{"id":39191,"date":"2018-03-20T08:49:53","date_gmt":"2018-03-20T11:49:53","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=39191"},"modified":"2018-03-20T08:59:26","modified_gmt":"2018-03-20T11:59:26","slug":"celebrando-o-dia-da-mulher","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/celebrando-o-dia-da-mulher\/","title":{"rendered":"Celebrando o Dia da Mulher"},"content":{"rendered":"<div id=\"texto-interna\" class=\"noticias-conteudo-text-container\">\n<div class=\"field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p><a href=\"http:\/\/jornalosp.arquisp.org.br\/colunista\/angela-martins\">Angela Martins<\/a><\/p>\n<p class=\"rtejustify\">A celebra\u00e7\u00e3o do Dia da Mulher \u00e9 sempre uma ocasi\u00e3o de reflex\u00e3o sobre o seu papel e o motivo pelo qual ela \u00e9 destacada. De fato, n\u00e3o h\u00e1 o dia do homem. H\u00e1 uma diferen\u00e7a antropol\u00f3gica natural, ainda que o homem e a mulher gozem da igualdade de direitos e oportunidades devida a cada ser humano.<\/p>\n<p class=\"rtejustify\">Pensando no que queria compartilhar em torno desse dia, depareime com um texto de Fulton Sheen, fil\u00f3sofo norte-americano muito profundo, mas pr\u00e1tico, que, embora longo, gostaria de transcrever: \u201cImagine uma orquestra no palco diante de um maestro famoso que reger\u00e1 uma linda sinfonia composta por ele mesmo. Cada membro da orquestra \u00e9 livre para seguir o maestro e assim contribuir para a harmonia. Mas cada membro \u00e9 tamb\u00e9m livre para desobedecer ao maestro<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/jornalosp.arquisp.org.br\/sites\/default\/files\/14_ilustracao.jpg\" alt=\"\" \/>. Suponha que algum dos m\u00fasicos deliberadamente toque uma nota falsa e induza a violinista ao lado a fazer o mesmo. Ouvindo o desafino, o maestro poderia seguir duas alternativas: levantar a batuta e ordenar que recome\u00e7assem a tocar ou ignorar o acorde destoante. De qualquer forma, sua atitude n\u00e3o faria nenhuma diferen\u00e7a\u00a0visto que aquele acorde j\u00e1 foi para o espa\u00e7o atingindo uma altura de mil e cem p\u00e9s por segundo, seguindo adiante e afetando a infinitesimal pequena radia\u00e7\u00e3o do universo. Como uma pedra ca\u00edda no lago causa uma ondula\u00e7\u00e3o que afeta a mais distante zona costeira, esse acorde afeta at\u00e9 mesmo as estrelas&#8230;Em algum lugar neste universo<\/p>\n<p class=\"rtejustify\">Como a Filosofia deseja estudar o mais profundo do ser, \u00e9 \u00f3bvio que deve abrir-se \u00e0 realidade tal como\u00a0\u00e9 intrinsecamente &#8211; the way things are -, como expressa o jusfil\u00f3sofo Lon Fuller. Nesse sentido, li tamb\u00e9m recentemente uma narrativa em um peri\u00f3dico australiano que contava a hist\u00f3ria em quadrinhos de um pato que quis fazer uma opera\u00e7\u00e3o para tornar-se ganso&#8230;<\/p>\n<p class=\"rtejustify\">Partindo desses exemplos gr\u00e1ficos como inspira\u00e7\u00e3o, pensava em como a sociedade poderia ser se a mulher vivesse como tal; fosse respeitada como tal; amada como tal; \u00a0vivesse seu destino antropol\u00f3gico\u00a0maternal como tal; se lhe fosse totalmente permitida a presta\u00e7\u00e3o de sua original contribui\u00e7\u00e3o profissional em harm\u00f4nica somat\u00f3ria de luzes; se se fizesse valer pelo que \u00e9, sem compara\u00e7\u00f5es e oposi\u00e7\u00f5es, mas sim pela afirma\u00e7\u00e3o e maximiza\u00e7\u00e3o de sua unicidade \u00a0feminina, ou seja, se cada mulher se decide a viver com profundidade seu papel na sinfonia, sendo simplesmente e totalmente mulher e trazendo sonora harmonia a toda sociedade por meio de sua contribui\u00e7\u00e3o \u00fanica&#8230;<\/p>\n<p class=\"rtejustify\">Utopia? Definitivamente n\u00e3o, j\u00e1 que a for\u00e7a da natureza &#8211; a for\u00e7a do ser! &#8211; \u00e9 infinitamente maior do que a do n\u00e3o ser. Parabenizo, portanto, a cada mulher por suas lutas positivas, convidando tamb\u00e9m a cada uma, e tamb\u00e9m a toda comunidade masculina, a \u00a0refletir em como vivem &#8211; identidade -, \u00a0e oferecem o espa\u00e7o &#8211; reconhecimento &#8211; para que cada mulher seja cultivada e possa se realizar plenamente como tal, de forma que seus acordes harmonizem novamente a sociedade, ecoando perenemente atrav\u00e9s do espa\u00e7o e dos tempos.<\/p>\n<p><em><sub>Arte: Sergio Ricciuto Conte<\/sub><\/em><\/p>\n<p class=\"rtecenter\"><sub>As opini\u00f5es expressas na se\u00e7\u00e3o \u201cOpini\u00e3o\u201d s\u00e3o de responsabilidade do autor e n\u00e3o refletem, necessariamente, os posicionamentos editorais do jornal O S\u00c3O PAULO<\/sub><\/p>\n<\/div>\n<p>Fonte: Jornal o S\u00e3o Paulo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Angela Martins A celebra\u00e7\u00e3o do Dia da Mulher \u00e9 sempre uma ocasi\u00e3o de reflex\u00e3o sobre o seu papel e o motivo pelo qual ela \u00e9 destacada. 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