{"id":37110,"date":"2017-12-13T12:59:38","date_gmt":"2017-12-13T14:59:38","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=37110"},"modified":"2018-01-24T15:58:24","modified_gmt":"2018-01-24T17:58:24","slug":"20-anos-depois-uma-mae-agradece-a-mulher-que-a-convenceu-de-nao-abortar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/20-anos-depois-uma-mae-agradece-a-mulher-que-a-convenceu-de-nao-abortar\/","title":{"rendered":"20 anos depois, uma m\u00e3e agradece a mulher que a convenceu de n\u00e3o abortar"},"content":{"rendered":"<p>MADRI, 13 Dez. 17 \/ 05:00 am (ACI).- Durante 10 anos, pelo menos um dia por semana, Karen Swallow se dedicou a ajudar as m\u00e3es que queriam abortar. Ela calcula que viu cerca de 2.500 mulheres entrarem em lugares que praticam abortos. Uma dessas mulheres que ela ajudou, 20 anos depois enviou-lhe uma mensagem de agradecimento.<\/p>\n<p>Karen Swallow \u00e9 uma mulher que durante 10 anos, sem faltar o seu compromisso, ia uma vez por semana na porta de uma cl\u00ednica abortista ajudar as mulheres que pensavam em acabar com a vida dos seus filhos antes de nascer.<\/p>\n<p>Ela calcula que, deve ter visto cerca de 2.500 mulheres, entre elas conseguiu ajudar algumas a seguirem em frente e a valorizar a vida dos filhos sem renunciar \u00e0 maternidade, independentemente das circunst\u00e2ncias dif\u00edceis que viviam.<\/p>\n<p>Em muitas ocasi\u00f5es, os volunt\u00e1rios n\u00e3o sabem como terminam as hist\u00f3rias das pessoas que eles atendem. Muitas vezes, nunca mais recebem informa\u00e7\u00f5es sobre se aquela menina ou aquela mulher finalmente abortou ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa incerteza \u00e9 descoberta quando h\u00e1 casos que, de maneira quase milagrosa, alguns anos depois, quando inadvertidamente somos conscientes dos frutos que surgiram de uma a\u00e7\u00e3o constante e paciente no passado.<\/p>\n<p>Isso aconteceu com Karen atrav\u00e9s da sua conta de Facebook. Ela descreve o momento como \u201cuma tarde de domingo pregui\u00e7osa\u201d na qual recebeu a seguinte mensagem:<\/p>\n<p>\u201cCom certeza voc\u00ea n\u00e3o deve lembrar de mim. Eu te conheci h\u00e1 20 anos, na porta de Women Services en Main St. Eu tinha apenas 15 anos. Voc\u00ea salvou a vida do meu filho. Eu estava sozinha, para come\u00e7ar o procedimento de dois dias. No primeiro dia da poss\u00edvel \u2018termina\u00e7\u00e3o\u2019, me disseram para que esperasse em casa e que voltasse no dia seguinte para complet\u00e1-la.<\/p>\n<p>Entretanto, naquela noite eu senti o meu filho se mexer. No dia seguinte, estava a caminho do local, eu te conheci&#8230; Acho que voc\u00ea leu algumas escrituras para mim e explicou outras op\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o eu decidi continuar com a minha gravidez. Naquele dia voc\u00ea me levou para a casa e voc\u00ea nunca saiu do meu lado, voc\u00ea me levou \u00e0 sua igreja e me colocou em contato com v\u00e1rias ag\u00eancias (que ajudavam mulheres gr\u00e1vidas).<\/p>\n<p>Voc\u00ea realmente foi uma ben\u00e7\u00e3o para mim. Hoje o meu filho tem quase 20 anos, est\u00e1 come\u00e7ando a estudar o segundo ano na universidade. Eu sinto falta dele, \u00e9 a melhor coisa que aconteceu na minha vida\u201d.<\/p>\n<p>No seu relato pessoal publicado no \u2018Christianity Today\u2019, com a permiss\u00e3o da outra protagonista desta hist\u00f3ria, Karen explica que teve que revisar as suas anota\u00e7\u00f5es no seu di\u00e1rio para recordar o momento no qual se conheceram.<\/p>\n<p>Mas ao mesmo tempo reconhece que \u201cmuitas vezes, nesses casos, quando o beb\u00ea nasce, nem sempre as mulheres se sentem abertas com os outros para falar da decis\u00e3o que quase tomaram\u201d. De qualquer maneira, um ano e meio depois, Karen mudou de Estado e perderam a comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEla nunca esqueceu de mim\u201d.<\/p>\n<p>Karen continuou a sua vida sem lembrar desta mulher. \u201cEntretanto, ela nunca esqueceu de mim\u201d, confessa. Nas mensagens posteriores, quando se comunicaram novamente, ela confessou que antes de encontr\u00e1-la, come\u00e7ou a segui-la durante algum tempo nas redes sociais sem interagir, at\u00e9 encontrar for\u00e7as para entrar em contato.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea sempre teve um lugar no meu cora\u00e7\u00e3o\u201d, disse, enquanto explicava como foi ser m\u00e3e solteira e como ela conseguiu que o seu filho estudasse o ensino m\u00e9dio e agora pudesse estar em uma universidade privada.<\/p>\n<p>Karen reflete sobre a maneira que esta hist\u00f3ria voltou para a sua vida. \u201cPara a maioria de n\u00f3s, \u00e9 humano querer saber que de alguma forma fizemos uma diferen\u00e7a, e, entretanto, a maioria das coisas importantes na vida exigem que esperemos muito antes de ver alguma evid\u00eancia\u201d, expressou.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Acidigital<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MADRI, 13 Dez. 17 \/ 05:00 am (ACI).- Durante 10 anos, pelo menos um dia por semana, Karen Swallow se dedicou a ajudar as m\u00e3es que queriam abortar. 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