{"id":41661,"date":"2018-06-20T09:54:08","date_gmt":"2018-06-20T12:54:08","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=41661"},"modified":"2018-06-20T09:56:16","modified_gmt":"2018-06-20T12:56:16","slug":"mais-de-68-milhoes-de-pessoas-vivem-refugiadas-no-mundo-devido-conflitos-ou-perseguicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/mais-de-68-milhoes-de-pessoas-vivem-refugiadas-no-mundo-devido-conflitos-ou-perseguicao\/","title":{"rendered":"Mais de 68 milh\u00f5es de pessoas vivem refugiadas no mundo devido conflitos ou persegui\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A ag\u00eancia SIR (Servizio de Informazione Religiosa) da Confer\u00eancia Episcopal Italiana publicou, nesta ter\u00e7a-feira, 19 de junho, um breve relato sobre a situa\u00e7\u00e3o dos refugiados no mundo.<\/p>\n<p>Leia o texto.<\/p>\n<p><em>S\u00e3o 68,5 milh\u00f5es, ou seja, o equivalente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o do Reino Unido, pessoas deslocadas em todo o mundo devido a conflitos, viol\u00eancia e persegui\u00e7\u00e3o, segundo o ACNUR, a ag\u00eancia de refugiados da ONU. Nunca antes o mundo registrou um n\u00famero t\u00e3o grande de pessoas deslocadas. Quarenta milh\u00f5es de pessoas est\u00e3o deslocadas dentro de seus pa\u00edses e outros 28,5 milh\u00f5es cruzaram uma fronteira e se tornaram refugiados. <\/em><\/p>\n<p><em>Os n\u00fameros foram apresentados pelo Conselho Noruegu\u00eas para os Refugiados (NRC), por meio do seu Secret\u00e1rio-Geral, Jan Egeland, que relata: \u201ca Turquia, Bangladesh e Uganda, s\u00e3o os tr\u00eas pa\u00edses em 2017 receberam metade do 3,6 milh\u00f5es novos refugiados. A Turquia recebeu 20%, cerca de 700.000 pessoas. Atualmente, hospeda mais de 3,8 milh\u00f5es de refugiados, muitos deles da S\u00edria. Bangladesh acolheu 18% e Uganda 15%, seguido pelo Sud\u00e3o com 14% de refugiados. Em 2017, foram devolvidos 667 mil pessoas a seus pa\u00edses, desses 283 mil apenas na Nig\u00e9ria. Em compara\u00e7\u00e3o, o resto da Europa recebeu cerca de meio milh\u00e3o de refugiados no ano passado, enquanto os Estados Unidos receberam cerca de 60.000 \u201c. <\/em><\/p>\n<p><em>N\u00fameros que, segundo Egeland, d\u00e3o conta que a \u201cresponsabilidade internacional pelas pessoas deslocadas entrou em colapso total: os pa\u00edses ricos constroem muros contra fam\u00edlias que fogem da guerra, enquanto h\u00e1 menos dinheiro dispon\u00edvel para ajudar pessoas em \u00e1reas de conflito\u201d. Um exemplo claro disso \u00e9 a hist\u00f3ria do navio Aquarius com seus 629 refugiados e migrantes aos quais foi negada a entrada nos portos italianos. \u201cQuando t\u00e3o poucos requerentes de asilo chegam \u00e0 Europa e aos Estados Unidos \u2013 enfatiza o Secret\u00e1rio \u2013 somos respons\u00e1veis \u200b\u200bpor aumentar nosso apoio aos pa\u00edses menos ricos que atualmente abrigam um grande n\u00famero de refugiados, como Bangladesh, L\u00edbano e Uganda, e aumentar o n\u00famero de pessoas que recebemos para o reassentamento\u201d, diz Egeland. <\/em><\/p>\n<p><em>\u201cA rede de seguran\u00e7a que implementamos desde a Segunda Guerra Mundial e que forneceu prote\u00e7\u00e3o a milh\u00f5es de refugiados est\u00e1 sendo apoiada por um n\u00famero cada vez menor de pa\u00edses. Se esses pa\u00edses n\u00e3o receberem apoio suficiente, todo o sistema de prote\u00e7\u00e3o se dissolver\u00e1. Se isso acontecer, teremos consequ\u00eancias dram\u00e1ticas n\u00e3o apenas para os afetados, mas tamb\u00e9m para a estabilidade e a seguran\u00e7a em muitas partes do mundo \u201c, disse. <\/em><\/p>\n<p><em>Em maio de 2018, de acordo com a nota da NBC, Uganda recebeu apenas 7% do dinheiro necess\u00e1rio para a ONU e outras organiza\u00e7\u00f5es para ajudar o grande n\u00famero de refugiados do Sud\u00e3o do Sul e da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. Em Bangladesh, o valor \u00e9 de cerca de 20%.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: CNBB<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ag\u00eancia SIR (Servizio de Informazione Religiosa) da Confer\u00eancia Episcopal Italiana publicou, nesta ter\u00e7a-feira, 19 de junho, um breve relato sobre a situa\u00e7\u00e3o dos refugiados no mundo. Leia o texto. 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