{"id":39493,"date":"2018-03-29T10:26:22","date_gmt":"2018-03-29T13:26:22","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=39493"},"modified":"2018-03-29T10:26:22","modified_gmt":"2018-03-29T13:26:22","slug":"cristo-e-a-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/cristo-e-a-cruz\/","title":{"rendered":"Cristo e a Cruz"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cSem a cruz n\u00e3o se compreende a ressurrei\u00e7\u00e3o. A cruz de Cristo \u00e9 a palavra com a qual Deus respondeu ao mal do mundo. Algumas vezes nos parece que Deus n\u00e3o responde, que fica em sil\u00eancio. Na realidade, Deus j\u00e1 falou, respondeu, e a sua resposta \u00e9 a cruz de Cristo: uma palavra que \u00e9 amor, miseric\u00f3rdia, perd\u00e3o. Esta palavra \u00e9 tamb\u00e9m a resposta dos crist\u00e3os ao mal que continua a agir em n\u00f3s e ao nosso redor. Os crist\u00e3os devem responder ao mal com o bem, pegando para si a cruz, como Jesus. N\u00e3o tenham medo. N\u00e3o temam. Porque a l\u00f3gica do amor \u00e9 liberdade\u201d<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com essas palavras do Papa Francisco inicamos nossa reflex\u00e3o neste tr\u00edduo pascal com um questionamento muito profundo: \u201cQual \u00e9 a l\u00f3gica de Cristo?\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">No dia em que celebramos a Ceia do Senhor, isto \u00e9, a \u201cinstitui\u00e7\u00e3o da Eucaristia\u201d, em torno da qual e dos demais sacramentos \u201ctoda a vida lit\u00fargica da Igreja gravita\u201d<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, somos convidados a contemplar cada gesto concreto de amor que Nosso Senhor realizou para com os seus, e ordenou que assim o fizessem tamb\u00e9m. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Para tanto, \u00e9 preciso compreender primeiro a \u201cmedida\u201d que Nosso Senhor se baseou. Qual a l\u00f3gica de Cristo? A l\u00f3gica de Cristo \u00e9 o Amor, a l\u00f3gica de Cristo \u00e9 a Cruz! <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cTemos de reconhecer, pois, que a doutrina da Cruz n\u00e3o se encontra \u00e0 superf\u00edcie do mundo, pois a superf\u00edcie das coisas \u00e9 meramente brilhante, e a Cruz \u00e9 triste. \u00c9 uma doutrina escondida, encontra-se sob um v\u00e9u. Amedronta-nos \u00e0 primeira vista, e sentimo-nos tentados a revoltar-nos contra ela. Tal como S\u00e3o Pedro, exclamamos: <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Que Deus n\u00e3o o permita, Senhor! Isto n\u00e3o te acontecer\u00e1!<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (Mt 16,22). No entanto, \u00e9 uma doutrina verdadeira, pois a verdade n\u00e3o se encontra \u00e0 superf\u00edcie das coisas, mas nas suas profundezas.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">De fato, car\u00edssimos irm\u00e3os e irm\u00e3s, para se contemplar e viver o Amor de Cristo que se doa livremente, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter um olhar \u201craso\u201d. O Amor verdadeiro n\u00e3o se encontra nas superf\u00edcies deste mundo. N\u00e3o estamos a falar de um amor banalizado, mas de um Amor que se faz em atitudes concretas. Jesus n\u00e3o parou em teorias, car\u00edssimos irm\u00e3os, Jesus agiu concretamente, porque o Amor vai sempre al\u00e9m!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O Amor de Cristo foi al\u00e9m dos limites de Pedro. O Amor de Cristo foi al\u00e9m da trai\u00e7\u00e3o de Judas. O Amor de Cristo foi al\u00e9m de si mesmo, al\u00e9m da morte, al\u00e9m da cruz!<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cSem a cruz n\u00e3o se compreende a ressurrei\u00e7\u00e3o. A cruz de Cristo \u00e9 a palavra com a qual Deus respondeu ao mal do mundo. Algumas vezes nos parece que Deus n\u00e3o responde, que fica em sil\u00eancio. 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