{"id":39489,"date":"2018-03-29T10:15:16","date_gmt":"2018-03-29T13:15:16","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=39489"},"modified":"2018-03-29T10:15:16","modified_gmt":"2018-03-29T13:15:16","slug":"as-dores-de-maria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/as-dores-de-maria\/","title":{"rendered":"As Dores de Maria"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<h4><b>Primeira Dor de Maria: a profecia de Sime\u00e3o<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u201cAo apresentar o Menino Jesus no Templo, Maria encontrou Sime\u00e3o que proferiu a seguinte profecia: \u201cEis que este menino est\u00e1 destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocar\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos cora\u00e7\u00f5es. E uma espada transpassar\u00e1 a tua alma\u201d (Lc 2, 34-35)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Este an\u00fancio de Sime\u00e3o vem completar o an\u00fancio do Anjo que disse a Maria; Este menino ser\u00e1 grande, ser\u00e1 chamado filho do Alt\u00edssimo&#8230;Nossa Senhora certamente ouviu este an\u00fancio de Sime\u00e3o com uma profunda dor e ao mesmo tempo sentiu confirmada a Palavra do Anjo, de que seu filho ter\u00e1 uma grande e dif\u00edcil miss\u00e3o. Contemplemos Nossa Senhora na sua escuta, na sua aten\u00e7\u00e3o, na interioriza\u00e7\u00e3o deste novo an\u00fancio de dor e sofrimento. Como dizem os Evangelho em outros acontecimentos, Maria confrontava todas as coisas no seu cora\u00e7\u00e3o. Maria guardava, meditava, refletia e rezava.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h4><b>Segunda Dor de Nossa Senhora: A fuga para o Egito<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s o nascimento de Jesus, o Rei Herodes quis mat\u00e1-lo e, por causa disso, um anjo do Senhor apareceu a S\u00e3o Jos\u00e9 e disse:<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"> \u201cLevanta-te, toma o menino e sua m\u00e3e e foge para o Egito; fica l\u00e1 at\u00e9 que eu te avise\u201d. Obediente, \u201cJos\u00e9 levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua m\u00e3e e partiu para o Egito. \u201d (Mt 2, 13-14).<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Nossa Senhora havia recebido o an\u00fancio do velho Sime\u00e3o de que uma espada de dor ia transpassar a sua alma. Agora com o novo an\u00fancio feito a Jos\u00e9, a chaga abriu-se ainda mais profundamente. Ela nem tem o tempo necess\u00e1rio para pensar na viagem e preparar o que deve levar. O mais importante \u00e9 proteger seu filho. Rapidamente partem para o Egito a fim de escapar da persegui\u00e7\u00e3o de Herodes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Contemplemos a preocupa\u00e7\u00e3o de Maria e Jos\u00e9: Cora\u00e7\u00f5es unidos, obedientes, silenciosos, cuidadores do filho de Deus, vivem por Jesus, sofrem por Jesus e toda sua aten\u00e7\u00e3o \u00e9 para o Menino que est\u00e1 nas suas m\u00e3os, e que ser\u00e1 o sinal de contradi\u00e7\u00e3o e salva\u00e7\u00e3o, conforme lhe havia anunciado Sime\u00e3o. Ter que fugir com a crian\u00e7a para uma terra distante! Maria, Jos\u00e9 e Jesus refugiados, como tantos irm\u00e3os nossos, hoje se refugiando, arriscando a pr\u00f3pria vida para escapar dos Herodes perseguidores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h4><b>Terceira Dor de Nossa Senhora: A perda do Menino Jesus no Templo<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 \u00a0&#8220;Terminada a festa da P\u00e1scoa, o Menino Jesus ficou em Jerusal\u00e9m sem que seus pais o percebessem. Tr\u00eas dias depois o acharam no templo, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os. Maria perguntou a Jesus: Filho, porque fizeste isto conosco? Jesus lhe disse: -N\u00e3o sabiam que devo estar na casa do meu Pai? A M\u00e3e conservava todas estas coisas no seu cora\u00e7\u00e3o.&#8221; (Lc 2, 43-50)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Contemplemos Maria e Jos\u00e9, tr\u00eas dias procurando o filho. Nem precisamos falar o que teria passado no cora\u00e7\u00e3o daqueles pais. Os an\u00fancios que Maria e Jos\u00e9 haviam recebidos estavam muito presentes nos seus cora\u00e7\u00f5es. Certamente pensavam que j\u00e1 havia chegado a hora de serem transpassados com a espada mais profunda. Quanta Ang\u00fastia, medo, arrependimento! \u201cTr\u00eas dias\u201d de solid\u00e3o, de d\u00favidas e cansa\u00e7o no caminho de volta. Este n\u00famero \u00e9 muito significativo. Poder\u00edamos dizer at\u00e9 que era o anuncio dos tr\u00eas dias da morte de Jesus. Era costume os pais virem com os pais, as m\u00e3es com o grupo das mulheres e os meninos virem juntos. Nem precisava se preocupar com isso e Jesus j\u00e1 estava na idade de tomar decis\u00f5es. Certamente j\u00e1 teria tomado outras iniciativas, mas desta vez surpreendeu seus pais, pela sua consci\u00eancia de estar a servi\u00e7o do Pai do C\u00e9u. Pensemos em tantas m\u00e3es que perdem seus filhos nas drogas, na viol\u00eancia&#8230;e que apesar de procur\u00e1-los nunca mais os encontram. Que bom seria se essas m\u00e3es tivessem a alegria de Maria encontrando seu Filho no templo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h4><b>Quarta Dor de Nossa Senhora: O encontro com Jesus no Caminho do Calv\u00e1rio<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos momentos mais pungentes da Paix\u00e3o \u00e9 o encontro de Jesus com Sua M\u00e3e no caminho do Calv\u00e1rio. As l\u00e1grimas que Maria derramou na ocasi\u00e3o, a troca de olhar com o Filho, a constata\u00e7\u00e3o das crueldades que Ele estava sofrendo, tudo causava imensa dor no Seu Cora\u00e7\u00e3o de M\u00e3e.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o: <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa Senhora acompanhou Jesus desde sua pris\u00e3o at\u00e9 o Calv\u00e1rio. Pensemos na pris\u00e3o, julgamento, na flagela\u00e7\u00e3o do seu Filho, coroa\u00e7\u00e3o de espinhos, no an\u00fancio da condena\u00e7\u00e3o morte da Cruz. Maria enchia-se de ang\u00fastia e dor. Acompanhando Jesus no caminho, Maria v\u00ea suas quedas, o v\u00ea cambaleando por causa da sua fraqueza e dores; v\u00ea e sente o seu cansa\u00e7o, escuta os seus gemidos, v\u00ea as bofetadas, os gritos dos soldados. Em um dado momento rompe a barreira que cerca seu filho e o olha. Olhar no seu olhar. M\u00e3e e Filho se entendem. Jesus para de andar e olha a M\u00e3e. Quanta dor Jesus sentiu ao ver sua m\u00e3e passando por esta humilha\u00e7\u00e3o de acompanhar seu filho condenado \u00e0 morte por ser considerado um subversivo. Um filho condenado! \u00a0Por um momento embora t\u00e3o curto, Ele pode sentir que a M\u00e3e estava ali para o confortar, fortificar, aprovar, e dar lhe for\u00e7a para ir at\u00e9 o fim. Era preciso que M\u00e3e e filhos sofressem \u00e0 mesma dor do caminho do Calv\u00e1rio. Pensemos tamb\u00e9m em tantas m\u00e3es que nos nossos dias encontram seus filhos com pesadas cruzes, seguindo seu caminho, e elas sem nada poder fazer para aliviar a sua dor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h4><b>Quinta dor de Nossa Senhora: Maria fica de p\u00e9 junto \u00e0 Cruz de Jesus<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Maria acompanhou de perto todo o sofrimento de Jesus na Cruz e assistiu de p\u00e9 \u00e0 sua morte: \u201cJunto \u00e0 cruz de Jesus estavam de p\u00e9 sua m\u00e3e, a irm\u00e3 de sua m\u00e3e, Maria, mulher de Cleofas, e Maria Madalena\u201d. (Jo 19, 25)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> No alto do Calv\u00e1rio Maria assiste a cena dos soldados obrigando Jesus a tirar o resto de roupa que ainda sobrava no seu corpo. Maria v\u00ea seu Filho humilhado ao ser despido diante da multid\u00e3o e ao obrigarem-no a deitar-se sobre a cruz. V\u00ea seu Filho sendo pregado. Nem faz bem imaginar a brutalidade dos soldados ao segurarem Jesus deitado sobre a cruz sendo pregado. Maria \u00a0v\u00ea erguerem a pesada cruz e Jesus sofrendo as mais atrozes dores. Contemplemos a M\u00e3e junto com outras mulheres e Jo\u00e3o a seu lado. Ela, de olhos fixos na dire\u00e7\u00e3o da Cruz. Cada gemido, cada suspiro, cada palavra era como uma nova espada ferindo seu cora\u00e7\u00e3o. A M\u00e3e nada pode fazer. Ela sabia a causa desta Cruz. Ela sabia que tudo aconteceu porque o Plano do Pai de fazer deste mundo n\u00e3o foi acolhido: \u201cEle veio para os seus e os seus n\u00e3o O receberam\u201d. \u00a0Maria sofreu ao ver o Projeto de Deus, que ela carregou no cora\u00e7\u00e3o desde a Anuncia\u00e7\u00e3o, sendo sacrificado no seu Filho. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma dor humana como M\u00e3e, \u00e9 uma dor moral, \u00e9 uma dor religiosa, \u00e9 a dor da rejei\u00e7\u00e3o do Amor misericordioso de Deus.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h4><b>Sexta Dor de Nossa Senhora: Maria recebe o corpo de Jesus morto em seus bra\u00e7os<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Nossa Senhora da Piedade, \u00e9 assim que o povo cat\u00f3lico invoca Maria nesse momento da Paix\u00e3o. Depois \u201ctomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em panos com os aromas, como os judeus costumam sepultar. \u201d (Jo 19, 40)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Jos\u00e9 de Arimateia e Nicodemos tiraram Jesus da Cruz e o colocaram nos bra\u00e7os da M\u00e3e. Maria contempla seu Filho t\u00e3o ferido. Sem vida. Cuida das suas chagas, limpa seu sangue v\u00ea todas as marcas das bofetadas, da flagela\u00e7\u00e3o, da coroa de espinhos, da chaga dos seus ombros pelo peso da cruz, as chagas das m\u00e3os e dos p\u00e9s. Como disse o profeta Isa\u00edas: \u201cMuitos ficaram pasmados ao v\u00ea-lo. T\u00e3o desfigurado ele estava, que n\u00e3o parecia ser um homem ou ter aspecto humano. A verdade \u00e9 que ele tomou sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores. Ele foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes. \u201d Enquanto a M\u00e3e o preparava para o sepultamento, certamente se recordava dele em cada etapa de sua curta vida, lembrava o primeiro olhar quando nasceu na gruta de Bel\u00e9m, dos anjos que cantavam enquanto estava ainda deitado na manjedoura, e se lembrou tamb\u00e9m de cada dia que se sucedeu a esse, dos insultos, das cal\u00fanias que sofreu. Mas lembrava tamb\u00e9m das suas prega\u00e7\u00f5es, das curas, da multiplica\u00e7\u00e3o dos p\u00e3es da \u00faltima Ceia das suas \u00faltimas palavras dirigida com tanto amor aos seus disc\u00edpulos. Quanta dor desta M\u00e3e e quanto amor!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>\n<h4><b>S\u00e9tima Dor de Nossa Senhora: Maria deposita Jesus no Sepulcro<\/b><\/h4>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">O sepultamento de Seu Divino Filho foi a \u00faltima dor que Maria sentiu durante a Paix\u00e3o. \u201cNo lugar em que ele foi crucificado havia um jardim, e no jardim um sepulcro novo, em que ningu\u00e9m ainda fora depositado. Foi ali que depositaram Jesus. \u201d (Jo 19, 41-42)<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Medita\u00e7\u00e3o:<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> Como \u00e9 triste para uma m\u00e3e sepultar o seu pr\u00f3prio filho. N\u00e3o foi diferente com Maria. Ela era a m\u00e3e daquele ser todo chagado. E tinha que sepultar \u00e0s pressas, pois j\u00e1 era tarde e n\u00e3o poderiam esperar o dia seguinte. Ajudada por Nicodemos e Jos\u00e9 de Arimateia e certamente Jo\u00e3o e as mulheres, colocaram Jesus num sepulcro novo. Maria volta com Jo\u00e3o para casa. Silenciosa, orante, cheia de f\u00e9 aguarda a manifesta\u00e7\u00e3o de Deus que lhe disse atrav\u00e9s do anjo Gabriel: \u201cEle ser\u00e1 grande, ser\u00e1 chamado filho do Alt\u00edssimo, e reinar\u00e1 para sempre na casa de Jac\u00f3, e seu Reino n\u00e3o ter\u00e1 fim\u201d. Maria teve f\u00e9. N\u00e3o esmoreceu. Ficou em p\u00e9 diante da Cruz, recebeu o filho nos bra\u00e7os, e o acompanhou at\u00e9 o sepulcro. Ela n\u00e3o perdeu a esperan\u00e7a. M\u00e3e das dores, M\u00e3e da F\u00e9 da Esperan\u00e7a e do Amor.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Primeira Dor de Maria: a profecia de Sime\u00e3o \u00a0\u201cAo apresentar o Menino Jesus no Templo, Maria encontrou Sime\u00e3o que proferiu a seguinte profecia: \u201cEis que este menino est\u00e1 destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocar\u00e1 contradi\u00e7\u00f5es, a fim de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":32777,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-39489","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39489","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39489"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39489\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":39490,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/39489\/revisions\/39490"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32777"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39489"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=39489"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=39489"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}