{"id":39589,"date":"2018-04-03T16:19:12","date_gmt":"2018-04-03T19:19:12","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=39589"},"modified":"2018-04-03T16:19:12","modified_gmt":"2018-04-03T19:19:12","slug":"primos-uma-amizade-especial-dentro-da-nossa-familia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/primos-uma-amizade-especial-dentro-da-nossa-familia-2\/","title":{"rendered":"Primos: uma amizade especial dentro da nossa fam\u00edlia"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"subtitle\">Eles s\u00e3o v\u00ednculos imprescind\u00edveis em nossa vida e, se a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 boa, podem chegar a se tornar pilares maravilhosos que refletem muitos sorrisos carinhosos em nosso rosto<\/h2>\n<p>Costumamos falar dos irm\u00e3os como os primeiros amigos de nossa inf\u00e2ncia, e desse modo por vezes acabamos esquecendo, injustamente, o valor que nossos primos t\u00eam nas primeiras brincadeiras, nas primeiras trocas e nos primeiro afetos.<\/p>\n<p>Digamos que a amizade entre primos \u00e9 uma amizade especial dentro da nossa fam\u00edlia. Isso faz com que, ainda que n\u00e3o sejam parte de nossa vida di\u00e1ria, consigam mesmo assim ter um lugar privilegiado em nossos pensamentos, assim como ficar para sempre gravados profundamente em nossas mem\u00f3rias.<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o v\u00ednculos imprescind\u00edveis em nossa vida e, se a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 boa, podem chegar a se tornar pilares maravilhosos que refletem muitos sorrisos carinhosos em nosso rosto.<\/p>\n<p><strong>Os primeiros amigos, nossa fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Quem teve o gosto e o prazer de crescer com primos ao seu lado sabe como s\u00e3o desejados os encontros que tanto demoram pra chegar, as tardes de brincadeiras, as hist\u00f3rias para contar, as noites conversando durante horas, as brigas e as pazes que s\u00e3o feitas sob o olhar dos adultos.<\/p>\n<p>Pe\u00e7am desculpas e apertem as m\u00e3os! \u2013 diziam nossos pais e tios. Como era dif\u00edcil finalmente apertar as m\u00e3os, mas depois disso como era tamb\u00e9m r\u00e1pido que esquec\u00edamos as brigas! Por qu\u00ea? Porque quando somos crian\u00e7as sabemos que cada segundo de brincadeira \u00e9 um tesouro precioso que n\u00e3o pod\u00edamos perder, e ficar de birra significava justamente isso.<\/p>\n<p>O tempo valia ouro e os desentendimentos n\u00e3o valiam a pena, pois se perdiam momentos de prazer ao lado de nossos primos, pois a qualquer momento vinha o chamado para o jantar ou para ir embora.<\/p>\n<p>Com nossos primos aprendemos a nos relacionar mais al\u00e9m das fronteiras do nosso seguro lar, mais al\u00e9m das normas di\u00e1rias e dos apuros cotidianos, nos afastando inclusive da realidade para entrarmos em um mundo de sonhos que nos fazia voar a lugares cheios de fantasia e divers\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Os primos, uma amizade que fica para sempre<\/strong><\/p>\n<p>As tardes de brincadeiras e os segredos compartilhados fizeram desses momentos de nossa inf\u00e2ncia algo memor\u00e1vel. Aprendemos a compartilhar, a resolver conflitos, a enxugar l\u00e1grimas, a escutar, a curar feridas, a fazer perfumes com flores, a buscar tesouros, a achar a natureza valiosa e a obter uma sabedoria emocional que nos transmite a exist\u00eancia de uma conex\u00e3o t\u00e3o especial como a que se estabelece entre os filhos de irm\u00e3os.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o que os pais e os tios mant\u00eam se reflete muitas vezes no clima que acaba se estabelecendo nas brincadeiras e nas rela\u00e7\u00f5es entre os pr\u00f3prios primos. Assim, se os irm\u00e3os costumam passar tempo juntos, acabam ajudando a criar entre seus filhos uma rela\u00e7\u00e3o duradoura, bem estabelecida e livre de conflitos cotidianos que, \u00e0s vezes, podem chegar a obscurecer a beleza dessa etapa e desse momento.<\/p>\n<p>Assim como acontece na rela\u00e7\u00e3o entre pessoas especiais que se gostam: dizem que um primo v\u00ea a primeira l\u00e1grima, seca a segunda e impede a terceira.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que vamos completando anos, surge entre os primos uma cumplicidade especial que se transforma em uma perman\u00eancia emocional \u00fanica. Sabemos que est\u00e3o l\u00e1 mesmo que n\u00e3o estivermos vendo, somos conscientes de que a dist\u00e2ncia f\u00edsica n\u00e3o pode afetar este sentimento, e podemos nos apoiar e acudir uns aos outros sem qualquer d\u00favida ou hesita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se essa rela\u00e7\u00e3o est\u00e1 muito bem enraizada, pode chegar a durar toda a vida, transformando-se em uma amizade maravilhosa dentro da \u00e1rvore geneal\u00f3gica, uma amizade que nos ajuda a desenhar uma cumplicidade extrema, como uma sobremesa que \u00e9 t\u00e3o saborosa que faz at\u00e9 sorrir, algumas vezes de nostalgia, sim, mas sobretudo de felicidade.<\/p>\n<p>Felicidade que marca uma vida e muitas etapas, felicidade que n\u00e3o pode ser apagada e que nos far\u00e1 levar sempre dentro de nosso cora\u00e7\u00e3o a beleza de ter nossos primos conosco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eles s\u00e3o v\u00ednculos imprescind\u00edveis em nossa vida e, se a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 boa, podem chegar a se tornar pilares maravilhosos que refletem muitos sorrisos carinhosos em nosso rosto Costumamos falar dos irm\u00e3os como os primeiros amigos de nossa inf\u00e2ncia, e desse modo por vezes acabamos esquecendo, injustamente, o valor que nossos primos t\u00eam nas primeiras [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":39590,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-39589","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39589","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39589"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39589\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39591,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39589\/revisions\/39591"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/39590"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39589"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39589"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39589"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}