{"id":3807,"date":"2014-01-01T03:00:00","date_gmt":"2014-01-01T05:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/paz-e-fraternidade\/"},"modified":"2017-05-09T16:36:31","modified_gmt":"2017-05-09T19:36:31","slug":"paz-e-fraternidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/paz-e-fraternidade\/","title":{"rendered":"Paz e Fraternidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/domorani.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Sob a \u00f3tica da fraternidade o Papa Francisco envia para o mundo, na solenidade de Santa Maria, M\u00e3e de Deus, ao iniciar um novo ano, a sua primeira mensagem para o Dia Mundial da Paz.<br \/>A alegria e a esperan\u00e7a devem, segundo o Papa Francisco, ser o bin\u00e1rio para vivermos a fraternidade individual e coletiva no mundo.<br \/>Ensina o Papa que: &#8220;a fraternidade \u00e9 uma dimens\u00e3o essencial do homem, sendo ele um ser relacional. A consci\u00eancia viva desta dimens\u00e3o relacional leva-nos a ver e tratar cada pessoa como uma verdadeira irm\u00e3 e um verdadeiro irm\u00e3o; sem tal consci\u00eancia, torna-se imposs\u00edvel a constru\u00e7\u00e3o duma sociedade justa, duma paz firme e duradoura. E conv\u00e9m desde j\u00e1 lembrar que a fraternidade se come\u00e7a a aprender habitualmente no seio da fam\u00edlia, gra\u00e7as sobretudo \u00e0s fun\u00e7\u00f5es respons\u00e1veis e complementares de todos os seus membros, mormente do pai e da m\u00e3e.<br \/>Ciente da import\u00e2ncia dos meios de comunica\u00e7\u00e3o diz o Papa que &#8220;vemos semeada a voca\u00e7\u00e3o a formar uma comunidade feita de irm\u00e3os que se acolhem mutuamente e cuidam uns dos outros. Contudo, ainda hoje, esta voca\u00e7\u00e3o \u00e9 muitas vezes contrastada e negada nos fatos, num mundo caracterizado pela \u00abglobaliza\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a\u00bb que lentamente nos faz \u00abhabituar\u00bb ao sofrimento alheio, fechando-nos em n\u00f3s mesmos&#8221;.<br \/>Neste tempo de mudan\u00e7a de \u00e9poca \u00e9 importante ressaltar que a din\u00e2mica da solidariedade, da partilha e da fraternidade parecem estar fora de moda. Calaram profundamente no cora\u00e7\u00e3o dos cat\u00f3licos os tr\u00eas conselhos repetidos pelo Papa Francisco no domingo da Sagrada Fam\u00edlia, como tr\u00eas tesouros a serem vividos como regras b\u00e1sicas de viv\u00eancia e de conviv\u00eancia familiar: &#8220;d\u00e1 licen\u00e7a, obrigado, perd\u00e3o&#8221;. Quando em uma fam\u00edlia n\u00e3o se \u00e9 um intruso e se pede \u201ccom licen\u00e7a\u201d, quando em uma fam\u00edlia n\u00e3o se \u00e9 ego\u00edsta e se aprende a dizer \u201cobrigado\u201d, e quando em uma fam\u00edlia algu\u00e9m se d\u00e1 conta que fez uma coisa errada e pede \u201cperd\u00e3o\u201d, ent\u00e3o nesta fam\u00edlia existe paz e alegria. Neste ponto, o Pont\u00edfice encorajou as fam\u00edlias a tomarem consci\u00eancia da import\u00e2ncia que tem na Igreja e na sociedade. \u201cO an\u00fancio do Evangelho \u2013 disse o Papa -, passa de fato, antes de tudo, atrav\u00e9s das fam\u00edlias para depois, chegar at\u00e9 aos diversos \u00e2mbitos da vida di\u00e1ria\u201d.<br \/>O Papa Francisco denunciou a guerra silenciosa que em muitas partes do mundo se tem propagado contra o direito \u00e0 pr\u00e1tica religiosa. Denunciou os tr\u00e1ficos humanos e as suas muitas facetas, as guerras armadas, e &#8220;\u00e0s guerras feitas de confrontos armados juntam-se guerras menos vis\u00edveis, mas n\u00e3o menos cru\u00e9is, que se combatem nos campos econ\u00f4mico e financeiro com meios igualmente demolidores de vidas, de fam\u00edlias, de empresas. A globaliza\u00e7\u00e3o, como afirmou Bento XVI, torna-nos vizinhos, mas n\u00e3o nos faz irm\u00e3os. As in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es de desigualdade, pobreza e injusti\u00e7a indicam n\u00e3o s\u00f3 uma profunda car\u00eancia de fraternidade, mas tamb\u00e9m a aus\u00eancia duma cultura de solidariedade. As novas ideologias, caracterizadas por generalizado individualismo, egocentrismo e consumismo materialista, debilitam os la\u00e7os sociais, alimentando aquela mentalidade do \u00abdescart\u00e1vel\u00bb que induz ao desprezo e abandono dos mais fracos, daqueles que s\u00e3o considerados \u00abin\u00fateis\u00bb. Assim, a conviv\u00eancia humana assemelha-se sempre mais a um mero do ut des pragm\u00e1tico e ego\u00edsta&#8221;.<br \/>&#8220;Uma verdadeira fraternidade entre os homens sup\u00f5e e exige uma paternidade transcendente. A partir do reconhecimento desta paternidade, consolida-se a fraternidade entre os homens, ou seja, aquele fazer-se \u00abpr\u00f3ximo\u00bb para cuidar do outro&#8221;.<br \/>O Papa Francisco pergunta &#8220;onde est\u00e1 o teu irm\u00e3o?&#8221;. &#8220;Para compreender melhor esta voca\u00e7\u00e3o do homem \u00e0 fraternidade e para reconhecer de forma mais adequada os obst\u00e1culos que se interp\u00f5em \u00e0 sua realiza\u00e7\u00e3o e identificar as vias para a supera\u00e7\u00e3o dos mesmos, \u00e9 fundamental deixar-se guiar pelo conhecimento do des\u00edgnio de Deus, tal como se apresenta de forma egr\u00e9gia na Sagrada Escritura. Segundo a narra\u00e7\u00e3o das origens, todos os homens prov\u00eam dos mesmos pais, de Ad\u00e3o e Eva, casal criado por Deus \u00e0 sua imagem e semelhan\u00e7a (cf. Gn 1, 26), do qual nascem Caim e Abel. Na hist\u00f3ria desta fam\u00edlia primig\u00e9nia, lemos a origem da sociedade, a evolu\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre as pessoas e os povos. Abel \u00e9 pastor, Caim agricultor. A sua identidade profunda e, conjuntamente, a sua voca\u00e7\u00e3o \u00e9 ser irm\u00e3os, embora na diversidade da sua atividade e cultura, da sua maneira de se relacionarem com Deus e com a cria\u00e7\u00e3o. Mas o assassinato de Abel por Caim atesta, tragicamente, a rejei\u00e7\u00e3o radical da voca\u00e7\u00e3o a ser irm\u00e3os. A sua hist\u00f3ria (cf. Gn 4, 1-16) p\u00f5e em evid\u00eancia o dif\u00edcil dever, a que todos os homens s\u00e3o chamados, de viver juntos, cuidando uns dos outros. Caim, n\u00e3o aceitando a predile\u00e7\u00e3o de Deus por Abel, que Lhe oferecia o melhor do seu rebanho \u2013 \u00abo Senhor olhou com agrado para Abel e para a sua oferta, mas n\u00e3o olhou com agrado para Caim nem para a sua oferta\u00bb (Gn 4, 4-5) \u2013, mata Abel por inveja. Desta forma, recusa reconhecer-se irm\u00e3o, relacionar-se positivamente com ele, viver diante de Deus, assumindo as suas responsabilidades de cuidar e proteger o outro. \u00c0 pergunta com que Deus interpela Caim \u2013 \u00abonde est\u00e1 o teu irm\u00e3o?\u00bb \u2013, pedindo-lhe contas da sua a\u00e7\u00e3o, responde: \u00abN\u00e3o sei dele. Sou, porventura, guarda do meu irm\u00e3o?\u00bb (Gn 4, 9). Depois \u2013 diz-nos o livro do G\u00eanesis \u2013, \u00abCaim afastou-se da presen\u00e7a do Senhor\u00bb (4, 16). \u00c9 preciso interrogar-se sobre os motivos profundos que induziram Caim a ignorar o v\u00ednculo de fraternidade e, simultaneamente, o v\u00ednculo de reciprocidade e comunh\u00e3o que o ligavam ao seu irm\u00e3o Abel. O pr\u00f3prio Deus denuncia e censura a Caim a sua contig\u00fcidade com o mal: \u00abo pecado deitar-se-\u00e1 \u00e0 tua porta\u00bb (Gn 4, 7). Mas Caim recusa opor-se ao mal, e decide igualmente \u00ablan\u00e7ar-se sobre o irm\u00e3o\u00bb (Gn 4, 8), desprezando o projeto de Deus. Deste modo, frustra a sua voca\u00e7\u00e3o original para ser filho de Deus e viver a fraternidade&#8221;.<br \/>O Papa Francisco, partindo de sua experi\u00eancia de viver o que prega, lembra que &#8220;o ego\u00edsmo di\u00e1rio, que est\u00e1 na base de muitas guerras e injusti\u00e7as: na realidade, muitos homens e mulheres morrem pela m\u00e3o de irm\u00e3os e irm\u00e3s que n\u00e3o sabem reconhecer-se como tais, isto \u00e9, como seres feitos para a reciprocidade, a comunh\u00e3o e a doa\u00e7\u00e3o&#8221;. Ego\u00edsmo, a meta para ser vencida em todas as rela\u00e7\u00f5es de 2014.<br \/>A mensagem coloca tamb\u00e9m uma afirma\u00e7\u00e3o: &#8220;E v\u00f3s sois todos irm\u00e3os\u00bb (Mt 23, 8)&#8221;\u00a0 E questiona: &#8220;Surge espontaneamente a pergunta: poder\u00e3o um dia os homens e as mulheres deste mundo corresponder plenamente ao anseio de fraternidade, gravado neles por Deus Pai? Conseguir\u00e3o, meramente com as suas for\u00e7as, vencer a indiferen\u00e7a, o ego\u00edsmo e o \u00f3dio, aceitar as leg\u00edtimas diferen\u00e7as que caracterizam os irm\u00e3os e as irm\u00e3s?&#8221; <br \/>&#8220;A raiz da fraternidade est\u00e1 contida na paternidade de Deus. N\u00e3o se trata de uma paternidade gen\u00e9rica, indistinta e historicamente ineficaz, mas do amor pessoal, sol\u00edcito e extraordinariamente concreto de Deus por cada um dos homens (cf. Mt 6, 25-30). Trata-se, por conseguinte, de uma paternidade eficazmente geradora de fraternidade, porque o amor de Deus, quando \u00e9 acolhido, torna-se no mais admir\u00e1vel agente de transforma\u00e7\u00e3o da vida e das rela\u00e7\u00f5es com o outro, abrindo os seres humanos \u00e0 solidariedade e \u00e0 partilha ativa. Em particular, a fraternidade humana foi regenerada em e por Jesus Cristo, com a sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o. A cruz \u00e9 o \u00ablugar\u00bb definitivo de funda\u00e7\u00e3o da fraternidade que os homens, por si s\u00f3s, n\u00e3o s\u00e3o capazes de gerar. Jesus Cristo, que assumiu a natureza humana para a redimir, amando o Pai at\u00e9 \u00e0 morte e morte de cruz (cf. Fl 2, 8), por meio da sua ressurrei\u00e7\u00e3o constitui-nos como humanidade nova, em plena comunh\u00e3o com a vontade de Deus, com o seu projeto, que inclui a realiza\u00e7\u00e3o plena da voca\u00e7\u00e3o \u00e0 fraternidade&#8221;.<br \/>A fraternidade \u00e9 fundamento e caminho para a paz\u201d &#8220;A solidariedade crist\u00e3 pressup\u00f5e que o pr\u00f3ximo seja amado n\u00e3o s\u00f3 como \u00abum ser humano com os seus direitos e a sua igualdade fundamental em rela\u00e7\u00e3o a todos os demais, mas [como] a imagem viva de Deus Pai, resgatada pelo sangue de Jesus Cristo e tornada objeto da a\u00e7\u00e3o permanente do Esp\u00edrito Santo\u00bb, como um irm\u00e3o. \u00abEnt\u00e3o a consci\u00eancia da paternidade comum de Deus, da fraternidade de todos os homens em Cristo, \u201cfilhos no Filho\u201d, e da presen\u00e7a e da a\u00e7\u00e3o vivificante do Esp\u00edrito Santo conferir\u00e1 \u2013 lembra Jo\u00e3o Paulo II \u2013 ao nosso olhar sobre o mundo como que um novo crit\u00e9rio para o interpretar\u00bb, para o transformar&#8221;.<br \/>&#8220;Reconhece-se haver necessidade tamb\u00e9m de pol\u00edticas que sirvam para atenuar a excessiva desigualdade de rendimento. N\u00e3o devemos esquecer o ensinamento da Igreja sobre a chamada hipoteca social, segundo a qual, se \u00e9 l\u00edcito \u2013 como diz S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino \u2013 e mesmo necess\u00e1rio que \u00abo homem tenha a propriedade dos bens\u00bb, quanto ao uso, por\u00e9m, \u00abn\u00e3o deve considerar as coisas exteriores que legitimamente possui s\u00f3 como pr\u00f3prias, mas tamb\u00e9m como comuns, no sentido de que possam beneficiar n\u00e3o s\u00f3 a si mas tamb\u00e9m aos outros&#8221;. <br \/>Por \u00faltimo o Papa nos ensina o desapego: &#8220;h\u00e1 uma forma de promover a fraternidade \u2013 e, assim, vencer a pobreza \u2013 que deve estar na base de todas as outras. \u00c9 o desapego vivido por quem escolhe estilos de vida s\u00f3brios e essenciais, por quem, partilhando as suas riquezas, consegue assim experimentar a comunh\u00e3o fraterna com os outros. Isto \u00e9 fundamental, para seguir Jesus Cristo e ser verdadeiramente crist\u00e3o. \u00c9 o caso n\u00e3o s\u00f3 das pessoas consagradas que professam voto de pobreza, mas tamb\u00e9m de muitas fam\u00edlias e tantos cidad\u00e3os respons\u00e1veis que acreditam firmemente que a rela\u00e7\u00e3o fraterna com o pr\u00f3ximo constitua o bem mais precioso&#8221;.<br \/>Falando aos respons\u00e1veis pela economia e aos governos adverte o Papa Francisco que:\u00a0\u00a0\u00a0 &#8220;As sucessivas crises econ\u00f4micas devem levar a repensar adequadamente os modelos de desenvolvimento econ\u00f4mico e a mudar os estilos de vida. A crise atual, com pesadas conseq\u00fc\u00eancias na vida das pessoas, pode ser tamb\u00e9m uma ocasi\u00e3o prop\u00edcia para recuperar as virtudes da prud\u00eancia, temperan\u00e7a, justi\u00e7a e fortaleza. Elas podem ajudar-nos a superar os momentos dif\u00edceis e a redescobrir os la\u00e7os fraternos que nos unem uns aos outros, com a confian\u00e7a profunda de que o homem tem necessidade e \u00e9 capaz de algo mais do que a maximiza\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio lucro individual. As referidas virtudes s\u00e3o necess\u00e1rias sobretudo para construir e manter uma sociedade \u00e0 medida da dignidade humana&#8221;.<br \/>O Papa pede o fim das guerras e da dissemina\u00e7\u00e3o das armas. Diz Francisco que: &#8220;desejo dirigir um forte apelo a quantos semeiam viol\u00eancia e morte, com as armas: naquele que hoje considerais apenas um inimigo a abater, redescobri o vosso irm\u00e3o e detende a vossa m\u00e3o! Renunciai \u00e0 via das armas e ide ao encontro do outro com o di\u00e1logo, o perd\u00e3o e a reconcilia\u00e7\u00e3o para reconstruir a justi\u00e7a, a confian\u00e7a e esperan\u00e7a ao vosso redor!&#8221;<br \/>O Papa Francisco condena a corrup\u00e7\u00e3o clamando por honestidade, justi\u00e7a social e transpar\u00eancia, principalmente para vencer o ego\u00edsmo. Convida os homens p\u00fablicos a respeitar a liberdade religiosa. Condena o drama da droga &#8220;com a qual se lucra desafiando leis morais e civis, na devasta\u00e7\u00e3o dos recursos naturais&#8221;. Deplora a prostitui\u00e7\u00e3o, o tr\u00e1fico de seres humanos, os crimes contra os menores, a escravid\u00e3o e a ilegalidade. Clama por um sistema prisional que recupere os detentos.<br \/>Enfim, o Papa pede que a fam\u00edlia humana cuide da natureza, que est\u00e1 a disposi\u00e7\u00e3o do homem que deve administr\u00e1-la responsavelmente. O Papa volta o seu olhar ao setor agr\u00edcola pedindo \u201cque a fome seja erradicada e que a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola seja para o uso universal de todos&#8221;.<br \/>A fraternidade deve ser amada, ser descoberta e testemunhada: &#8220;Quando falta esta abertura a Deus, toda a atividade humana se torna mais pobre, e as pessoas s\u00e3o reduzidas a objeto pass\u00edvel de explora\u00e7\u00e3o. Somente se a pol\u00edtica e a economia aceitarem mover-se no amplo espa\u00e7o assegurado por esta abertura \u00c0quele que ama todo o homem e mulher, \u00e9 que conseguir\u00e3o estruturar-se com base num verdadeiro esp\u00edrito de caridade fraterna e poder\u00e3o ser instrumento eficaz de desenvolvimento humano integral e de paz&#8221;.<br \/>Sob o legado deixado pelo testemunho do Papa Francisco, contemplando o Cristo Redentor, onde celebrei a missa de \u201cpassagem de ano\u201d, de bra\u00e7os abertos aben\u00e7oando o Rio de Janeiro e o Brasil, invoco a Fraternidade como itiner\u00e1rio para se viver a paz que tanto precisamos e derrotar todas as facetas do mal, da maldade humana em que n\u00e3o nos deixam viver como pede o Evangelho: como irm\u00e3os que partilham, que amam, que perdoam, e como Cristo, que n\u00e3o se deixa perder nenhum dos seus filhos. Paz na terra aos homens de boa vontade!<br \/>Uma mensagem atual e densa de propostas \u00a0\u00a0\u00a0 que marcam este in\u00edcio de ano! \u201cQue Maria, a M\u00e3e de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do cora\u00e7\u00e3o do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que viver nesta nossa amada terra.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sob a \u00f3tica da fraternidade o Papa Francisco envia para o mundo, na solenidade de Santa Maria, M\u00e3e de Deus, ao iniciar um novo ano, a sua primeira mensagem para o Dia Mundial da Paz.A alegria e a esperan\u00e7a devem, segundo o Papa Francisco, ser o bin\u00e1rio para vivermos a fraternidade individual e coletiva no [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":1370,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-3807","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3807"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3807\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8045,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3807\/revisions\/8045"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1370"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}