u00e3o importante aos fi\u00e9is em geral, nas igrejas e nos lares. Explica ele: \u201cAo aproximar-se o m\u00eas de Maio, consagrado a Maria Sant\u00edssima pela piedade dos fi\u00e9is, o nosso esp\u00edrito exulta ao pensar no espet\u00e1culo comovente de f\u00e9 e de amor que, dentro em breve, ser\u00e1 oferecido em todas as partes da terra em honra da Rainha do c\u00e9u. Na verdade, \u00e9 um m\u00eas em que, nos templos e entre as paredes dom\u00e9sticas, sobe dos cora\u00e7\u00f5es dos crist\u00e3os at\u00e9 Maria a homenagem mais ardente e afetuosa da prece e da venera\u00e7\u00e3o. E \u00e9 tamb\u00e9m o m\u00eas em que mais copiosos e mais abundantes descem at\u00e9 n\u00f3s, do seu trono, os dons da miseric\u00f3rdia divina\u201d. Tal enc\u00edclica contribuiu, sem d\u00favida alguma, para o reafervoramento da piedade popular mariana, um tanto mal compreendida por algumas correntes p\u00f3s-conciliares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na <em>Mysterium Fidei<\/em>, o Sumo Pont\u00edfice louva o valor da Santa Missa como sempre foi entendida e professada na Igreja, mas aponta e corrige tamb\u00e9m alguns erros que cercam esse Sacramento. S\u00e3o suas palavras: [&#8230;] \u201ctratando da restaura\u00e7\u00e3o da Sagrada Liturgia, os Padres do Conc\u00edlio, pensando no bem da Igreja universal, tiveram sobretudo a peito exortar os f\u00e9is a participarem ativamente, com f\u00e9 \u00edntegra e com a maior piedade, na celebra\u00e7\u00e3o deste sacrossanto Mist\u00e9rio, oferecendo-o a Deus como sacrif\u00edcio, juntamente com o sacerdote, pela salva\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria e de todo o mundo, recorrendo a ele para encontrarem o alimento da alma\u201d (n. 2). \u201cE para que ficasse bem claro o nexo indissol\u00favel entre a f\u00e9 e a piedade, os Padres do Conc\u00edlio, confirmando a doutrina sempre defendida e ensinada pela Igreja e definida solenemente pelo Conc\u00edlio de Trento, julgaram dever iniciar a mat\u00e9ria do Sacrossanto Mist\u00e9rio Eucar\u00edstico por esta s\u00edntese de verdades: \u2018O nosso Salvador, na \u00faltima Ceia, na noite em que foi tra\u00eddo, instituiu o Sacrif\u00edcio Eucar\u00edstico do seu Corpo e do seu Sangue, para perpetuar o Sacrif\u00edcio da Cruz pelos s\u00e9culos afora, at\u00e9 \u00e0 sua vinda, deixando deste modo \u00e0 Igreja, sua dileta Esposa, o memorial da sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o: sacramento de piedade, sinal de unidade, v\u00ednculo de caridade, banquete pascal, em que se recebe Cristo, se enche a alma de gra\u00e7a e \u00e9 dado o penhor da gl\u00f3ria futura\u2019\u201d (n. 4). Diante de opini\u00f5es err\u00f4neas, no entanto, o Papa recorda que \u201ca Eucaristia \u00e9 um Mist\u00e9rio alt\u00edssimo, \u00e9, propriamente, o Mist\u00e9rio da f\u00e9, como se exprime a Sagrada Liturgia: \u2018Nele s\u00f3, est\u00e3o concentradas, com singular riqueza e variedade de milagres, todas as realidades sobrenaturais\u2019, como muito bem diz o nosso predecessor Le\u00e3o XIII de feliz mem\u00f3ria\u201d (n. 15), justificando, assim, o t\u00edtulo do documento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <em>Christi Matri<\/em> trata de parte dos problemas da \u00e9poca e convida os cat\u00f3licos \u00e0 reza do Ros\u00e1rio, em especial no m\u00eas de outubro. Afirma Paulo VI: \u201cUma vez que, aumentando os perigos \u00e9 preciso que aumente a piedade do povo de Deus, desejamos, vener\u00e1veis Irm\u00e3os, que, com vosso exemplo, com vossa exorta\u00e7\u00e3o, com vosso est\u00edmulo, mais insistentemente se invoque a clement\u00edssima M\u00e3e do Senhor, durante este m\u00eas de outubro, com a devo\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio. Esta ora\u00e7\u00e3o, de fato, est\u00e1 ao alcance da mentalidade do povo; \u00e9 muito agrad\u00e1vel \u00e0 Virgem e eficac\u00edssima para implorar os dons celestes. Com clara indica\u00e7\u00e3o, embora n\u00e3o expressamente, recomendou o Conc\u00edlio Ecum\u00eanico a todos os filhos da Igreja, a ora\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio, exortando \u2018que estimem grandemente as pr\u00e1ticas e devo\u00e7\u00f5es aprovadas pelo Magist\u00e9rio atrav\u00e9s dos tempos\u2019 (Const. Dogm. <em>Lumen Gentium<\/em>, 67). Essa ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 tem grand\u00edssima efic\u00e1cia em repelir os males e em afastar as calamidades, como demonstra claramente a hist\u00f3ria da Igreja, mas ainda nutre abundantemente a vida crist\u00e3, \u2018antes de tudo, alimenta a f\u00e9 cat\u00f3lica com a medita\u00e7\u00e3o oportuna dos mist\u00e9rios divinos e eleva a mente \u00e0s verdades reveladas\u2019 (Pio XI, Carta Enc. <em>Ingravescentibus Malis<\/em>, 29 de setembro de 1937;\u00a0<em>AAS<\/em>\u00a0XXIX,1937, p. 378)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A <em>Populorum Progressio<\/em> \u00e9 (ou deveria ser) mais conhecida entre n\u00f3s, pois est\u00e1 entre os brilhantes documentos que comp\u00f5em a Doutrina Social da Igreja. Por estarmos, no Brasil, a convite da CNBB, no Ano do Laicato e em tempo de segundo turno de elei\u00e7\u00f5es presidenciais e tamb\u00e9m para governador na maioria dos Estados, conv\u00e9m ter presente o n. 81 da referida enc\u00edclica a dizer: \u201cExortamos primeiramente todos os nossos filhos. Nos pa\u00edses em via de desenvolvimento, assim como em todos os outros, os leigos devem assumir como tarefa pr\u00f3pria a renova\u00e7\u00e3o da ordem temporal. Se o papel da hierarquia consiste em ensinar e interpretar autenticamente os princ\u00edpios morais que se h\u00e3o de seguir neste dom\u00ednio, pertence aos leigos, pelas suas livres iniciativas e sem esperar passivamente ordens e diretrizes, imbuir de esp\u00edrito crist\u00e3o a mentalidade e os costumes, as leis e as estruturas da sua comunidade de vida. S\u00e3o necess\u00e1rias modifica\u00e7\u00f5es e s\u00e3o indispens\u00e1veis reformas profundas: devem eles esfor\u00e7ar-se decididamente por insuflar nestas o esp\u00edrito evang\u00e9lico. Aos nossos filhos cat\u00f3licos que pertencem aos pa\u00edses mais favorecidos, pedimos o contributo da sua compet\u00eancia e da sua participa\u00e7\u00e3o ativa nas organiza\u00e7\u00f5es oficiais ou privadas, civis ou religiosas, empenhadas em vencer as dificuldades das na\u00e7\u00f5es em fase de desenvolvimento. H\u00e3o de ter, sem d\u00favida, muito a peito o ser contados entre os primeiros de quantos trabalham por estabelecer, na realidade dos fatos, uma moral internacional de justi\u00e7a e de equidade\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na <em>Sacerdotalis Caelibatus<\/em>, Paulo VI, como se v\u00ea, defende o celibato sacerdotal como precioso tesouro da Igreja. Constata ele:\u00a0\u201cO celibato sacerdotal, que a Igreja guarda desde h\u00e1 s\u00e9culos como brilhante pedra preciosa, conserva todo o seu valor mesmo nos nossos tempos, caracterizados por transforma\u00e7\u00e3o profunda na mentalidade e nas estruturas. Mas no clima atual de novos fermentos, manifestou-se tamb\u00e9m a tend\u00eancia, e at\u00e9 a vontade expressa, de pedir \u00e0 Igreja que torne a examinar esta sua institui\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica, cuja observ\u00e2ncia, segundo alguns, se tornou problem\u00e1tica e quase imposs\u00edvel no nosso tempo e no nosso mundo\u201d (n. 1). E conclui: \u201cJulgamos, portanto, que a lei vigente do celibato consagrado deve, ainda hoje, acompanhar firmemente o minist\u00e9rio eclesi\u00e1stico; deve tornar poss\u00edvel ao ministro a sua escolha, exclusiva, perene e total, do amor \u00fanico e supremo de Cristo e a sua dedica\u00e7\u00e3o ao culto de Deus e ao servi\u00e7o da Igreja, e deve ser caracter\u00edstica do seu estado de vida, tanto na comunidade dos fi\u00e9is como na profana\u201d (n. 14).\u00a0Afinal, \u201ca verdadeira e profunda raz\u00e3o do celibato \u00e9, como j\u00e1 dissemos, a escolha duma rela\u00e7\u00e3o pessoal mais \u00edntima e completa com o mist\u00e9rio de Cristo e da Igreja, em prol da humanidade inteira. Nesta escolha h\u00e1 lugar, sem d\u00favida, para a express\u00e3o dos valores supremos e humanos no grau mais elevado\u201d (n. 54). Contudo, n\u00e3o deixa de exortar os celibat\u00e1rios sobre o encargo assumido no celibato: \u201cOh, se estes sacerdotes soubessem quanta dor, quanta desonra, quanta perturba\u00e7\u00e3o causam \u00e0 santa Igreja de Deus, se refletissem na solenidade e beleza dos compromissos assumidos, e nos perigos que enfrentar\u00e3o nesta vida e na futura, seriam mais cautelosos e reflexivos ao tomar suas decis\u00f5es, mais sol\u00edcitos na ora\u00e7\u00e3o e mais l\u00f3gicos e corajosos em prevenir as causas do seu colapso espiritual e moral\u201d (n. 86).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na <em>Humanae Vitae<\/em>, j\u00e1 tratada recentemente em artigo anterior, Paulo VI escreve que \u201cao defender a moral conjugal na sua integridade, a Igreja sabe que est\u00e1 contribuindo para a instaura\u00e7\u00e3o de uma civiliza\u00e7\u00e3o verdadeiramente humana; ela compromete o homem para que este n\u00e3o abdique da pr\u00f3pria responsabilidade, para submeter-se aos meios da t\u00e9cnica; mais, ela defende com isso a dignidade dos c\u00f4njuges. Fiel aos ensinamentos e ao exemplo do Salvador, ela mostra-se amiga sincera e desinteressada dos homens, aos quais quer ajudar, agora j\u00e1, no seu itiner\u00e1rio terrestre, a participarem como filhos na vida do Deus vivo, Pai de todos os homens\u201d (n. 18).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Percorremos, de modo muito sucinto, as principais linhas dos grandes ensinamentos de S\u00e3o Paulo VI, um Papa em tempos dif\u00edceis, mas muito fiel \u00e0 sua miss\u00e3o. Sofreu muito. Talvez, poucos saibam que, em 27 de setembro de 1970, em sua visita \u00e0s Filipinas, um pintor boliviano disfar\u00e7ado de sacerdote, tentou apunhalar o Santo Padre, mas foi detido a tempo (cf. A. Rubert. <em>Tudo sobre os Papas<\/em>. Porto Alegre: EST, 2003, p. 255). Fez grandes viagens apost\u00f3licas e grandes exorta\u00e7\u00f5es diante de tantas crises pelas quais o mundo estava passando. Mas em tudo, viveu o Evangelho, por isso, foi canonizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rezemos, alegres, neste dia, pedindo: S\u00e3o Paulo VI, rogai por n\u00f3s<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje, foi canonizado, em Roma, depois de todos os tr\u00e2mites normais de um processo de canoniza\u00e7\u00e3o ordin\u00e1rio \u2013 incluindo, \u00e9 claro, os dois milagres (um para a Beatifica\u00e7\u00e3o e outro para a Canoniza\u00e7\u00e3o) \u2013 o Papa Paulo VI, de agora em diante S\u00e3o Paulo VI. Esse acontecimento nos enche de alegria por vermos mais um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":32777,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-44455","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44455","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44455"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44455\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44456,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44455\/revisions\/44456"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32777"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44455"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44455"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44455"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}