{"id":4444,"date":"2014-04-02T13:51:20","date_gmt":"2014-04-02T16:51:20","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/carlo-acutis-um-jovem-para-os-jovens\/"},"modified":"2017-04-05T10:09:05","modified_gmt":"2017-04-05T13:09:05","slug":"carlo-acutis-um-jovem-para-os-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/carlo-acutis-um-jovem-para-os-jovens\/","title":{"rendered":"Carlo Acutis, um jovem para os jovens"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ele morreu aos 15 anos, de leucemia fulminante, oferecendo a vida pela Igreja e pelo papa<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Estar sempre junto com Jesus: este \u00e9 o meu plano de vida&#8221;. Com estas poucas palavras, Carlo Acutis (1991-2006), o adolescente italiano que morreu de leucemia aos 15 anos de idade e que hoje \u00e9 Servo de Deus, define a \u201cmarca registrada\u201d de sua curta vida, focada decididamente na amizade com Jesus.<\/p>\n<p>Carlo Acutis \u00e9 um jovem como os outros dos nossos tempos: moderno, antenado, especialista em computa\u00e7\u00e3o. Cheio de vida, ele era tamb\u00e9m cheio de f\u00e9 e tinha uma intelig\u00eancia acima da m\u00e9dia. Sua hist\u00f3ria tem despertado admira\u00e7\u00e3o profunda: rapidamente, ele se tornou popular e muito amado. Gra\u00e7as \u00e0 internet, a hist\u00f3ria de Carlo est\u00e1 indo bem al\u00e9m das fronteiras, embora vastas, das suas amizades diretas.<\/p>\n<p>O que o fez viver com alegria at\u00e9 o fim foi o relacionamento com Cristo Eucaristia, do qual ele se nutriu todos os dias, e a adora\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica, \u00e0 qual ele dedicava longo tempo. Devoto, mas nunca fan\u00e1tico, ele recebeu a primeira comunh\u00e3o aos 7 anos de idade, com autoriza\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<p>\u00c9 o que recorda a superiora do convento de clausura de Perego, em Brianza, onde ele fez a primeira comunh\u00e3o: &#8220;Tranquilo durante o tempo da missa, ele come\u00e7ou a dar sinais de \u2018impaci\u00eancia\u2019 quando se aproximava o momento de receber a Sagrada Comunh\u00e3o. Com Jesus j\u00e1 no cora\u00e7\u00e3o, depois de um tempo com a testa recolhida entre as m\u00e3os, ele come\u00e7ou a se mexer, um tanto agitado, como se n\u00e3o conseguisse ficar parado. Parecia que alguma coisa tinha acontecido com ele, s\u00f3 conhecida por ele; algo grandioso, que ele n\u00e3o conseguia conter&#8221; (Tempi, 20 de maio de 2013).<\/p>\n<p>Hoje, gra\u00e7as \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o virtual sobre os milagres eucar\u00edsticos, criada por iniciativa dele (visite em www.miracolieucaristici.org), a sua heran\u00e7a espiritual est\u00e1 presente no mundo todo: das Filipinas a Cabo Verde, do Brasil \u00e0 China.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de outubro de 2006, Carlo manifestou os sintomas do que, inicialmente, foi confundido com caxumba, mas diagnosticado, logo depois, como leucemia fulminante de tipo m3. A morte veio r\u00e1pido, no dia 12 de outubro. \u201cCarlo entendeu o que estava acontecendo e ofereceu seus sofrimentos pela Igreja e pelo papa\u201d, conta Francesca Consolini, postuladora da causa de beatifica\u00e7\u00e3o. \u201cNo hospital, ele se preocupava com os pais, agradecia aos enfermeiros e m\u00e9dicos. Ele viveu tamb\u00e9m a morte com plenitude, como tinha vivido a vida. \u2018Viver bem o hoje, olhando para o essencial\u2019: eu acho que esta \u00e9 a mensagem mais forte que ele nos deixou&#8221; (Credere, 30 de junho de 2013).<\/p>\n<p>Um amigo fala da sua aproxima\u00e7\u00e3o \u00e0 f\u00e9 depois da morte de Carlo. &#8220;No enterro, havia v\u00e1rios imigrantes, alguns mu\u00e7ulmanos e hindu\u00edstas. Eu acho que Carlo os tinha conhecido nos seus passeios de bicicleta pelo bairro, quando ele parava para conversar com os porteiros, quase todos estrangeiros. Perto da nossa casa havia um sem-teto. Carlo sempre levava comida para ele. Uma vez, ele deu um saco de dormir para um idoso que dormia numa caixa de papel\u00e3o. Ele doava as suas mesadas para os frades capuchinhos&#8221;.<\/p>\n<p>\u201cEle era muito austero\u201d, conta a m\u00e3e. \u201cUma vez, ele n\u00e3o gostou nem um pouco quando eu comprei um par de sapatos que ele achou sup\u00e9rfluos. Ele treinava a for\u00e7a de vontade. E dizia que \u2018o problema \u00e9 motivar a vontade. A \u00fanica coisa que n\u00f3s temos que pedir a Deus na ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a vontade de ser santos\u2019\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEu estou feliz de morrer\u201d, escreveu Carlo, \u201cporque vivi a minha vida sem perder nenhum minuto em coisas que n\u00e3o agradam a Deus\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte: <\/strong>Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0 Ele morreu aos 15 anos, de leucemia fulminante, oferecendo a vida pela Igreja e pelo papa &#8220;Estar sempre junto com Jesus: este \u00e9 o meu plano de vida&#8221;. 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