{"id":34816,"date":"2017-08-16T15:39:02","date_gmt":"2017-08-16T18:39:02","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=34816"},"modified":"2017-08-21T14:55:57","modified_gmt":"2017-08-21T17:55:57","slug":"o-que-todo-marido-deveria-saber-antes-de-dizer-que-sua-esposa-e-viciada-em-celular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-que-todo-marido-deveria-saber-antes-de-dizer-que-sua-esposa-e-viciada-em-celular\/","title":{"rendered":"O que todo marido deveria saber antes de dizer que sua esposa \u00e9 viciada em celular"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Uma m\u00e3e que fica em casa para cuidar dos filhos explica por que seu smartphone \u00e9 essencial no dia a dia<\/p>\n<p>S\u00e3o boas as chances de voc\u00ea estar lendo estas palavras no seu melhor amigo digital: o smartphone. N\u00e3o importa se voc\u00ea est\u00e1 no carro esperando seu filho terminar a aula de futebol ou aproveitando alguns minutos extras para engolir um caf\u00e9 entre reuni\u00f5es.\u00a0 Esses tempos gastos em seu telefone para ler ou conversar com algu\u00e9m s\u00e3o preciosos. E, gra\u00e7as a esses aparelhos de bolso, podemos entrar e sair de nossas vidas sociais com relativa facilidade, mantendo-nos conectadas a amigos, familiares e ao resto do mundo, enquanto tentamos cumprir nossos in\u00fameros pap\u00e9is da melhor maneira poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Claro, h\u00e1 o outro lado disso tudo: tamb\u00e9m podemos acabar nos tornando t\u00e3o dependentes de nossos celulares a ponto de nos esquecermos por um momento de nossas vidas reais. Para muitas de n\u00f3s, sair de casa sem um telefone chega a d\u00e1 palpita\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o, como estabelecer limites?<\/p>\n<p>\u2013\u2013 ADVERTISEMENT \u2013\u2013<\/p>\n<p>De maneira geral, o debate sobre o tempo que os adultos passam no celular est\u00e1 acontecendo em quase todas as casas nos Estados Unidos. Vamos tomar a Jessica como exemplo. Ela \u00e9 m\u00e3e de tr\u00eas filhos e o marido dela expressou sua preocupa\u00e7\u00e3o com o \u201cv\u00edcio\u201d que ela tem em telefone. Por isso, ela decidiu escrever uma carta aberta ao marido para explicar por que ela usa tanto o aparelho:<\/p>\n<p>\u201cA minha rotina como m\u00e3e que tem que ficar em casa \u00e9 muito diferente. Eu n\u00e3o converso sempre com adultos e as minhas \u00fanicas companhias s\u00e3o uma crian\u00e7a que mal consigo entender, um beb\u00ea e um cachorro\u201d. Ela continua explicando como a sua nova vida em casa provocou sentimentos de isolamento social e solid\u00e3o: \u201cAt\u00e9 mesmo uma conversa na fila de checkout parece muito boa agora\u201d.<\/p>\n<p>Embora estar com nossos filhos seja um privil\u00e9gio e uma ben\u00e7\u00e3o, todas n\u00f3s temos momentos em que precisamos ter contato com os outros. O sistema de suporte virtual dos grupos de m\u00e3es on-line deu mais tranquilidade a Jessica, dizendo-lhe que \u00e9 perfeitamente normal que um beb\u00ea cuspa refei\u00e7\u00f5es vegetarianas que preparamos t\u00e3o amorosamente. Elas tamb\u00e9m ensinam a melhor maneira de acabar com as marcas de arte na parede. Por isso, Jessica conclui: \u201cos grupos de m\u00e3es on-line s\u00e3o minha lifeline \u2026 Essas mulheres mudaram literalmente minha vida de maneira grande e sutil. Mesmo que n\u00e3o possamos passar muito tempo juntas fisicamente\u2026 elas realmente entendem o caminho que estou percorrendo.\u201d<\/p>\n<p>Estes, no entanto, s\u00e3o benef\u00edcios que seu marido trabalhador pode n\u00e3o entender. \u201cO que voc\u00ea n\u00e3o percebe \u2026 \u00e9 \u2026 o quanto foi dif\u00edcil para mim me ajustar a essa nova vida, a esse novo papel e qu\u00e3o inadequada eu me sinto \u00e0s vezes. \u00c9 bom me dizerem que estou fazendo um bom trabalho; e eu preciso ouvir essas coisas de um estranho \u2013 da minha aldeia virtual\u201d, diz a carta.<\/p>\n<p>Do ponto de vista de Jessica, seu smartphone n\u00e3o \u00e9 um v\u00edcio. Ela est\u00e1 se adaptando a uma era em que nem sempre podemos ver fisicamente nossos parentes, amigos ou mentores, mas podemos experimentar o apoio deles ou prestar aten\u00e7\u00e3o aos seus conselhos de longe. E uma m\u00e3e que trabalha fora pode obter um benef\u00edcio semelhante do seu telefone, usando-o como uma maneira de permanecer no circuito dom\u00e9stico, mesmo quando ela n\u00e3o pode estar fisicamente com os filhos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, talvez os maridos n\u00e3o devessem ser t\u00e3o r\u00e1pidos para julgar as esposas ou outras m\u00e3es. Em vez disso, deveriam refletir sobre o uso do smartphone, perguntando se elas est\u00e3o usando esse telefone para escapar da realidade ou para ajudar em suas rotinas.<\/p>\n<p>Artigo traduzido e adaptado ao portugu\u00eas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma m\u00e3e que fica em casa para cuidar dos filhos explica por que seu smartphone \u00e9 essencial no dia a dia S\u00e3o boas as chances de voc\u00ea estar lendo estas palavras no seu melhor amigo digital: o smartphone. N\u00e3o importa se voc\u00ea est\u00e1 no carro esperando seu filho terminar a aula de futebol ou aproveitando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-34816","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34816","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34816"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34816\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":34817,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34816\/revisions\/34817"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34816"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34816"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34816"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}