{"id":3934,"date":"2023-01-15T00:00:00","date_gmt":"2023-01-15T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-placido\/"},"modified":"2023-01-02T17:46:18","modified_gmt":"2023-01-02T20:46:18","slug":"sao-placido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-placido\/","title":{"rendered":"Santo Amaro \/ S\u00e3o Pl\u00e1cido"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Santo Amaro ou S\u00e3o Mauro, nasceu em Roma no final do s\u00e9culo V. De fam\u00edlia nobre, seu pai, o senador Equ\u00edcio o confiou ainda jovem aos cuidados do monge S\u00e3o Bento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Martirol\u00f3gio Romano e a Ordem beneditina comemoram Santo Amaro a 15 de janeiro. Santo Amaro foi um dos primeiros disc\u00edpulos de S\u00e3o Bento, e tudo o que sabemos dele est\u00e1 contido em dois trechos da vida de S\u00e3o Bento, escrita por S\u00e3o Greg\u00f3rio Magno. O primeiro trecho faz alus\u00e3o \u00e0 oferta, por parte do pai de Amaro, o senador Equ\u00edcio, que o oferece ainda menino a S\u00e3o Bento. O segundo trecho torna c\u00e9lebre Santo Amaro na hist\u00f3ria de asc\u00e9tica crist\u00e3, pela incondicional obedi\u00eancia, premiada com um milagre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto estava imerso em ora\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Bento percebeu, em vis\u00e3o, que o menino Pl\u00e1cido, que tinha ido buscar \u00e1gua num lago, por imprud\u00eancia, tinha ca\u00eddo e corria o risco de se afogar. O santo abade chamou Amaro e lhe disse: \u201cMeu irm\u00e3o Amaro, corre porque aquele mongezinho que foi buscar \u00e1gua caiu e a onda o carrega\u201d. Amaro partiu imediatamente: correu ao lago e foi ao encontro de Pl\u00e1cido no meio do lago, tomou-o pelos cabelos e o carregou at\u00e9 a terra. S\u00f3 ent\u00e3o percebeu haver caminhado sobre as ondas, como o ap\u00f3stolo S\u00e3o Pedro no lago de Tiber\u00edades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estupefato, narrou o epis\u00f3dio a S\u00e3o Bento. Este humildemente atribuiu o prod\u00edgio aos merecimentos de Amaro, mas o disc\u00edpulo estava convicto do contr\u00e1rio e teve a confirma\u00e7\u00e3o pelo pr\u00f3prio colega Pl\u00e1cido, que disse ter tido a impress\u00e3o de haver estado agarrado \u00e0 capa do abade: \u2018\u2026 e parecia que ele me tirava da \u00e1gua\u201d. Tudo o que sabemos sobre este santo disc\u00edpulo de S\u00e3o Bento, al\u00e9m desses trechos de S\u00e3o Greg\u00f3rio, nos vem de uma biografia ap\u00f3crifa escrita na metade do s\u00e9culo IX.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Amaro freq\u00fcentava o monast\u00e9rio do Sub\u00edaco, a fim de adquirir sabedoria e prud\u00eancia crist\u00e3s na conviv\u00eancia com S\u00e3o Bento. Acompanhou o mestre at\u00e9 que este se fixasse em Montecassino. A\u00ed Santo Amaro foi o primeiro superior e administrador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Homem de grande virtude, modelo de obedi\u00eancia, humildade e caridade, Santo Amaro era austero consigo, por\u00e9m bondoso e caridoso com os outros. Sua regra de vida consistia na leitura meditada da Palavra de Deus e no louvor lit\u00fargico, com ritmos de trabalho, intensa caridade fraterna e ajuda m\u00fatua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santo Amaro, enviado pelo seu Mestre \u00e0 Fran\u00e7a, a\u00ed fundou, em 535, o primeiro mosteiro beneditino, em Glanfeuil, no Anjou, que gra\u00e7as \u00e0 liberalidade do rei difundiu-se rapidamente, e, \u00e0 sua volta, surgiu a primeira localidade que lhe leva o nome. Santo Amaro faleceu no mosteiro franc\u00eas aos setenta e dois anos, a 15 de janeiro de 567, depois de uma peste que tamb\u00e9m levou \u00e0 morte muitos de seus monges. \u00c9 invocado contra v\u00e1rias doen\u00e7as e especialmente enxaquecas, artrose e artrite.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>________________________________________________________________________<\/p>\n<h3>S\u00e3o Pl\u00e1cido<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/www.diocesedeblumenau.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/s_placido.jpg\" alt=\"Resultado de imagem para S\u00c3\u00a3o placido\" width=\"184\" height=\"266\" \/>A vida de Pl\u00e1cido est\u00e1 ligada \u00e0 do seu primo Mauro, tamb\u00e9m chamado de Amaro, por v\u00e1rias circunst\u00e2ncias. Primeiro, porque ambos aos sete anos de idade foram entregues, pelos pais ao amigo Bento de N\u00f3rcia, celebrado pela Igreja como o &#8220;pai dos monges ocidentais&#8221;, para serem oblados \u00e0 Cristo. Depois, porque Amaro o salvou da morte, na inf\u00e2ncia. Nesta ocasi\u00e3o, Bento, teve uma vis\u00e3o onde Pl\u00e1cido se afogava dentro de um lago, por isto mandou o pequeno Amaro correr para impedir o acidente. De fato, ele o salvou prodigiosamente, andando sobre as \u00e1guas e o retirando com vida. Por\u00e9m, ap\u00f3s se tornarem sacerdotes, suas vidas se separam, e de maneira distinta cada um testemunhou sua f\u00e9 em Cristo. Vejamos a trajet\u00f3ria de Pl\u00e1cido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pl\u00e1cido nasceu no ano de 514, em Roma. Os pais, nobres e ricos, eram Tertulo e Faustina, e os irm\u00e3os se chamavam Eut\u00edquio, Fl\u00e1via e Vit\u00f3rio. Pl\u00e1cido foi entregue a s\u00e3o Bento, que o tomou como disc\u00edpulo e lhe dispensou um afeto paterno. O menino cresceu bondoso e assimilou os ensinamentos do Evangelho e o esp\u00edrito ecum\u00eanico da mensagem beneditina. Tornou-se sacerdote e foi enviado para a cidade italiana de Messina, na Sicilia, para construir um mosteiro, do qual foi eleito o abade. Pl\u00e1cido o construiu fora dos muros da cidade. Ao lado do mosteiro ele tamb\u00e9m construiu uma igreja, dedicada a s\u00e3o Jo\u00e3o Batista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pl\u00e1cido, certa vez, recebeu a visita de seus irm\u00e3os, os tr\u00eas saudosos, decidiram ir para Messina, onde ficaram por um longo per\u00edodo, hospedados no mosteiro. At\u00e9 que em setembro de 541, os \u00e1rabes sarracenos, invadiram o mosteiro, destruindo tudo e matando os monges que encontravam pela frente. Depois, se voltaram contra os quatro irm\u00e3os, que seriam poupados se renegassem o seu Deus. Pl\u00e1cido falou por todos: &#8220;jamais trairemos a f\u00e9 em Cristo e por isto estamos prontos para morrer&#8221;. Foram arrastados at\u00e9 a praia vizinha e brutamente mortos, tendo as cabe\u00e7as decepadas. Os corpos foram recolhidos pelos monges sobreviventes e sepultados na igreja semidestru\u00edda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este mosteiro e a igreja foram destru\u00eddos e reconstru\u00eddos v\u00e1rias vezes por conta destes b\u00e1rbaros. S\u00f3 em 1099, a paz voltou a reinar na Sic\u00edlia, com a sua expuls\u00e3o definitiva . O ent\u00e3o imperador Rugero, cat\u00f3lico, mandou reconstruir tudo. No final da constru\u00e7\u00e3o do grande edif\u00edcio, o mosteiro foi elevado \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de Priorado Geral. Mas o fato sensacional, ocorreu em 1588, quando o superior do mosteiro,vendo que o interior da igreja n\u00e3o tinha ventila\u00e7\u00e3o nem luz, mandou abrir tr\u00eas grandes portas. Para isto, tiveram que deslocar o altar maior, e foi a\u00ed que encontraram as rel\u00edquias dos quatro irm\u00e3os. A festa foi grande porque ao retirarem o corpo de s\u00e3o Pl\u00e1cido surgiu de improviso uma fonte de \u00e1gua pur\u00edssima, que os devotos atribu\u00edram como milagrosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A igreja e o mosteiro foram totalmente destru\u00eddos, em 1918, quando ocorreu o maior terremoto de Messina. Mas as rel\u00edquias de s\u00e3o Pl\u00e1cido j\u00e1 estavam guardadas pelos beneditinos na Cripita da Capela do mosteiro de Montecassino, onde tamb\u00e9m est\u00e3o as de seu primo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja, em 1962, determinou que os dois primos sejam festejados no mesmo dia 15 de janeiro. Entretanto, o culto a s\u00e3o Pl\u00e1cido \u00e9 muito intenso e os devotos o celebram tamb\u00e9m em 5 de outubro, data que lhe era dedicada anteriormente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Pl\u00e1cido, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros santos e beatos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Mac\u00e1rio<\/strong>, o Grande eremita (300-390.Contam-se no calend\u00e1rio 14 santos com esse nome.O santo deste dia \u00e9 assinalado pelo qualificativo \u201cGrande\u201d, ou mais modestamente, pela justaposi\u00e7\u00e3o do adjetivo \u201co Velho\u201d, pois \u00e9 o mais famoso e o primeiro na seq\u00fc\u00eancia cronol\u00f3gica.<br \/>\nNasceu no alto Egito, em um ambiente muito prop\u00edcio para a vida solit\u00e1ria de um eremita. Desde a mocidade, Mac\u00e1rio amou a solid\u00e3o e, para entregar-se tranq\u00fcilamente \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 medita\u00e7\u00e3o, fez construir uma cabana num local afastado.Para ganhar o pr\u00f3prio sustento, ou melhor, para n\u00e3o ficar sem trabalho \u2014 visto que o \u00f3cio \u00e9 o pai de todos os v\u00edcios \u2014 tecia cestas e tapetes, enquanto guardava as ovelhas no campo.<br \/>\nEntretanto, um adolescente t\u00e3o s\u00e9rio despertava curiosidade nas pessoas, ou qui\u00e7\u00e1 tamb\u00e9m apet\u00eancia pela vida devota; por esse motivo, Mac\u00e1rio decidiu refugiar-se em pleno deserto. A seguir, continuou os estudos preparat\u00f3rios para o sacerd\u00f3cio, a fim de poder celebrar a eucaristia nas inumer\u00e1veis col\u00f4nias mon\u00e1sticas que, atra\u00eddas por seu exemplo, cresciam ao redor cada vez mais.<br \/>\nMas o deserto n\u00e3o constituiu uma muralha segura para defend\u00ea-lo dos ataques perpetrados pelos hereges arianos. Por isso, teve de passar a senilidade no ex\u00edlio, ou seja, longe da comunidade cenob\u00edtica por ele fundada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Ef\u00edsio<\/strong>(\u2020303.Martirizado na \u00e9poca de Diocleciano. \u00c9 objeto de muita venera\u00e7\u00e3o na Sardenha, particularmente em Cagliari, onde, a cada dia 1o de maio, seu mart\u00edrio \u00e9 relembrado com uma solene prociss\u00e3o, denominada \u201co 1o de maio cagliaritano\u201d.<br \/>\nAs Atas de seu mart\u00edrio configuram um relato assaz imaginoso, redigido pelo padre Mauro, que se declara testemunha ocular das torturas cru\u00e9is infligidas ao santo. Embora n\u00e3o fidedigna, essa cr\u00f4nica concorreu para perpetuar o car\u00e1ter popular da devo\u00e7\u00e3o a esse santo, fornecendo mat\u00e9ria para saborosas e pitorescas reconstitui\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Alexandre<\/strong>, o Insone (\u2020430) \u2014 abade fundador dos denominados monges insones gregos, pois se revezavam noite e dia para cantar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Blatmaco<\/strong> \u2014 abade irland\u00eas martirizado em 823 pelos dinamarqueses pag\u00e3os, que procurara evangelizar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Bonito<\/strong> \u2014 bispo beneditino (623-710), foi governador de Proven\u00e7a; renunciou ao episcopado para se tornar monge.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Eug\u00edpio<\/strong> (\u2020511) \u2014 sacerdote africano, companheiro de miss\u00e3o de s\u00e3o Severino de N\u00f3rica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Beato Francisco Ferdinando Capillas<\/strong> (1606-1648) \u2014 dominicano espanhol, mission\u00e1rio na China, onde foi martirizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Habacuc<\/strong> \u2014 profeta do s\u00e9culo VII a.C., durante o per\u00edodo do cativeiro. Na Terra Santa, muitas igrejas foram constru\u00eddas em sua honra. Trata-se do profeta que dirige muitas perguntas a Deus. Ao ver seu povo oprimido em terra estrangeira, indaga: \u201cComo o podeis punir por m\u00e3os de gente \u00edmpia e id\u00f3latra?\u201d. Mas, por fim, entrega-se a um ato de f\u00e9 e de abandono completo a Deus salvador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Isidoro<\/strong>, o Eg\u00edpcio (404) \u2014 sacerdote eg\u00edpcio. Tomou a defesa de seu bispo, santo Atan\u00e1sio, contra os arianos, e, por seu turno, precisou defender-se da acusa\u00e7\u00e3o de heresia, levantada contra ele por s\u00e3o Jer\u00f4nimo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Malard<\/strong> (\u2020650) \u2014 bispo de Chartres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santas Maura e Brita<\/strong> \u2014 virgens martirizadas no s\u00e9culo IV; s\u00e3o mencionadas por s\u00e3o Greg\u00f3rio de Tours.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o M\u00e1ximo de Nola<\/strong> (\u2020251) \u2014 bispo de Nola. Foi obrigado a refugiar-se nas montanhas durante a persegui\u00e7\u00e3o movida contra ele por D\u00e9cio; s\u00e3o F\u00e9lix, sacerdote de sua diocese, recolheu-o j\u00e1 quase morto pela fome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santa Mida<\/strong> (tamb\u00e9m conhecida como Ita ou Meda) \u2014 virgem irlandesa muito popular, morta em 750. Sua vida \u00e9 rica de epis\u00f3dios pitorescos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Miqu\u00e9ias<\/strong> \u2014 profeta do s\u00e9culo VIII a.C.; profetizou o nascimento de Cristo em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Paulo de Tebas<\/strong> (230-342) \u2014 nobre eg\u00edpcio, refugiou-se no deserto, onde permaneceu at\u00e9 a morte. De tempos em tempos recebia a visita de santo Ant\u00e3o. Costuma-se represent\u00e1-lo junto com um p\u00e1ssaro que lhe traz a refei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o P\u00fablio de Zeugma<\/strong> (\u2020380) \u2014 s\u00edrio, abade de uma numerosa comunidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santo Amaro ou S\u00e3o Mauro, nasceu em Roma no final do s\u00e9culo V. De fam\u00edlia nobre, seu pai, o senador Equ\u00edcio o confiou ainda jovem aos cuidados do monge S\u00e3o Bento. 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