{"id":43015,"date":"2018-08-15T13:49:54","date_gmt":"2018-08-15T16:49:54","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=43015"},"modified":"2018-08-15T13:49:54","modified_gmt":"2018-08-15T16:49:54","slug":"a-acn-permanece-apoiando-a-reconstrucao-do-iraque-cristao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/a-acn-permanece-apoiando-a-reconstrucao-do-iraque-cristao\/","title":{"rendered":"A ACN permanece apoiando a reconstru\u00e7\u00e3o do Iraque crist\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-content\">\n<p>Lentamente, de casa em casa, a destrui\u00e7\u00e3o deixada pelo grupo autodenominado Estado Isl\u00e2mico (EI), desde que tomaram o controle das cidades e aldeias crist\u00e3s da Plan\u00edcie de N\u00ednive, em agosto de 2014, tem se tornado apenas uma lembran\u00e7a. Do Centro de Reconstru\u00e7\u00e3o de N\u00ednive partem as diretrizes para a restaura\u00e7\u00e3o das cidades e aldeias crist\u00e3s da regi\u00e3o do Iraque. Assim, todos os dias, gesso e tijolos s\u00e3o usados para celebrar pequenas vit\u00f3rias sobre o terror disseminado pelo EI.<\/p>\n<p>\u201cQuando voltei pela primeira vez em mar\u00e7o de 2017, depois que Qaraqosh foi liberada, tudo estava destru\u00eddo ou danificado. Isso foi muito, muito triste de ver. Mas mesmo assim ficou claro para mim que os danos poderiam ser reparados\u201d, diz Sabah Zakaria. O engenheiro de 60 anos supervisiona a parte t\u00e9cnica dos esfor\u00e7os de reconstru\u00e7\u00e3o. Zakaria encara essa grandiosa tarefa com uma equipe de 70 engenheiros, cujo objetivo \u00e9 nada menos do que restaurar as bases dos crist\u00e3os no Iraque. \u201cAs casas n\u00e3o s\u00e3o tudo, mas sem casas para morar, tudo \u00e9 nada\u201d, ressalta Zakaria, sem, no entanto, minimizar a import\u00e2ncia de preocupa\u00e7\u00f5es como a falta de seguran\u00e7a ou de emprego.<\/p>\n<h2 data-fontsize=\"30\" data-lineheight=\"39\">Processo de reconstru\u00e7\u00e3o de N\u00ednive a todo vapor<\/h2>\n<p>A ACN est\u00e1 fazendo muito para apoiar o trabalho de reconstru\u00e7\u00e3o de N\u00ednive. A pr\u00f3pria casa de\u00a0Sabah Zakaria foi reformada com a ajuda da funda\u00e7\u00e3o pontif\u00edcia. Al\u00e9m disso, engenheiro est\u00e1 convencido de que os esfor\u00e7os aplicados no projeto de reconstru\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o em v\u00e3o. \u201c\u00c9 uma enorme alegria ver a nossa linda cidade voltar \u00e0 vida\u201d, diz ele. E isso de fato \u00e9 verdade. Qaraqosh \u2013 que at\u00e9 2014 era a maior cidade crist\u00e3 do pa\u00eds, com mais de 50 mil habitantes crist\u00e3os \u2013 parece uma t\u00edpica cidade \u00e1rabe novamente.<\/p>\n<p>As ruas ainda est\u00e3o cheias de buracos; isso porque o governo n\u00e3o tem fundos para repar\u00e1-los ou simplesmente porque tem outras prioridades. A rua principal, entretanto, est\u00e1 movimentada. Os comerciantes vendem carne, vegetais e utens\u00edlios dom\u00e9sticos em suas lojas. Carros e pedestres lutam pela prioridade nas ruas. Os caf\u00e9s est\u00e3o cheios. Ali homens jogam cartas ou se divertem com jogos de tabuleiro orientais. E o primeiro restaurante de massas da cidade est\u00e1 aberto, esperando por seus clientes. \u201cCerca de 80% das coisas j\u00e1 est\u00e3o de volta ao normal\u201d, comenta Zakaria, otimista. De fato, quase metade das pessoas j\u00e1 retornaram.<\/p>\n<p>Os engenheiros s\u00e3o apoiados por uma equipe de jovens. Amjeed Tareq Hano \u00e9 um deles. Com seus 28 anos de idade, Amjeed aponta para uma\u00a0pilha de documentos diante dele enquanto se senta em seu escrit\u00f3rio. \u201cEstes s\u00e3o pedidos de financiamento\u201d, explica ent\u00e3o o assessor. \u201cH\u00e1 v\u00e1rios tipos de financiamento para aprova\u00e7\u00e3o, dependendo da gravidade do dano. Para serem aprovados, os propriet\u00e1rios devem morar em suas pr\u00f3prias casas e ajudar nas reformas. Isso economiza custos; assim, podemos ajudar mais pessoas\u201d.<\/p>\n<h2 data-fontsize=\"30\" data-lineheight=\"39\">O Jovem Amjeed Tareq<\/h2>\n<p>Amjeed j\u00e1 ajudava enquanto ainda era refugiado em Ankawa, um distrito crist\u00e3o na capital curda de Erbil. Enfermeiro treinado, ele trabalhou nas unidades de emerg\u00eancia que haviam sido instaladas para os crist\u00e3os l\u00e1. \u201cN\u00f3s n\u00e3o poder\u00edamos sobreviver como refugiados sem o apoio da Igreja. Como tamb\u00e9m hoje: sem a ajuda da ACN, as reformas n\u00e3o estariam avan\u00e7ando\u201d.<\/p>\n<p>O jovem n\u00e3o se arrepende de ter voltado com seus pais, duas irm\u00e3s e tr\u00eas irm\u00e3os em agosto de 2017 para Qaraqosh, embora seu dia a dia n\u00e3o seja nada f\u00e1cil. A \u00e1gua \u00e9 trazida em tanques e possui altas taxas de cloro. \u201cSempre temos que ferv\u00ea-la para poder consumir\u201d. A eletricidade \u00e9 produzida por geradores; as ruas est\u00e3o em m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es. O governo n\u00e3o concedeu nem sequer um d\u00f3lar em apoio. No entanto, nada disso desencoraja Amjeed. \u201cObviamente, viver no Iraque \u00e9 tudo menos seguro. Mas lar \u00e9 lar\u201d.<\/p>\n<p>Muitos de seus amigos e parentes moram hoje em outros pa\u00edses, particularmente na Austr\u00e1lia. \u201cEu sinto muita falta deles\u201d. Embora tenham encorajado Amjeed a seguir o exemplo deles e deixar o Iraque, a emigra\u00e7\u00e3o est\u00e1 fora de quest\u00e3o para ele. \u201cSou jovem e tenho toda a minha vida pela frente. Com a ajuda de Deus, quero viver meus dias na minha terra natal do Iraque. Agrade\u00e7o a todos que est\u00e3o tornando isso poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<p>Fonte: ACN<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lentamente, de casa em casa, a destrui\u00e7\u00e3o deixada pelo grupo autodenominado Estado Isl\u00e2mico (EI), desde que tomaram o controle das cidades e aldeias crist\u00e3s da Plan\u00edcie de N\u00ednive, em agosto de 2014, tem se tornado apenas uma lembran\u00e7a. Do Centro de Reconstru\u00e7\u00e3o de N\u00ednive partem as diretrizes para a restaura\u00e7\u00e3o das cidades e aldeias crist\u00e3s [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":43016,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-43015","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-featured"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43015","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43015"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43015\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43017,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43015\/revisions\/43017"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43015"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43015"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43015"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}